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Foram encontradas 70 questões.

2460328 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Considerando o que se apresenta no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM IV), sobre os Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias, é correto afirmar, EXCETO:
 

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2459875 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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São aspectos importantes em aconselhamento psicológico, segundo Rollo May, em seu livro A Arte do Aconselhamento Psicológico, EXCETO:
 

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2459460 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Lajonquière (1989) considera que a psicopedagogia tem adotado teorias diversas para dar suporte a diferentes conceitos que fundamentam a ação de profissionais no exercício de práticas terapêuticas relativas a disfunções da aprendizagem, sem levar em conta a relação entre as estratégias usadas na clínica e as teorias que lhes dão suporte. Nesse sentido, o autor afirma:
 

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2459397 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Com o objetivo de delimitar o que considera um problema de aprendizagem, Pain (1989) afirma, EXCETO:
 

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2459389 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Em relação aos Transtornos de Personalidade, de acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM IV), é correto afirmar, EXCETO:
 

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2459155 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Com base em Fernandez (2001), Pain (1989) e Weiss (2007), o diagnóstico das dificuldades de aprendizagem consiste em, EXCETO:
 

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2459024 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Os grupos operativos podem ser úteis nas áreas de Saúde, nas ações comunitárias e, entre outras, no ensino. Segundo Bleger (1979), na área do ensino, os grupos operativos possibilitam várias ações, EXCETO:
 

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TEXTO 1
DAS PEDRAS
Ajuntei todas as pedras
que vieram sobre mim.(b)
Levantei uma escada muito alta
e no alto subi.(c)
Teci um tapete floreado
e no sonho me perdi.
Uma estrada,
um leito,
uma casa,
um companheiro.
Tudo de pedra.
Entre pedras
cresceu a minha poesia.
Minha vida...
Quebrando pedras
e plantando flores(a).
Entre pedras que me esmagavam
Levantei a pedra rude
dos meus versos.(d)
Fonte: Cora Coralina. Disponível em: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/07/17/das-pedras-cora-coralina-206132.asp Acesso em: 31/7/2013.
TEXTO 2
ASSIM EU VEJO A VIDA
A vida tem duas faces:
Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado(a)
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar(b)
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.
Fonte: Cora Coralina. Disponível em: http://www.releituras.com/coracoralina_vida.asp
Acesso em: 31/7/2013.
Com referência às estruturas linguísticas, assinale a alternativa CORRETA:
 

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2458812 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Com base em Pichon-Rivière, Afonso (2006) conceitua o grupo em seu processo. As alternativas estão corretas, EXCETO:
 

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TEXTO
O SUMIÇO DO PEN DRIVE
Houve época em que a força bruta era poder. Houve uma época em que a riqueza era poder. Hoje, informação é poder. Quanto mais informados (mas notem, isto não tem a ver necessariamente com conhecimento ou com sabedoria), mais poderosos somos, ao menos teoricamente. Daí esta avalanche, este tsunami de informações. A cotação do dólar, a taxa de inflação, o número de casos de determinada doença, candidatos dos vários partidos, a escalação de times de futebol – nomes e números em profusão, que nos chegam por jornais, revistas, livros, filmes, noticiários de rádio, internet, e que tratamos de armazenar em nossa mente.
Aí surge o problema: para armazenar a informação, a natureza nos deu um cérebro, que é a sede da memória. E nesta memória queremos enfiar o máximo possível de informações. Diferente da memória do computador, porém, a nossa é governada por fatores que nada têm a ver com a informática. O estado de nossas células cerebrais, as nossas emoções; tudo isso pode representar uma limitação para nossa capacidade de lembrar. Coisa que sistematicamente negamos. Como alguém que está se preparando para uma longa viagem (e o que é a vida, senão uma viagem que esperamos longa?), tratamos de socar na mala da memória a maior quantidade possível de coisas. As malas até podem se submeter, mas a memória simplesmente não aceita a nossa irracionalidade.
Felizmente a tecnologia tem vindo em nosso auxílio. Primeiro foi o computador propriamente dito, com sua memória cada vez maior; depois, vieram os dispositivos de armazenamento, os CDs, os pen drives. Coisa incrível, o pen drive: um pequeno objeto no qual cabe uma existência, ou pelo menos uma importante parte dela. Para quem, como eu, viaja bastante e tem de trabalhar em aviões ou em hotéis, é um recurso precioso. No meu pen drive eu tinha artigos, material de consulta, endereços, telefones. A primeira coisa que eu fazia, ao sair de casa para ir ao aeroporto era colocar o pen drive num lugar que eu imaginava seguro: o bolso da camisa. Seguro – e simbólico, já que o pen drive ficava próximo ao coração.
Vocês já notaram que estou usando os verbos no passado – passado imperfeito, aliás. E isso por boas razões. Esses tempos, ao chegar ao aeroporto, meti a mão no bolso para dali retirar o pen drive. Mas não encontrei pen drive algum. Encontrei um buraco, verdade que pequeno, mas de tamanho suficiente para dar passagem (ou para dar a liberdade?) ao pen drive. Que tinha caído por ali.
Um transtorno, portanto. Perguntei no aeroporto, entrei em contato com o táxi que me trouxera, liguei para casa: nada. O pen drive tinha mesmo sumido. O buraco da camisa era, portanto, um buraco negro, aqueles orifícios do universo em que toda a energia é sugada e some. Antes que vocês me repreendam, devo dizer que tinha tomado minhas precauções: havia cópia de todo o material, nada se perdeu. Mas o episódio me inspirou várias reflexões. De repente eu me dava conta de como nossa existência é frágil, de como somos governados pelo acaso e pelo imprevisto. Nenhuma queixa contra o pen drive, que veio para ficar; aliás, meu palpite é que, no dia do Juízo Final, cada um de nós vai inserir o pen drive de sua vida no Grande Computador Celestial. Virtudes e pecados serão instantaneamente cotejados e o destino final, Céu ou Inferno, decidido de imediato. Pergunta: o que acontecerá com aqueles que, por causa de um buraco na camisa, perderam o pen drive?.
Fonte: Moacyr Scliar. Zero Hora (RS), 11/5/2010.
Disponível em: http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=10352&sid=695.
Acesso em: 31/7/2013.
Leia o fragmento:
ao chegar ao aeroporto, meti a mão no bolso para dali retirar o pen drive. Mas não encontrei pen drive algum. Encontrei um buraco, verdade que pequeno, mas de tamanho suficiente para dar passagem (ou para dar a liberdade?) ao pen drive. Que tinha caído por ali.
Analise as proposições:
I – A repetição do termo “pen drive” constitui uma prática viciosa, que prejudica a produção de sentidos por parte do leitor.
II – o trecho “verdade que pequeno” constitui uma opção redacional, que intensifica a argumentação.
III – a utilização do trecho entre parênteses constitui uma intervenção retórica do autor para interromper a estrutura sintática do período para relativizar a afirmação do enunciado anterior.
IV – a opção do autor por iniciar a frase “Que tinha caído por ali” corresponde às prescrições da gramática normativa.
Assinale a alternativa CORRETA:
 

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