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- Elementos OrçamentáriosReceita OrçamentáriaClassificação da Receita OrçamentáriaClassificação por Natureza da Receita
Segundo a Lei no 4.320/64, na classificação da receita por categorias econômicas, são consideradas receitas correntes, EXCETO:
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Ainda segundo a Lei nº 4.320/64, a despesa será classificada nas seguintes categorias econômicas: despesas correntes e despesas de capital. Marque a alternativa que apresenta SOMENTE despesas de capital.
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A figura abaixo mostra o acesso a um site fictício com informações sobre a segurança da conexão.

Para essa conexão, pode-se afirmar:
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A planilha eletrônica abaixo possibilita o cálculo da soma dos valores das comissões, de acordo com a fórmula na célula C4. Qual o valor total das comissões a ser pago?

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Segundo a Lei nº 8112/1990, a assistência à saúde do servidor, ativo ou inativo, e de sua família, terá como diretriz básica:
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Segundo Andrade e Amboni (2007),
“O objetivo é compreender como a organização se relaciona com o ambiente, mostrando a existência de uma relação funcional entre as condições do ambiente e as técnicas administrativas apropriadas para o alcance eficaz dos objetivos da organização. A relação funcional é do tipo se-então.”
Dentro da Teoria Geral da Administração, o texto acima refere-se à teoria:
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Analise os protocolos apresentados abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos serviços indicados.
I. http://www.ufla.br
II. https://www.banco.com.br
III. ftp://site.com.br
IV. ssh 200.131.250.245
II. https://www.banco.com.br
III. ftp://site.com.br
IV. ssh 200.131.250.245
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TEXTO 1
MR. CACCIOLA
A crise financeira que assusta o mundo vai acabar um dia, mas a pergunta que se faz desde o começo da confusão, dois anos atrás, não foi respondida até agora: como é possível, segundo a lógica econômica mais rudimentar, um banco sério emprestar dinheiro a quem não tem, sabidamente, meios materiais para pagar o que tomou emprestado? Foi isso, e mais nada, que causou o terremoto que está aí: algo muito simples, que não poderia ter acontecido nunca, mas aconteceu. Por que nomes que sempre estiveram entre os monumentos da finança mundial foram fazer uma coisa dessas? Não há quem responda. Toda a sabedoria econômica do planeta concentra seus esforços, hoje, em tentativas de limitar o desastre, e ninguém tem tempo para ficar pensando em questões tão primárias assim; a única coisa que interessa no momento para governos, bancos e empresas é salvar o que ainda pode ser salvo. A pergunta elementar fica esquecida, e isso é um excelente ponto de partida para que no futuro aconteça tudo outra vez.
J.R.Guzzo – Revista Veja – 15/10/2008 (com adaptações)
No trecho “Toda a sabedoria econômica do planeta...”, a expressão grifada pode ser substituída, sem perda do sentido original, por
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Existem barreiras, obstáculos e resistências à comunicação entre as pessoas. Algumas variáveis intervêm na comunicação e a afetam profundamente, tornando a mensagem transmitida diferente da recebida. São tipos de barreiras à comunicação, de acordo com Chiavenato (2008), EXCETO:
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TEXTO 2
PEÇO DESCULPAS
PEÇO DESCULPAS
Estou gravemente enfermo. Gostaria de manifestar publicamente minhas escusas a todos que confiaram cegamente em mim. Acreditaram em meu suposto poder de multiplicar fortunas. Depositaram em minhas mãos o fruto de anos de trabalho, de economias familiares, o capital de seus empreendimentos.
Peço desculpas a quem assiste às suas economias evaporarem pelas chaminés virtuais das bolsas de valores, bem como àqueles que se encontram asfixiados pela inadimplência, os juros altos, a escassez de crédito, a proximidade da recessão.
Sei que nas últimas décadas extrapolei meus próprios limites. Arvorei-me em rei Midas, criei em torno de mim uma legião de devotos, como se eu tivesse poderes divinos. Meus apóstolos – os economistas neoliberais – saíram pelo mundo a apregoar que a saúde financeira dos países estaria tanto melhor quanto mais eles se ajoelhassem a meus pés.
Fiz governos e opinião pública acreditarem que o meu êxito seria proporcional à minha liberdade. Desatei-me das amarras da produção e do Estado, das leis e da moralidade. Reduzi todos os valores ao cassino global das bolsas, transformei o crédito em produtos de consumo, convenci parcela significativa da humanidade que seria capaz de operar o milagre de fazer brotar dinheiro do próprio dinheiro, sem o lastro de bens e serviços.
Abracei a fé de que, diante das turbulências, eu seria capaz de me autorregular, como ocorria à natureza antes de ter seu equilíbrio afetado pela ação predatória da chamada civilização. Tornei-me onipotente, supus-me onisciente, impus-me ao planeta como onipresente. Globalizei-me.
Passei a jamais fechar os olhos. Se a Bolsa de Tóquio silenciava à noite, lá estava eu eufórico na de São Paulo. Se a de Nova York encerrava em baixa, eu me recompensava com a alta de Londres. Meu pregão em Wall Street fez de sua abertura uma liturgia televisionada para todo o orbe terrestre. Transformei-me na cornucópia de cuja boca muitos acreditavam que haveria sempre de jorrar riqueza fácil, imediata, abundante.
Peço desculpas por ter enganado a tantos em tão pouco tempo; em especial aos economistas que muito se esforçaram para tentar imunizar-me das influências do Estado. Sei que, agora, suas teorias derretem como suas ações, e o estado de depressão em que vivem se compara ao dos bancos e das grandes empresas.
Peço desculpas por induzir multidões a acolher, como santificadas, as palavras de meu sumo pontífice Alan Greenspan, que ocupou a sé financeira durante 19 anos. Admito ter ele incorrido no pecado mortal de manter os juros baixos, inferiores ao índice da inflação, por longo período. Assim, estimulou milhões de “usamericanos” à busca de realizarem o sonho da casa própria. Obtiveram créditos, compraram imóveis e, devido ao aumento da demanda, elevei os preços e pressionei a inflação. Para contê-la, o governo subiu os juros... e a inadimplência se multiplicou como uma peste, minando a suposta solidez do sistema bancário.
Sofri um colapso. Os paradigmas que me sustentavam foram engolidos pela imprevisibilidade do buraco negro da falta de crédito. A fonte secou. Com as sandálias da humildade nos pés, rogo ao Estado que me proteja de uma morte vergonhosa. Não posso suportar a idéia de que eu, e não uma revolução de esquerda, sou o único responsável pela progressiva estatização do sistema financeiro. Não posso imaginar-me tutelado pelos governos, como nos países socialistas. Logo agora que os bancos centrais, uma instituição pública, ganhavam autonomia em relação aos governos que os criaram e tomava assento na ceia de meus cardeais, o que vejo? Desmorona toda a cantilena de que fora de mim não há salvação.
Peço desculpas antecipadamente pela quebradeira que se desencadeará neste mundo globalizado. Adeus ao crédito consignado! Os juros subirão na proporção da insegurança generalizada. Fechadas as torneiras do crédito, o consumidor se armará de cautelas e as empresas padecerão a sede de capital; obrigadas a reduzir a produção, farão o mesmo com o número de trabalhadores. Países exportadores, como o Brasil, verão menos clientes do outro lado do balcão; portanto, trarão menos dinheiro para dentro de seu caixa e precisarão repensar suas políticas econômicas.
Peço desculpas aos contribuintes dos países ricos que veem seus impostos servirem de boia de salvamento de bancos e financeiras, fortuna que deveria ser aplicada em direitos sociais, preservação ambiental e cultura.
Eu, o mercado, peço desculpas por haver cometido tantos pecados e, agora, transferir a vocês o ônus da penitência. Sei que sou cínico, perverso, ganancioso. Só me resta suplicar para que o Estado tenha piedade de mim.
Não ouso pedir perdão a Deus, cujo lugar almejei ocupar. Suponho que, a esta hora, Ele me olha lá de cima com aquele mesmo sorriso irônico com que presenciou a derrocada da torre de Babel.
Frei Beto – Estado de Minas – 23/10/2008 (com adaptações)
No trecho “Ele me olha lá de cima com aquele mesmo sorriso irônico com que presenciou a derrocada da torre de Babel*” (linhas 44 e 45), a comparação entre “mercado” e construtores da “torre de Babel” deve-se ao seguinte elemento comum:
(* Segundo a narrativa bíblica no Gênesis na Bíblia, a torre de Babel era uma “torre construída por uma humanidade unida para chegar ao céu. Visto que o homem queria ser como Deus, Deus parou este projeto ao difundir a sua linguagem, para que cada um falasse uma língua diferente”. Como resultado, as pessoas já não conseguiam comunicar entre si e o trabalho foi parado. Os construtores foram depois dispersados às diferentes partes do mundo. Essa história é usada para explicar a existência de muitas línguas e raças diferentes.)
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