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Foram encontradas 60 questões.

1774091 Ano: 2017
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFES
Orgão: UFES
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Acerca das funções da linguagem, aplicadas à redação publicitária, de acordo com Hoff e Gabrielli (2004), analise as afirmativas a seguir:

I. A função expressiva focaliza o receptor da mensagem.

II. A função poética focaliza, ao mesmo tempo, o código e o significado da mensagem.

III. A função conativa focaliza o emissor da mensagem.

É CORRETO o que se afirma em

 

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1774090 Ano: 2017
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFES
Orgão: UFES
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De acordo com Lupetti (2010), sobre os tipos de campanha de comunicação, é CORRETO afirmar:

 

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1774089 Ano: 2017
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFES
Orgão: UFES
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Uma técnica que consiste no planejamento de ações, com o intuito de exibir a marca de forma favorável no ponto de venda é

 

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1774088 Ano: 2017
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFES
Orgão: UFES
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Afetam direta ou indiretamente as atividades das empresas e, por isso, nas ações de comunicação, é preciso entender seus interesses e seus desejos. Alguns autores os classificam como primários e secundários, outros, como de capital, de produto e de mercado, além de organizacionais.

O texto acima descreve os

 

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1774087 Ano: 2017
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFES
Orgão: UFES
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De acordo com os objetivos e as características das diferentes modalidades de comunicação, apresentadas por Kunsch (2003), as ações de comunicação como marketing social e merchandising correspondem, respectivamente, às modalidades de comunicação:

 

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1772868 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFES
Orgão: UFES

Texto II

London is hot

[...]

Rolling Stones são definitivamente roqueiros. Há 50 anos oferecem mais do mesmo, e nenhum problema em não mudar. O mundo em volta é que mudou. Em 1969, quando tocaram no Hyde Park pela primeira vez, a plateia era formada por simpatizantes do flowerpower, todos curtindo paz e amor, muitos em viagem de ácido. Em julho de 2013, a plateia era formada por simpatizantes do Steve Jobs, todos assistindo ao show pelo monitor do seu iPad, iPhone, e tuitando com uma obsessão de viciado. Milhares de cinegrafistas amadores reunidos a fim de documentar o que estavam – estavam? – vendo.

Só o meu queixo tremido é que ninguém viu nem filmou. Ficou sem registro digital. Minha emoção segue totalmente analógica.

[...]

(MEDEIROS, Martha. Um lugar na janela 2: relatos de viagem. Porto Alegre: L&PM, 2016, p. 27-28.)

Considerando a construção linguístico-discursiva do excerto “Milhares de cinegrafistas amadores reunidos a fim de documentar o que estavam – estavam? – vendo”, é INCORRETO afirmar:

 

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1772867 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFES
Orgão: UFES

Texto II

London is hot

[...]

Rolling Stones são definitivamente roqueiros. Há 50 anos oferecem mais do mesmo, e nenhum problema em não mudar. O mundo em volta é que mudou. Em 1969, quando tocaram no Hyde Park pela primeira vez, a plateia era formada por simpatizantes do flowerpower, todos curtindo paz e amor, muitos em viagem de ácido. Em julho de 2013, a plateia era formada por simpatizantes do Steve Jobs, todos assistindo ao show pelo monitor do seu iPad, iPhone, e tuitando com uma obsessão de viciado. Milhares de cinegrafistas amadores reunidos a fim de documentar o que estavam – estavam? – vendo.

Só o meu queixo tremido é que ninguém viu nem filmou. Ficou sem registro digital. Minha emoção segue totalmente analógica.

[...]

(MEDEIROS, Martha. Um lugar na janela 2: relatos de viagem. Porto Alegre: L&PM, 2016, p. 27-28.)

Sobre a expressão “simpatizantes do Steve Jobs”, é CORRETO afirmar:

 

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1772865 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFES
Orgão: UFES

Texto II

London is hot

[...]

Rolling Stones são definitivamente roqueiros. Há 50 anos oferecem mais do mesmo, e nenhum problema em não mudar. O mundo em volta é que mudou. Em 1969, quando tocaram no Hyde Park pela primeira vez, a plateia era formada por simpatizantes do flowerpower, todos curtindo paz e amor, muitos em viagem de ácido. Em julho de 2013, a plateia era formada por simpatizantes do Steve Jobs, todos assistindo ao show pelo monitor do seu iPad, iPhone, e tuitando com uma obsessão de viciado. Milhares de cinegrafistas amadores reunidos a fim de documentar o que estavam – estavam? – vendo.

Só o meu queixo tremido é que ninguém viu nem filmou. Ficou sem registro digital. Minha emoção segue totalmente analógica.

[...]

(MEDEIROS, Martha. Um lugar na janela 2: relatos de viagem. Porto Alegre: L&PM, 2016, p. 27-28.)

Sobre o Texto II, é CORRETO afirmar:

 

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1772863 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFES
Orgão: UFES

Texto I

A moça em prantos

RIO DE JANEIRO – O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho, nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta crônica.

Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso, desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de existência até a inexpugnável barreira dos "não pode", que emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.

Um adulto chorando era incompreensível para mim, um acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois os adultos podiam tudo e tudo lhes era permitido. E a moça era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.

E chorava. Não abrindo o berreiro, como as crianças, mas dolorosamente, e na certa misturando motivos. Mesmo assim, fiquei imaginando a causa do seu pranto. Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?

Vi muita gente chorando depois, homens feitos, mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos, repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos fazer outras coisas.

A moça que chorava não se escondera, chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava todos os motivos para a sua tristeza.

(CONY, Carlos Heitor. A moça em prantos. Folha de S. Paulo, São Paulo, 7 maio 2003. Primeiro Caderno, p. 2.)

No excerto “Queria ganhar uma bicicleta e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?”, a expressão “fora convencida” pressupõe a ação de alguém

 

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1772861 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFES
Orgão: UFES

Texto I

A moça em prantos

RIO DE JANEIRO – O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho, nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta crônica.

Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso, desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de existência até a inexpugnável barreira dos "não pode", que emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.

Um adulto chorando era incompreensível para mim, um acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois os adultos podiam tudo e tudo lhes era permitido. E a moça era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.

E chorava. Não abrindo o berreiro, como as crianças, mas dolorosamente, e na certa misturando motivos. Mesmo assim, fiquei imaginando a causa do seu pranto. Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?

Vi muita gente chorando depois, homens feitos, mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos, repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos fazer outras coisas.

A moça que chorava não se escondera, chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava todos os motivos para a sua tristeza.

(CONY, Carlos Heitor. A moça em prantos. Folha de S. Paulo, São Paulo, 7 maio 2003. Primeiro Caderno, p. 2.)

Com a expressão “O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho”, o autor faz referência a

 

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