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BACTÉRIA PRODUZ ÓLEO COMBUSTÍVEL
Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
Dos pares de vocábulos abaixo extraídos do texto, aquele em que os dois recebem acento gráfico em razão da mesma regra é:
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BACTÉRIA PRODUZ ÓLEO COMBUSTÍVEL
Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
Transpondo-se para a voz ativa a oração expressa na voz passiva no trecho “O estudo britânico ... foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell” (parágrafo 7), uma possibilidade de redação é:
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Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
Das alterações feitas abaixo na redação do trecho “como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais” (parágrafo 2), aquela em que o emprego do pronome relativo está em DESACORDO com as normas da língua é:
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1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
Na oração “Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível” (parágrafo 3), a concordância verbal está correta, mas o verbo também poderia concordar no singular. Das orações abaixo, aquela em que a concordância verbal está em DESACORDO com as normas da língua é:
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1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
No trecho “como normalmente é necessário no biocombustível que PROVÉM de óleos vegetais” (parágrafo 2), o verbo em destaque, derivado do verbo VIR, está corretamente flexionado. Das frases abaixo, aquela em que o verbo está INCORRETAMENTE flexionado é:
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1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
No trecho “praticamente idênticas às do diesel convencional” (parágrafo 1), o acento indicativo da crase foi corretamente empregado. Das alterações feitas abaixo no trecho acima, aquela em que o emprego do acento indicativo da crase está INCORRETO é:
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1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
Considere a norma que justifica a vírgula empregada no trecho “pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria” (parágrafo 1). Dos trechos abaixo extraídos do texto, aquele em que a(s) vírgula(s) se justifica(m) pela mesma norma do trecho acima é:
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1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
O termo em caixa alta no trecho “não seria preciso modificar motores, OLEODUTOS ou navios petroleiros” (parágrafo 3) é um composto em que o segundo elemento –DUTO é usado na formação de várias palavras, com o sentido de “transposição”, “transmissão”: daí OLEODUTO – transmissão de óleo combustível. Dos vocábulos abaixo relacionados, aquele em que há INCORREÇÃO do significado do composto é:
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BACTÉRIA PRODUZ ÓLEO COMBUSTÍVEL
Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
O pronome em caixa alta no trecho “Pequenas frações DELES precisam ser misturadas com petróleo” (parágrafo 3) refere-se ao termo anterior no texto “biocombustíveis”. Dos pronomes em destaque abaixo, aquele com a referência INCORRETA é:
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BACTÉRIA PRODUZ ÓLEO COMBUSTÍVEL
Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
Das modificações feitas abaixo na redação do trecho “conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global E reduzir as emissões de dióxido de carbono” (parágrafo 8), foi alterado o sentido de adição estabelecido pela conjunção aditiva E em:
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