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Mundo Engraçado
1 O mundo está cheio de coisas engraçadas; quem quiser se distrair não precisa ir à Pasárgada do Bandeira, nem à minha Ilha do Nanja; não precisa sair de sua cidade, talvez nem da sua rua, nem da sua pessoa! (Somos engraçadíssimos, também, com tantas dúvidas, audácias, temores, ignorância, convicções...)
2 Abre-se um jornal – e tudo é engraçado, mesmo o que parece triste. Cada fato, cada raciocínio, cada opinião nos faria sorrir por muitas horas, se ainda tivéssemos horas disponíveis.
3 Há os mentirosos, por exemplo. E pode haver coisa mais engraçada que o mentiroso? Ele diz isto e aquilo, com a maior seriedade; fala-nos de seus planos; de seus amigos (poderosos, influentes, ricos); queixa-se de algumas perseguições (que, aliás, profundamente despreza); às vezes conta-nos que foi roubado em algum quadro célebre ou numa pedra preciosa, oferecida à sua bisavó pelo Primeiro Ministro da Cochinchina. O mentiroso conhece as maiores personalidades do Mundo – trata-as até por tu! Seus amores são a coisa mais poética do século. Suas futuras viagens prometem ser as mais sensacionais, depois dessas banalidades de Ulisses e Simbad... Certamente escreverá o seu diário, mas não o publicará jamais, porque é preciso um papel que não existe, um editor que ainda não nasceu e um leitor que terá de sofrer várias encarnações para ser digno de o entender.
4 Em geral os mentirosos são muito agradáveis, desde que não se tome como verdade nada do que dizem. E esse é o inconveniente: às vezes, leva-se algum tempo para se fazer a identificação. Uma vez feita, porém, que maravilha! – é só deixá-los falar. É como um sonho, uma história de aventuras, um filme colorido.
5 Há também os posudos. Os posudos ainda são mais engraçados que os mentirosos e geralmente acumulam as funções. O que os torna mais engraçados é serem tão solenes. Os posudos funcionários são deslumbrantes! Como se sentam à sua mesa! Como consertam os óculos! Que coisas dizem! As coisas que dizem são poemas épicos com a fita posta ao contrário. Não se entende nada – mas que diapasão! Que delicadas barafundas! Que sons! Que ritmos! Seus discursos e as palmas que os acompanham conseguem realizar o prodígio de serem a coisa mais cômica da terra pronunciada no tom mais sério, mais grave, mais trágico – de modo que o ouvinte, que rebenta de rir por dentro, sofre uma atrapalhação emocional e consegue manter-se estático, paralisado, equivocado.
6 Os posudos, porém, são menos agradáveis que os simples mentirosos. Os mentirosos têm um jeito frívolo, como se andassem acompanhados de um criado que anunciasse: “Não creiam em nada do que o meu amo diz!" Mas os posudos levam um séquito de criados, todos posudos também, que recolhem nas sacolas, grandes e pequenas gorjetas, porque uma das qualidades do posudo é andar sempre com muito dinheiro – que não é seu!
(MEIRELES, Cecília. In www.pensador.uol.com.br)
I - A graça do mundo está na própria condição humana de cada pessoa, em razão de suas desconfianças, petulâncias, inquietações, grosserias, crenças, etc. II - As notícias de jornal, embora pareçam tristes, são engraçadas: os acontecimentos, as ponderações, os juízos levariam a muitas horas de riso, caso houvesse momentos de desocupação.
III - Os mentirosos são muito engraçados, não obstante sejam capazes de inventar as mais disparatadas situações, mas sempre com a maior lisura.
IV - A inconveniência de se conviver com o mentiroso é o tempo gasto para se fazer sua identificação; uma vez feita, tornam-se agradáveis, se bem que o que falam seja comparável a uma ficção.
V - Os posudos são mais engraçados que os mentirosos, isso porque conseguem dar solenidade à mentira, a ponto de a comicidade pronunciada em tom mais grave, mesmo fazendo rir por dentro, produz no ouvinte uma barafunda emocional, levando-o à inércia e à dubiedade.
VI - Os posudos não são tão agradáveis quanto os mentirosos porque, sempre acompanhados de comitiva formada por outros posudos, usam de meios pouco transparentes para se enriquecer.
Sobre as afirmativas acima em relação ao texto, pode-se dizer que:
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Nos SGBDs, a manipulação de dados solicitada
pelos usuários para buscar, atualizar, acrescentar ou
excluir dados existentes nos bancos de dados é
realizada pelo componente:
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Algumas formas normais estão disponibilizadas
na coluna I. Estabeleça a correta correspondência com
suas definições ou aplicações disponibilizadas na
coluna II.
Coluna I
1. 1FN
2. 2FN
3. 3FN
4. BCFN
5. 5FN
Coluna II
( ) Seus únicos determinantes são chaves candidatas.
( ) Não contém tabelas aninhadas.
( ) Evitar dependências parciais.
( ) Combater a dependência de junção.
( ) Evitar dependências transitivas.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Coluna I
1. 1FN
2. 2FN
3. 3FN
4. BCFN
5. 5FN
Coluna II
( ) Seus únicos determinantes são chaves candidatas.
( ) Não contém tabelas aninhadas.
( ) Evitar dependências parciais.
( ) Combater a dependência de junção.
( ) Evitar dependências transitivas.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Quando existe uma restrição de integridade que
não pode ser garantida pelo SGBD, tal como a de um
empregado do departamento de finanças que não
pode pertencer à categoria funcional engenheiro, isso
pode ser classificado como uma restrição de
integridade:
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Nos bancos de dados, a diferença básica entre
processamento distribuído e processamento paralelo,
baseia-se:
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São características do processo OLTP as abaixo
relacionadas, EXCETO:
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Considere uma tabela AUTHORS contendo
colunas FIRSTNAME, LASTNAME, ISBN e
AUTHORID, referentes respectivamente ao primeiro
nome, ao último nome, ao ISBN da obra e a
identificação do autor da obra. Das instruções em SQL
seguintes, aquela que é uma instrução válida:
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No banco de dados PostgreSQL, existe um
gerenciador de conexões que deve estar rodando para
que o banco aceite as conexões solicitadas. Este
recurso é conhecido como:
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Na arquitetura ANSI/SPARC dos bancos de
dados, o modo como os registros e campos
conceituais são representados no nível interno, é
conhecido como:
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A forma normal que trabalha o conceito de
dependência funcional multivalorada é:
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