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Foram encontradas 384 questões.

2459485 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Leia o texto 2 para responder a questão.
TEXTO 2
MAMÃE NÃO TRABALHA
Era uma vez uma mulher que perdeu seu nome de batismo, ou melhor, trocou-o por outro muito usado!$ ^{(C)} !$: o de Mãe.
Sendo mãe, tornou-se uma pessoa essencialmente chata. A maior cobradora da paróquia: “Faça isso, faça aquilo...”.
O relógio toca. Começa a batalha.
_ Vamos acordar, pessoal!
Corre e liga a água para o café. O leite também (quando tem).
_ Vamos, crianças, vistam o uniforme.
O pai já está no banho.
_ Rápido. Tem aula.
Coa o café. Serve a mesa.
_ Vamos, pessoal. Olha a hora. Comam todo o pão. Escovem os dentes.
Pronto. O marido foi para o trabalho; e os filhos, para a escola.
Trocou de roupa, tirou a mesa, lavou a louça do café. Arrumou as camas. Varreu a casa. Retirou o pó dos móveis. Chegou o verdureiro. Feitas as compras, corre ao açougue. Aproveita a saída, passa pelo banco e paga as contas de água e luz.
Volta correndo. Faz o almoço.
_ Menino, não belisque sua irmã!
O pai pede que lave seu macacão. Conta que hoje o trabalho melhorou um pouco, mas é para cuidar das despesas. Breve repouso e volta ao serviço.
A mãe lava a louça do almoço. A filha seca os pratos; e o filho, os talheres e se manda para o quintal.
_ Crianças, façam a lição.
_ Sim, claro, arranjar figuras para a tarefa de Geografia.
Costurar a barra da calça do menino, pregar botão na blusa da menina!
_ Mãe, amanhã é aniversário da professora. Tenho que levar um bolo.
Pronto. O bolo está no forno. Enquanto assa, lava o macacão.
_ Tomem banho!
Providencia o jantar.
_ Não gosta de ovo? Tem que comer. Faz bem para a saúde.
Fiquem quietos. Deixem o pai assistir ao noticiário sossegado. Ele está cansado!$ ^{(B)} !$. Trabalhou o dia todo.
_ Vão para o banho! Já arrumaram o material para aula de amanhã? Mas que turma!
Todos deitados. Verificação total da casa. Deixa a mesa arrumada para o café matinal.
_ Ora veja! O menino se esqueceu de guardar um caderno.
Abriu-o!$ ^{(A)} !$. Deu uma olhada na lição. Ele preencheu uma página com dados pessoais!$ ^{(D)} !$: nome completo, data e local de nascimento e também dados familiares: Profissão do pai: mecânico. Profissão da mãe: não faz nada, só fica em casa.
Fonte: PRATES, Marilda. Reflexões e Ação – 5ª série. São Paulo: Editora do Brasil, 1984.
Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada NÃO apresenta o referente adequado:
 

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2459476 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Apresentam-se três reações:
I - !$ Zn+CuSO_4 \rightarrow Cu + ZnSO_4 !$
II - !$ AgNO_3 + NaC\ell \rightarrow NaNO_3+AgC\ell !$
III - !$ H_2O_2 \rightarrow H_2O + {\large{1 \over 2}}O_2 !$
Acerca das reações, marque a alternativa CORRETA:
 

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2459450 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Assinale a alternativa que apresenta tipos de defeitos provenientes do processo de secagem da madeira:
 

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2459425 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Leia o texto 2 para responder a questão.
TEXTO 2
MAMÃE NÃO TRABALHA
Era uma vez uma mulher que perdeu seu nome de batismo, ou melhor, trocou-o por outro muito usado: o de Mãe.
Sendo mãe, tornou-se uma pessoa essencialmente chata. A maior cobradora da paróquia: “Faça isso, faça aquilo...”.
O relógio toca. Começa a batalha.
_ Vamos acordar, pessoal!
Corre e liga a água para o café. O leite também (quando tem).
_ Vamos, crianças, vistam o uniforme.
O pai já está no banho.
_ Rápido. Tem aula.
Coa o café. Serve a mesa.
_ Vamos, pessoal. Olha a hora. Comam todo o pão. Escovem os dentes.
Pronto. O marido foi para o trabalho; e os filhos, para a escola.
Trocou de roupa, tirou a mesa, lavou a louça do café. Arrumou as camas. Varreu a casa. Retirou o pó dos móveis. Chegou o verdureiro. Feitas as compras, corre ao açougue. Aproveita a saída, passa pelo banco e paga as contas de água e luz.
Volta correndo. Faz o almoço.
_ Menino, não belisque sua irmã!
O pai pede que lave seu macacão. Conta que hoje o trabalho melhorou um pouco, mas é para cuidar das despesas. Breve repouso e volta ao serviço.
A mãe lava a louça do almoço. A filha seca os pratos; e o filho, os talheres e se manda para o quintal.
_ Crianças, façam a lição.
_ Sim, claro, arranjar figuras para a tarefa de Geografia.
Costurar a barra da calça do menino, pregar botão na blusa da menina!
_ Mãe, amanhã é aniversário da professora. Tenho que levar um bolo.
Pronto. O bolo está no forno. Enquanto assa, lava o macacão.
_ Tomem banho!
Providencia o jantar.
_ Não gosta de ovo? Tem que comer. Faz bem para a saúde.
Fiquem quietos. Deixem o pai assistir ao noticiário sossegado. Ele está cansado. Trabalhou o dia todo.
_ Vão para o banho! Já arrumaram o material para aula de amanhã? Mas que turma!
Todos deitados. Verificação total da casa. Deixa a mesa arrumada para o café matinal.
_ Ora veja! O menino se esqueceu de guardar um caderno.
Abriu-o. Deu uma olhada na lição. Ele preencheu uma página com dados pessoais: nome completo, data e local de nascimento e também dados familiares: Profissão do pai: mecânico. Profissão da mãe: não faz nada, só fica em casa.
Fonte: PRATES, Marilda. Reflexões e Ação – 5ª série. São Paulo: Editora do Brasil, 1984.
O texto “Mamãe não trabalha” faz uma reflexão sobre:
 

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Leia o texto 1 para responder a questão.
TEXTO 1
TRABALHAR, TRABALHAR, TRABALHAR...
Já está na hora de encerrarmos de vez aquele papo-dito-popular de que trabalhador brasileiro é preguiçoso, malemolente, louco para não fazer nada e coisital. Ou trabalha se for apertado. Andei consultando uns dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho), agência multilateral ligada à ONU. Lá está: na indústria, semanalmente, trabalhamos 8 horas a mais que o americano, 11 horas a mais que o alemão e empatamos com os tigres asiáticos. Isso, não computando às estatísticas a nossa portentosa e corajosa criatividade.
E a nossa capacidade de sobrevivência? Vai aí um caso apenas, para ilustrar.
O baiano Vildomar Aparecido dos Santos (vulgo Baião de Dois) ficou perdido por seis meses em Bagdá. Não sabia falar um a de árabe. E mal escrevia o nome. Mas se virou, vendendo bugigangas e salamaleques no suki de Rusafa. Até ser descoberto pelo pessoal da imprensa, com saia, turbante e tudo... E já arranhando o árabe direitinho.
Caminhoneiro nosso, por exemplo, rala três vezes mais que os americanos ou os franceses. E se pegarmos a coisa pelo viés da economia informal? Aí é que o urubu viaja. Camelô, por exemplo, não fica na raleira do centro da cidade menos que 12 horas diárias. E é de segunda a sábado. O que dá 72 horas por semana. Fora domingo, quando o camarada ainda faz mutirão pra ajudar vizinho a levantar o barraco. Ou muda de ramo, pra fazer mais biscate, ali, onde houver maior ajuntamento de povo. É só fazer um circuito pelo centro da cidade pra ver, ouvir e conferir. E trampando o feio, pro bonito comer.
Aí me pergunto: pra quê? Pra entregar pro desgoverno, em nome do chamado imposto-cidadão? E que imposto é esse que nos volta, apenas, com o nome de corrupção? É pra pagar a prestação de um sonho ou reinvestir no pesadelo? Qual o perfil de dignidade que deveria sobrar na alma desse trabalhador, após um dia inteiro de correria da polícia, dos fiscais da prefeitura e até dos próprios patrões?
“O trabalho dignifica o homem”, está nos livros. Mas vá a gente, outrora pequenos burgueses (os que agora habitamos a pirâmide da famigerada Classe C ou D), enfrentar uma onça dessas?
Colega meu de Sampa, professor desempregado e meio maluco, foi ao Paraguai. Comprou tudo o que lhe sobrou do FGTS em mercadorias batizadas. Depois fez o teste: “alugou”, por um dia, um determinado ponto na 25 de Março. Montou a banca e vendeu tudo o que quis. Voltou com bolhas nos pés, garganta rouca e olho ardendo. Coluna empenada, cecê no sovaco e zumbido no ouvido. Taquicardia, pressão alta e estresse suficiente pra um mês inteiro. Diz que nunca mais volta. É o inferno travestido de purgatório. Melhor ser professor desempregado... Ou intelectual autônomo da palavra.
E eu nem falei ainda dos milhões de brasileiros que – apesar do Estatuto da Criança e do Adolescente – começam a trabalhar antes dos 14 anos. Já trocando o lápis pela foice, pelos sinais de trânsito e pela enxada.
Fonte: Antonio Barreto (Fragmento) Adaptado.
Acesso em 09/11/2012.
O texto se configura como:
 

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2459390 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
O DNA e o RNA são constituídos de muitos nucleotídeos e cada nucleotídeo, na maioria dos seres vivos, é composto por um grupo fosfato, uma pentose e uma base nitrogenada. A diferença entre os nucleotídeos de DNA e RNA se estabelece:
 

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2459324 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Leia o texto 2 para responder a questão.
TEXTO 2
MAMÃE NÃO TRABALHA
Era uma vez uma mulher que perdeu seu nome de batismo, ou melhor, trocou-o por outro muito usado: o de Mãe.
Sendo mãe, tornou-se uma pessoa essencialmente chata. A maior cobradora da paróquia: “Faça isso, faça aquilo...”.
O relógio toca. Começa a batalha.
_ Vamos acordar, pessoal!
Corre e liga a água para o café. O leite também (quando tem).
_ Vamos, crianças, vistam o uniforme.
O pai já está no banho.
_ Rápido. Tem aula.
Coa o café. Serve a mesa.
_ Vamos, pessoal. Olha a hora. Comam todo o pão. Escovem os dentes.
Pronto. O marido foi para o trabalho; e os filhos, para a escola.
Trocou de roupa, tirou a mesa, lavou a louça do café. Arrumou as camas. Varreu a casa. Retirou o pó dos móveis. Chegou o verdureiro. Feitas as compras, corre ao açougue. Aproveita a saída, passa pelo banco e paga as contas de água e luz.
Volta correndo. Faz o almoço.
_ Menino, não belisque sua irmã!
O pai pede que lave seu macacão. Conta que hoje o trabalho melhorou um pouco, mas é para cuidar das despesas. Breve repouso e volta ao serviço.
A mãe lava a louça do almoço. A filha seca os pratos; e o filho, os talheres e se manda para o quintal.
_ Crianças, façam a lição.
_ Sim, claro, arranjar figuras para a tarefa de Geografia.
Costurar a barra da calça do menino, pregar botão na blusa da menina!
_ Mãe, amanhã é aniversário da professora. Tenho que levar um bolo.
Pronto. O bolo está no forno. Enquanto assa, lava o macacão.
_ Tomem banho!
Providencia o jantar.
_ Não gosta de ovo? Tem que comer. Faz bem para a saúde.
Fiquem quietos. Deixem o pai assistir ao noticiário sossegado. Ele está cansado. Trabalhou o dia todo.
_ Vão para o banho! Já arrumaram o material para aula de amanhã? Mas que turma!
Todos deitados. Verificação total da casa. Deixa a mesa arrumada para o café matinal.
_ Ora veja! O menino se esqueceu de guardar um caderno.
Abriu-o. Deu uma olhada na lição. Ele preencheu uma página com dados pessoais: nome completo, data e local de nascimento e também dados familiares: Profissão do pai: mecânico. Profissão da mãe: não faz nada, só fica em casa.
Fonte: PRATES, Marilda. Reflexões e Ação – 5ª série. São Paulo: Editora do Brasil, 1984.
No texto, a expressão “A maior cobradora da paróquia” revela que:
 

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Leia o texto 1 para responder a questão.
TEXTO 1
TRABALHAR, TRABALHAR, TRABALHAR...
Já está na hora de encerrarmos de vez aquele papo-dito-popular de que trabalhador brasileiro é preguiçoso, malemolente, louco para não fazer nada e coisital.!$ ^{(B)} !$ Ou trabalha se for apertado. Andei consultando uns dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho), agência multilateral ligada à ONU. Lá está: na indústria, semanalmente, trabalhamos 8 horas a mais que o americano, 11 horas a mais que o alemão e empatamos com os tigres asiáticos. Isso, não computando às estatísticas a nossa portentosa e corajosa criatividade.
E a nossa capacidade de sobrevivência? Vai aí um caso apenas, para ilustrar.
O baiano Vildomar Aparecido dos Santos (vulgo Baião de Dois) ficou perdido por seis meses em Bagdá. Não sabia falar um a de árabe. E mal escrevia o nome. Mas se virou, vendendo bugigangas e salamaleques no suki de Rusafa. Até ser descoberto pelo pessoal da imprensa, com saia, turbante e tudo... E já arranhando o árabe direitinho.
Caminhoneiro nosso, por exemplo, rala três vezes mais que os americanos ou os franceses. E se pegarmos a coisa pelo viés da economia informal? Aí é que o urubu viaja.!$ ^{(A)} !$ Camelô, por exemplo, não fica na raleira do centro da cidade menos que 12 horas diárias. E é de segunda a sábado. O que dá 72 horas por semana. Fora domingo, quando o camarada ainda faz mutirão pra ajudar vizinho a levantar o barraco. Ou muda de ramo, pra fazer mais biscate, ali, onde houver maior ajuntamento de povo. É só fazer um circuito pelo centro da cidade pra ver, ouvir e conferir. E trampando o feio, pro bonito comer.!$ ^{(D)} !$
Aí me pergunto: pra quê? Pra entregar pro desgoverno, em nome do chamado imposto-cidadão? E que imposto é esse que nos volta, apenas, com o nome de corrupção? É pra pagar a prestação de um sonho ou reinvestir no pesadelo? Qual o perfil de dignidade que deveria sobrar na alma desse trabalhador, após um dia inteiro de correria da polícia, dos fiscais da prefeitura e até dos próprios patrões?
“O trabalho dignifica o homem”, está nos livros. Mas vá a gente, outrora pequenos burgueses (os que agora habitamos a pirâmide da famigerada Classe C ou D), enfrentar uma onça dessas?
Colega meu de Sampa, professor desempregado e meio maluco, foi ao Paraguai. Comprou tudo o que lhe sobrou do FGTS em mercadorias batizadas. Depois fez o teste: “alugou”, por um dia, um determinado ponto na 25 de Março. Montou a banca e vendeu tudo o que quis. Voltou com bolhas nos pés, garganta rouca e olho ardendo. Coluna empenada, cecê no sovaco e zumbido no ouvido. Taquicardia, pressão alta e estresse suficiente pra um mês inteiro. Diz que nunca mais volta. É o inferno travestido de purgatório.!$ ^{(C)} !$ Melhor ser professor desempregado... Ou intelectual autônomo da palavra.
E eu nem falei ainda dos milhões de brasileiros que – apesar do Estatuto da Criança e do Adolescente – começam a trabalhar antes dos 14 anos. Já trocando o lápis pela foice, pelos sinais de trânsito e pela enxada.
Fonte: Antonio Barreto (Fragmento) Adaptado.
Acesso em 09/11/2012.
No texto, o autor faz uso de algumas expressões e frases próprias da língua oral. Assinale a alternativa que corresponde ao uso formal da língua:
 

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2459263 Ano: 2013
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
A operação que tem como finalidade promover a desagregação de camadas compactadas a fim de facilitar a penetração das raízes e melhorar a infiltração de água no solo é a:
 

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2459235 Ano: 2013
Disciplina: Veterinária
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Quanto ao uso de antibióticos na produção animal, é INCORRETO afirmar que:
 

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