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Foram encontradas 50 questões.

1008784 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AOCP
Orgão: UFFS
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Todo investimento que ultrapassar um exercício financeiro (mais de um ano) deverá constar
 

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1008783 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AOCP
Orgão: UFFS
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
Todas as _______________ e _______________constarão da Lei de Orçamento pelos _______________, sendo vedadas quaisquer deduções.
 

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1008782 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AOCP
Orgão: UFFS
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O que compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento?
 

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1008781 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AOCP
Orgão: UFFS
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O que a Lei de Orçamentos compreenderá?
 

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Qual é o capital que rende juros de R$ 6.750,00 durante 5 meses à taxa de juros simples de 3% ao mês?
 

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O dobro de um número somado com sua terça parte resulta em 49. Qual é esse número?
 

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Durante uma tempestade, acabou a energia da casa de Luciana, então ela acendeu uma vela com altura de 84 decímetros. Se essa vela diminuir 10 milímetros por minuto, quantas horas irá levar para ela se consumir completamente?
 

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Lucas fez uma compra no total de R$ 2.540,00 e pagou, no ato, o valor de R$ 1.143,00. Nesse caso, qual foi a porcentagem que Lucas pagou?
 

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Uma determinada quantia foi dividida entre três pessoas de maneira inversamente proporcional a suas idades que são 20, 30 e 36 anos. Se a pessoa mais velha recebeu um total de R$ 50.000,00, qual foi a quantia que a mais nova recebeu?
 

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Tomar remédio é fácil; difícil é tomar rumo

Remédios antidepressivos nem sempre funcionam. Sua eficácia pode depender de quão estressado você está.

Daniel Martins de Barros

A depressão caminha para se tornar uma das principais doenças da humanidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde ela afeta 350 milhões de pessoas, e daqui quatro anos se tornará a principal causa de incapacidade no mundo. Parte desse aumento se deve ao melhor esclarecimento das pessoas e à maior taxa de diagnósticos, mas não é só isso. O suicídio também aumenta mundo afora, indicando que há crescimento real no número de casos. A pergunta principal é: por quê?

Como todos os transtornos mentais, a depressão não tem uma causa só, bem definida. Sua origem é “multifatorial”, ou seja, múltiplos fatores contribuem para que ela surja. E um dos personagens mais cotados para vilão principal no aumento dos casos é o estresse. Ele não é um problema exclusivo do nosso tempo, sempre existiu, mas hoje em dia, onde quer que procuremos, vamos achar fontes de estresse. Seja vinda do trabalho onde se exige sempre mais; seja do meio cultural, com o fluxo de informação ininterrupto sobrecarregando nossos cérebros; do ambiente doméstico, com relações e papeis sendo redefinidos, gerando insegurança; ou mesmo do simples fato de o mundo passar por uma urbanização crescente, levando para mais gente o bônus, mas também o ônus de se viver em cidades. Uma das maneiras de o estresse levar à depressão é por estimular a resposta inflamatória geral do nosso organismo, desgastando-o lentamente.

O pior é que esse estresse todo pode não só estar causando, mas também perpetuando a depressão. Um estudo acaba de ser publicado investigando porque os antidepressivos funcionam, mas não para todo mundo. Sabendo desse papel da resposta inflamatória na origem da depressão os cientistas estressaram um grupo de ratos, levando-os a ter alterações comportamentais semelhantes às que ocorrem nos deprimidos. Passaram então a tratá-los com placebo ou com o antidepressivo fluoxetina, mantendo metade no ambiente estressante original e metade num ambiente tranquilo. Resultado? Não só o comportamento desses últimos melhorou mais do que nos outros, como também os parâmetros biológicos de atividade inflamatória diminuíram, enquanto nos pobres ratos estressados a inflamação aumentou.

Os pesquisadores concluíram algo difícil de discordar: não adianta muito tomar remédio se nós não atuarmos também no ambiente. O que faz todo sentido: se a origem da depressão não é só química, apenas medicamentos dificilmente bastarão para curá-la.

E como se combate o estresse se ele vem de todos os lados? Pode ser difícil, mas não é impossível. Cuidando bem do sono, por exemplo: a maioria das pessoas que dorme menos do que gostaria tem falta de sono por sua própria culpa, por ficar na TV ou celular por mais tempo do que deveria. E o sedentarismo, então? Não é preciso ter dinheiro para personal trainer: meia hora de caminhada na rua, dia sim, dia não, já combate os sintomas do estresse. Isso para não falar de alimentação – dietas ricas em carboidratos simples (açúcar e farinha) contribuem para também ativar o estado inflamatório do organismo, enquanto dietas saudáveis fazem o oposto.

Talvez você não possa mudar de chefe, de cidade ou de família. Mas com certeza poderia mudar de vida. Só que, como sempre digo, tomar remédio é fácil. O difícil é tomar rumo.

Texto adaptado de: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/tomar-remedio-e-facil-dificil-e-tomar-rumo/

Em relação ao conteúdo elaborado no texto, sobre a expressão “tomar rumo”, evidenciada tanto no título quanto no último parágrafo em oposição a “tomar remédio”, é correto afirmar que
 

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