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BEBA 2 LITROS DE ÁGUA POR DIA
É o mito que persiste. Quase todo mundo acha que não bebe o suficiente, mas a ideia de que devemos ingerir muita água não tem embasamento científico.
Ninguém sabe ao certo de onde veio a ideia dos dois litros diários – ou, entre os americanos, dos oito copos. Alguns dizem que é culpa da indústria da água engarrafada, mas muitos médicos e organizações de saúde promovem tal ideia há décadas.
Ela pode ter surgido em 1945, quando o Conselho Nacional de Pesquisa dos EUA recomendou que adultos deveriam consumir 1 mililitro de água para cada caloria de alimento consumido, o que se aproxima de 2,5 litros por dia para homens e 2 litros para mulheres.
De acordo com Bárbara Rolls, nutricionista e pesquisadora da Penn State University e autora do livro Thirst (Sede), de 1984, esta é a quantidade ideal a ser ingerida por pessoas que vivem em região de clima temperado, como o centro-oeste dos Estados Unidos, e que não se exercitam intensamente – se seguir a regra americana de ingerir 8 copos dos mais comuns, de cerca de 240 ml, a quantidade consumida seria de 1,9 litro.
No entanto, o que a maioria das pessoas não percebe é que boa parte dessa água é ingerida por meio da nossa comida. Alimentos contêm água e são decompostos quimicamente em dióxido de carbono e mais água. Assim, a menos que tenha suado baldes, você precisa apenas de um litro por dia – ou quatro copos da medida americana.
Mas essa conversa de copos é enganosa, já que não é preciso beber água pura. Os líquidos que ingerimos, incluindo café e chá, podem nos fornecer toda a água de que precisamos, diz Heinz Valtin, um especialista em rins da Escola de Medicina Dartmouth em Lebanon, New Hampshire, que analisou diversas evidências científicas.
De acordo com o mito, bebidas que contêm cafeína não contam, pois são diuréticas, estimulando o corpo a perder mais água do que a própria bebida fornece. Não é verdade.
Uma comparação entre adultos saudáveis publicada em 2000, no Journal of the American College of Nutrition, não encontrou diferenças em termos de hidratação entre aqueles que ingeriram água por meio de bebidas com cafeína ou sem cafeína. Até mesmo uma ou duas bebidas de teor alcoólico moderado podem hidratar em vez de desidratar.
Hidrófilos respondem dizendo que água pura é melhor que outras bebidas. Tal afirmação é discutível, mas o ponto fundamental é que se você é um indivíduo saudável que já bebe uma quantidade suficiente de suco ou o que quer que seja, não há evidência de que mandar água para dentro vai ajudá-lo a alcançar outra coisa além de idas ao banheiro.
O último aspecto do mito é que precisamos nos forçar a beber água, pois quando estamos com sede é sinal de que já estamos bem desidratados. Só que não. Rolls mostrou há cerca de 30 anos que sentimos sede muito antes de que haja perda significativa de líquidos corporais – a desidratação é identificada quando a concentração do sangue é de 5%; quando estamos sedentos, o nível se eleva a menos de 2%.
Relaxe e confie no seu corpo. Não se force a beber galões de água se não está com vontade – isto pode ser perigoso – e beba apenas o que preferir quando sentir sede.
(Revista Galileu, outubro de 2013, p. 43)
A expressão “no entanto” que introduz o parágrafo do texto pode ser substituída, sem perda de sentido, por
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BEBA 2 LITROS DE ÁGUA POR DIA
É o mito que persiste. Quase todo mundo acha que não bebe o suficiente, mas a ideia de que devemos ingerir muita água não tem embasamento científico.
Ninguém sabe ao certo de onde veio a ideia dos dois litros diários – ou, entre os americanos, dos oito copos. Alguns dizem que é culpa da indústria da água engarrafada, mas muitos médicos e organizações de saúde promovem tal ideia há décadas.
Ela pode ter surgido em 1945, quando o Conselho Nacional de Pesquisa dos EUA recomendou que adultos deveriam consumir 1 mililitro de água para cada caloria de alimento consumido, o que se aproxima de 2,5 litros por dia para homens e 2 litros para mulheres.
De acordo com Bárbara Rolls, nutricionista e pesquisadora da Penn State University e autora do livro Thirst (Sede), de 1984, esta é a quantidade ideal a ser ingerida por pessoas que vivem em região de clima temperado, como o centro-oeste dos Estados Unidos, e que não se exercitam intensamente – se seguir a regra americana de ingerir 8 copos dos mais comuns, de cerca de 240 ml, a quantidade consumida seria de 1,9 litro.
No entanto, o que a maioria das pessoas não percebe é que boa parte dessa água é ingerida por meio da nossa comida. Alimentos contêm água e são decompostos quimicamente em dióxido de carbono e mais água. Assim, a menos que tenha suado baldes, você precisa apenas de um litro por dia – ou quatro copos da medida americana.
Mas essa conversa de copos é enganosa, já que não é preciso beber água pura. Os líquidos que ingerimos, incluindo café e chá, podem nos fornecer toda a água de que precisamos, diz Heinz Valtin, um especialista em rins da Escola de Medicina Dartmouth em Lebanon, New Hampshire, que analisou diversas evidências científicas.
De acordo com o mito, bebidas que contêm cafeína não contam, pois são diuréticas, estimulando o corpo a perder mais água do que a própria bebida fornece. Não é verdade.
Uma comparação entre adultos saudáveis publicada em 2000, no Journal of the American College of Nutrition, não encontrou diferenças em termos de hidratação entre aqueles que ingeriram água por meio de bebidas com cafeína ou sem cafeína. Até mesmo uma ou duas bebidas de teor alcoólico moderado podem hidratar em vez de desidratar.
Hidrófilos respondem dizendo que água pura é melhor que outras bebidas. Tal afirmação é discutível, mas o ponto fundamental é que se você é um indivíduo saudável que já bebe uma quantidade suficiente de suco ou o que quer que seja, não há evidência de que mandar água para dentro vai ajudá-lo a alcançar outra coisa além de idas ao banheiro.
O último aspecto do mito é que precisamos nos forçar a beber água, pois quando estamos com sede é sinal de que já estamos bem desidratados. Só que não. Rolls mostrou há cerca de 30 anos que sentimos sede muito antes de que haja perda significativa de líquidos corporais – a desidratação é identificada quando a concentração do sangue é de 5%; quando estamos sedentos, o nível se eleva a menos de 2%.
Relaxe e confie no seu corpo. Não se force a beber galões de água se não está com vontade – isto pode ser perigoso – e beba apenas o que preferir quando sentir sede.
(Revista Galileu, outubro de 2013, p. 43)
No final do texto, o autor utilizou verbos na primeira pessoa do plural com o objetivo de
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BEBA 2 LITROS DE ÁGUA POR DIA
É o mito que persiste. Quase todo mundo acha que não bebe o suficiente, mas a ideia de que devemos ingerir muita água não tem embasamento científico.
Ninguém sabe ao certo de onde veio a ideia dos dois litros diários – ou, entre os americanos, dos oito copos. Alguns dizem que é culpa da indústria da água engarrafada, mas muitos médicos e organizações de saúde promovem tal ideia há décadas.
Ela pode ter surgido em 1945, quando o Conselho Nacional de Pesquisa dos EUA recomendou que adultos deveriam consumir 1 mililitro de água para cada caloria de alimento consumido, o que se aproxima de 2,5 litros por dia para homens e 2 litros para mulheres.
De acordo com Bárbara Rolls, nutricionista e pesquisadora da Penn State University e autora do livro Thirst (Sede), de 1984, esta é a quantidade ideal a ser ingerida por pessoas que vivem em região de clima temperado, como o centro-oeste dos Estados Unidos, e que não se exercitam intensamente – se seguir a regra americana de ingerir 8 copos dos mais comuns, de cerca de 240 ml, a quantidade consumida seria de 1,9 litro.
No entanto, o que a maioria das pessoas não percebe é que boa parte dessa água é ingerida por meio da nossa comida. Alimentos contêm água e são decompostos quimicamente em dióxido de carbono e mais água. Assim, a menos que tenha suado baldes, você precisa apenas de um litro por dia – ou quatro copos da medida americana.
Mas essa conversa de copos é enganosa, já que não é preciso beber água pura. Os líquidos que ingerimos, incluindo café e chá, podem nos fornecer toda a água de que precisamos, diz Heinz Valtin, um especialista em rins da Escola de Medicina Dartmouth em Lebanon, New Hampshire, que analisou diversas evidências científicas.
De acordo com o mito, bebidas que contêm cafeína não contam, pois são diuréticas, estimulando o corpo a perder mais água do que a própria bebida fornece. Não é verdade.
Uma comparação entre adultos saudáveis publicada em 2000, no Journal of the American College of Nutrition, não encontrou diferenças em termos de hidratação entre aqueles que ingeriram água por meio de bebidas com cafeína ou sem cafeína. Até mesmo uma ou duas bebidas de teor alcoólico moderado podem hidratar em vez de desidratar.
Hidrófilos respondem dizendo que água pura é melhor que outras bebidas. Tal afirmação é discutível, mas o ponto fundamental é que se você é um indivíduo saudável que já bebe uma quantidade suficiente de suco ou o que quer que seja, não há evidência de que mandar água para dentro vai ajudá-lo a alcançar outra coisa além de idas ao banheiro.
O último aspecto do mito é que precisamos nos forçar a beber água, pois quando estamos com sede é sinal de que já estamos bem desidratados. Só que não. Rolls mostrou há cerca de 30 anos que sentimos sede muito antes de que haja perda significativa de líquidos corporais – a desidratação é identificada quando a concentração do sangue é de 5%; quando estamos sedentos, o nível se eleva a menos de 2%.
Relaxe e confie no seu corpo. Não se force a beber galões de água se não está com vontade – isto pode ser perigoso – e beba apenas o que preferir quando sentir sede.
(Revista Galileu, outubro de 2013, p. 43)
Na frase “Hidrófilos respondem dizendo que água pura é melhor que outras bebidas”, os hidrófilos são
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É o mito que persiste. Quase todo mundo acha que não bebe o suficiente, mas a ideia de que devemos ingerir muita água não tem embasamento científico.
Ninguém sabe ao certo de onde veio a ideia dos dois litros diários – ou, entre os americanos, dos oito copos. Alguns dizem que é culpa da indústria da água engarrafada, mas muitos médicos e organizações de saúde promovem tal ideia há décadas.
Ela pode ter surgido em 1945, quando o Conselho Nacional de Pesquisa dos EUA recomendou que adultos deveriam consumir 1 mililitro de água para cada caloria de alimento consumido, o que se aproxima de 2,5 litros por dia para homens e 2 litros para mulheres.
De acordo com Bárbara Rolls, nutricionista e pesquisadora da Penn State University e autora do livro Thirst (Sede), de 1984, esta é a quantidade ideal a ser ingerida por pessoas que vivem em região de clima temperado, como o centro-oeste dos Estados Unidos, e que não se exercitam intensamente – se seguir a regra americana de ingerir 8 copos dos mais comuns, de cerca de 240 ml, a quantidade consumida seria de 1,9 litro.
No entanto, o que a maioria das pessoas não percebe é que boa parte dessa água é ingerida por meio da nossa comida. Alimentos contêm água e são decompostos quimicamente em dióxido de carbono e mais água. Assim, a menos que tenha suado baldes, você precisa apenas de um litro por dia – ou quatro copos da medida americana.
Mas essa conversa de copos é enganosa, já que não é preciso beber água pura. Os líquidos que ingerimos, incluindo café e chá, podem nos fornecer toda a água de que precisamos, diz Heinz Valtin, um especialista em rins da Escola de Medicina Dartmouth em Lebanon, New Hampshire, que analisou diversas evidências científicas.
De acordo com o mito, bebidas que contêm cafeína não contam, pois são diuréticas, estimulando o corpo a perder mais água do que a própria bebida fornece. Não é verdade.
Uma comparação entre adultos saudáveis publicada em 2000, no Journal of the American College of Nutrition, não encontrou diferenças em termos de hidratação entre aqueles que ingeriram água por meio de bebidas com cafeína ou sem cafeína. Até mesmo uma ou duas bebidas de teor alcoólico moderado podem hidratar em vez de desidratar.
Hidrófilos respondem dizendo que água pura é melhor que outras bebidas. Tal afirmação é discutível, mas o ponto fundamental é que se você é um indivíduo saudável que já bebe uma quantidade suficiente de suco ou o que quer que seja, não há evidência de que mandar água para dentro vai ajudá-lo a alcançar outra coisa além de idas ao banheiro.
O último aspecto do mito é que precisamos nos forçar a beber água, pois quando estamos com sede é sinal de que já estamos bem desidratados. Só que não. Rolls mostrou há cerca de 30 anos que sentimos sede muito antes de que haja perda significativa de líquidos corporais – a desidratação é identificada quando a concentração do sangue é de 5%; quando estamos sedentos, o nível se eleva a menos de 2%.
Relaxe e confie no seu corpo. Não se force a beber galões de água se não está com vontade – isto pode ser perigoso – e beba apenas o que preferir quando sentir sede.
(Revista Galileu, outubro de 2013, p. 43)
A leitura global do texto nos permite afirmar que
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É o mito que persiste. Quase todo mundo acha que não bebe o suficiente, mas a ideia de que devemos ingerir muita água não tem embasamento científico.
Ninguém sabe ao certo de onde veio a ideia dos dois litros diários – ou, entre os americanos, dos oito copos. Alguns dizem que é culpa da indústria da água engarrafada, mas muitos médicos e organizações de saúde promovem tal ideia há décadas.
Ela pode ter surgido em 1945, quando o Conselho Nacional de Pesquisa dos EUA recomendou que adultos deveriam consumir 1 mililitro de água para cada caloria de alimento consumido, o que se aproxima de 2,5 litros por dia para homens e 2 litros para mulheres.
De acordo com Bárbara Rolls, nutricionista e pesquisadora da Penn State University e autora do livro Thirst (Sede), de 1984, esta é a quantidade ideal a ser ingerida por pessoas que vivem em região de clima temperado, como o centro-oeste dos Estados Unidos, e que não se exercitam intensamente – se seguir a regra americana de ingerir 8 copos dos mais comuns, de cerca de 240 ml, a quantidade consumida seria de 1,9 litro.
No entanto, o que a maioria das pessoas não percebe é que boa parte dessa água é ingerida por meio da nossa comida. Alimentos contêm água e são decompostos quimicamente em dióxido de carbono e mais água. Assim, a menos que tenha suado baldes, você precisa apenas de um litro por dia – ou quatro copos da medida americana.
Mas essa conversa de copos é enganosa, já que não é preciso beber água pura. Os líquidos que ingerimos, incluindo café e chá, podem nos fornecer toda a água de que precisamos, diz Heinz Valtin, um especialista em rins da Escola de Medicina Dartmouth em Lebanon, New Hampshire, que analisou diversas evidências científicas.
De acordo com o mito, bebidas que contêm cafeína não contam, pois são diuréticas, estimulando o corpo a perder mais água do que a própria bebida fornece. Não é verdade.
Uma comparação entre adultos saudáveis publicada em 2000, no Journal of the American College of Nutrition, não encontrou diferenças em termos de hidratação entre aqueles que ingeriram água por meio de bebidas com cafeína ou sem cafeína. Até mesmo uma ou duas bebidas de teor alcoólico moderado podem hidratar em vez de desidratar.
Hidrófilos respondem dizendo que água pura é melhor que outras bebidas. Tal afirmação é discutível, mas o ponto fundamental é que se você é um indivíduo saudável que já bebe uma quantidade suficiente de suco ou o que quer que seja, não há evidência de que mandar água para dentro vai ajudá-lo a alcançar outra coisa além de idas ao banheiro.
O último aspecto do mito é que precisamos nos forçar a beber água, pois quando estamos com sede é sinal de que já estamos bem desidratados. Só que não. Rolls mostrou há cerca de 30 anos que sentimos sede muito antes de que haja perda significativa de líquidos corporais – a desidratação é identificada quando a concentração do sangue é de 5%; quando estamos sedentos, o nível se eleva a menos de 2%.
Relaxe e confie no seu corpo. Não se force a beber galões de água se não está com vontade – isto pode ser perigoso – e beba apenas o que preferir quando sentir sede.
(Revista Galileu, outubro de 2013, p. 43)
O pronome “ela”, presente no início do parágrafo do texto, retoma a expressão
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É o mito que persiste. Quase todo mundo acha que não bebe o suficiente, mas a ideia de que devemos ingerir muita água não tem embasamento científico.
Ninguém sabe ao certo de onde veio a ideia dos dois litros diários – ou, entre os americanos, dos oito copos. Alguns dizem que é culpa da indústria da água engarrafada, mas muitos médicos e organizações de saúde promovem tal ideia há décadas.
Ela pode ter surgido em 1945, quando o Conselho Nacional de Pesquisa dos EUA recomendou que adultos deveriam consumir 1 mililitro de água para cada caloria de alimento consumido, o que se aproxima de 2,5 litros por dia para homens e 2 litros para mulheres.
De acordo com Bárbara Rolls, nutricionista e pesquisadora da Penn State University e autora do livro Thirst (Sede), de 1984, esta é a quantidade ideal a ser ingerida por pessoas que vivem em região de clima temperado, como o centro-oeste dos Estados Unidos, e que não se exercitam intensamente – se seguir a regra americana de ingerir 8 copos dos mais comuns, de cerca de 240 ml, a quantidade consumida seria de 1,9 litro.
No entanto, o que a maioria das pessoas não percebe é que boa parte dessa água é ingerida por meio da nossa comida. Alimentos contêm água e são decompostos quimicamente em dióxido de carbono e mais água. Assim, a menos que tenha suado baldes, você precisa apenas de um litro por dia – ou quatro copos da medida americana.
Mas essa conversa de copos é enganosa, já que não é preciso beber água pura. Os líquidos que ingerimos, incluindo café e chá, podem nos fornecer toda a água de que precisamos, diz Heinz Valtin, um especialista em rins da Escola de Medicina Dartmouth em Lebanon, New Hampshire, que analisou diversas evidências científicas.
De acordo com o mito, bebidas que contêm cafeína não contam, pois são diuréticas, estimulando o corpo a perder mais água do que a própria bebida fornece. Não é verdade.
Uma comparação entre adultos saudáveis publicada em 2000, no Journal of the American College of Nutrition, não encontrou diferenças em termos de hidratação entre aqueles que ingeriram água por meio de bebidas com cafeína ou sem cafeína. Até mesmo uma ou duas bebidas de teor alcoólico moderado podem hidratar em vez de desidratar.
Hidrófilos respondem dizendo que água pura é melhor que outras bebidas. Tal afirmação é discutível, mas o ponto fundamental é que se você é um indivíduo saudável que já bebe uma quantidade suficiente de suco ou o que quer que seja, não há evidência de que mandar água para dentro vai ajudá-lo a alcançar outra coisa além de idas ao banheiro.
O último aspecto do mito é que precisamos nos forçar a beber água, pois quando estamos com sede é sinal de que já estamos bem desidratados. Só que não. Rolls mostrou há cerca de 30 anos que sentimos sede muito antes de que haja perda significativa de líquidos corporais – a desidratação é identificada quando a concentração do sangue é de 5%; quando estamos sedentos, o nível se eleva a menos de 2%.
Relaxe e confie no seu corpo. Não se force a beber galões de água se não está com vontade – isto pode ser perigoso – e beba apenas o que preferir quando sentir sede.
(Revista Galileu, outubro de 2013, p. 43)
A ideia central do texto está sintetizada em:
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BEBA 2 LITROS DE ÁGUA POR DIA
É o mito que persiste. Quase todo mundo acha que não bebe o suficiente, mas a ideia de que devemos ingerir muita água não tem embasamento científico.
Ninguém sabe ao certo de onde veio a ideia dos dois litros diários – ou, entre os americanos, dos oito copos. Alguns dizem que é culpa da indústria da água engarrafada, mas muitos médicos e organizações de saúde promovem tal ideia há décadas.
Ela pode ter surgido em 1945, quando o Conselho Nacional de Pesquisa dos EUA recomendou que adultos deveriam consumir 1 mililitro de água para cada caloria de alimento consumido, o que se aproxima de 2,5 litros por dia para homens e 2 litros para mulheres.
De acordo com Bárbara Rolls, nutricionista e pesquisadora da Penn State University e autora do livro Thirst (Sede), de 1984, esta é a quantidade ideal a ser ingerida por pessoas que vivem em região de clima temperado, como o centro-oeste dos Estados Unidos, e que não se exercitam intensamente – se seguir a regra americana de ingerir 8 copos dos mais comuns, de cerca de 240 ml, a quantidade consumida seria de 1,9 litro.
No entanto, o que a maioria das pessoas não percebe é que boa parte dessa água é ingerida por meio da nossa comida. Alimentos contêm água e são decompostos quimicamente em dióxido de carbono e mais água. Assim, a menos que tenha suado baldes, você precisa apenas de um litro por dia – ou quatro copos da medida americana.
Mas essa conversa de copos é enganosa, já que não é preciso beber água pura. Os líquidos que ingerimos, incluindo café e chá, podem nos fornecer toda a água de que precisamos, diz Heinz Valtin, um especialista em rins da Escola de Medicina Dartmouth em Lebanon, New Hampshire, que analisou diversas evidências científicas.
De acordo com o mito, bebidas que contêm cafeína não contam, pois são diuréticas, estimulando o corpo a perder mais água do que a própria bebida fornece. Não é verdade.
Uma comparação entre adultos saudáveis publicada em 2000, no Journal of the American College of Nutrition, não encontrou diferenças em termos de hidratação entre aqueles que ingeriram água por meio de bebidas com cafeína ou sem cafeína. Até mesmo uma ou duas bebidas de teor alcoólico moderado podem hidratar em vez de desidratar.
Hidrófilos respondem dizendo que água pura é melhor que outras bebidas. Tal afirmação é discutível, mas o ponto fundamental é que se você é um indivíduo saudável que já bebe uma quantidade suficiente de suco ou o que quer que seja, não há evidência de que mandar água para dentro vai ajudá-lo a alcançar outra coisa além de idas ao banheiro.
O último aspecto do mito é que precisamos nos forçar a beber água, pois quando estamos com sede é sinal de que já estamos bem desidratados. Só que não. Rolls mostrou há cerca de 30 anos que sentimos sede muito antes de que haja perda significativa de líquidos corporais – a desidratação é identificada quando a concentração do sangue é de 5%; quando estamos sedentos, o nível se eleva a menos de 2%.
Relaxe e confie no seu corpo. Não se force a beber galões de água se não está com vontade – isto pode ser perigoso – e beba apenas o que preferir quando sentir sede.
(Revista Galileu, outubro de 2013, p. 43)
Os verbos que recuperam a intenção comunicativa do texto “Beba 2 litros de água por dia” são
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BEBA 2 LITROS DE ÁGUA POR DIA
É o mito que persiste. Quase todo mundo acha que não bebe o suficiente, mas a ideia de que devemos ingerir muita água não tem embasamento científico.
Ninguém sabe ao certo de onde veio a ideia dos dois litros diários – ou, entre os americanos, dos oito copos. Alguns dizem que é culpa da indústria da água engarrafada, mas muitos médicos e organizações de saúde promovem tal ideia há décadas.
Ela pode ter surgido em 1945, quando o Conselho Nacional de Pesquisa dos EUA recomendou que adultos deveriam consumir 1 mililitro de água para cada caloria de alimento consumido, o que se aproxima de 2,5 litros por dia para homens e 2 litros para mulheres.
De acordo com Bárbara Rolls, nutricionista e pesquisadora da Penn State University e autora do livro Thirst (Sede), de 1984, esta é a quantidade ideal a ser ingerida por pessoas que vivem em região de clima temperado, como o centro-oeste dos Estados Unidos, e que não se exercitam intensamente – se seguir a regra americana de ingerir 8 copos dos mais comuns, de cerca de 240 ml, a quantidade consumida seria de 1,9 litro.
No entanto, o que a maioria das pessoas não percebe é que boa parte dessa água é ingerida por meio da nossa comida. Alimentos contêm água e são decompostos quimicamente em dióxido de carbono e mais água. Assim, a menos que tenha suado baldes, você precisa apenas de um litro por dia – ou quatro copos da medida americana.
Mas essa conversa de copos é enganosa, já que não é preciso beber água pura. Os líquidos que ingerimos, incluindo café e chá, podem nos fornecer toda a água de que precisamos, diz Heinz Valtin, um especialista em rins da Escola de Medicina Dartmouth em Lebanon, New Hampshire, que analisou diversas evidências científicas.
De acordo com o mito, bebidas que contêm cafeína não contam, pois são diuréticas, estimulando o corpo a perder mais água do que a própria bebida fornece. Não é verdade.
Uma comparação entre adultos saudáveis publicada em 2000, no Journal of the American College of Nutrition, não encontrou diferenças em termos de hidratação entre aqueles que ingeriram água por meio de bebidas com cafeína ou sem cafeína. Até mesmo uma ou duas bebidas de teor alcoólico moderado podem hidratar em vez de desidratar.
Hidrófilos respondem dizendo que água pura é melhor que outras bebidas. Tal afirmação é discutível, mas o ponto fundamental é que se você é um indivíduo saudável que já bebe uma quantidade suficiente de suco ou o que quer que seja, não há evidência de que mandar água para dentro vai ajudá-lo a alcançar outra coisa além de idas ao banheiro.
O último aspecto do mito é que precisamos nos forçar a beber água, pois quando estamos com sede é sinal de que já estamos bem desidratados. Só que não. Rolls mostrou há cerca de 30 anos que sentimos sede muito antes de que haja perda significativa de líquidos corporais – a desidratação é identificada quando a concentração do sangue é de 5%; quando estamos sedentos, o nível se eleva a menos de 2%.
Relaxe e confie no seu corpo. Não se force a beber galões de água se não está com vontade – isto pode ser perigoso – e beba apenas o que preferir quando sentir sede.
(Revista Galileu, outubro de 2013, p. 43)
O título do texto “Beba 2 litros de água por dia”
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A charge a seguir representa larvas dos mosquitos Anopheles e Aedes aegypti.

Disponível em: <http://noticiascabana.blogspot. com.br/2011/11/cientistas-anunciam-novo-remedio-contra.html>.
Acesso em 5 nov. 2013.
O ciclo de vida desses mosquitos é dividido em quatro fases, passando por ovo, larva, pupa, e, por fim, a fase adulta.
Os mosquitos Anopheles e Aedes aegypti são
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Em uma cidade do interior, das 3.000 mulheres na faixa etária dos 18 aos 40 anos, 1.800 estão empregadas. Dos homens, nessa mesma faixa etária, 2.000 estão empregados e 800 desempregados.
Escolhendo-se, aleatoriamente, uma mulher nessa faixa etária, a probabilidade que ela seja uma pessoa desempregada é de, aproximadamente,
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