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Joana foi atendida na Unidade Básica de Saúde, e o médico que a atendeu prescreveu uma
solução via endovenosa. A técnica em enfermagem observou que Joana estava bastante
ansiosa, referindo ter medo de injeção e de sangue. Ao puncionar o acesso venoso, referiu
enjoo, tontura, fraqueza e escurecimento da visão. Ao examiná-la, a técnica constatou que
a paciente apresentava palidez cutânea intensa, pele fria e úmida, mas mantinha seu
estado de consciência.
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O procedimento de aplicação, em pacientes, de cânula/cateter nasal ou de máscara de
oxigênio pelo técnico em enfermagem requer conhecimentos sobre a anatomia e fisiologia
da respiração, sobre o equipamento a ser instalado no paciente e sobre os cuidados com
os materiais durante seu uso. Em sendo assim, avalie abaixo procedimentos
relacionados à colocação e ao uso da cânula nasal ou da máscara de oxigênio.
I Antes de colocar a cânula nasal ou a máscara de oxigênio, deve-se observar a permeabilidade da via respiratória e remover secreções, pedindo para o paciente tossir e expectorar o muco ou fazê-lo por meio da aspiração.
II Na inserção da cânula nasal, deve-se posicionar, adequadamente, as pontas do dispositivo nas narinas do paciente e ajustar o elástico de cabeça, a fim de que o fluxo de oxigênio direcione-se, automaticamente, para o trato respiratório inferior com um fluxo mínimo maior que 7 litros.
III Observar o funcionamento da máscara de venturi, posicionando-a sobre o nariz e a boca de forma bem justa para não permitir que o ar exalado seja reinalado, uma vez que as válvulas das portas laterais da máscara permitem a exalação, mas, quando fechadas durante a inalação, impedem a entrada do ar.
IV Avaliar a cânula/máscara a cada 8 horas e manter o líquido do frasco umidificador no nível, para manter o oxigênio inalado sempre umidificado.
Dos procedimentos, estão corretos os dos itens
I Antes de colocar a cânula nasal ou a máscara de oxigênio, deve-se observar a permeabilidade da via respiratória e remover secreções, pedindo para o paciente tossir e expectorar o muco ou fazê-lo por meio da aspiração.
II Na inserção da cânula nasal, deve-se posicionar, adequadamente, as pontas do dispositivo nas narinas do paciente e ajustar o elástico de cabeça, a fim de que o fluxo de oxigênio direcione-se, automaticamente, para o trato respiratório inferior com um fluxo mínimo maior que 7 litros.
III Observar o funcionamento da máscara de venturi, posicionando-a sobre o nariz e a boca de forma bem justa para não permitir que o ar exalado seja reinalado, uma vez que as válvulas das portas laterais da máscara permitem a exalação, mas, quando fechadas durante a inalação, impedem a entrada do ar.
IV Avaliar a cânula/máscara a cada 8 horas e manter o líquido do frasco umidificador no nível, para manter o oxigênio inalado sempre umidificado.
Dos procedimentos, estão corretos os dos itens
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Devido à insuficiência respiratória, a senhora Josefa está internada com intubação
prolongada, há 12 dias, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Sua alimentação é enteral
por sonda nasoenteral ou transpilórica. Ao ser questionada pela filha sobre a localização
da sonda, a técnica em enfermagem respondeu, corretamente, que a porção final da
sonda está localizada no
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Uma pessoa com insuficiência renal, enquanto recebe os cuidados de uma técnica em
enfermagem, pergunta-lhe o porquê de sua dieta vir sem sal ou com muito pouco. A
técnica responde que a dieta restrita em sal é necessária para manter o equilíbrio e não
aumentar o nível de sódio no sangue (hipernatremia), o que poderá, entre outras coisas,
causar
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A higiene pessoal afeta o conforto, a segurança e o bem-estar dos pacientes. Dessa
forma, os cuidados de higiene adequados requerem uma compreensão da anatomia e
fisiologia da pele, das unhas, da cavidade oral, dos olhos, do nariz e das
orelhas.Considerando os cuidados a pacientes relacionados à pele (proteção,
sensibilidade, regulação de temperatura, excreção e secreção), avalie as afirmações
abaixo.
I Raspar ou descamar a superfície da pele causa o enfraquecimento da epiderme. O uso de sabonetes ácidos neutraliza a condição alcalina protetora da pele.
II Minimizar o atrito com a pele evita a perda do estrato córneo que pode resultar em lesões. Alisar as roupas de cama remove fontes de irritação mecânica.
III Manter roupas de cama ou vestimentas molhadas interfere na convecção e condução do calor. O excesso de cobertores ou cobre-leitos interfere na perda de calor por radiação e condução.
IV Realizar banhos frequentes remove a transpiração e o óleo que abriga microorganismos na pele. O excesso de banho pode fazer com que a pele fique muito úmida.
Das afirmações, estão corretas
I Raspar ou descamar a superfície da pele causa o enfraquecimento da epiderme. O uso de sabonetes ácidos neutraliza a condição alcalina protetora da pele.
II Minimizar o atrito com a pele evita a perda do estrato córneo que pode resultar em lesões. Alisar as roupas de cama remove fontes de irritação mecânica.
III Manter roupas de cama ou vestimentas molhadas interfere na convecção e condução do calor. O excesso de cobertores ou cobre-leitos interfere na perda de calor por radiação e condução.
IV Realizar banhos frequentes remove a transpiração e o óleo que abriga microorganismos na pele. O excesso de banho pode fazer com que a pele fique muito úmida.
Das afirmações, estão corretas
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A coqueluche voltou a ter alta de casos no Brasil, mais precisamente em São Paulo,
registrando, até o final de maio de 2024, cerca de 32 casos da doença — o número é mais
que o dobro se comparado com o mesmo período de 2023. Segundo especialistas, a queda
na cobertura vacinal pode estar por trás do aumento dos casos da doença. A coqueluche,
popularmente chamada de “tosse comprida”, é uma doença infecciosa aguda de
transmissão respiratória e imunoprevenível, causada pela bactéria Bordetella pertussis.
FONTE: Sítio de O globo. Disponível em: https ://oglobo.globo.com/saude/notic ia/2024/06/11/coqueluchedoenca-volta-a-apresentar-alta-de-casos -no-bras il-baixa-cobertura-vac inal-e-um-dos -princ ipais -
motivos .ghtml. Aces so em: 20/06/2024. [Adaptado]
I Para crianças menores de 7 anos, o esquema da vacina pentavalente corresponde a três doses, administradas aos 2, 4 e 6 meses de idade, com intervalo recomendado de 60 dias entre as doses. A terceira dose não deverá ser administrada antes dos 6 meses de idade. Além disso, são necessárias doses de reforço com a vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (DTP), a qual deve ser administrada aos 15 meses e entre 4 e 6 anos de idade.
II Todas as gestantes devem ser vacinadas com a vacina tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (dTpa). Essa vacina deverá ser administrada a cada gestação, a partir da 20ª semana. A depender da situação vacinal encontrada, deve-se administrar uma dose da vacina dTpa para iniciar ou completar o esquema vacinal ou ainda para servir de dose de reforço.
III Deve-se administrar uma dose de pentavalente para todos os profissionais de saúde, considerando o histórico vacinal de difteria e tétano, com reforço a cada dez anos, sobretudo para aqueles profissionais que trabalham em UTI Neonatal ou em maternidades.
IV A vacina DTPa (tríplice bacteriana infantil acelular) é recomendada para profissionais de saúde de maternidades e/ou UTI Neonatal como também para pessoas que cuidam de recém-nascidos ou crianças com risco aumentado de desenvolver as doenças no domicílio ou em instituições de saúde e educação.
Sobre o que preconiza o PNI no Brasil, estão corretas as afirmativas
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A coqueluche voltou a ter alta de casos no Brasil, mais precisamente em São Paulo,
registrando, até o final de maio de 2024, cerca de 32 casos da doença — o número é mais
que o dobro se comparado com o mesmo período de 2023. Segundo especialistas, a queda
na cobertura vacinal pode estar por trás do aumento dos casos da doença. A coqueluche,
popularmente chamada de “tosse comprida”, é uma doença infecciosa aguda de
transmissão respiratória e imunoprevenível, causada pela bactéria Bordetella pertussis.
FONTE: Sítio de O globo. Disponível em: https ://oglobo.globo.com/saude/notic ia/2024/06/11/coqueluchedoenca-volta-a-apresentar-alta-de-casos -no-bras il-baixa-cobertura-vac inal-e-um-dos -princ ipais -
motivos .ghtml. Aces so em: 20/06/2024. [Adaptado]
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A tuberculose é uma doença de transmissão aérea, cuja infecção se dá a partir da inalação
de aerossóis oriundos das vias aéreas, expelidos pela tosse, pelo espirro ou pela fala de
pessoas com as formas pulmonar ou laríngea. Em situações metabolicamente
desfavoráveis ao M. tuberculosis, como diminuição da pO2
, pH baixo no órgão em que o
bacilo está alojado ou durante a ação de medicamentos para o tratamento da TB, ele pode
entrar em estado de latência, multiplicando-se muito lentamente, durante dias ou até
mesmo anos. Assim, as pessoas infectadas pelo M. tuberculosis que não apresentam TB
ativa são identificadas como as que apresentam Infecção Latente pelo Mycobacterium
Tuberculosis ou por Tuberculose (ILTB).
FONTE: Sítio do Minis tério da Saúde. Disponível em https ://dive.s c .gov.br/phocadownload/guiav igilanc ia/2023/guia_v igilanc ia_saude_v2_6ed.pdf. Aces so em: 17 jun. 2024. [Adaptado]
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A tuberculose é uma doença de transmissão aérea, cuja infecção se dá a partir da inalação
de aerossóis oriundos das vias aéreas, expelidos pela tosse, pelo espirro ou pela fala de
pessoas com as formas pulmonar ou laríngea. Em situações metabolicamente
desfavoráveis ao M. tuberculosis, como diminuição da pO2
, pH baixo no órgão em que o
bacilo está alojado ou durante a ação de medicamentos para o tratamento da TB, ele pode
entrar em estado de latência, multiplicando-se muito lentamente, durante dias ou até
mesmo anos. Assim, as pessoas infectadas pelo M. tuberculosis que não apresentam TB
ativa são identificadas como as que apresentam Infecção Latente pelo Mycobacterium
Tuberculosis ou por Tuberculose (ILTB).
FONTE: Sítio do Minis tério da Saúde. Disponível em https ://dive.s c .gov.br/phocadownload/guiav igilanc ia/2023/guia_v igilanc ia_saude_v2_6ed.pdf. Aces so em: 17 jun. 2024. [Adaptado]
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De acordo com o Ministério da Saúde, as arboviroses são um grupo de doenças virais
transmitidas, principalmente, por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. Essas
enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até
complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Sobre algumas
arboviroses de importância epidemiológica no Brasil, analise as afirmativas abaixo.
I O controle das arboviroses é desafiador e requer esforços coordenados, incluindo medidas de prevenção, como a eliminação de criadouros de mosquitos, o uso de repelentes e a implementação de estratégias de controle vetorial. A vacinação também desempenha um papel fundamental no combate à febre amarela, chikungunya e dengue, as únicas arboviroses atualmente imunopreveníveis.
II Dengue, chikungunya e zika são transmitidas, principalmente, pelo mosquito vetor Aedes aegypti, espécie exótica introduzida no Brasil, que se adaptou às modificações ambientais ocasionadas pelo progresso urbano e desenvolvimento das cidades. Já a febre amarela pode infectar outras espécies de animais e tem diferentes espécies de mosquitos responsáveis pela sua transmissão em ambiente rural e florestal.
III Dengue, chikungunya e zika podem ser transmitidos aos humanos por via vetorial, vertical e transfusional. A principal forma é a vetorial, que ocorre pela picada de fêmeas de Ae.aegypti infectadas, no ciclo humano-vetor-humano. Em relação à zika, a transmissão vertical pode ocorrer em diferentes idades gestacionais e resultar em amplo espectro de malformações no feto, incluindo aborto. Além dessas três formas de transmissão, o ZIKV pode ser transmitido, durante meses, por via sexual de uma pessoa infectada (sintomática ou não) para seus parceiros, após a infecção inicial.
IV No Brasil, as ações e as estratégias de prevenção da febre amarela contemplam atividades de vigilância (epidemiológica, de epizootias em primatas não humanos, entomológica e ambiental), imunização, medidas de controle vetorial e outras. A vacinação contra febre amarela é a medida mais importante e eficaz para prevenção e controle da doença, tendo, desde 2020, sua recomendação para a população-alvo em todo o território nacional. No entanto, não há risco iminente de urbanização da doença, pois o ciclo urbano da doença necessita, obrigatoriamente, do primata para sua transmissão.
Das afirmativas, estão corretas
I O controle das arboviroses é desafiador e requer esforços coordenados, incluindo medidas de prevenção, como a eliminação de criadouros de mosquitos, o uso de repelentes e a implementação de estratégias de controle vetorial. A vacinação também desempenha um papel fundamental no combate à febre amarela, chikungunya e dengue, as únicas arboviroses atualmente imunopreveníveis.
II Dengue, chikungunya e zika são transmitidas, principalmente, pelo mosquito vetor Aedes aegypti, espécie exótica introduzida no Brasil, que se adaptou às modificações ambientais ocasionadas pelo progresso urbano e desenvolvimento das cidades. Já a febre amarela pode infectar outras espécies de animais e tem diferentes espécies de mosquitos responsáveis pela sua transmissão em ambiente rural e florestal.
III Dengue, chikungunya e zika podem ser transmitidos aos humanos por via vetorial, vertical e transfusional. A principal forma é a vetorial, que ocorre pela picada de fêmeas de Ae.aegypti infectadas, no ciclo humano-vetor-humano. Em relação à zika, a transmissão vertical pode ocorrer em diferentes idades gestacionais e resultar em amplo espectro de malformações no feto, incluindo aborto. Além dessas três formas de transmissão, o ZIKV pode ser transmitido, durante meses, por via sexual de uma pessoa infectada (sintomática ou não) para seus parceiros, após a infecção inicial.
IV No Brasil, as ações e as estratégias de prevenção da febre amarela contemplam atividades de vigilância (epidemiológica, de epizootias em primatas não humanos, entomológica e ambiental), imunização, medidas de controle vetorial e outras. A vacinação contra febre amarela é a medida mais importante e eficaz para prevenção e controle da doença, tendo, desde 2020, sua recomendação para a população-alvo em todo o território nacional. No entanto, não há risco iminente de urbanização da doença, pois o ciclo urbano da doença necessita, obrigatoriamente, do primata para sua transmissão.
Das afirmativas, estão corretas
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