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Foram encontradas 70 questões.

1329105 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Atualmente, o câncer é um problema de saúde pública mundial. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, em 2030, podem-se esperar 27 milhões de casos incidentes de câncer no mundo. Pesquisas comprovam que o desenvolvimento de alguns tipos de cânceres estão diretamente associados a fatores de risco. Em relação aos fatores de risco para o câncer, analise as afirmativas abaixo:

I) O uso do tabaco é a causa principal dos cânceres de pulmão, laringe, cavidade oral e esôfago, e uma das principais causas dos cânceres de bexiga e pâncreas.

II) O Papilomavírus humano, vírus da hepatite B e a bactéria Helicobacter pylori respondem pela maioria dos cânceres, em decorrência de infecções.

III) O estilo de vida sedentário aumenta o risco de câncer de estômago.

IV) A obesidade é um fator de risco importante para os cânceres de endométrio, rim, vesícula biliar e mama.

Conforme análise, marque a opção CORRETA:

 

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1329083 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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O prontuário trata-se de um documento de grande valor, seja ele impresso ou eletrônico. Pode-se afirmar que o prontuário é de grande valor para:

 

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1329072 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Medidas de biossegurança devem ser adotadas constantemente na prestação da assistência direta ou indireta, com o objetivo principal de prevenir a exposição a materiais potencialmente infectantes, destacando-se o uso de equipamentos de proteção individual (EPI). Para redução da exposição ocupacional a aerossóis contendo agentes biológicos potencialmente patogênicos e/ou infecciosos, o uso da máscara N-95 é recomendado no cuidado prestado a pacientes portadores de, EXCETO:

 

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1328864 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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A situação das doenças transmissíveis no Brasil corresponde a um quadro complexo. Algumas mudanças são significativas e são observadas através de padrões de morbimortalidade. Dentre as doenças abaixo, quais continuam a oferecer desafios aos programas de prevenção?

 

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1328641 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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Os sinais vitais são aqueles que evidenciam as alterações da função corporal. Dentre os sinais vitais, temos a temperatura corporal. Com relação à temperatura corporal normal, é CORRETO afirmar que:

 

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Uma quantia de R$ 6000,00, aplicada a uma taxa de juros simples de 4 % ao mês, e outra, de R$ 4000,00, aplicada a uma taxa de juros simples de 6 % ao mês, renderão, juntas, R$ 11520,00 de juros em:

 

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1328383 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFJF
Orgão: UFJF
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A drenagem de tórax é uma técnica que consiste na colocação de um cateter torácico no espaço pleural para retirar ar ou líquido, auxiliando o retorno da pressão negativa. O cuidado de enfermagem relacionado a essa técnica é:

 

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1328230 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

Leia com a atenção o seguinte texto e volte a ele sempre que julgar necessário.

Uma geração descobre o prazer de ler

( 1 ) Deixe-se o sexo para uma discussão posterior. No que diz respeito à leitura, uma graciosa menina carioca é uma das inúmeras evidências do que se lê na capa de VEJA. Em janeiro, a universitária Iris Figueiredo, de 18 anos, anunciou em seu blog a intenção de organizar encontros para discutir clássicos da literatura. A ideia era reunir jovens que estavam cansados de ler as séries de ficção que lideram as vendas nas livrarias e passar a ler obras de grandes autores. Trinta respostas chegaram rapidamente. No mês seguinte, o evento notável de Iris começou: vinte adolescentes procuraram uma sombra junto ao Museu de Arte Contemporânea de Niterói – cada um com seu exemplar de Orgulho e Preconceito, da inglesa Jane Austen, debaixo do braço e sentaram-se para conversar. Durante duas horas, leram os trechos de sua preferência, analisaram a influência da autora sobre escritores contemporâneos (descobriram, por exemplo, que certas frases do romance foram emuladas em diálogos da série O Diário de Bridget Jones, de Helen Fielding) e destrincharam os dilemas pelos quais passaram a vivaz Elizabeth Bennett e o arrogante Mr. Darcy, os protagonistas do romance. Iris se entusiasma ao falar do sucesso de suas reuniões que já abordaram títulos como O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde, 1984, de George Orwell, e Feliz Ano Novo, de Rubem Fonseca. Desde pequena, ela é boa leitora. Mas foi só ao descobrir a série Harry Potter que se apaixonou pela leitura e a transformou em parte central de seu dia a dia. (...)

( 2 ) Várias vezes, no decorrer do último século, previu-se a morte dos livros e do hábito de ler. O avanço do cinema, da televisão, dos videogames, da internet, tudo isso iria tornar a leitura obsoleta. No Brasil da virada do século XX para o XXI, o vaticínio até parecia razoável: o sistema de ensino em franco declínio e sua tradição de fracasso na missão de formar leitores, o pouco apreço dado à instrução como valor social fundamental e até dados muito práticos, como a falta e a pobreza de bibliotecas públicas e o alto preço dos exemplares impressos aqui, conspiravam (conspiram, ainda) para que o contingente de brasileiros dados aos livros minguasse de maneira irremediável. Contra todas as expectativas, porém, vem surgindo uma nova e robusta geração de leitores no país movida, sim, por sucessos globais como as séries Harry Porter, Crepúsculo e Percy Jackson. Em 2005, a rede de livrarias Saraiva vendeu 277000 exemplares de títulos voltados para o público infantojuvenil. Em 2010, foram 1,7 milhão - um estarrecedor aumento de 514%. O crescimento deve-se em parte à ampliação da rede, com a compra da Siciliano, em 2008. Mas nenhum outro segmento se desenvolveu tanto quanto o juvenil.

( 3 )Também para os cidadãos mais maduros abriram-se largas portas de entrada à leitura. A autoajuda (e os romances com fortes tintas de autoajuda, como A Cabana) é uma delas; os volumes que às vezes caem nas graças do público, como A Menina que Roubava Livros, ou os autores que têm o dom de fisgar com suas histórias, como o romântico Nicholas Sparks, são outra. E os títulos dedicados a recuperar a história do Brasil, como 1808, 1822 ou Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, são uma terceira, e muito acolhedora, dessas portas. É mais fácil tornar a leitura um hábito, claro, quando ela se inicia na infância. Mas qualquer idade é boa, é favorável, para adquirir esse gosto. Basta sentir aquela comichão do prazer, e da curiosidade – e então fazer um esforço, bem pequeno, para não se acomodar a uma zona de conforto, mas seguir adiante e evoluir na leitura. (...)

( 4 ) Veja-se o exemplo da universitária catarinense Taize Odelli, de 21 anos. Taize, como a carioca Iris Figueiredo, caiu de amores pela leitura por meio de Harry Potter; anos atrás. Hoje, discute com desenvoltura sobre a obra do clássico russo Fiodor Dostoievski ou a do contemporâneo anglo-indiano Salman Rushdie. Taize percorreu esse trajeto levada por sua curiosidade, e agora cuida de despertá-la em outros jovens como ela. A cada mês, recebe cerca de dez lançamentos de quatro editoras nacionais e os resenha em seu blog. Para as editoras, ela é uma ponte com um público que resiste aos canais tradicionais de divulgação, como jornais e revistas. Para a garotada que acompanha seu blog (ou o de Iris, que, funcionando nos mesmos moldes, conta cerca de 16000 acessos mensais), ela é um caminho alternativo: os livros, na escola, costumam ser motivo de tédio; redescobri-los como fonte de deleite, passo a passo com pessoas da mesma idade, é um papel que a internet – sim, uma daquelas invenções que iriam assassinar a leitura, segundo os pessimistas – vem desempenhando de forma espontânea e com surpreendente eficácia. "Não gosto de Machado de Assis até hoje porque lembro que fui obrigado a lê-lo no colégio quando ainda não estava preparado", diz o administrador paulista Eduardo Ribeiro. Machado de Assis é frequentemente um dos primeiros autores a ser indicados como leitura obrigatória em sala de aula e tem se tornado um pesadelo para qualquer docente que deseja transformar a leitura em fruição e não em aversão. "Exigir a leitura de Memórias Póstumas de Brás Cubas e marcar uma prova semanas depois definitivamente não é o caminho", diz a pedagoga Elizabeth Baldi, fundadora da Escola Projeto, em Porto Alegre.

( 5 ) Os leitores adolescentes impulsionaram os maiores sucessos das livrarias na última década. Nunca se produziu, traduziu e fez circular tanto livro para eles como agora e na lista de mais vendidos de VEJA, na categoria ficção, eles figuram nas melhores posições. (...)

( 6 ) No meio do curso na faculdade, garotas como a carioca Iris Figueiredo e a catarinense Taize Odelli não estão ainda pensando em emprego. Mas não é exagero especular que, com seus blogs de resenhas, já estão se profissionalizando. Mesmo quando os benefícios dos livros não parecem tão imediatos, porém, eles são concretos e até quantificáveis. Um estudo divulgado no mês passado pela Universidade Oxford demonstra uma conexão inequívoca entre leitura e sucesso profissional. Conduzida pelo americano Mark Taylor, do departamento de sociologia, a pesquisa ouviu 17 200 pessoas nascidas em 1970. Comparou as atividades extracurriculares desenvolvidas por elas quando tinham 16 anos com a sua posição hierárquica aos 33. A leitura se revelou o único fator que, de forma consistente, esteve associado à ascensão profissional (...).

MEIER, Bruno. Uma geração descobre o prazer de ler. Veja, São Paulo, v. 44, n. 20, p. 98-104, maio, 2011.

Leia o segmento:

“O avanço do cinema, da televisão, dos videogames, da internet (...)” (§ 2)

Pode-se afirmar que o uso das vírgulas no segmento apresentado é justificado por:

 

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1328202 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFJF
Orgão: UFJF

Leia com a atenção o seguinte texto e volte a ele sempre que julgar necessário.

Uma geração descobre o prazer de ler

( 1 ) Deixe-se o sexo para uma discussão posterior. No que diz respeito à leitura, uma graciosa menina carioca é uma das inúmeras evidências do que se lê na capa de VEJA. Em janeiro, a universitária Iris Figueiredo, de 18 anos, anunciou em seu blog a intenção de organizar encontros para discutir clássicos da literatura. A ideia era reunir jovens que estavam cansados de ler as séries de ficção que lideram as vendas nas livrarias e passar a ler obras de grandes autores. Trinta respostas chegaram rapidamente. No mês seguinte, o evento notável de Iris começou: vinte adolescentes procuraram uma sombra junto ao Museu de Arte Contemporânea de Niterói – cada um com seu exemplar de Orgulho e Preconceito, da inglesa Jane Austen, debaixo do braço e sentaram-se para conversar. Durante duas horas, leram os trechos de sua preferência, analisaram a influência da autora sobre escritores contemporâneos (descobriram, por exemplo, que certas frases do romance foram emuladas em diálogos da série O Diário de Bridget Jones, de Helen Fielding) e destrincharam os dilemas pelos quais passaram a vivaz Elizabeth Bennett e o arrogante Mr. Darcy, os protagonistas do romance. Iris se entusiasma ao falar do sucesso de suas reuniões que já abordaram títulos como O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde, 1984, de George Orwell, e Feliz Ano Novo, de Rubem Fonseca. Desde pequena, ela é boa leitora. Mas foi só ao descobrir a série Harry Potter que se apaixonou pela leitura e a transformou em parte central de seu dia a dia. (...)

( 2 ) Várias vezes, no decorrer do último século, previu-se a morte dos livros e do hábito de ler. O avanço do cinema, da televisão, dos videogames, da internet, tudo isso iria tornar a leitura obsoleta. No Brasil da virada do século XX para o XXI, o vaticínio até parecia razoável: o sistema de ensino em franco declínio e sua tradição de fracasso na missão de formar leitores, o pouco apreço dado à instrução como valor social fundamental e até dados muito práticos, como a falta e a pobreza de bibliotecas públicas e o alto preço dos exemplares impressos aqui, conspiravam (conspiram, ainda) para que o contingente de brasileiros dados aos livros minguasse de maneira irremediável. Contra todas as expectativas, porém, vem surgindo uma nova e robusta geração de leitores no país movida, sim, por sucessos globais como as séries Harry Porter, Crepúsculo e Percy Jackson. Em 2005, a rede de livrarias Saraiva vendeu 277000 exemplares de títulos voltados para o público infantojuvenil. Em 2010, foram 1,7 milhão - um estarrecedor aumento de 514%. O crescimento deve-se em parte à ampliação da rede, com a compra da Siciliano, em 2008. Mas nenhum outro segmento se desenvolveu tanto quanto o juvenil.

( 3 )Também para os cidadãos mais maduros abriram-se largas portas de entrada à leitura. A autoajuda (e os romances com fortes tintas de autoajuda, como A Cabana) é uma delas; os volumes que às vezes caem nas graças do público, como A Menina que Roubava Livros, ou os autores que têm o dom de fisgar com suas histórias, como o romântico Nicholas Sparks, são outra. E os títulos dedicados a recuperar a história do Brasil, como 1808, 1822 ou Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, são uma terceira, e muito acolhedora, dessas portas. É mais fácil tornar a leitura um hábito, claro, quando ela se inicia na infância. Mas qualquer idade é boa, é favorável, para adquirir esse gosto. Basta sentir aquela comichão do prazer, e da curiosidade – e então fazer um esforço, bem pequeno, para não se acomodar a uma zona de conforto, mas seguir adiante e evoluir na leitura. (...)

( 4 ) Veja-se o exemplo da universitária catarinense Taize Odelli, de 21 anos. Taize, como a carioca Iris Figueiredo, caiu de amores pela leitura por meio de Harry Potter; anos atrás. Hoje, discute com desenvoltura sobre a obra do clássico russo Fiodor Dostoievski ou a do contemporâneo anglo-indiano Salman Rushdie. Taize percorreu esse trajeto levada por sua curiosidade, e agora cuida de despertá-la em outros jovens como ela. A cada mês, recebe cerca de dez lançamentos de quatro editoras nacionais e os resenha em seu blog. Para as editoras, ela é uma ponte com um público que resiste aos canais tradicionais de divulgação, como jornais e revistas. Para a garotada que acompanha seu blog (ou o de Iris, que, funcionando nos mesmos moldes, conta cerca de 16000 acessos mensais), ela é um caminho alternativo: os livros, na escola, costumam ser motivo de tédio; redescobri-los como fonte de deleite, passo a passo com pessoas da mesma idade, é um papel que a internet – sim, uma daquelas invenções que iriam assassinar a leitura, segundo os pessimistas – vem desempenhando de forma espontânea e com surpreendente eficácia. "Não gosto de Machado de Assis até hoje porque lembro que fui obrigado a lê-lo no colégio quando ainda não estava preparado", diz o administrador paulista Eduardo Ribeiro. Machado de Assis é frequentemente um dos primeiros autores a ser indicados como leitura obrigatória em sala de aula e tem se tornado um pesadelo para qualquer docente que deseja transformar a leitura em fruição e não em aversão. "Exigir a leitura de Memórias Póstumas de Brás Cubas e marcar uma prova semanas depois definitivamente não é o caminho", diz a pedagoga Elizabeth Baldi, fundadora da Escola Projeto, em Porto Alegre.

( 5 ) Os leitores adolescentes impulsionaram os maiores sucessos das livrarias na última década. Nunca se produziu, traduziu e fez circular tanto livro para eles como agora e na lista de mais vendidos de VEJA, na categoria ficção, eles figuram nas melhores posições. (...)

( 6 ) No meio do curso na faculdade, garotas como a carioca Iris Figueiredo e a catarinense Taize Odelli não estão ainda pensando em emprego. Mas não é exagero especular que, com seus blogs de resenhas, já estão se profissionalizando. Mesmo quando os benefícios dos livros não parecem tão imediatos, porém, eles são concretos e até quantificáveis. Um estudo divulgado no mês passado pela Universidade Oxford demonstra uma conexão inequívoca entre leitura e sucesso profissional. Conduzida pelo americano Mark Taylor, do departamento de sociologia, a pesquisa ouviu 17 200 pessoas nascidas em 1970. Comparou as atividades extracurriculares desenvolvidas por elas quando tinham 16 anos com a sua posição hierárquica aos 33. A leitura se revelou o único fator que, de forma consistente, esteve associado à ascensão profissional (...).

MEIER, Bruno. Uma geração descobre o prazer de ler. Veja, São Paulo, v. 44, n. 20, p. 98-104, maio, 2011.

Releia o segmento:

“Os leitores adolescentes impulsionaram os maiores sucessos (...)”. (§ 5)

Valendo-se de uma figura de estilo e atento à regência, à pontuação e ao emprego do pronome, o autor poderia ACERTADAMENTE escrever:

 

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Quanto ao Processo Administrativo Disciplinar dos Servidores Públicos Civis da União, julgue os seguintes itens, como verdadeiros ou falsos.

1) A aposentadoria de servidor público inativo poderá ser cassada se comprovado, em regular processo administrativo disciplinar, o cometimento de ato de improbidade quando o servidor exercia cargo efetivo.

2) A acumulação ilícita de cargos públicos, detectada a qualquer tempo pela Administração, enseja a demissão, podendo, entretanto, o servidor, no prazo assinalado para a defesa optar por um deles, o que afastará a pena de demissão, presumindo-se a boa fé.

3) Não se pode impor penalidade ao servidor por meio de mera sindicância, exigindo-se a instauração e processamento do necessário processo administrativo disciplinar.

4) O Processo Administrativo Disciplinar poderá ser revisto a qualquer tempo, a pedido dos interessados ou de ofício pela Administração, exigindo, entretanto, que haja fatos novos, não apreciados anteriormente, que justifiquem conclusão pela inocência do punido.

5) O servidor poderá ter penalidades canceladas em seus registros funcionais, por decurso de tempo definido legalmente, exigindo-se, porém, que o servidor não tenha praticado nova infração nesse tempo. O cancelamento implica em conceder ao mesmo efeitos retroativos, considerando-se o servidor como nunca punido.

Marque a opção CORRETA.

 

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