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1108025 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA

AS REDES SOCIAIS PRECISAM DE OMBUDSMAN?

(...) Escolha qualquer tema do Brasil de hoje e tente se informar apenas pelas redes sociais.

Você, provavelmente, ficará perdido. Vai encontrar argumentos e "notícias" publicados sobre o mesmo assunto que são, no mínimo, antagônicos e expõem dois pontos sobre as redes sociais que merecem uma reflexão: a qualidade da informação compartilhada e a própria natureza da ferramenta.

Quanto à sua natureza, ela é anárquica por definição, trata-se de uma conversa virtual. As redes sociais nada mais são do que espelhos dos gostos e opiniões de cada usuário e de seus amigos.

Na eleição, no entanto, a linguagem violenta e as vendetas pessoais tomaram conta das redes e embaçaram o espelho de muita gente. A luta livre virtual fomentou inimizades e rompeu antigas amizades.

Quanto à qualidade da informação que é compartilhada ou publicada nas redes sociais, o buraco é mais embaixo. Opinar é fácil, criar conteúdo original é mais complicado. O usuário que se informa apenas pelas páginas das redes sociais está sujeito a todo tipo de fonte de informação. A chance de um conteúdo falso, criado para destruir reputações, ser espalhado é no que apostam os seus autores.

Vale destacar ainda o papel dos "polemistas profissionais" nas redes. À direita e à esquerda, julgam-se iluminados e com a missão de interpretar para os ingênuos as notícias publicadas na mídia. Raramente produzem conteúdo original. Contraditórios pela prática, não pautam a imprensa, são pautados por ela. O pecado mora ao lado e a desinformação também.

O protagonismo da mídia digital não está em discussão. Mesmo que ainda se busque modelos de monetização, essa mídia caminha a passos largos e produz conteúdos relevantes em diferentes formatos, narrativas e ambições.

O debate é sobre as publicações na internet que geram a cizânia e a potencializam nas redes sociais sem construir credibilidade. Elas prestam um desserviço aos novos desafios que a informação digital impõe e contaminam o conteúdo que é compartilhado.

Os brasileiros, recordistas de tempo de acesso à internet, adotaram com paixão as redes sociais. Entre as ferramentas mais utilizadas no país, o Facebook lidera com 64,2% o bolo da audiência segundo dados de novembro da pesquisa Hitwise, realizada pela Serasa Experian.

O Twitter, principal instrumento de divulgação de notícias em primeira mão, tem apenas 1,36% da participação, mas uma grande importância no ecossistema dos influenciadores.

É nesse contexto que se impõe um cuidado quanto ao conteúdo "noticioso" publicado e compartilhado pelos usuários e nos comentários pendurados a eles. As redes sociais precisam de um ombudsman?

Claro que não. Uma rede social não é uma publicação linear que precise de um profissional que a vigie. É uma ferramenta. São os próprios usuários que devem exercer esse papel regulador.

O mesmo olhar crítico e vigilante que hoje os usuários têm com as mídias tradicionais –que é muito positivo– deve ser exercido também nas redes sociais. Ganham a sociedade, a democracia, o jornalismo e a liberdade de expressão.

BETO GEROSA, 51, jornalista, é autor do Blog do Vinho (vinho.ig.com.br). Foi editor-executivo de Veja.com e publisher do iG disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/12/1565328-beto-gerosa-as-redes-sociais-precisam-de-ombudsman.shtml> Acesso em 04/04/2018

O texto argumentativo apresenta diferentes estratégias linguísticas com vistas a convencer o leitor. Uma dessas estratégias é o uso de expressões que indicam um julgamento de valores por parte do articulista. Trata-se de marcas argumentativas. Todas as alternativas apresentam marcas argumentativas do autor, EXCETO:

 

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1108017 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA

AS REDES SOCIAIS PRECISAM DE OMBUDSMAN?

(...) Escolha qualquer tema do Brasil de hoje e tente se informar apenas pelas redes sociais.

Você, provavelmente, ficará perdido. Vai encontrar argumentos e "notícias" publicados sobre o mesmo assunto que são, no mínimo, antagônicos e expõem dois pontos sobre as redes sociais que merecem uma reflexão: a qualidade da informação compartilhada e a própria natureza da ferramenta.

Quanto à sua natureza, ela é anárquica por definição, trata-se de uma conversa virtual. As redes sociais nada mais são do que espelhos dos gostos e opiniões de cada usuário e de seus amigos.

Na eleição, no entanto, a linguagem violenta e as vendetas pessoais tomaram conta das redes e embaçaram o espelho de muita gente. A luta livre virtual fomentou inimizades e rompeu antigas amizades.

Quanto à qualidade da informação que é compartilhada ou publicada nas redes sociais, o buraco é mais embaixo. Opinar é fácil, criar conteúdo original é mais complicado. O usuário que se informa apenas pelas páginas das redes sociais está sujeito a todo tipo de fonte de informação. A chance de um conteúdo falso, criado para destruir reputações, ser espalhado é no que apostam os seus autores.

Vale destacar ainda o papel dos "polemistas profissionais" nas redes. À direita e à esquerda, julgam-se iluminados e com a missão de interpretar para os ingênuos as notícias publicadas na mídia. Raramente produzem conteúdo original. Contraditórios pela prática, não pautam a imprensa, são pautados por ela. O pecado mora ao lado e a desinformação também.

O protagonismo da mídia digital não está em discussão. Mesmo que ainda se busque modelos de monetização, essa mídia caminha a passos largos e produz conteúdos relevantes em diferentes formatos, narrativas e ambições.

O debate é sobre as publicações na internet que geram a cizânia e a potencializam nas redes sociais sem construir credibilidade. Elas prestam um desserviço aos novos desafios que a informação digital impõe e contaminam o conteúdo que é compartilhado.

Os brasileiros, recordistas de tempo de acesso à internet, adotaram com paixão as redes sociais. Entre as ferramentas mais utilizadas no país, o Facebook lidera com 64,2% o bolo da audiência segundo dados de novembro da pesquisa Hitwise, realizada pela Serasa Experian.

O Twitter, principal instrumento de divulgação de notícias em primeira mão, tem apenas 1,36% da participação, mas uma grande importância no ecossistema dos influenciadores.

É nesse contexto que se impõe um cuidado quanto ao conteúdo "noticioso" publicado e compartilhado pelos usuários e nos comentários pendurados a eles. As redes sociais precisam de um ombudsman?

Claro que não. Uma rede social não é uma publicação linear que precise de um profissional que a vigie. É uma ferramenta. São os próprios usuários que devem exercer esse papel regulador.

O mesmo olhar crítico e vigilante que hoje os usuários têm com as mídias tradicionais –que é muito positivo– deve ser exercido também nas redes sociais. Ganham a sociedade, a democracia, o jornalismo e a liberdade de expressão.

BETO GEROSA, 51, jornalista, é autor do Blog do Vinho (vinho.ig.com.br). Foi editor-executivo de Veja.com e publisher do iG disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/12/1565328-beto-gerosa-as-redes-sociais-precisam-de-ombudsman.shtml> Acesso em 04/04/2018

A partir do texto infere-se que a figura do ombudsman é dispensável pelo fato de as redes sociais não precisarem de:

 

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1108016 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA

AS REDES SOCIAIS PRECISAM DE OMBUDSMAN?

(...) Escolha qualquer tema do Brasil de hoje e tente se informar apenas pelas redes sociais.

Você, provavelmente, ficará perdido. Vai encontrar argumentos e "notícias" publicados sobre o mesmo assunto que são, no mínimo, antagônicos e expõem dois pontos sobre as redes sociais que merecem uma reflexão: a qualidade da informação compartilhada e a própria natureza da ferramenta.

Quanto à sua natureza, ela é anárquica por definição, trata-se de uma conversa virtual. As redes sociais nada mais são do que espelhos dos gostos e opiniões de cada usuário e de seus amigos.

Na eleição, no entanto, a linguagem violenta e as vendetas pessoais tomaram conta das redes e embaçaram o espelho de muita gente. A luta livre virtual fomentou inimizades e rompeu antigas amizades.

Quanto à qualidade da informação que é compartilhada ou publicada nas redes sociais, o buraco é mais embaixo. Opinar é fácil, criar conteúdo original é mais complicado. O usuário que se informa apenas pelas páginas das redes sociais está sujeito a todo tipo de fonte de informação. A chance de um conteúdo falso, criado para destruir reputações, ser espalhado é no que apostam os seus autores.

Vale destacar ainda o papel dos "polemistas profissionais" nas redes. À direita e à esquerda, julgam-se iluminados e com a missão de interpretar para os ingênuos as notícias publicadas na mídia. Raramente produzem conteúdo original. Contraditórios pela prática, não pautam a imprensa, são pautados por ela. O pecado mora ao lado e a desinformação também.

O protagonismo da mídia digital não está em discussão. Mesmo que ainda se busque modelos de monetização, essa mídia caminha a passos largos e produz conteúdos relevantes em diferentes formatos, narrativas e ambições.

O debate é sobre as publicações na internet que geram a cizânia e a potencializam nas redes sociais sem construir credibilidade. Elas prestam um desserviço aos novos desafios que a informação digital impõe e contaminam o conteúdo que é compartilhado.

Os brasileiros, recordistas de tempo de acesso à internet, adotaram com paixão as redes sociais. Entre as ferramentas mais utilizadas no país, o Facebook lidera com 64,2% o bolo da audiência segundo dados de novembro da pesquisa Hitwise, realizada pela Serasa Experian.

O Twitter, principal instrumento de divulgação de notícias em primeira mão, tem apenas 1,36% da participação, mas uma grande importância no ecossistema dos influenciadores.

É nesse contexto que se impõe um cuidado quanto ao conteúdo "noticioso" publicado e compartilhado pelos usuários e nos comentários pendurados a eles. As redes sociais precisam de um ombudsman?

Claro que não. Uma rede social não é uma publicação linear que precise de um profissional que a vigie. É uma ferramenta. São os próprios usuários que devem exercer esse papel regulador.

O mesmo olhar crítico e vigilante que hoje os usuários têm com as mídias tradicionais –que é muito positivo– deve ser exercido também nas redes sociais. Ganham a sociedade, a democracia, o jornalismo e a liberdade de expressão.

BETO GEROSA, 51, jornalista, é autor do Blog do Vinho (vinho.ig.com.br). Foi editor-executivo de Veja.com e publisher do iG disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/12/1565328-beto-gerosa-as-redes-sociais-precisam-de-ombudsman.shtml> Acesso em 04/04/2018

De acordo com o texto, depreende-se que:

 

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1108008 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA

AS REDES SOCIAIS PRECISAM DE OMBUDSMAN?

(...) Escolha qualquer tema do Brasil de hoje e tente se informar apenas pelas redes sociais.

Você, provavelmente, ficará perdido. Vai encontrar argumentos e "notícias" publicados sobre o mesmo assunto que são, no mínimo, antagônicos e expõem dois pontos sobre as redes sociais que merecem uma reflexão: a qualidade da informação compartilhada e a própria natureza da ferramenta.

Quanto à sua natureza, ela é anárquica por definição, trata-se de uma conversa virtual. As redes sociais nada mais são do que espelhos dos gostos e opiniões de cada usuário e de seus amigos.

Na eleição, no entanto, a linguagem violenta e as vendetas pessoais tomaram conta das redes e embaçaram o espelho de muita gente. A luta livre virtual fomentou inimizades e rompeu antigas amizades.

Quanto à qualidade da informação que é compartilhada ou publicada nas redes sociais, o buraco é mais embaixo. Opinar é fácil, criar conteúdo original é mais complicado. O usuário que se informa apenas pelas páginas das redes sociais está sujeito a todo tipo de fonte de informação. A chance de um conteúdo falso, criado para destruir reputações, ser espalhado é no que apostam os seus autores.

Vale destacar ainda o papel dos "polemistas profissionais" nas redes. À direita e à esquerda, julgam-se iluminados e com a missão de interpretar para os ingênuos as notícias publicadas na mídia. Raramente produzem conteúdo original. Contraditórios pela prática, não pautam a imprensa, são pautados por ela. O pecado mora ao lado e a desinformação também.

O protagonismo da mídia digital não está em discussão. Mesmo que ainda se busque modelos de monetização, essa mídia caminha a passos largos e produz conteúdos relevantes em diferentes formatos, narrativas e ambições.

O debate é sobre as publicações na internet que geram a cizânia e a potencializam nas redes sociais sem construir credibilidade. Elas prestam um desserviço aos novos desafios que a informação digital impõe e contaminam o conteúdo que é compartilhado.

Os brasileiros, recordistas de tempo de acesso à internet, adotaram com paixão as redes sociais. Entre as ferramentas mais utilizadas no país, o Facebook lidera com 64,2% o bolo da audiência segundo dados de novembro da pesquisa Hitwise, realizada pela Serasa Experian.

O Twitter, principal instrumento de divulgação de notícias em primeira mão, tem apenas 1,36% da participação, mas uma grande importância no ecossistema dos influenciadores.

É nesse contexto que se impõe um cuidado quanto ao conteúdo "noticioso" publicado e compartilhado pelos usuários e nos comentários pendurados a eles. As redes sociais precisam de um ombudsman?

Claro que não. Uma rede social não é uma publicação linear que precise de um profissional que a vigie. É uma ferramenta. São os próprios usuários que devem exercer esse papel regulador.

O mesmo olhar crítico e vigilante que hoje os usuários têm com as mídias tradicionais –que é muito positivo– deve ser exercido também nas redes sociais. Ganham a sociedade, a democracia, o jornalismo e a liberdade de expressão.

BETO GEROSA, 51, jornalista, é autor do Blog do Vinho (vinho.ig.com.br). Foi editor-executivo de Veja.com e publisher do iG disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/12/1565328-beto-gerosa-as-redes-sociais-precisam-de-ombudsman.shtml> Acesso em 04/04/2018

Considerando o texto em sua totalidade, o objetivo comunicativo predominante é:

 

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236689 Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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De acordo com Chiavenato (2009), os objetivos principais da higiene do trabalho são, EXCETO:
 

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236688 Ano: 2018
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Provas:

Analise as proposições abaixo referentes a possíveis mapeamentos no modelo lógico do relacionamento binário 1:N do modelo conceitual ER (Entidade-Relacionamento) abaixo:

enunciado 236688-1

I. Inserir na relação Y, como chave estrangeira, a chave primária da relação X.

II. Inserir na relação X, como chave estrangeira, a chave primária da relação Y.

III. Criar uma nova relação R, separada, cujos atributos sejam as chaves das relações X e Y, e cuja chave primária seja a mesma chave de Y.

Assinale a alternativa CORRETA:

 

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236687 Ano: 2018
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Assinale a alternativa que reflita a decisão correta que o proprietário A de uma relação R tomaria se ele quisesse que outra conta B fosse capaz de recuperar apenas alguns atributos de R.
 

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236686 Ano: 2018
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Dado o seguinte modelo relacional:


enunciado 236686-1

A alternativa que representa uma consulta SQL que retorna a descrição dos departamentos cuja soma dos salários dos funcionários que os lotam seja superior a R$10.000, é:

 

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236685 Ano: 2018
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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O aumento da facilidade de acesso à Internet tem permitido uma grande disponibilização da informação. Para dar suporte a essa facilidade de acesso é necessária uma enorme infraestrutura de hardware e software. Considerando as características de computadores paralelos, analise as proposições a seguir:

I. Um sistema de multiprocessamento simétrico pode ser composto por milhares de computadores com processadores e sistemas operacionais heterogêneos.

II. Um sistema de processamento paralelo em massa visa resolver problemas que exigem capacidade de utilização de memória compartilhada usando um único conjunto de núcleos de processamento localizados em um mesmo computador.

III. Um cluster de computadores é uma coleção de dois ou mais computadores usados para executar um dado problema podendo conter processadores multicore.

IV. Um grid computing provê uma plataforma na qual recursos computacionais são organizados dentro de um ou mais conjuntos lógicos, as tarefas são divididas entre diversos computadores locais ou remotos formando um “super computador virtual”.

Assinale a alternativa CORRETA:

 

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236683 Ano: 2018
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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O Active Directory (AD) é um serviço de diretório nas redes Windows. Assinale a alternativa CORRETA:
 

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