Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

2147502 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Para fins de fiscalização, o empregador, para respaldo junto aos órgãos competentes, deverá manter um registro de dados estruturado de forma a constituir um histórico técnico e administrativo do desenvolvimento do PPRA por um período mínimo de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2147491 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
As etapas da higiene do trabalho correspondem a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2147489 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Em um dia de trabalho, 35 funcionários de um escritório consomem 42 copos de café. Admitindo-se uma redução para a metade do consumo de café diário por pessoa, em um dia de trabalho, 210 funcionários consumiriam um total de copos de café igual a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2147482 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
A NR 35 estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos. Para a referida NR, considera-se trabalho em altura toda a atividade executada acima de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2147459 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Assinale a alternativa em que é obedecida a sequência dos procedimentos apropriados para serem consideradas desenergizadas as instalações elétricas, liberadas para trabalho.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2147447 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Para avaliar a exposição do trabalhador ao ruído, realizaremos medições através de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2147432 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Um trabalhador que por acreditar ser muito habilidoso e portanto difícil errar na realização de sua tarefa, age em desacordo com as normas de prevenção podendo provocar um acidente. O caso acima segundo as normas classifica-se como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2147422 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO tem o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos trabalhadores de empregadores e instituições que os admitam como empregados. Sendo assim, assinale a opção correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2147411 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
A observação do excesso de frequência de doenças em determinados grupos ocupacionais é utilizada para eliminar os fatores de risco, assim, reduzindo a incidência ou modificando o curso evolutivo dessas doenças ou agravos à saúde. Isto se constitui como objetivo da:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Os meios de comunicação como exercício de poder
Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.
Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.
No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.
A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.
A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.
Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.
Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.
Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...]
O enunciado que respeita o padrão culto escrito é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas