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Foram encontradas 50 questões.

1617912 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFES
Orgão: UFES
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As mãos devem ser higienizadas em momentos essenciais e necessários, de acordo com o fluxo de cuidados assistenciais, para a prevenção de infecções causadas por transmissão cruzada. Analise os momentos descritos abaixo:
I. Antes do contato com o paciente.
II. Antes da realização do procedimento.
III. Após a exposição a fluidos corporais.
IV. Após o contato com o paciente.
V. Após o contato com as áreas próximas ao paciente.
São momentos essenciais nos quais a higienização das mãos é necessária estão descritos em:
 

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Quatro números estão ordenados de modo que os três primeiros formam uma progressão geométrica de razão 2, os três últimos formam uma progressão aritmética, e o último número é igual ao primeiro número adicionado de 1. A soma dos quatro números é igual a
 

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1612029 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFES
Orgão: UFES
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Faz parte da técnica de aspiração de pacientes com tubo endotraqueal:
 

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1606348 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFES
Orgão: UFES
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Sobre cuidados de enfermagem com pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento hemodialítico, é CORRETO afirmar:
 

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1596477 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFES
Orgão: UFES
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Uma ferida é o rompimento anormal da pele ou de superfície do corpo e, geralmente, compromete a pele, os tecidos moles e os músculos, necessitando de cuidados por meio de curativos.
Analise as afirmativas abaixo, sobre feridas e curativos.
I. O curativo ideal deve manter baixa a umidade entre a ferida e o curativo, ser impermeável a bactérias, impedir a troca gasosa entre o leito da ferida e o ar ambiente, evitar o excesso de exsudação e fornecer isolamento térmico.
II. Os curativos em pacientes com fixadores externos devem ser feitos limpando-se os locais de inserção dos pinos com soro fisiológico 0,9%. Após, deve-se realizar toque de álcool a 70%, primeiro, na inserção dos pinos; depois, na área periferida e, por último, no fixador.
III. A limpeza da ferida aberta deve ser realizada com soro fisiológico 0,9% morno, em jato, exaustivamente, até a retirada dos debris, das crostas e do exsudato presentes no leito da ferida.
IV. O curativo de carvão ativado e prata absorve o exsudato e é bactericida, no entanto, não deve ser utilizado em áreas de exposição óssea.
É CORRETO o que se afirma em
 

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Leia o texto a seguir e responda a questão.
A culpa é sempre da vítima
Não me canso de repetir o que já publiquei sabe Deus quantas vezes neste espaço: “A leitura do mundo precede a leitura da palavra”. Como se sabe, o pensamento não é meu (quem me dera!); é de Paulo Freire.
Quem pensa mal lê mal. E lê mal tudo: o mundo, a palavra, os fatos, a realidade, os textos, as canções, os filmes etc., etc., etc. Funestas, essas más leituras infernizam diretamente a vida de todos nós.
O que me leva a essas reflexões é o resultado de uma pesquisa encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública sobre violência sexual. Realizado pelo Datafolha e publicado nesta quarta (21), o estudo revela dados estarrecedores. Um deles: 37% dos entrevistados dizem que “as mulheres que se dão ao respeito não são estupradas”. É mole?
Para mim, esses resultados são absolutamente coerentes com o pensamento do brasileiro médio, desses que todos conhecemos (temos pelo menos um deles no ambiente de trabalho, na família etc.).
Para essa gente, a culpa é sempre da vítima. Sabe o caso do cidadão que vai à delegacia para registrar o furto de um veículo e ouve o delegado perguntar algo como “O senhor queria deixar o carro lá e encontrá-lo na volta?”. Pronto! O delegado acabou de dizer que sabe que “lá” a barra é pesada, então...
Então o escambau! Se ele sabe que “lá” a barra é pesada, por que não faz o que deveria fazer? Mas é mais fácil pôr a culpa na vítima.
E o pobre coitado que tem o azar de morar perto do largo da Batata, em São Paulo, quer exercer o seu sagrado direito de ir e vir, encontra meia dúzia de boçais quebrando tudo e acaba sendo obrigado a engolir gás de pimenta, bomba de efeito moral etc., que a preparadíssima PM paulista adora lançar aos quatro ventos para resolver toda e qualquer situação? O que diz o brasileiro médio? Uma pérola: “Quem mandou passar por ? Ficasse longe”.
A sucessão de argumentos inteligentes está por toda parte e muitas vezes é fomentada por quem deveria refletir antes de destilar bobagens. Quer um exemplo? Tiremo-lo do futebol: um árbitro fraco é escalado para um jogo decisivo. O pobre diabo começa a inverter faltas, é omisso em relação à disciplina etc., e tudo isso “irrita” os jogadores e a torcida, a qual joga objetos no gramado e dá outras aulas de civilidade.
O que dizem nessa hora muitos dos nossos “jornalistas” esportivos? “Eu não disse?! É um árbitro fraco, que erra muito, o que incita a violência”. Quer dizer que a culpa dos atos violentos dos jogadores e torcedores é do árbitro? Haja atraso!
Quer outro caso emblemático? Lá vai: “Vou votar em Fulano porque ele é rico, por isso não precisa roubar”. Que se faz com uma criatura dessas? Há solução para isso?
Por falar em candidato rico, um deles deu uma resposta genial a uma pergunta sobre a possível invasão de um terreno público: “Tenho 16 mil metros quadrados lá; não preciso desses 400”. Quer dizer que, se não tivesse os 16 mil, poderia lançar mão desse recurso? Ai, ai, ai...
O que me espanta nisso tudo é ver que muita gente não liga lé com lé, cré com cré, isto é, não entende por que os resultados das avaliações dos nossos estudantes e do nosso ensino são as que são e por que não avançamos um milímetro em questões essenciais, por que somos os últimos dos BRICS em tudo etc., etc., etc. Pensar dói. Dói muito. Não pensar ou pensar mal, então... É isso.
NETO, Pasquale Cipro. A culpa é sempre da vítima. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/pasquale/2016/09/ 1815633-a-culpa-e-sempre-da-vitima.shtml>. Acesso em: 22 set. 2016.
Leia os fragmentos retirados do texto, na coluna I, e suas respectivas propostas de substituição, na coluna II.
Coluna I Coluna II
I. [...] “sabe Deus quantas vezes” diversas vezes.
II. “Então o escambau!” Tal insinuação é falsa.
III. [...] “lançar aos quatro ventos” jogar pra todo lado.
IV. [...] “toda e qualquer situação” todo problema complicado.
V. [...] “destilar bobagens” dizer tolices aprimoradas
A substituição da expressão retirada do texto, na coluna I, pela expressão contida na coluna II altera o sentido do texto em:
 

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1576248 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFES
Orgão: UFES
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J.S.A. foi admitida na unidade de emergência com quadro de broncoespasmo, e foram prescritos para ela 60 mg de Aminofilina. A unidade dispõe de ampola de Aminofilina com a concentração de 24 mg/ml, em ampola de 10 ml. Nesse caso, a dose a ser administrada pelo técnico de enfermagem para a paciente é de:
 

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1554095 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFES
Orgão: UFES
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O protocolo de segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos do Ministério da Saúde (2013) deve ser aplicado em todos os estabelecimentos que prestam cuidados à saúde, em todos os níveis de complexidade, em que medicamentos sejam utilizados para profilaxia, exames diagnósticos, tratamento e medidas paliativas. De acordo com esse protocolo, sobre práticas seguras na administração de medicamentos, é INCORRETO afirmar:
 

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1552267 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFES
Orgão: UFES
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A lista de verificação de cirurgia segura é uma estratégia utilizada para reduzir o risco de incidentes cirúrgicos. Os três momentos de verificação dessa lista são:
 

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1518668 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFES
Orgão: UFES
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A flebite resulta de causas clínicas, mecânicas ou bacterianas. De acordo com a escala de flebite, quando o paciente apresenta dor no local de acesso venoso, com eritema e/ou edema, formação de estrias e cordão venoso palpável, a flebite é classificada no grau
 

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