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UM HORMÔNIO QUE REJUVENESCE O CORAÇÃO
Descoberta abre caminho para novas terapias
1 Pesquisadores de Harvard descobriram a ação de um hormônio, em ratos, que consegue retardar o envelhecimento do coração e os riscos de insuficiência cardíaca. Os resultados da pesquisa sugerem que a reposição deste hormônio, o GDF11, pode ser uma nova estratégia para reduzir a incidência da doença em humanos.
2 Os cientistas injetaram a substância orgânica em animais de laboratório em idade avançada e observaram que os sinais de envelhecimento cardíaco se reverteram.
3 - Havia indícios de que substâncias em circulação na corrente sanguínea de mamíferos podem rejuvenescer tecidos, mas elas não haviam sido identificadas. Este estudo encontrou a primeira substância com tais características - disse o líder da pesquisa, Richard Lee, do Instituto de Células Tronco de Harvard e do Hospital da Mulher de Brigham, em comunicado divulgado pela universidade.
4 A insuficiência cardíaca é uma doença em que o coração não consegue bombear sangue o suficiente para satisfazer às necessidades do corpo, causando falta de ar e fadiga, e está se tornando cada vez mais prevalente em idosos. A forma mais comum, relacionada à idade, envolve o espessamento do músculo do coração.
5 Para identificar as moléculas responsáveis pelo problema os pesquisadores usaram uma técnica experimental: eles juntaram cirurgicamente pares de ratos jovens e velhos de modo que os sistemas circulatórios dos dois se comunicassem, como se fossem um só. Após serem expostos ao sangue de roedores jovens, os velhos passaram a reduzir o tal espessamento do músculo do coração.
6 A equipe de Harvard passou então a rastrear moléculas do sangue que mudavam de quantidade com o passar da idade e descobriram que os níveis do hormônio GDF11 eram menores nos mais velhos, de acordo com o trabalho publicado na revista "Cell”.
7 Os cientistas resolveram então tratar os animais idosos com um suplemento do hormônio. O resultado foi que as células do músculo do coração ficaram menos espessas, assim como a parede das células, que passaram a ter a aparência das de um coração mais jovem.
8 - Se algumas doenças relacionadas à idade ocorrem por causa da perda natural de um hormônio, então é possível que restaurar os níveis desse hormônio seja benéfico – disse Amy Wagers, uma das autoras do estudo. – Estamos esperando que, algum dia, a insuficiência cardíaca humana relacionada com a idade possa ser tratada dessa maneira.
9 Em abril, um estudo publicado na “Nature” por uma equipe da universidade do Texas havia encontrado outro caminho para a regeneração do tecido cardíaco.
10 Numa experiência feita com camundongos, um gene, chamado Meis1, foi “desligado”, permitindo que as células cardíacas de filhotes recém-nascidos continuassem se dividindo por mais tempo.
(O Globo. 10/05/2013, p. 38.)
No trecho “mas ELAS não haviam sido identificadas” (parágrafo 3), o pronome em caixa alta refere-se no texto ao substantivo “substâncias”. Nos itens abaixo, há ERRO na indicação da referência do pronome destacado em:
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UM HORMÔNIO QUE REJUVENESCE O CORAÇÃO
Descoberta abre caminho para novas terapias
1 Pesquisadores de Harvard descobriram a ação de um hormônio, em ratos, que consegue retardar o envelhecimento do coração e os riscos de insuficiência cardíaca. Os resultados da pesquisa sugerem que a reposição deste hormônio, o GDF11, pode ser uma nova estratégia para reduzir a incidência da doença em humanos.
2 Os cientistas injetaram a substância orgânica em animais de laboratório em idade avançada e observaram que os sinais de envelhecimento cardíaco se reverteram.
3 - Havia indícios de que substâncias em circulação na corrente sanguínea de mamíferos podem rejuvenescer tecidos, mas elas não haviam sido identificadas. Este estudo encontrou a primeira substância com tais características - disse o líder da pesquisa, Richard Lee, do Instituto de Células Tronco de Harvard e do Hospital da Mulher de Brigham, em comunicado divulgado pela universidade.
4 A insuficiência cardíaca é uma doença em que o coração não consegue bombear sangue o suficiente para satisfazer às necessidades do corpo, causando falta de ar e fadiga, e está se tornando cada vez mais prevalente em idosos. A forma mais comum, relacionada à idade, envolve o espessamento do músculo do coração.
5 Para identificar as moléculas responsáveis pelo problema os pesquisadores usaram uma técnica experimental: eles juntaram cirurgicamente pares de ratos jovens e velhos de modo que os sistemas circulatórios dos dois se comunicassem, como se fossem um só. Após serem expostos ao sangue de roedores jovens, os velhos passaram a reduzir o tal espessamento do músculo do coração.
6 A equipe de Harvard passou então a rastrear moléculas do sangue que mudavam de quantidade com o passar da idade e descobriram que os níveis do hormônio GDF11 eram menores nos mais velhos, de acordo com o trabalho publicado na revista "Cell”.
7 Os cientistas resolveram então tratar os animais idosos com um suplemento do hormônio. O resultado foi que as células do músculo do coração ficaram menos espessas, assim como a parede das células, que passaram a ter a aparência das de um coração mais jovem.
8 - Se algumas doenças relacionadas à idade ocorrem por causa da perda natural de um hormônio, então é possível que restaurar os níveis desse hormônio seja benéfico – disse Amy Wagers, uma das autoras do estudo. – Estamos esperando que, algum dia, a insuficiência cardíaca humana relacionada com a idade possa ser tratada dessa maneira.
9 Em abril, um estudo publicado na “Nature” por uma equipe da universidade do Texas havia encontrado outro caminho para a regeneração do tecido cardíaco.
10 Numa experiência feita com camundongos, um gene, chamado Meis1, foi “desligado”, permitindo que as células cardíacas de filhotes recém-nascidos continuassem se dividindo por mais tempo.
(O Globo. 10/05/2013, p. 38.)
A oração “mas elas não haviam sido identificadas” (parágrafo 3) exprime, em relação à oração anterior no período, o sentido de:
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UM HORMÔNIO QUE REJUVENESCE O CORAÇÃO
Descoberta abre caminho para novas terapias
1 Pesquisadores de Harvard descobriram a ação de um hormônio, em ratos, que consegue retardar o envelhecimento do coração e os riscos de insuficiência cardíaca. Os resultados da pesquisa sugerem que a reposição deste hormônio, o GDF11, pode ser uma nova estratégia para reduzir a incidência da doença em humanos.
2 Os cientistas injetaram a substância orgânica em animais de laboratório em idade avançada e observaram que os sinais de envelhecimento cardíaco se reverteram.
3 - Havia indícios de que substâncias em circulação na corrente sanguínea de mamíferos podem rejuvenescer tecidos, mas elas não haviam sido identificadas. Este estudo encontrou a primeira substância com tais características - disse o líder da pesquisa, Richard Lee, do Instituto de Células Tronco de Harvard e do Hospital da Mulher de Brigham, em comunicado divulgado pela universidade.
4 A insuficiência cardíaca é uma doença em que o coração não consegue bombear sangue o suficiente para satisfazer às necessidades do corpo, causando falta de ar e fadiga, e está se tornando cada vez mais prevalente em idosos. A forma mais comum, relacionada à idade, envolve o espessamento do músculo do coração.
5 Para identificar as moléculas responsáveis pelo problema os pesquisadores usaram uma técnica experimental: eles juntaram cirurgicamente pares de ratos jovens e velhos de modo que os sistemas circulatórios dos dois se comunicassem, como se fossem um só. Após serem expostos ao sangue de roedores jovens, os velhos passaram a reduzir o tal espessamento do músculo do coração.
6 A equipe de Harvard passou então a rastrear moléculas do sangue que mudavam de quantidade com o passar da idade e descobriram que os níveis do hormônio GDF11 eram menores nos mais velhos, de acordo com o trabalho publicado na revista "Cell”.
7 Os cientistas resolveram então tratar os animais idosos com um suplemento do hormônio. O resultado foi que as células do músculo do coração ficaram menos espessas, assim como a parede das células, que passaram a ter a aparência das de um coração mais jovem.
8 - Se algumas doenças relacionadas à idade ocorrem por causa da perda natural de um hormônio, então é possível que restaurar os níveis desse hormônio seja benéfico – disse Amy Wagers, uma das autoras do estudo. – Estamos esperando que, algum dia, a insuficiência cardíaca humana relacionada com a idade possa ser tratada dessa maneira.
9 Em abril, um estudo publicado na “Nature” por uma equipe da universidade do Texas havia encontrado outro caminho para a regeneração do tecido cardíaco.
10 Numa experiência feita com camundongos, um gene, chamado Meis1, foi “desligado”, permitindo que as células cardíacas de filhotes recém-nascidos continuassem se dividindo por mais tempo.
(O Globo. 10/05/2013, p. 38.)
A preposição destacada no trecho “que mudavam de quantidade COM o passar da idade” (parágrafo 6) denota o sentido de:
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- MorfologiaAdjetivosLocução Adjetiva
- MorfologiaConjunçõesLocução conjuntiva
- MorfologiaInterjeições
- MorfologiaPreposições
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
UM HORMÔNIO QUE REJUVENESCE O CORAÇÃO
Descoberta abre caminho para novas terapias
1 Pesquisadores de Harvard descobriram a ação de um hormônio, em ratos, que consegue retardar o envelhecimento do coração e os riscos de insuficiência cardíaca. Os resultados da pesquisa sugerem que a reposição deste hormônio, o GDF11, pode ser uma nova estratégia para reduzir a incidência da doença em humanos.
2 Os cientistas injetaram a substância orgânica em animais de laboratório em idade avançada e observaram que os sinais de envelhecimento cardíaco se reverteram.
3 - Havia indícios de que substâncias em circulação na corrente sanguínea de mamíferos podem rejuvenescer tecidos, mas elas não haviam sido identificadas. Este estudo encontrou a primeira substância com tais características - disse o líder da pesquisa, Richard Lee, do Instituto de Células Tronco de Harvard e do Hospital da Mulher de Brigham, em comunicado divulgado pela universidade.
4 A insuficiência cardíaca é uma doença em que o coração não consegue bombear sangue o suficiente para satisfazer às necessidades do corpo, causando falta de ar e fadiga, e está se tornando cada vez mais prevalente em idosos. A forma mais comum, relacionada à idade, envolve o espessamento do músculo do coração.
5 Para identificar as moléculas responsáveis pelo problema os pesquisadores usaram uma técnica experimental: eles juntaram cirurgicamente pares de ratos jovens e velhos de modo que os sistemas circulatórios dos dois se comunicassem, como se fossem um só. Após serem expostos ao sangue de roedores jovens, os velhos passaram a reduzir o tal espessamento do músculo do coração.
6 A equipe de Harvard passou então a rastrear moléculas do sangue que mudavam de quantidade com o passar da idade e descobriram que os níveis do hormônio GDF11 eram menores nos mais velhos, de acordo com o trabalho publicado na revista "Cell”.
7 Os cientistas resolveram então tratar os animais idosos com um suplemento do hormônio. O resultado foi que as células do músculo do coração ficaram menos espessas, assim como a parede das células, que passaram a ter a aparência das de um coração mais jovem.
8 - Se algumas doenças relacionadas à idade ocorrem por causa da perda natural de um hormônio, então é possível que restaurar os níveis desse hormônio seja benéfico – disse Amy Wagers, uma das autoras do estudo. – Estamos esperando que, algum dia, a insuficiência cardíaca humana relacionada com a idade possa ser tratada dessa maneira.
9 Em abril, um estudo publicado na “Nature” por uma equipe da universidade do Texas havia encontrado outro caminho para a regeneração do tecido cardíaco.
10 Numa experiência feita com camundongos, um gene, chamado Meis1, foi “desligado”, permitindo que as células cardíacas de filhotes recém-nascidos continuassem se dividindo por mais tempo.
(O Globo. 10/05/2013, p. 38.)
A locução destacada no trecho “descobriram que os níveis do hormônio GDF11 eram menores nos mais velhos, DE ACORDO COM o trabalho publicado na revista „Cell"” (parágrafo 6) pode ser substituída, sem alteração do sentido, por todos os termos baixo relacionados, EXCETO por:
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UM HORMÔNIO QUE REJUVENESCE O CORAÇÃO
Descoberta abre caminho para novas terapias
1 Pesquisadores de Harvard descobriram a ação de um hormônio, em ratos, que consegue retardar o envelhecimento do coração e os riscos de insuficiência cardíaca. Os resultados da pesquisa sugerem que a reposição deste hormônio, o GDF11, pode ser uma nova estratégia para reduzir a incidência da doença em humanos.
2 Os cientistas injetaram a substância orgânica em animais de laboratório em idade avançada e observaram que os sinais de envelhecimento cardíaco se reverteram.
3 - Havia indícios de que substâncias em circulação na corrente sanguínea de mamíferos podem rejuvenescer tecidos, mas elas não haviam sido identificadas. Este estudo encontrou a primeira substância com tais características - disse o líder da pesquisa, Richard Lee, do Instituto de Células Tronco de Harvard e do Hospital da Mulher de Brigham, em comunicado divulgado pela universidade.
4 A insuficiência cardíaca é uma doença em que o coração não consegue bombear sangue o suficiente para satisfazer às necessidades do corpo, causando falta de ar e fadiga, e está se tornando cada vez mais prevalente em idosos. A forma mais comum, relacionada à idade, envolve o espessamento do músculo do coração.
5 Para identificar as moléculas responsáveis pelo problema os pesquisadores usaram uma técnica experimental: eles juntaram cirurgicamente pares de ratos jovens e velhos de modo que os sistemas circulatórios dos dois se comunicassem, como se fossem um só. Após serem expostos ao sangue de roedores jovens, os velhos passaram a reduzir o tal espessamento do músculo do coração.
6 A equipe de Harvard passou então a rastrear moléculas do sangue que mudavam de quantidade com o passar da idade e descobriram que os níveis do hormônio GDF11 eram menores nos mais velhos, de acordo com o trabalho publicado na revista "Cell”.
7 Os cientistas resolveram então tratar os animais idosos com um suplemento do hormônio. O resultado foi que as células do músculo do coração ficaram menos espessas, assim como a parede das células, que passaram a ter a aparência das de um coração mais jovem.
8 - Se algumas doenças relacionadas à idade ocorrem por causa da perda natural de um hormônio, então é possível que restaurar os níveis desse hormônio seja benéfico – disse Amy Wagers, uma das autoras do estudo. – Estamos esperando que, algum dia, a insuficiência cardíaca humana relacionada com a idade possa ser tratada dessa maneira.
9 Em abril, um estudo publicado na “Nature” por uma equipe da universidade do Texas havia encontrado outro caminho para a regeneração do tecido cardíaco.
10 Numa experiência feita com camundongos, um gene, chamado Meis1, foi “desligado”, permitindo que as células cardíacas de filhotes recém-nascidos continuassem se dividindo por mais tempo.
(O Globo. 10/05/2013, p. 38.)
No trecho “eles juntaram cirurgicamente pares de ratos jovens e velhos DE MODO QUE os sistemas circulatórios dos dois se comunicassem” (parágrafo 5) a locução em caixa alta introduz na oração subordinada o sentido de:
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1 Pesquisadores de Harvard descobriram a ação de um hormônio, em ratos, que consegue retardar o envelhecimento do coração e os riscos de insuficiência cardíaca. Os resultados da pesquisa sugerem que a reposição deste hormônio, o GDF11, pode ser uma nova estratégia para reduzir a incidência da doença em humanos.
2 Os cientistas injetaram a substância orgânica em animais de laboratório em idade avançada e observaram que os sinais de envelhecimento cardíaco se reverteram.
3 - Havia indícios de que substâncias em circulação na corrente sanguínea de mamíferos podem rejuvenescer tecidos, mas elas não haviam sido identificadas. Este estudo encontrou a primeira substância com tais características - disse o líder da pesquisa, Richard Lee, do Instituto de Células Tronco de Harvard e do Hospital da Mulher de Brigham, em comunicado divulgado pela universidade.
4 A insuficiência cardíaca é uma doença em que o coração não consegue bombear sangue o suficiente para satisfazer às necessidades do corpo, causando falta de ar e fadiga, e está se tornando cada vez mais prevalente em idosos. A forma mais comum, relacionada à idade, envolve o espessamento do músculo do coração.
5 Para identificar as moléculas responsáveis pelo problema os pesquisadores usaram uma técnica experimental: eles juntaram cirurgicamente pares de ratos jovens e velhos de modo que os sistemas circulatórios dos dois se comunicassem, como se fossem um só. Após serem expostos ao sangue de roedores jovens, os velhos passaram a reduzir o tal espessamento do músculo do coração.
6 A equipe de Harvard passou então a rastrear moléculas do sangue que mudavam de quantidade com o passar da idade e descobriram que os níveis do hormônio GDF11 eram menores nos mais velhos, de acordo com o trabalho publicado na revista "Cell”.
7 Os cientistas resolveram então tratar os animais idosos com um suplemento do hormônio. O resultado foi que as células do músculo do coração ficaram menos espessas, assim como a parede das células, que passaram a ter a aparência das de um coração mais jovem.
8 - Se algumas doenças relacionadas à idade ocorrem por causa da perda natural de um hormônio, então é possível que restaurar os níveis desse hormônio seja benéfico – disse Amy Wagers, uma das autoras do estudo. – Estamos esperando que, algum dia, a insuficiência cardíaca humana relacionada com a idade possa ser tratada dessa maneira.
9 Em abril, um estudo publicado na “Nature” por uma equipe da universidade do Texas havia encontrado outro caminho para a regeneração do tecido cardíaco.
10 Numa experiência feita com camundongos, um gene, chamado Meis1, foi “desligado”, permitindo que as células cardíacas de filhotes recém-nascidos continuassem se dividindo por mais tempo.
(O Globo. 10/05/2013, p. 38.)
Segundo o texto, para os pesquisadores de Harvard os resultados obtidos com o experimento em ratos:
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1 Pesquisadores de Harvard descobriram a ação de um hormônio, em ratos, que consegue retardar o envelhecimento do coração e os riscos de insuficiência cardíaca. Os resultados da pesquisa sugerem que a reposição deste hormônio, o GDF11, pode ser uma nova estratégia para reduzir a incidência da doença em humanos.
2 Os cientistas injetaram a substância orgânica em animais de laboratório em idade avançada e observaram que os sinais de envelhecimento cardíaco se reverteram.
3 - Havia indícios de que substâncias em circulação na corrente sanguínea de mamíferos podem rejuvenescer tecidos, mas elas não haviam sido identificadas. Este estudo encontrou a primeira substância com tais características - disse o líder da pesquisa, Richard Lee, do Instituto de Células Tronco de Harvard e do Hospital da Mulher de Brigham, em comunicado divulgado pela universidade.
4 A insuficiência cardíaca é uma doença em que o coração não consegue bombear sangue o suficiente para satisfazer às necessidades do corpo, causando falta de ar e fadiga, e está se tornando cada vez mais prevalente em idosos. A forma mais comum, relacionada à idade, envolve o espessamento do músculo do coração.
5 Para identificar as moléculas responsáveis pelo problema os pesquisadores usaram uma técnica experimental: eles juntaram cirurgicamente pares de ratos jovens e velhos de modo que os sistemas circulatórios dos dois se comunicassem, como se fossem um só. Após serem expostos ao sangue de roedores jovens, os velhos passaram a reduzir o tal espessamento do músculo do coração.
6 A equipe de Harvard passou então a rastrear moléculas do sangue que mudavam de quantidade com o passar da idade e descobriram que os níveis do hormônio GDF11 eram menores nos mais velhos, de acordo com o trabalho publicado na revista "Cell”.
7 Os cientistas resolveram então tratar os animais idosos com um suplemento do hormônio. O resultado foi que as células do músculo do coração ficaram menos espessas, assim como a parede das células, que passaram a ter a aparência das de um coração mais jovem.
8 - Se algumas doenças relacionadas à idade ocorrem por causa da perda natural de um hormônio, então é possível que restaurar os níveis desse hormônio seja benéfico – disse Amy Wagers, uma das autoras do estudo. – Estamos esperando que, algum dia, a insuficiência cardíaca humana relacionada com a idade possa ser tratada dessa maneira.
9 Em abril, um estudo publicado na “Nature” por uma equipe da universidade do Texas havia encontrado outro caminho para a regeneração do tecido cardíaco.
10 Numa experiência feita com camundongos, um gene, chamado Meis1, foi “desligado”, permitindo que as células cardíacas de filhotes recém-nascidos continuassem se dividindo por mais tempo.
(O Globo. 10/05/2013, p. 38.)
Ao informar que a “Descoberta abre caminho para novas terapias” (subtítulo), o autor está dizendo que a descoberta abre caminho para:
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UM HORMÔNIO QUE REJUVENESCE O CORAÇÃO
Descoberta abre caminho para novas terapias
1 Pesquisadores de Harvard descobriram a ação de um hormônio, em ratos, que consegue retardar o envelhecimento do coração e os riscos de insuficiência cardíaca. Os resultados da pesquisa sugerem que a reposição deste hormônio, o GDF11, pode ser uma nova estratégia para reduzir a incidência da doença em humanos.
2 Os cientistas injetaram a substância orgânica em animais de laboratório em idade avançada e observaram que os sinais de envelhecimento cardíaco se reverteram.
3 - Havia indícios de que substâncias em circulação na corrente sanguínea de mamíferos podem rejuvenescer tecidos, mas elas não haviam sido identificadas. Este estudo encontrou a primeira substância com tais características - disse o líder da pesquisa, Richard Lee, do Instituto de Células Tronco de Harvard e do Hospital da Mulher de Brigham, em comunicado divulgado pela universidade.
4 A insuficiência cardíaca é uma doença em que o coração não consegue bombear sangue o suficiente para satisfazer às necessidades do corpo, causando falta de ar e fadiga, e está se tornando cada vez mais prevalente em idosos. A forma mais comum, relacionada à idade, envolve o espessamento do músculo do coração.
5 Para identificar as moléculas responsáveis pelo problema os pesquisadores usaram uma técnica experimental: eles juntaram cirurgicamente pares de ratos jovens e velhos de modo que os sistemas circulatórios dos dois se comunicassem, como se fossem um só. Após serem expostos ao sangue de roedores jovens, os velhos passaram a reduzir o tal espessamento do músculo do coração.
6 A equipe de Harvard passou então a rastrear moléculas do sangue que mudavam de quantidade com o passar da idade e descobriram que os níveis do hormônio GDF11 eram menores nos mais velhos, de acordo com o trabalho publicado na revista "Cell”.
7 Os cientistas resolveram então tratar os animais idosos com um suplemento do hormônio. O resultado foi que as células do músculo do coração ficaram menos espessas, assim como a parede das células, que passaram a ter a aparência das de um coração mais jovem.
8 - Se algumas doenças relacionadas à idade ocorrem por causa da perda natural de um hormônio, então é possível que restaurar os níveis desse hormônio seja benéfico – disse Amy Wagers, uma das autoras do estudo. – Estamos esperando que, algum dia, a insuficiência cardíaca humana relacionada com a idade possa ser tratada dessa maneira.
9 Em abril, um estudo publicado na “Nature” por uma equipe da universidade do Texas havia encontrado outro caminho para a regeneração do tecido cardíaco.
10 Numa experiência feita com camundongos, um gene, chamado Meis1, foi “desligado”, permitindo que as células cardíacas de filhotes recém-nascidos continuassem se dividindo por mais tempo.
(O Globo. 10/05/2013, p. 38.)
As informações abaixo estão contidas no texto, EXCETO:
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UM HORMÔNIO QUE REJUVENESCE O CORAÇÃO
Descoberta abre caminho para novas terapias
1 Pesquisadores de Harvard descobriram a ação de um hormônio, em ratos, que consegue retardar o envelhecimento do coração e os riscos de insuficiência cardíaca. Os resultados da pesquisa sugerem que a reposição deste hormônio, o GDF11, pode ser uma nova estratégia para reduzir a incidência da doença em humanos.
2 Os cientistas injetaram a substância orgânica em animais de laboratório em idade avançada e observaram que os sinais de envelhecimento cardíaco se reverteram.
3 - Havia indícios de que substâncias em circulação na corrente sanguínea de mamíferos podem rejuvenescer tecidos, mas elas não haviam sido identificadas. Este estudo encontrou a primeira substância com tais características - disse o líder da pesquisa, Richard Lee, do Instituto de Células Tronco de Harvard e do Hospital da Mulher de Brigham, em comunicado divulgado pela universidade.
4 A insuficiência cardíaca é uma doença em que o coração não consegue bombear sangue o suficiente para satisfazer às necessidades do corpo, causando falta de ar e fadiga, e está se tornando cada vez mais prevalente em idosos. A forma mais comum, relacionada à idade, envolve o espessamento do músculo do coração.
5 Para identificar as moléculas responsáveis pelo problema os pesquisadores usaram uma técnica experimental: eles juntaram cirurgicamente pares de ratos jovens e velhos de modo que os sistemas circulatórios dos dois se comunicassem, como se fossem um só. Após serem expostos ao sangue de roedores jovens, os velhos passaram a reduzir o tal espessamento do músculo do coração.
6 A equipe de Harvard passou então a rastrear moléculas do sangue que mudavam de quantidade com o passar da idade e descobriram que os níveis do hormônio GDF11 eram menores nos mais velhos, de acordo com o trabalho publicado na revista "Cell”.
7 Os cientistas resolveram então tratar os animais idosos com um suplemento do hormônio. O resultado foi que as células do músculo do coração ficaram menos espessas, assim como a parede das células, que passaram a ter a aparência das de um coração mais jovem.
8 - Se algumas doenças relacionadas à idade ocorrem por causa da perda natural de um hormônio, então é possível que restaurar os níveis desse hormônio seja benéfico – disse Amy Wagers, uma das autoras do estudo. – Estamos esperando que, algum dia, a insuficiência cardíaca humana relacionada com a idade possa ser tratada dessa maneira.
9 Em abril, um estudo publicado na “Nature” por uma equipe da universidade do Texas havia encontrado outro caminho para a regeneração do tecido cardíaco.
10 Numa experiência feita com camundongos, um gene, chamado Meis1, foi “desligado”, permitindo que as células cardíacas de filhotes recém-nascidos continuassem se dividindo por mais tempo.
(O Globo. 10/05/2013, p. 38.)
O objetivo do texto, enquanto uma matéria jornalística relativa a uma descoberta científica, foi de:
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Para Dona Maria das Dores foi prescrito amoxacilina de 400mg via oral. Considerando-se que a unidade hospitalar disponibiliza amoxacilina na apresentação de 250mg/5ml, a quantidade, em mililitros, que o auxiliar de enfermagem deverá administrar é de:
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