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Os digitálicos estão entre as drogas mais antigas usadas para o tratamento da insuficiência cardíaca. São efeitos da toxidez digitálica:
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Um dos cuidados referentes à administração de insulina é:
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A prova do laço positiva é uma manifestação frequente nos casos de dengue, principalmente nas formas graves. Em relação à prova do laço, analise as afirmativas abaixo.
I A realização da prova do laço e recomendada no protocolo do Ministério da Saúde e útil para o estadiamento de casos, apesar da resistência por parte de alguns profissionais de realizar o método, por considerarem o teste pouco efetivo.
II É obrigatória em todo paciente com suspeita de dengue que apresente dor abdominal e sangramento espontâneo.
III Frequentemente pode ser negativa em pessoas obesas e durante o choque.
IV Consiste em verificar a pressão arterial e calcular o valor médio pela fórmula (PAS + PAD) /2. Se o valor encontrado for maior que 100, considera-se positivo o resultado.
Das afirmativas acima, está(ão) correta(s) apenas:
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Na administração de um medicamento por via hipodérmica:
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A paracentese abdominal é um procedimento que envolve a aspiração de líquido a partir do espaço peritonial através de uma agulha, ou trocante, ou cânula, inseridos na parede abdominal, com o paciente em decúbito:
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Para um cliente portador de diabetes mellitus foram prescritos 20 UI de insulina. Utilizando-se de um frasco de 40 UI e seringa graduada de 80 UI, a quantidade, em UI, a ser aspirada e aplicada é de:
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Tem-se que administrar 60mg de aminofilina diluída em 50ml de soro glicosado a 5%. Na Unidade só há disponível ampolas com 10ml de aminofilina a 2,4%. A quantidade, em ml, de aminofilina a 2,4% que se deve administrar é de:
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Para infundir em dez horas 1.000ml de solução de ringer lactato, a quantidade, em mililitros, por hora (ml/h) em que a infusão deverá correr é de:
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Ao Sr. Ubiratã foram prescritas 8.000 UI de heparina sódica via subcutânea a cada 12 horas. A unidade hospitalar só dispõe de frasco de heparina sódica com 10.000 UI/ml. A quantidade em ml que se deve aspirar do frasco de heparina, para se obter a quantidade prescrita, é de:
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BACTÉRIA PRODUZ ÓLEO COMBUSTÍVEL
Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
O termo em destaque no trecho “e reduzir EMISSÕES de CO2” (subtítulo) está corretamente garfado, com SS. Dos pares baixo, aquele em que um dos vocábulos está com a grafia INCORRETA, por ser grafado com Ç, é:
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