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Foram encontradas 50 questões.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996) determina que o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I – Diversidade de acesso e permanência na escola.
II – Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas.
III – Valorização da experiência extraescolar.
IV – Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.
São verdadeiras as afirmações:
 

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Sob o manto da Lei 8.112/90, a ação disciplinar prescreverá em:
 

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2270729 Ano: 2012
Disciplina: Física
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
A FIGURA 1 mostra o esquema de um alternador em operação. A bobina abcd gira no interior de um campo magnético estático e está conectada através de dois anéis condutores A e B ao circuito externo. A FIGURA 2 mostra a variação da força eletromotriz (fem) gerada em função do tempo. A FIGURA 3 representa esquematicamente um dínamo. Essa máquina elétrica possui um dispositivo denominado comutador. Os terminais da bobina abcd estão conectados ao circuito exterior através de segmentos condutores — as barras do comutador — isoladas uma da outra. As escovas condutoras coletoras A e B conectam o circuito externo às barras. Diferentemente do caso dos anéis na FIGURA 1, a posição das escovas coletoras, aqui, é muito importante.
Enunciado 2909597-1
(Figuras de KOSTENKO, M. et al. Elecrical Machines. Moscow: MIR, 1977.)
Considerando as informações do texto, pode-se afirmar que
 

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2270707 Ano: 2012
Disciplina: Física
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
Numa demonstração um professor deseja medir a indução da força eletromotriz num anel condutor de raio 10 cm. Ele então toma um longo solenóide de diâmetro 3,0 cm cuja densidade linear de espiras é 2,0 x 104 espiras por metro. O anel é montado de tal forma a envolver o solenóide tendo seus eixos coincidentes e seu plano perpendicular ao eixo do solenóide. A corrente no solenóide é, então elevada linearmente, em 0,050s, de 0 a 2,0A. Nessas condições, o professor conecta o anel a um galvanômetro. O valor da força eletromotriz induzida no anel terá valor igual a
 

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2270705 Ano: 2012
Disciplina: Física
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
Em Duas Novas Ciências, o personagem de Galileu Galilei, Salviati, relata o seguinte experimento:
“Imaginem que esta folha de papel é um muro vertical e que de um prego fixado nele pende uma bola de chumbo de uma ou duas onças, suspensa de um fio muito fino AB, com duas ou três braças de comprimento, perpendicular ao horizonte, e desenhem na parede uma linha horizontal DC que corte em ângulo reto a perpendicular AB, que estará separada da parede aproximadamente dois dedos. Conduzindo posteriormente o fio AB com a bola até AC, soltem essa bola: num primeiro momento veremos que ela desce descrevendo o arco CBD e ultrapassa o ponto B tanto que, percorrendo o arco BD, chegará quase à paralela traçada CD, não chegando a tocá-la por um pequeno intervalo, o que é causado pela resistência que opõe o ar e o fio. Disto podemos perfeitamente concluir que o ímpeto adquirido pela bola no ponto B, ao transpor o arco CD, foi suficiente para elevá-la segundo um arco similar BD à mesma altura. Após efetuar e repetir muitas vezes esta experiência, fixemos no muro, próximo à perpendicular AB, como, por exemplo, em E ou F,um prego que sobressaia da parede cinco ou seis dedos, a fim de que o fio AC, voltando a conduzir como antes a bola C pelo arco CB, encontre, quando chegar a B, o prego E, sendo a bola obrigada a descrever a circunferência BG com centro em E.”
Enunciado 2904000-1
GALILEI, Galileu. Duas Novas Ciências. 2. ed. São Paulo: Nova Stella, 1988, p.167-168.
Em relação ao experimento descrito por Galileu, pode-se afirmar que
 

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Em uma ocorrência nas imediações do laboratório a vítima apresentou ausência dos movimentos respiratórios, de pulso e batimento cardíaco. Ao chamar-se o SAMU, deve-se informar que ela está apresentando sintomas de:
 

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2270635 Ano: 2012
Disciplina: Física
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
A figura mostra uma garrafa PET de 2L com a tampa não totalmente rosqueada (garrafa aberta) e a vazão contínua de água por um orifício feito em sua base. Algumas medidas realizadas durante o experimento, em certo local onde a aceleração da gravidade vale 9,8 m/s2, estão mostradas na tabela:
H(m) h(m)
0,22 0,12
Enunciado 2874262-1
(Adaptado de JESUS, V. L. B. et al. Uma discussão sobre hidrodinâmica utilizando garrafas PET. Rev. Bras. Ens. Fís., v.33, n.1, 2011.)
O valor da distância A indicada na figura vale, aproximadamente:
 

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O Microsoft Office é uma suíte de aplicativos para escritório que possui recursos como editor de texto, planilha eletrônica para cálculos, apresentação gráfica entre outros. Sobre os recursos da suíte Office é correto afirmar que:
 

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Leia o texto abaixo e responda a questão a seguir.
O profissionalismo como religião
Logo que mudei para a França, tive de levar meu carro para consertar. Ao buscá-lo, perguntei se havia ficado bom. O mecânico não entendeu. Na cabeça dele, se entregou a chave e a conta, nada mais a esclarecer sobre o conserto. Mais à frente, decidi atapetar um quartinho. O tapeceiro propôs uma solução que me pareceu complicada. Perguntei se não poderia, simplesmente, colar o tapete. O homem se empertigou: “O senhor pode colar, mas como sou profissional, eu não posso fazer isso”. Pronunciou a palavra “profissional” com solenidade e demarcou um fosso entre o que permite a prática consagrada e o que lambões e pobres mortais como eu podem perpetrar.
Acostumamo-nos com a ideia de que, se pagamos mais ou menos, conseguimos algo mais ou menos. Para a excelência, pagamos generosamente. Mas lembremo-nos das milenares corporações de ofício, com suas tradições e rituais. Na Europa – e alhures –, aprender um ofício era como uma conversão religiosa. O aprendiz passava a acreditar naquela profissão e nos seus cânones. Padrões de qualidade eram cobrados durante todo o aprendizado. Ao fim do ciclo de sete anos, o aprendiz produzia a sua “obra prima”, a fim de evidenciar que atingira os níveis de perfeição exigidos. Em Troyes, na França, há um museu com as melhores peças elaboradas para demonstrar maestria na profissão. Carpinteiros alardeavam o seu virtuosismo pela construção meticulosa das suas caixas de ferramentas. Na Alemanha, sobrevivem em algumas corporações de ofício as vestimentas tradicionais. Para carpinteiros, terno de veludo preto, calça boca de sino e chapéu de aba larga. É com orgulho que exibem nas ruas seus trajes.
Essa incursão na história das corporações serve para realçar que nem só de mercado vive o mundo atual. Aqueles países com forte tradição de profissionalismo disso se beneficiam vastamente. Nada de fiscalizar para ver se ficou bem feito. O fiscal severo e intransigente está de prontidão dentro do profissional. É pena que os sindicatos, herdeiros das corporações, pouco se ocupem hoje de qualidade e virtuosismo. Se pagarmos com magnanimidade, o verdadeiro profissional executará a obra com perfeição. Se pagarmos miseravelmente, ele a executará com igual perfeição. É assim, ele só sabe fazer bem, pois incorporou a ideologia da perfeição. Não apenas não sabe fazer de qualquer jeito, mas sua felicidade se constrói na busca da excelência. Sociedades sem tradição de profissionalismo precisam de exércitos de tomadores de conta (que terminam por subtrair do que poderia ser pago a um profissional com sua própria fiscalização interior). Nelas, capricho é uma religião com poucos seguidores. Sai bem feito quando alguém espreita. Sai matando quando ninguém está olhando.
Existe uma relação entre o que pagamos e a qualidade obtida. Mas não é só isso. O profissionalismo define padrões de conduta e excelência que não estão à venda. Verniz sem rugas traz felicidade a quem o aplicou. Juntas não têm gretas, mesmo em locais que não estão à vista. Ou seja, foram feitas para a paz interior do marceneiro e não para o cliente, incapaz de perceber diferenças. A lâmina do formão pode fazer a barba do seu dono. O lanterneiro fica feliz se ninguém reconhece que o carro foi batido. Onde entra uma chave de estria, não se usa chave aberta na porca. Alicate nela? Nem pensar! Essa tradição de qualidade nas profissões manuais é caudatária das corporações medievais. Mas sobrevive hoje, em maior ou menor grau, em todo o mundo do trabalho. O cirurgião quer fazer uma sutura perfeita. Para o advogado, há uma beleza indescritível em uma petição bem lavrada – que o cliente jamais notará. Quantas dezenas de vezes tive de retrabalhar os parágrafos deste ensaio?
Tudo funciona melhor em uma sociedade em que domina o profissionalismo de sua força de trabalho. Mas isso só acontecerá como resultado de muito esforço em lapidar os profissionais. Isso leva tempo e custa dinheiro. É preciso uma combinação harmônica entre o aprender o gesto profissional, desenvolver a inteligência que orienta e o processo quase litúrgico de transmissão dos valores do ofício. Em tempo: amadores não formam profissionais.
(CASTRO, Claudio de Moura. Revista Veja, 1 de junho de 2011. Com adaptações.)
Considerando as relações de sentido dos verbos “empertigou” e “perpetrar” (1º§), assinale a(s) assertiva(s) correta(s).
I- O termo “perpetrar” refere-se a uma ação do autor e estabelece uma relação de antonímia com a transcrição de fala do tapeceiro.
II- O termo “empertigou” pode ser substituído, mantendo-se o mesmo sentido no trecho, por “comportou-se com sobranceria”.
III- O termo “perpetrar” apresenta uma ação de um personagem do texto e pode ser substituído por “perpetuar”, mantendo-se o mesmo sentido no contexto.
Está(ão) correta(s):
 

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2270567 Ano: 2012
Disciplina: Física
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
Um calorímetro de capacidade térmica desconhecida foi utilizado para realizar o seguinte experimento:
(1) 200g de água a 80ºC foram colocados no calorímetro. Adotou-se o calor específico da água constante e igual a 1,0 cal/gºC.
(2) Fechado o calorímetro, um termômetro em contato com a água registrou a temperatura do conjunto (água +calorímetro) de 3 em 3 minutos, durante 45 minutos.
(3) Aberto o calorímetro, adicionaram-se 130g de gelo à água. Essas operações foram realizadas o mais rápido possível. Registrou-se a temperatura da mistura de 30 em 30 segundos.
(4) Quando a temperatura da mistura no interior do calorímetro começou a subir, mediu-se a temperatura do conjunto até que a temperatura começou a se estabilizar. O valor da temperatura final obtida, após a completa fusão do gelo, foi de 9,5ºC.
Como resultado desse experimento, e adotando-se o calor latente de fusão do gelo igual a 80 cal/g, pode-se concluir que a capacidade térmica do calorímetro vale:
 

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