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A elaioconiose folicular é caracterizada por erupções acneiformes e se apresenta como pápulas foliculares e pústulas, que decorrem de
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A indicação mais frequente de transplante hepático por doença de Wilson se dá por
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O tipo mais comum de cisto de colédoco é:
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Uma biópsia renal com 25 glomérulos apresenta ao exame anatomopatológico: 18 glomérulos normais, 2 glomérulos com discreto aumento da matrix mesangial e 5 glomérulos com colapso focal das alças capilares, das quais três têm aderência à cápsula de Bowman. O interstício apresentase com atrofia tubular e fibrose intersticial. Esse quadro histológico é compatível com
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- Protocolos e ServiçosMultimídia e StreamingRTSP: Real Time Streaming Protocol
- Transmissão de DadosTransmissão de Multimídia, Streaming e Voz
Muitos usuários de multimídia pela Internet vão querer controlar a reprodução de mídia de taxa constante, fazendo pausas na reprodução, reposicionando a produção em um ponto do tempo futuro ou passado, avançando ou atrasando a reprodução em modo rápido, e assim por diante. O protocolo que permite que umtransdutor controle a transmissão de uma corrente de mídia chama-se
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Um posto de combustível cobra R$ 1,93 o litro do etanol e vende, em média, 18.000 litros de etanol por dia. O dono do posto percebeu que, a cada centavo de desconto concedido no preço do litro do etanol, ele vendia dez litros a mais por dia.
Nessas condições, a equação que relaciona o valor total arrecadado, V , com a venda de etanol por dia e o número, n, de centavos concedidos de desconto é:
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O exame complementar que deverá ser solicitado ao trabalhador que exerce atividades em condições hiperbáricas é o seguinte:
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A ordem correta para citação-padrão para o documento que trata de “Fabricação de vidros refratários em São Paulo, na década de 80”, é:
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Leia o caso clínico apresentado a seguir para responder à questão.
FM, paciente de 32 anos de idade, foi diagnosticada aos 15 anos como portadora de Diabetes mellitus tipo 1, ocasião em que apresentou cetoacidose diabética. Há 3 anos apresentou hipertensão, ureia sanguínea 50mg/dL, creatinina 1,2mg/dL, proteinúria negativa. Recentemente deu entrada em um serviço médico relatando náuseas, cansaço físico e, ao exame clínico, mostrou sinais de desidratação e hálito cetônico. O teste rápido para glicose detectou 400mg/dL. A paciente foi encaminhada a uma unidade de terapia intensiva (UTI) onde desenvolveu uma infecção do trato urinário. Na UTI, os exames laboratoriais da paciente FM apresentaram os seguintes resultados:
| Exame de sangue: | EAS: |
| Glicemia: 410mg/dL (VR: 70- 100 mg/dL) | Proteinúria+++ |
| Uréia: 180mg/dL (VR: 20-40 mg/dL) | Glicosúria ++++ |
| Creatinina: 8mg/dL (VR: 0,5- 1,1 mg/dL) | Corpos cetônicos+++ |
| Urocultura e antibiograma: Escherichia coli resistente à trimetoprima e sensível à gentamicina. | |
A utilização da gentamicina na situação clínica relatada deve ser bastante criteriosa devido ao seu potencial de desencadear efeito adverso conhecido como:
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VOCÊ RECONHECE QUANDO CHEGA A FELICIDADE?
Tenho uma forte antipatia pela obrigação de ser feliz que acompanha o Carnaval. Quem foge da folia ganha o rótulo de antissocial, depressivo ou chato. Nada contra o Carnaval. Apenas contra essa confusão de conceitos. Uma festa alegre não significa que você esteja plenamente feliz. E forçar uma situação de felicidade tem tudo para terminar em arrependimento e frustração. Aliás, você reconhece a felicidade quando ela chega? Sabe que está sendo feliz naquele momento? Espere um poucoantes de responder. Pense de novo.
Estamos falando de felicidade! Não de uma alegria qualquer. E qual é a diferença? Bem, descrever a felicidade não é fácil. Ela é muito recatada. Não fica ali, posando para foto, sabe? Mas um Manual de Reconhecimento da Felicidade diria mais ou menos o seguinte: Ela é mansa. Não faz barulho. Ao mesmo tempo é farta. Quando chega, ocupa um espaço danado. Apesar disso, você quase não repara que ela está ali. Se chamar a atenção, não é ela. É euforia. Alegria. A licenciosidade de uma noite de Carnaval. Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade.
A dita cuja é discreta. Discretíssima. E muito tranquila. Ela te faz dormir melhor. E olha, vou te contar uma coisa: a felicidade é inimiga da ansiedade. As duas não podem nem se ver. Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade. Se você se apaixonou e está naquela fase de pura ansiedade, mesmo que esteja superfeliz, não é felicidade. É excitação. Paixonite. Quando a ansiedade for embora, pode ser que a felicidade chegue. Mas ninguém garante.
É temperamental, a felicidade. Não vem por qualquer coisa. E para ficar então… hi, não conheço nenhum caso de alguém que a tenha tido por perto a vida inteira. Por isso é tão importante reconhecê-la quando ela chega. Entendeu agora por que a minha pergunta? Será que você sabe mesmo quando está feliz? Ou será que você só consegue saber que foi feliz quando a felicidade já passou?
Eu estudo muito a felicidade. Mas não consigo reconhecê-la. Talvez porque eu seja péssima fisionomista. Ou porque ela seja muito mais esperta do que eu. Mais sábia. Fato é que eu só sei que fui feliz depois. No futuro. Olho para o passado e reconheço: “Nossa, como eu fui feliz naquela época!” Mas no presente ela sempre me dá uma rasteira. Ando por aí, feliz da vida e nem sei que estou nesse estado. Por isso, aproveito menos do que poderia a graça que é ter assim, tão pertinho, a tal da felicidade.
Nos últimos tempos, dei para fazer uma lista de momentos felizes. E aqui é importante deixar claro que esses momentos devem durar um certo período de tempo. Um episódio isolado feliz – como quatro dias de Carnaval, por exemplo – não significa felicidade. A felicidade, quando vem, não vem de passagem. Não dura para sempre, mas dura um tempinho. Gosta de uma certa estabilidade, a danada! O problema é saber que ela está ali na hora em que ela está ali. Mas, voltando à lista, até que ela é longa.
Já fui bastante feliz. Talvez não na maior parte do tempo. Mas acho que ninguém é. A lista é um grande exercício. Sabendo quando você foi feliz, é mais fácil descobrir por que você foi feliz. Para ser ainda mais funcional, é bom que a lista seja cronológica. Lendo a minha, constato que fico cada vez mais feliz e por mais tempo. Será que ela está aqui agora? Não sei dizer. Mas a paz de que desfruto agora é um sintoma dela.
E isso não tem nada a ver com a tal obrigação de ser feliz desfilando no Sambódromo. Continuo meus estudos. Já tenho certeza de que hoje sou mais amiga da felicidade do que jamais fui em qualquer tempo.
PADRÃO, Ana Paula. Você reconhece quando chega a felicidade? In: ISTOÉ, São Paulo, 28 fev. 2012. Editora Três, p. 98.
A ideia principal defendida no texto é a de que
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