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Foram encontradas 50 questões.

2147536 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
A exposição de ratos a níveis elevados de ureia no ambiente, especialmente decorrente da falta de troca da forração, pode causar cromodacriorreia, a qual é percebida pela observação de:
 

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2147483 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Assinale a temperatura correta para esterilização da forração (maravalha ou granulado de sabugo de milho) utilizada como cama para os ratos e camundongos.
 

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2147477 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Em qual das seguintes fases do ciclo estral, ocorre a ovulação em camundongos?
 

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Os meios de comunicação como exercício de poder
Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.
Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.
No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.
A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.
A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.
Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.
Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.
Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...]
O enunciado que respeita o padrão culto escrito é:
 

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2147356 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
O descarte de materiais perfurocortantes não contaminantes deve ser feito em:
 

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2147339 Ano: 2015
Disciplina: Veterinária
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Ao entrar na sala de animais, você observa que o termo-higrômetro está registrando temperatura de 23,9°C e umidade de 63%. Após esta observação, você conclui, respectivamente, que:
 

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2147338 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
“Outra forma de contribuição para aumento do ______________ é a utilização de enriquecimento ambiental, pois os animais vivem em ambientes nus e monótonos. Este enriquecimento consiste na exposição de animais a ambientes ricos em ______________________, gerada por objetos inanimados, como rodas de atividades, canos e brinquedos, (...) que estimulem seu ______________________. Qualquer modificação que altere de forma benéfica o ambiente ou a rotina do animal pode ser considerada um enriquecimento ambiental.” (Cienc. Cult. [online]. 2008, vol.60, n.2, pp. 44-46).
A opção que corretamente completa o trecho acima é:
 

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2147325 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
São exemplos de produtos químicos desinfetantes:
 

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2147319 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
A distinção sexual de fêmeas de camundongo ao nascer se faz pela observação de:
 

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2147300 Ano: 2015
Disciplina: Veterinária
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
De acordo com a Resolução No 1000 CFMV, de 11 de maio de 2012, qual dos seguintes é um método aceitável para eutanásia de roedores?
 

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