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TEXTO 1
DAS PEDRAS
Ajuntei todas as pedras
que vieram sobre mim.(b)
Levantei uma escada muito alta
e no alto subi.(c)
Teci um tapete floreado
e no sonho me perdi.
Uma estrada,
um leito,
uma casa,
um companheiro.
Tudo de pedra.
Entre pedras
cresceu a minha poesia.
Minha vida...
Quebrando pedras
e plantando flores(a).
Entre pedras que me esmagavam
Levantei a pedra rude
dos meus versos.(d)
Fonte: Cora Coralina. Disponível em: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/07/17/das-pedras-cora-coralina-206132.asp Acesso em: 31/7/2013.
TEXTO 2
ASSIM EU VEJO A VIDA
A vida tem duas faces:
Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado(a)
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar(b)
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.
Fonte: Cora Coralina. Disponível em: http://www.releituras.com/coracoralina_vida.asp
Acesso em: 31/7/2013.
Com referência às estruturas linguísticas, assinale a alternativa CORRETA:
 

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2458831 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
A escolha de um software para informatização de uma biblioteca ou unidade de informação deve levar em conta vários aspectos, segundo Corte (2002); sobre a concepção deste autor, apresentam-se quatro proposições I, II, III e IV:
I – A cultura, missão, objetivos e programas de trabalhos da instituição.
II – As características dos bibliotecários da biblioteca a ser informatizada.
III – Os interesses e necessidades de informação dos usuários.
IV – O parque tecnológico existente na instituição e os recursos humanos disponíveis.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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TEXTO
O SUMIÇO DO PEN DRIVE
Houve época em que a força bruta era poder. Houve uma época em que a riqueza era poder. Hoje, informação é poder. Quanto mais informados (mas notem, isto não tem a ver necessariamente com conhecimento ou com sabedoria), mais poderosos somos, ao menos teoricamente. Daí esta avalanche, este tsunami de informações. A cotação do dólar, a taxa de inflação, o número de casos de determinada doença, candidatos dos vários partidos, a escalação de times de futebol – nomes e números em profusão, que nos chegam por jornais, revistas, livros, filmes, noticiários de rádio, internet, e que tratamos de armazenar em nossa mente.
Aí surge o problema: para armazenar a informação, a natureza nos deu um cérebro, que é a sede da memória. E nesta memória queremos enfiar o máximo possível de informações. Diferente da memória do computador, porém, a nossa é governada por fatores que nada têm a ver com a informática. O estado de nossas células cerebrais, as nossas emoções; tudo isso pode representar uma limitação para nossa capacidade de lembrar. Coisa que sistematicamente negamos. Como alguém que está se preparando para uma longa viagem (e o que é a vida, senão uma viagem que esperamos longa?), tratamos de socar na mala da memória a maior quantidade possível de coisas. As malas até podem se submeter, mas a memória simplesmente não aceita a nossa irracionalidade.
Felizmente a tecnologia tem vindo em nosso auxílio. Primeiro foi o computador propriamente dito, com sua memória cada vez maior; depois, vieram os dispositivos de armazenamento, os CDs, os pen drives. Coisa incrível, o pen drive: um pequeno objeto no qual cabe uma existência, ou pelo menos uma importante parte dela. Para quem, como eu, viaja bastante e tem de trabalhar em aviões ou em hotéis, é um recurso precioso. No meu pen drive eu tinha artigos, material de consulta, endereços, telefones. A primeira coisa que eu fazia, ao sair de casa para ir ao aeroporto era colocar o pen drive num lugar que eu imaginava seguro: o bolso da camisa. Seguro – e simbólico, já que o pen drive ficava próximo ao coração.
Vocês já notaram que estou usando os verbos no passado – passado imperfeito, aliás. E isso por boas razões. Esses tempos, ao chegar ao aeroporto, meti a mão no bolso para dali retirar o pen drive. Mas não encontrei pen drive algum. Encontrei um buraco, verdade que pequeno, mas de tamanho suficiente para dar passagem (ou para dar a liberdade?) ao pen drive. Que tinha caído por ali.
Um transtorno, portanto. Perguntei no aeroporto, entrei em contato com o táxi que me trouxera, liguei para casa: nada. O pen drive tinha mesmo sumido. O buraco da camisa era, portanto, um buraco negro, aqueles orifícios do universo em que toda a energia é sugada e some. Antes que vocês me repreendam, devo dizer que tinha tomado minhas precauções: havia cópia de todo o material, nada se perdeu. Mas o episódio me inspirou várias reflexões. De repente eu me dava conta de como nossa existência é frágil, de como somos governados pelo acaso e pelo imprevisto. Nenhuma queixa contra o pen drive, que veio para ficar; aliás, meu palpite é que, no dia do Juízo Final, cada um de nós vai inserir o pen drive de sua vida no Grande Computador Celestial. Virtudes e pecados serão instantaneamente cotejados e o destino final, Céu ou Inferno, decidido de imediato. Pergunta: o que acontecerá com aqueles que, por causa de um buraco na camisa, perderam o pen drive?.
Fonte: Moacyr Scliar. Zero Hora (RS), 11/5/2010.
Disponível em: http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=10352&sid=695.
Acesso em: 31/7/2013.
Leia o fragmento:
ao chegar ao aeroporto, meti a mão no bolso para dali retirar o pen drive. Mas não encontrei pen drive algum. Encontrei um buraco, verdade que pequeno, mas de tamanho suficiente para dar passagem (ou para dar a liberdade?) ao pen drive. Que tinha caído por ali.
Analise as proposições:
I – A repetição do termo “pen drive” constitui uma prática viciosa, que prejudica a produção de sentidos por parte do leitor.
II – o trecho “verdade que pequeno” constitui uma opção redacional, que intensifica a argumentação.
III – a utilização do trecho entre parênteses constitui uma intervenção retórica do autor para interromper a estrutura sintática do período para relativizar a afirmação do enunciado anterior.
IV – a opção do autor por iniciar a frase “Que tinha caído por ali” corresponde às prescrições da gramática normativa.
Assinale a alternativa CORRETA:
 

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2457938 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Em bibliotecas digitais, há, segundo Tammaro e Salarelli (2008), um desafio que está relacionado com o atendimento do usuário remoto, além do aspecto organizacional, implica na necessidade de reconhecer um comportamento diferente do usuário em rede. Apresentam-se, a seguir, três proposições I, II e III sobre os problemas a serem superados na relação da biblioteca digital com o usuário, segundo tais autores:
I – A necessidade de encontrar o equilíbrio entre as múltiplas comunidades que terão acesso à biblioteca digital.
II – Criar conhecimentos, facilitar as colaborações de trabalho e reconhecer os indicadores de credibilidade.
III – A biblioteca digital é um objeto limite que inclui certa tensão entre o atendimento do público, em geral, e o atendimento personalizado.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2457668 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
De acordo com Rebelo (2011), em uma biblioteca universitária, é necessário atuação em conjunto de uma equipe de bibliotecários. Entre esses profissionais, existe um cujo papel principal é compreender as estruturas do conhecimento registrado onde eles existam e auxiliar no processo de estruturação onde não existam. Trata-se do:
 

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2457408 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
As quatro primeiras leis da biblioteconomia, segundo Ranganathan (2009), mostram o espírito que deve caracterizar a gerência e a administração das bibliotecas. A quinta lei da biblioteconomia versa sobre características essenciais e perenes da Biblioteca como instituição e exige a necessidade de uma constante adaptação da perspectiva ao se lidar com a biblioteca. Essa lei enuncia o princípio fundamental que deve presidir o planejamento e organização das bibliotecas.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2456299 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
A Classificação Decimal de Dewey (CDD) utiliza o recurso de síntese para classificar assuntos interdisciplinares ou compostos, segundo Silva (2013); para isso, traz notas de síntese que orientam os classificadores sobre como essa fusão de números deve ser realizada.
Enunciado 2814909-1
Assim, de acordo com a nota de síntese acima, o número de classificação final para o assunto “Comércio de café” é:
 

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TEXTO
O SUMIÇO DO PEN DRIVE
Houve época em que a força bruta era poder. Houve uma época em que a riqueza era poder. Hoje, informação é poder. Quanto mais informados (mas notem, isto não tem a ver necessariamente com conhecimento ou com sabedoria), mais poderosos somos, ao menos teoricamente(a). Daí esta avalanche, este tsunami de informações. A cotação do dólar, a taxa de inflação, o número de casos de determinada doença, candidatos dos vários partidos, a escalação de times de futebol – nomes e números em profusão, que nos chegam por jornais, revistas, livros, filmes, noticiários de rádio, internet, e que tratamos de armazenar em nossa mente.
Aí surge o problema: para armazenar a informação, a natureza nos deu um cérebro, que é a sede da memória(c). E nesta memória queremos enfiar o máximo possível de informações. Diferente da memória do computador, porém, a nossa é governada por fatores que nada têm a ver com a informática. O estado de nossas células cerebrais, as nossas emoções; tudo isso pode representar uma limitação para nossa capacidade de lembrar. Coisa que sistematicamente negamos. Como alguém que está se preparando para uma longa viagem (e o que é a vida, senão uma viagem que esperamos longa?), tratamos de socar na mala da memória a maior quantidade possível de coisas. As malas até podem se submeter, mas a memória simplesmente não aceita a nossa irracionalidade.
Felizmente a tecnologia tem vindo em nosso auxílio. Primeiro foi o computador propriamente dito, com sua memória cada vez maior; depois, vieram os dispositivos de armazenamento, os CDs, os pen drives(b). Coisa incrível, o pen drive: um pequeno objeto no qual cabe uma existência, ou pelo menos uma importante parte dela. Para quem, como eu, viaja bastante e tem de trabalhar em aviões ou em hotéis, é um recurso precioso. No meu pen drive eu tinha artigos, material de consulta, endereços, telefones. A primeira coisa que eu fazia, ao sair de casa para ir ao aeroporto era colocar o pen drive num lugar que eu imaginava seguro: o bolso da camisa. Seguro – e simbólico, já que o pen drive ficava próximo ao coração.
Vocês já notaram que estou usando os verbos no passado – passado imperfeito, aliás. E isso por boas razões. Esses tempos, ao chegar ao aeroporto, meti a mão no bolso para dali retirar o pen drive. Mas não encontrei pen drive algum. Encontrei um buraco, verdade que pequeno, mas de tamanho suficiente para dar passagem (ou para dar a liberdade?) ao pen drive. Que tinha caído por ali.
Um transtorno, portanto. Perguntei no aeroporto, entrei em contato com o táxi que me trouxera, liguei para casa: nada(d). O pen drive tinha mesmo sumido. O buraco da camisa era, portanto, um buraco negro, aqueles orifícios do universo em que toda a energia é sugada e some. Antes que vocês me repreendam, devo dizer que tinha tomado minhas precauções: havia cópia de todo o material, nada se perdeu. Mas o episódio me inspirou várias reflexões. De repente eu me dava conta de como nossa existência é frágil, de como somos governados pelo acaso e pelo imprevisto. Nenhuma queixa contra o pen drive, que veio para ficar; aliás, meu palpite é que, no dia do Juízo Final, cada um de nós vai inserir o pen drive de sua vida no Grande Computador Celestial. Virtudes e pecados serão instantaneamente cotejados e o destino final, Céu ou Inferno, decidido de imediato. Pergunta: o que acontecerá com aqueles que, por causa de um buraco na camisa, perderam o pen drive?.
Fonte: Moacyr Scliar. Zero Hora (RS), 11/5/2010.
Disponível em: http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=10352&sid=695.
Acesso em: 31/7/2013.
Considerando o contexto em que os fragmentos ocorrem, analise as asserções e assinale a alternativa CORRETA.
 

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2455692 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
A implantação do Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras, RIUFLA, mostra-se como um importante meio para cumprir a missão de disseminar a cultura acadêmica e o conhecimento científico e tecnológico na sociedade, segundo Medeiros et al. (2012). Apresentam-se, a seguir, sobre tal concepção, três proposições I, II e III:
I – Oferecer à comunidade universitária um espaço para armazenar a informação produzida, divulgar suas pesquisas científicas e preservar a produção científica, acadêmica e corporativa da instituição, garantindo a sua memória histórica.
II – Fornecer indicadores sobre o rendimento científico da universidade e reduzir as possibilidades de plágios, pois ao disseminá-lo amplamente, favorece o registro da autoria e facilita a indicação na compra de livros.
III – Gerenciar os direitos de propriedade intelectual da instituição e permitir a transparência e a governança na administração dos recursos alocados à pesquisa científica, visando a otimizar os gastos públicos com a ciência.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2455256 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Segundo Spudeit, Viapiana e Vitorino (2010), a Educação a Distância (EAD) vem crescendo nos últimos anos, exigindo a formação de uma equipe multidisciplinar para atuar principalmente como mediadora entre o conhecimento e os alunos. Nesse contexto, defende-se a participação do bibliotecário, com a importante função de:
 

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