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Foram encontradas 70 questões.

2456243 Ano: 2013
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Em relação às propriedades ACID (Atomicidade, Consistência, Isolamento, Durabilidade) de transações em bancos de dados, considere as seguintes proposições:
I – Atomicidade: cada operação contida em uma transação é processada de forma atômica, independentemente de as demais operações da transação serem concluídas ou não.
II – Consistência: uma transação preserva a propriedade de consistência de um banco de dados se sua execução completa acarreta uma transição de um estado inconsistente para outro estado consistente.
III – Isolamento: uma transação deve ser executada de forma isolada de outras transações. A execução de uma transação não deve interferir na execução de nenhuma outra transação que estiver sendo executada de forma concorrente.
IV – Durabilidade: As mudanças aplicadas sobre o banco de dados, após efetuar uma transação, devem persistir no banco. Após a execução com sucesso da transação, as alterações efetuadas no banco não devem ser perdidas por conta de falhas.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2456061 Ano: 2013
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Considere as seguintes proposições sobre sistemas de banco de dados:
I – O esquema interno de um banco de dados descreve a estrutura do armazenamento físico do banco de dados.
II – O esquema conceitual descreve a estrutura de cada parte do banco de dados em baixo nível, para os desenvolvedores dos sistemas gerenciadores de banco de dados.
III – A visão externa do banco de dados constitui-se de um conjunto de comandos em linguagem de programação, sem distinguir os diferentes grupos de usuários que utilizam diferentes tipos de dados.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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TEXTO
O SUMIÇO DO PEN DRIVE
Houve época em que a força bruta era poder. Houve uma época em que a riqueza era poder. Hoje, informação é poder. Quanto mais informados (mas notem, isto não tem a ver necessariamente com conhecimento ou com sabedoria), mais poderosos somos, ao menos teoricamente(a). Daí esta avalanche, este tsunami de informações. A cotação do dólar, a taxa de inflação, o número de casos de determinada doença, candidatos dos vários partidos, a escalação de times de futebol – nomes e números em profusão, que nos chegam por jornais, revistas, livros, filmes, noticiários de rádio, internet, e que tratamos de armazenar em nossa mente.
Aí surge o problema: para armazenar a informação, a natureza nos deu um cérebro, que é a sede da memória(c). E nesta memória queremos enfiar o máximo possível de informações. Diferente da memória do computador, porém, a nossa é governada por fatores que nada têm a ver com a informática. O estado de nossas células cerebrais, as nossas emoções; tudo isso pode representar uma limitação para nossa capacidade de lembrar. Coisa que sistematicamente negamos. Como alguém que está se preparando para uma longa viagem (e o que é a vida, senão uma viagem que esperamos longa?), tratamos de socar na mala da memória a maior quantidade possível de coisas. As malas até podem se submeter, mas a memória simplesmente não aceita a nossa irracionalidade.
Felizmente a tecnologia tem vindo em nosso auxílio. Primeiro foi o computador propriamente dito, com sua memória cada vez maior; depois, vieram os dispositivos de armazenamento, os CDs, os pen drives(b). Coisa incrível, o pen drive: um pequeno objeto no qual cabe uma existência, ou pelo menos uma importante parte dela. Para quem, como eu, viaja bastante e tem de trabalhar em aviões ou em hotéis, é um recurso precioso. No meu pen drive eu tinha artigos, material de consulta, endereços, telefones. A primeira coisa que eu fazia, ao sair de casa para ir ao aeroporto era colocar o pen drive num lugar que eu imaginava seguro: o bolso da camisa. Seguro – e simbólico, já que o pen drive ficava próximo ao coração.
Vocês já notaram que estou usando os verbos no passado – passado imperfeito, aliás. E isso por boas razões. Esses tempos, ao chegar ao aeroporto, meti a mão no bolso para dali retirar o pen drive. Mas não encontrei pen drive algum. Encontrei um buraco, verdade que pequeno, mas de tamanho suficiente para dar passagem (ou para dar a liberdade?) ao pen drive. Que tinha caído por ali.
Um transtorno, portanto. Perguntei no aeroporto, entrei em contato com o táxi que me trouxera, liguei para casa: nada(d). O pen drive tinha mesmo sumido. O buraco da camisa era, portanto, um buraco negro, aqueles orifícios do universo em que toda a energia é sugada e some. Antes que vocês me repreendam, devo dizer que tinha tomado minhas precauções: havia cópia de todo o material, nada se perdeu. Mas o episódio me inspirou várias reflexões. De repente eu me dava conta de como nossa existência é frágil, de como somos governados pelo acaso e pelo imprevisto. Nenhuma queixa contra o pen drive, que veio para ficar; aliás, meu palpite é que, no dia do Juízo Final, cada um de nós vai inserir o pen drive de sua vida no Grande Computador Celestial. Virtudes e pecados serão instantaneamente cotejados e o destino final, Céu ou Inferno, decidido de imediato. Pergunta: o que acontecerá com aqueles que, por causa de um buraco na camisa, perderam o pen drive?.
Fonte: Moacyr Scliar. Zero Hora (RS), 11/5/2010.
Disponível em: http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=10352&sid=695.
Acesso em: 31/7/2013.
Considerando o contexto em que os fragmentos ocorrem, analise as asserções e assinale a alternativa CORRETA.
 

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2455563 Ano: 2013
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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As seguintes afirmativas sobre a associação de discos em RAID (Redundant Array of Independent Drives) são corretas, EXCETO:
 

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TEXTO
A CARA VIDA MODERNA
Meu primeiro celular parecia um tijolo. Difícil de carregar. Pior ainda, de funcionar. A linha vivia com sinal de ocupado. Mesmo assim era um luxo! Lembro quando liguei pela primeira vez para minha amiga Vera:
— Estou em Brasília, no meu celular — contei.
— Também quero um! — ela gritou, entusiasmada.
De novidade, tornou-se essencial. Agora esses aparelhos são mínimos, fotografam, tocam músicas e acessam a internet. Viver sem um é estar desconectado(d). No fim do mês vem a conta. Sempre me assusto! As operadoras oferecem pacotes. E de pacote em pacote às vezes eu me sinto embrulhado! Compro por puro entusiasmo uma série de serviços que não uso depois! Um amigo meu tem três celulares. Durante um jantar, falava em todos ao mesmo tempo, enquanto eu tentava conversar. Imagino a conta!
A cada dia inventam algo que imediatamente se torna indispensável. Impossível encontrar um adolescente que não sinta necessidade de um laptop. Se não tem, voa para uma lan house. A internet ficou tão importante quanto as calças que estou vestindo. O laptop de um jovem ator quebrou às vésperas de ele sair em turnê pelo país com um espetáculo. Está desesperado.
— Vou perder meu contato com o mundo!
É verdade! E-mails, redes de relacionamento e blogs são vitais para boa parte das pessoas. Tudo isso custa: o orçamento cresce em eletricidade, conexões de banda larga e equipamentos — os avanços são rápidos, é preciso renovar sempre. Falando em avanços: um amigo formou uma excelente coleção de clássicos de cinema em vídeo. Jogou fora e iniciou outra ao surgir o DVD. Agora veio o Blu-ray. O coitado quase explodiu de tão estressado! Mas é impossível permanecer com o equipamento antigo. Em pouco tempo some das lojas. Toca comprar tudo novo!
A TV por assinatura tornou-se um sonho de consumo. E os televisores em si? Todo dia fico sabendo de uma tela maior, mais fina e com melhor imagem. Sem falar nos eletrodomésticos, mais e mais sofisticados. Quando comprei o meu primeiro freezer, há muito tempo, um amigo riu:
— Para que uma coisa dessas?
Hoje ninguém dispensa um freezer. Qualquer item da vida pode se sofisticar: faz-se café expresso em casa, sorvete, iogurte e até pão. Ninguém tem tudo, é fato. Mas todo mundo tenta ter algum novo e fantástico produto!(a)
Passada a garantia, é difícil consertar qualquer aparelho. O preço raramente compensa. E logo quebra de novo, mesmo porque muitos técnicos de antigamente perderam o pé nos digitais!
Viver ficou muito mais caro. Antes eu parava o carro na rua, agora é Zona Azul ou estacionamento particular; os cinemas aumentaram o valor dos ingressos porque investem em tecnologia; cabeleireiros sofisticaram os produtos; banho em cachorro é melhor no pet shop; é essencial um cartão de crédito, mas vem a anuidade. Além de um bom plano de saúde, é ideal também um de aposentadoria. Tenho certeza: daqui a pouco descobrirei algo absolutamente essencial de cuja existência até agora não tinha o menor conhecimento!
Mas os salários não subiram na mesma proporção. No passado era mais fácil cortar gastos. Agora, não. Muitas despesas não podem mais sair do orçamento(c). Contatos profissionais, bancários e muitos serviços públicos acontecem através de celulares e da internet(b). Já conheci gente com falta de dinheiro para comer, mas sem poder abdicar do celular!
Fonte: Walcyr Carrasco.
Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/materia/a-cara-vida-moderna.
Acesso em: 31/7/2013.
O trecho que justifica o título do texto é:
 

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2455226 Ano: 2013
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Sobre o Modelo Entidade-Relacionamento (MER) e Modelo Relacional, é correto afirmar, EXCETO:
 

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Uma pequena bola é lançada em um sistema vertical de tubos configurados, conforme o esquema abaixo. Em cada ponto de bifurcação, a probabilidade de a bola seguir pelo tubo à direita ou pelo tubo à esquerda está também expressa no esquema.
Enunciado 2794899-1
A probabilidade de que a bola caia na cesta A é de:
 

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2454978 Ano: 2013
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Considere o seguinte shell script:
#!/bin/bash
clear
touch resultado
for i in {10..1}
do
let j=($i % 2)
if [ $j -ne 1 ]
then
echo $i >> resultado
fi
done
Assinale a alternativa que contém somente os valores a serem impressos no arquivo de saída resultado.
 

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2454367 Ano: 2013
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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As atuais arquiteturas de computadores empregam a técnica de memórias virtuais. As afirmativas sobre memória virtual estão corretas, EXCETO:
 

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Uma análise de custos de uma empresa de ônibus mostrou que, se os carros transitarem sempre na sua capacidade máxima, o preço da tarifa deveria ser de R$ 1,00 por passageiro. A empresa, porém, argumenta que a tarifa não pode custar R$ 1,00 porque os ônibus não circulam sempre com 100% da capacidade máxima. Para uma decisão sobre essa questão, solicitou-se da empresa informação sobre o percentual de ocupação dos carros durante as viagens. A empresa forneceu a tabela, na qual a primeira coluna representa o percentual de ocupação dos carros, e a segunda coluna, o percentual de viagens que foram feitas com o percentual de ocupação (por exemplo, na primeira linha, informa-se que 5% das viagens foram feitas com uma ocupação de apenas 10% da capacidade máxima dos ônibus).
Percentual de ocupação dos carros Percentual de viagens
10 5
30 15
50 60
70 15
90 5
De acordo com a tabela, o preço da tarifa deve ser de:
 

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