Foram encontradas 70 questões.
Relacione a coluna II à coluna I.
| Coluna I | Coluna II |
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1 –
Readaptação
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( ) É a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens.
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2 –
Reversão
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( ) É o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado e decorrerá da inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo, ou da reintegração do anterior ocupante.
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3 –
Reintegração
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( ) É a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental, verificada em inspeção médica.
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4 –
Recondução
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( ) É o retorno à atividade de servidor aposentado: por invalidez, quando junta médica oficial declarar insubsistente os motivos da aposentadoria; ou no interesse da administração, conforme especificado.
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( ) Será efetivada em cargo de atribuições afins, respeitada a habilitação exigida, nível de escolaridade e equivalência de vencimentos e, na hipótese de inexistência de cargo vago, o servidor exercerá suas atribuições como excedente, até a ocorrência de vaga.
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Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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As sementes das diferentes espécies apresentam estruturas distintas, bem como comportamento fisiológico diferente, que definem as condições necessárias para seu armazenamento, quebra de dormência e germinação. Em relação ao comportamento das sementes no armazenamento, considere as proposições I, II, III, IV e V:
I – As sementes ortodoxas toleram a secagem até cerca de 3-5% de umidade, sem perder a viabilidade.
II – As sementes recalcitrantes não toleram a dessecação e armazenamento a baixas temperaturas.
III – As sementes ortodoxas podem ser armazenadas a baixas temperaturas.
IV – As sementes de comportamento intermediário toleram a secagem até cerca de 3-5% de umidade e perdem a viabilidade quando armazenadas a temperaturas muito baixas.
V – A “regra de Harrington” sobre armazenamento prevê que a longevidade de uma semente seja dobrada para cada ponto percentual de redução no seu conteúdo de umidade e para cada 5,5 0C de redução na temperatura durante o armazenamento.
Marque a alternativa CORRETA.
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TEXTO
A CARA VIDA MODERNA
Meu primeiro celular parecia um tijolo. Difícil de carregar. Pior ainda, de funcionar. A linha vivia com sinal de ocupado. Mesmo assim era um luxo! Lembro quando liguei pela primeira vez para minha amiga Vera:
— Estou em Brasília, no meu celular — contei.
— Também quero um! — ela gritou, entusiasmada.
De novidade, tornou-se essencial. Agora esses aparelhos são mínimos, fotografam, tocam músicas e acessam a internet. Viver sem um é estar desconectado. No fim do mês vem a conta. Sempre me assusto!(b) As operadoras oferecem pacotes. E de pacote em pacote às vezes eu me sinto embrulhado! Compro por puro entusiasmo uma série de serviços que não uso depois! Um amigo meu tem três celulares. Durante um jantar, falava em todos ao mesmo tempo, enquanto eu tentava conversar. Imagino a conta!
A cada dia inventam algo que imediatamente se torna indispensável. Impossível encontrar um adolescente que não sinta necessidade de um laptop. Se não tem, voa para uma lan house. A internet ficou tão importante quanto as calças que estou vestindo. O laptop de um jovem ator quebrou às vésperas de ele sair em turnê pelo país com um espetáculo. Está desesperado.
— Vou perder meu contato com o mundo!
É verdade! E-mails, redes de relacionamento e blogs são vitais para boa parte das pessoas. Tudo isso custa: o orçamento cresce em eletricidade, conexões de banda larga e equipamentos — os avanços são rápidos, é preciso renovar sempre. Falando em avanços: um amigo formou uma excelente coleção de clássicos de cinema em vídeo. Jogou fora e iniciou outra ao surgir o DVD. Agora veio o Blu-ray. O coitado quase explodiu de tão estressado! Mas é impossível permanecer com o equipamento antigo. Em pouco tempo some das lojas. Toca comprar tudo novo!
A TV por assinatura tornou-se um sonho de consumo. E os televisores em si? Todo dia fico sabendo de uma tela maior, mais fina e com melhor imagem. Sem falar nos eletrodomésticos, mais e mais sofisticados. Quando comprei o meu primeiro freezer, há muito tempo, um amigo riu:
— Para que uma coisa dessas?
Hoje ninguém dispensa um freezer. Qualquer item da vida pode se sofisticar: faz-se café expresso em casa, sorvete, iogurte e até pão(d). Ninguém tem tudo, é fato. Mas todo mundo tenta ter algum novo e fantástico produto!
Passada a garantia, é difícil consertar qualquer aparelho. O preço raramente compensa(c). E logo quebra de novo, mesmo porque muitos técnicos de antigamente perderam o pé nos digitais!
Viver ficou muito mais caro. Antes eu parava o carro na rua, agora é Zona Azul ou estacionamento particular; os cinemas aumentaram o valor dos ingressos porque investem em tecnologia; cabeleireiros sofisticaram os produtos; banho em cachorro é melhor no pet shop; é essencial um cartão de crédito, mas vem a anuidade. Além de um bom plano de saúde, é ideal também um de aposentadoria(a). Tenho certeza: daqui a pouco descobrirei algo absolutamente essencial de cuja existência até agora não tinha o menor conhecimento!
Mas os salários não subiram na mesma proporção. No passado era mais fácil cortar gastos. Agora, não. Muitas despesas não podem mais sair do orçamento. Contatos profissionais, bancários e muitos serviços públicos acontecem através de celulares e da internet. Já conheci gente com falta de dinheiro para comer, mas sem poder abdicar do celular!
Fonte: Walcyr Carrasco.
Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/materia/a-cara-vida-moderna.
Acesso em: 31/7/2013.
Representam uma causa e seu efeito, respectivamente, os seguintes segmentos do texto:
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Segundo a classificação da vegetação brasileira, a Floresta Ombrófila Densa divide-se em:
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TEXTO
O SUMIÇO DO PEN DRIVE
Houve época em que a força bruta era poder(d). Houve uma época em que a riqueza era poder. Hoje, informação é poder. Quanto mais informados (mas notem, isto não tem a ver necessariamente com conhecimento ou com sabedoria), mais poderosos somos, ao menos teoricamente. Daí esta avalanche, este tsunami de informações(c). A cotação do dólar, a taxa de inflação, o número de casos de determinada doença, candidatos dos vários partidos, a escalação de times de futebol – nomes e números em profusão, que nos chegam por jornais, revistas, livros, filmes, noticiários de rádio, internet, e que tratamos de armazenar em nossa mente.
Aí surge o problema: para armazenar a informação, a natureza nos deu um cérebro, que é a sede da memória. E nesta memória queremos enfiar o máximo possível de informações. Diferente da memória do computador, porém, a nossa é governada por fatores que nada têm a ver com a informática. O estado de nossas células cerebrais, as nossas emoções; tudo isso pode representar uma limitação para nossa capacidade de lembrar. Coisa que sistematicamente negamos. Como alguém que está se preparando para uma longa viagem (e o que é a vida, senão uma viagem que esperamos longa?), tratamos de socar na mala da memória a maior quantidade possível de coisas(b). As malas até podem se submeter, mas a memória simplesmente não aceita a nossa irracionalidade.
Felizmente a tecnologia tem vindo em nosso auxílio. Primeiro foi o computador propriamente dito, com sua memória cada vez maior; depois, vieram os dispositivos de armazenamento, os CDs, os pen drives. Coisa incrível, o pen drive: um pequeno objeto no qual cabe uma existência, ou pelo menos uma importante parte dela. Para quem, como eu, viaja bastante e tem de trabalhar em aviões ou em hotéis, é um recurso precioso. No meu pen drive eu tinha artigos, material de consulta, endereços, telefones. A primeira coisa que eu fazia, ao sair de casa para ir ao aeroporto era colocar o pen drive num lugar que eu imaginava seguro: o bolso da camisa. Seguro – e simbólico, já que o pen drive ficava próximo ao coração.
Vocês já notaram que estou usando os verbos no passado – passado imperfeito, aliás. E isso por boas razões. Esses tempos, ao chegar ao aeroporto, meti a mão no bolso para dali retirar o pen drive. Mas não encontrei pen drive algum. Encontrei um buraco, verdade que pequeno, mas de tamanho suficiente para dar passagem (ou para dar a liberdade?) ao pen drive. Que tinha caído por ali.
Um transtorno, portanto. Perguntei no aeroporto, entrei em contato com o táxi que me trouxera, liguei para casa: nada. O pen drive tinha mesmo sumido. O buraco da camisa era, portanto, um buraco negro, aqueles orifícios do universo em que toda a energia é sugada e some. Antes que vocês me repreendam, devo dizer que tinha tomado minhas precauções: havia cópia de todo o material, nada se perdeu. Mas o episódio me inspirou várias reflexões. De repente eu me dava conta de como nossa existência é frágil, de como somos governados pelo acaso e pelo imprevisto. Nenhuma queixa contra o pen drive, que veio para ficar; aliás, meu palpite é que, no dia do Juízo Final, cada um de nós vai inserir o pen drive de sua vida no Grande Computador Celestial. Virtudes e pecados serão instantaneamente cotejados e o destino final, Céu ou Inferno, decidido de imediato. Pergunta: o que acontecerá com aqueles que, por causa de um buraco na camisa, perderam o pen drive?(a).
Fonte: Moacyr Scliar. Zero Hora (RS), 11/5/2010.
Disponível em: http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=10352&sid=695.
Acesso em: 31/7/2013.
Considerando o contexto em que os fragmentos ocorrem, há a presença de linguagem figurada em todas as alternativas, EXCETO em:
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Os Sistemas Silviculturais compreendem um conjunto de métodos e técnicas de regeneração e tratamentos silviculturais (cortes de limpeza, liberação, saneamento e refinamento, desbastes, podas etc.) aplicados a uma floresta, com o objetivo de controlar sua regeneração, composição, crescimento e qualidade, de forma a garantir a sustentabilidade da produção, do ambiente e da sociedade.
Analise as proposições abaixo a respeito dos Sistemas Silviculturais:
I – O sistema silvicultural de corte raso é indicado para espécies dos estágios iniciais da sucessão florestal, por fornecer ambiente a pleno sol para a regeneração das plantas.
II – O sistema silvicultural de árvore porta-semente caracteriza-se pela manutenção de árvores matrizes dentro da área, visando a garantir o fornecimento de sementes para a regeneração natural.
III – O sistema silvicultural de cobertura ou proteção caracteriza-se pela realização de cortes parciais sucessivos, visando à obtenção de condições ambientais adequadas para a regeneração artificial.
IV – O sistema silvicultural seletivo caracteriza-se pela produção de povoamentos inequianos, cuja regeneração nunca perde a proteção/sombreamento das árvores das classes de idade superiores que permanecem na área.
V – O sistema silvicultural de talhadia é baseado na condução de brotos das cepas deixadas pelas árvores colhidas, sendo usado na maioria dos plantios de eucalipto e pínus no Brasil.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Segundo a classificação da vegetação brasileira, a Floresta Estacional Semidecidual divide-se em:
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Sobre as etapas do processo de produção e qualidade das mudas, são afirmativas verdadeiras, EXCETO:
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Ao efetuar uma análise espacial dentro de um Sistema de Informações Geográficas (SIG), as ferramentas Clip e Buffer são utilizadas, respectivamente, para:
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A floresta de araucária, na classificação da vegetação brasileira, é denominada de:
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