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Foram encontradas 40 questões.

2734126 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFG
Orgão: UFJ
Foi feita uma pesquisa em uma escola, onde se constatou que: 50% dos alunos gostam de Matemática, 30% gostam de Física e 20% gostam de Matemática e Física. Qual é a porcentagem de alunos que não gosta nem de Matemática e nem de Física?
 

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2171587 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: UFG
Orgão: UFJ
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Um cão de rua, apresentando dificuldade de locomoção, apático e muito debilitado, foi capturado e encaminhado ao Hospital Veterinário. O cão foi internado para exames. Ao exame físico, apresentava mucosas pálidas, hipotermia, bradicardia, vômito, pouco volume urinário e inchaço na região perianal. Foram identificadas lesões infecciosas em membros anteriores e orelhas causadas por carrapato. O exame de radiografia mostrou hiperplasia prostática com acúmulo de líquido no tecido subcutâneo e deslocamento da bexiga. Exames de amostra de sangue mostraram:
Enunciado 2171587-1
Enunciado 2171587-2


O cão foi submetido a uma cirurgia para retirada do tumor. Em relação ao hemograma, os resultados revelam:
 

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2171579 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: UFG
Orgão: UFJ
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Um cão, com diagnóstico de miastenia gravis (destruição imunomediada dos receptores nicotínicos nas fendas mioneurais), apresenta normalmente dificuldade de contração muscular, levando-a a hipotonia, fadiga muscular e, em casos mais graves, pneumonia aspirativa, que pode levar ao óbito. Nesses casos, tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento, é normalmente prescrito pelo médico veterinário um anticolinestérasico. É um representante dessa classe de fármacos o/a:
 

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2170123 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: UFJ
Um medicamento é aplicado diretamente na corrente sanguínea de uma pessoa, e, após t horas da aplicação, a quantidade presente no corpo é dada por
Q(t) = M0 e −10t mg,
onde M0 representa a quantidade injetada. Sabendo que ln 2 ≈ 0,6931 e ln 5 ≈ 1,6094, é correto afirmar:
 

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2169629 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: UFG
Orgão: UFJ
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O exame de eletroforese de proteínas séricas pode ser utilizado como exame de triagem para diagnóstico de mieloma múltiplo e diagnóstico diferencial de outras doenças não infecciosas e infecciosas. A Figura 2 ilustra um laudo de eletroforese de proteínas séricas em um animal com mieloma múltiplo. O correto laudo desta ilustração é:
Enunciado 2169629-1
 

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2169628 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: UFG
Orgão: UFJ
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Qual dos seguintes fármacos apresenta efeito antiemético por atuar antagonizando receptores de neurocinina – 1 (NK1):
 

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2169627 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: UFG
Orgão: UFJ
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Para diluição de um fármaco a ser utilizado em infusão contínua, considere os seguintes dados: a taxa de infusão do fármaco de 5 ug/Kg/min; a taxa de fluidoterapia de 5 mL/kg/h; o peso de 10 kg do animal; e a utilização de um frasco de 500 mL de NaCl 0,9%. Qual a quantidade do fármaco em questão (concentração 5 mg/mL) deve ser adicionada ao frasco?
 

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2169626 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: UFG
Orgão: UFJ
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A Resolução nº 338, de 06 de maio de 2004, do Ministério da Saúde, regulamenta a Política Nacional de Assistência Farmacêutica. Essa política deve englobar os seguintes eixos estratégicos, EXCETO:
 

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2169592 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: UFG
Orgão: UFJ
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Leia o texto a seguir e responda a questão:


“O Hospital Pequeno Príncipe é reconhecido como um dos melhores hospitais pediátricos do mundo. A instituição é a única exclusivamente pediátrica da América do Sul a aparecer no ranking da revista norte-americana Newsweek, que listou os 150 melhores hospitais em pediatria, com base em recomendações de mais de 40 mil especialistas de 20 países.

O Serviço de Farmácia do Hospital Pequeno Príncipe está dividido em gestões técnica e clínica, com o objetivo de promover a segurança na cadeia terapêutica medicamentosa. Assim, conta com diferentes áreas de atuação, como as de dose unitária, as farmácias-satélites, a farmácia clínica, a farmácia de quimioterapia e a dispensação.”

Fonte: https://pequenoprincipe.org.br/especialidades/f armacia/ . Acesso em 22/2/2022.


Sobre o sistema de distribuição de medicamentos por dose unitária, marque a alternativa correta:

I. Os medicamentos saem da farmácia prontos para a administração, em embalagens unitárias, organizados de acordo com o horário de administração e identificados para cada paciente.

II. A reduzida necessidade de recursos humanos e estrutural da farmácia hospitalar que adota o sistema por dose unitária comparada com aquela que adota o sistema individualizado está diretamente relacionada à modernização e à automatização dos processos de trabalho.

III. A inexistência de estoques de medicamentos nas unidades assistenciais somente é possível se a farmácia conseguir manipular durante o turno diurno todos os medicamentos prescritos a serem utilizados nas próximas 24 horas.

 

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2168804 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: UFJ

TEXTO PARA A QUESTÃO:


VIDAS NEGRAS IMPORTAM DE FATO NO BRASIL?

HÉLIO SANTOS

A pergunta-título pode parecer estranha para alguns, porque vidas humanas devem importar sempre, independentemente de qualquer condição. O Black Lives Matter hashtag que dominou o mundo, sobretudo após a morte por sufocamento de George Floyd nos Estados Unidos – levanta a barbárie da violência que vitima negros em todo o mundo e de forma especial em países multirraciais como o Brasil. Reitera-se: “Vidas Negras Importam”. Mas esse clamor é um fato no Brasil? Vidas negras importam mesmo aqui?

A indagação do título acima tem pertinência, sim. Os antirracistas estão abalados pelas últimas mortes violentas de dois homens negros jovens – ambos no letal estado do Rio de Janeiro. Todavia, há uma continuidade das mortes que não cessam nunca o que torna nossa palavra de ordem algo sem repercussão na vida real da sociedade brasileira.

O jovem imigrante congolês Moïse Kabagambe sofreu, antes da xenofobia que imigrantes negros vivem aqui, violento racismo que de forma brutal o massacrou até à morte. Racismo este que assola aos negros sejam estes nascidos aqui ou não. Jamais um imigrante argentino, português ou do leste europeu, morreria daquela forma ao reivindicar salários atrasados. Tão infame quanto à morte de Moïse, foi a de Durval Teófilo Filho morto por um sargento da marinha que acertou 3 tiros no escuro contra o pai de família que retornava do trabalho – os dois últimos disparos foram feitos após a vítima, já caída, pedir clemência.

Vejamos: antes dos violentos assassinatos recentes destes jovens negros descortinamos uma sequência tenebrosa de casos que só vieram a público frente à covardia como aconteceram. Em 2021 a bela modelo e designer de 24 anos Kathlen Romeu – grávida – foi morta por um tiro de fuzil quando saía da casa de sua avó materna em Lins de Vasconcelos, zona norte do Rio. Não havia tiroteio no local como alegaram os policiais. A mãe da jovem foi enfática: “Foi a polícia que matou minha filha”. Ainda em 2021 em uma loja da rede Atakarejo em Salvador (BA), após furtarem carne, 2 homens famintos em plena pandemia – tio e sobrinho – foram detidos pela segurança da rede comercial e entregues não à polícia, mas aos traficantes da região que após sessão de tortura os matou a tiros. Vê-se aqui a gravidade do que apelidamos Segurança Privada em pleno conluio com o tráfico. Em 2020, 3 meninos foram mortos pelo tráfico de Belfort Roxo. Mais uma vez as comunidades esquecidas, invadidas livremente por marginais, foram vítimas da violência difusa liberada ao tráfico. As crianças de 9, 11 e 12 anos foram torturadas antes de serem mortas e seus corpos nunca foram encontrados. Ainda em 2020 no Rio de Janeiro, 12 crianças – 5 meninas e 7 garotos – foram mortas por balas perdidas; cerca de uma por mês. Pergunta necessária: qual seria a reação das autoridades caso esses inocentes fossem crianças que brincassem nos playgrounds dos luxuosos bairros da zona sul carioca como Gávea, Leblon ou Barra? Balas nunca se perdem na direção de crianças brancas dos bairros ricos na cidade maravilhosa. Ainda bem, porque nenhuma criança merece isto.

Em 2020, tivemos um assassinato bem parecido com o que vitimou George Floyd, foi a vez de João Alberto, morto por sufocamento e agressões numa loja do Carrefour em Porto Alegre. Tudo foi filmado e exibido ao mundo. Ainda no mesmo ano foi a vez dolorosa de Miguel Otávio de 5 anos, abandonado pela patroa de sua mãe no elevador de serviço em um prédio de luxo no Recife. O meninozinho, reitero de 5 anos, se perdeu e caiu do 9º andar do edifício. Detalhe: a mãe que deixou a criança sob os cuidados da patroa passeava na calçada com a cadela da família. Em 2019, foi a vez de militares do exército brasileiro executarem uma pessoa negra. Pasmem: a família do músico Evaldo Rosa se dirigia de automóvel na região de Deodoro (zona Oeste do Rio) para um chá de bebê numa tarde de domingo – sua esposa, filho, uma acompanhante e seu sogro assistiram ao seu fuzilamento e só não morreram por milagre, pois cerca de 80 tiros de fuzis foram disparados contra eles. O sogro se feriu e um catador que tentou ajudar foi ferido também e depois veio a morrer. Todo mundo negro. Os militares alegaram “engano” pelos 80 tiros! Já Sérgio Moro, então ministro da justiça, chamou o fuzilamento de “incidente”. Caso fosse um tanque em uma guerra talvez não precisasse de 80 tiros de fuzil, mas uma família negra num automóvel fez jus a esse absurdo que não seria o recorde em violência, como se verá a seguir. Dessa vez (2015) as vítimas foram 5 adolescentes – todos negros de novo – que receberam 111 tiros da letal PM carioca. Essa execução coletiva se deu no bairro de Costa Barros na zona norte do Rio. Nenhum dos meninos tinha armas ou passagem pela polícia. Eram estudantes da comunidade e estavam no interior de um carro. O número de tiros – 111 – em que se revezavam fuzis e pistolas, dispensa o meu comentário. Ainda em 2015, no bairro do Cabula em Salvador, 12 jovens entre 16 e 27 anos tiveram execuções sumárias num caso que estarreceu a cidade pois não se vislumbrou nenhuma razão plausível para a chacina. Num julgamento relâmpago, uma juíza inocentou os policiais militares, mas a sentença foi anulada pelo Tribunal de Justiça da Bahia.

Não temos espaço para falar de inúmeros outros casos, como o da mulher que foi arrastada por uma viatura da PM no Rio por mais de 300 metros. Isso sem contar as ameaças constantes que se tornaram mania contra políticos negros eleitos, especialmente mulheres, em que o exemplo mais marcante foi o de Marielle Franco com repercussão internacional. Essa lista não tem fim.

Se formos indo aprofundando no tempo chegaremos a 1978, quando o feirante Robson da Luz foi torturado e morto numa delegacia em Osasco pela Polícia Civil de São Paulo. Essa morte foi um dos vetores que levou à criação do Movimento Negro Unificado (MNU) que há 44 anos batalha pelas vidas negras sempre sob constante ameaça.

Nenhum dos casos que eu trouxe aqui se tratou de pessoas que estavam enfrentando a polícia ou que estivessem em combate aberto contra outras pessoas.

Neste ano, os homens e mulheres que pretendem candidatar ao governo das 27 unidades federativas desse país continente têm que ter propostas razoáveis para essa “sangria desatada” – expressão usada pelos nossos avós para algo que nunca tem fim. Por outro lado, aquelas e aqueles que desejam o emprego de presidente da república terão de se posicionar com políticas efetivas para a defesa do que de mais elementar o estado deve proporcionar às pessoas: o direito à vida.

Dados de 2012 revelam 63 mortes diárias de jovens – todos negros – na faixa de 15 a 29 anos; quase 3 mortes a cada hora. Um desastre dessas proporções só é possível quando o aparato policial e judicial é conivente, quando não agente dessa mortandade. Mídia e os partidos políticos – que governam o país – têm sua parte nesse latifúndio bárbaro, anacrônico e que nos rebaixa a um vergonhoso ranking no campo dos direitos fundamentais.

Vidas negras importam – sim – para os antirracistas (negros e não-negros) que atuam na contramão de uma elite anestesiada e adoecida moralmente. Todavia, só a sociedade como um todo, liderada por mulheres e homens que almejem posicionar o Brasil num patamar civilizatório adequado ao século 21, pode estancar essa chaga que nos humilha, massacra e provoca muita dor à população majoritária que aqui está há meio milênio construindo o País.

Escancara-se a banalização do brutalismo contra a população negra. Questão que se faz necessária: qual a causa dessa reiterada anestesia moral? São várias, mas a impunidade e a abissal desigualdade racial nutrida pelo racismo têm espaço de destaque nessa cena distópica do país. A justiça que condena e prende a mãe que furta 2 litros de leite, devido a fome de sua prole, é a mesma que protela para as calendas o julgamento dos grandes sonegadores – todos brancos e ricos – que só em 2020 lesaram os cofres públicos em incríveis 460 bilhões de reais.

Não me parece mais correto dizer que o Brasil não tem projeto de nação. Ninguém come maça se não houver macieira. O que não temos são líderes e partidos com uma visão sistêmica que deem conta e queiram decifrar um país de 522 anos dos quais 354 se desenrolaram sob o barbarismo escravista.


Adaptado de: Vidas negras importam de fato no Brasil? - Geledés (geledes.org.br) Acessado em 15/02/2022.

Releia o trecho a seguir.
Isso sem contar as ameaças constantes que se tornaram mania contra políticos negros eleitos, especialmente mulheres, em que o exemplo mais marcante foi o de Marielle Franco com repercussão internacional.
A expressão destacada é um aposto:
 

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