Foram encontradas 50 questões.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as
lacunas da assertiva a seguir: A Resolução CNE/CES
Nº 1/2020, que dispõe sobre prazo de implantação
das novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs),
durante a calamidade pública provocada pela
pandemia da COVID-19, adiciona ao prazo
de implantação das novas DCNs que tenham vigência
estabelecida a partir de .
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Sobre a Comissão Nacional de Avaliação da Educação
Superior – CONAES, órgão colegiado de coordenação
e supervisão do SINAES, é CORRETO afirmar:
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A Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014, aprova o
Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024 e dá
outras providências. Sobre este Plano, é CORRETO
afirmar que:
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O aumento da oferta de vagas na Educação Superior
integra a história da luta em defesa da educação
pública no Brasil. O Plano Nacional de Educação
(PNE 2014-2024), aprovado pela Lei nº
13.005/2014, estabelece algumas metas que afetam
diretamente a expansão deste nível da escolarização
brasileira. Analise as assertivas abaixo no que diz
respeito à ampliação dessa oferta.
I. Meta 3: universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até o final do período de vigência deste PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 75% (setenta e cinco por cento).
II. Meta 12: elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 33% e a taxa líquida para 50% da população de 17 a 24 anos, assegurada a qualidade da oferta e a expansão para, pelo menos, 50% das novas matrículas, no segmento público.
III. Meta 13: elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 50% (cinquenta por cento), sendo, do total, no mínimo, 35% (trinta e cinco por cento) doutores.
IV. Meta 14: elevar, gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60.000 (sessenta mil) mestres e 25.000 (vinte e cinco mil) doutores.
Assinale a alternativa correta.
I. Meta 3: universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até o final do período de vigência deste PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 75% (setenta e cinco por cento).
II. Meta 12: elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 33% e a taxa líquida para 50% da população de 17 a 24 anos, assegurada a qualidade da oferta e a expansão para, pelo menos, 50% das novas matrículas, no segmento público.
III. Meta 13: elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 50% (cinquenta por cento), sendo, do total, no mínimo, 35% (trinta e cinco por cento) doutores.
IV. Meta 14: elevar, gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60.000 (sessenta mil) mestres e 25.000 (vinte e cinco mil) doutores.
Assinale a alternativa correta.
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Na guerra, se proteger de ataque hacker também é
uma forma de salvar vidas.
Alessandra Montini
01/05/2022 - 04h00
No célebre livro "A Arte da Guerra", de Sun Tzu, um
dos principais trechos afirma que a "suprema arte da
guerra é derrotar o inimigo sem lutar". Ou seja, em
muitos casos é preferível evitar o confronto direto a
buscar outros métodos para superar os
problemas/adversários.
Essa máxima foi escrita no século IV antes de Cristo,
mas continua válida mesmo em tempos de aceleração
digital. Afinal, se grande parte das relações sociais já
acontecem virtualmente, era inevitável que a guerra e os
confrontos militares seguissem pelo mesmo caminho.
O conflito entre Ucrânia e Rússia, que se arrasta desde
fevereiro, é apenas o exemplo mais recente de como a
guerra pode se desenrolar na esfera digital.
Bancos estatais ucranianos e o próprio Ministério da
Defesa sofreram ataques cibernéticos, principalmente no
início da invasão.
Ataques DDoS (negação de serviço) são constantes em
serviços essenciais numa tentativa de paralisá-los para
prejudicar a população local, para dificultar a
comunicação e até mesmo para evitar possíveis reações
militares.
Em tempos de guerra, uma das principais medidas
adotadas é atacar pontos estratégicos do adversário,
atualmente, isso envolve também o ambiente digital.
Como os dados são o "novo petróleo" e servem de
matéria-prima para soluções e aplicações tecnológicas
que moldam nossas vidas, é evidente que se tornam em
alvo mais visado. Em bombardeios "reais", os ataques
visam fábricas e suprimentos; nos "virtuais", os
bombardeios buscam inutilizar aquilo que facilita o dia a
dia das pessoas e empresas.
A segurança cibernética, portanto, assume o
protagonismo não apenas em tempos de paz, mas
sobretudo em situações de guerra.
Proteger as informações digitais é uma estratégia
necessária para preservar a vida "real" da população.
Já imaginou se o inimigo tivesse acesso a todos os
hábitos dos civis, incluindo informações médicas e
transações financeiras? Pois é, o prejuízo poderia ser
incalculável.
[...]
Nos últimos anos, ficou claro para todos que as
guerras sempre contam com derramamento de sangue,
mas que agora também envolvem a troca de bytes e não
apenas de tiros.
Só no Brasil, o medo de ataques fez com que 83% das
empresas gastassem mais com ferramentas desse tipo, de
acordo com a pesquisa PwC Digital Trust Insights 2022.
Isso antes mesmo de um conflito armado irromper no
leste europeu e colocar o mundo de sobreaviso.
Diante da aceleração digital, provocada pela pandemia
de covid-19, e da própria evolução da tecnologia em
diferentes setores, cedo ou tarde a segurança cibernética
assumiria o controle no debate público.
O que o confronto entre Rússia e Ucrânia fez foi apenas
reforçar a importância e necessidade do assunto. Porque a
proteção dos dados digitais revelou-se imprescindível
quando tudo está em paz; mas é literalmente uma questão
de sobrevivência em tempos de guerra.
(Veja mais em https://www.uol.com.br/tilt/colunas /alessandramontini/2022/05/01/seguranca-cibernetica-internet-guerra-digital-governos-empresa-ucrania.htm? cmpid=copiaecolaeja)
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Na guerra, se proteger de ataque hacker também é
uma forma de salvar vidas.
Alessandra Montini
01/05/2022 - 04h00
No célebre livro "A Arte da Guerra", de Sun Tzu, um
dos principais trechos afirma que a "suprema arte da
guerra é derrotar o inimigo sem lutar". Ou seja, em
muitos casos é preferível evitar o confronto direto a
buscar outros métodos para superar os
problemas/adversários.
Essa máxima foi escrita no século IV antes de Cristo,
mas continua válida mesmo em tempos de aceleração
digital. Afinal, se grande parte das relações sociais já
acontecem virtualmente, era inevitável que a guerra e os
confrontos militares seguissem pelo mesmo caminho.
O conflito entre Ucrânia e Rússia, que se arrasta desde
fevereiro, é apenas o exemplo mais recente de como a
guerra pode se desenrolar na esfera digital.
Bancos estatais ucranianos e o próprio Ministério da
Defesa sofreram ataques cibernéticos, principalmente no
início da invasão.
Ataques DDoS (negação de serviço) são constantes em
serviços essenciais numa tentativa de paralisá-los para
prejudicar a população local, para dificultar a
comunicação e até mesmo para evitar possíveis reações
militares.
Em tempos de guerra, uma das principais medidas
adotadas é atacar pontos estratégicos do adversário,
atualmente, isso envolve também o ambiente digital.
Como os dados são o "novo petróleo" e servem de
matéria-prima para soluções e aplicações tecnológicas
que moldam nossas vidas, é evidente que se tornam em
alvo mais visado. Em bombardeios "reais", os ataques
visam fábricas e suprimentos; nos "virtuais", os
bombardeios buscam inutilizar aquilo que facilita o dia a
dia das pessoas e empresas.
A segurança cibernética, portanto, assume o
protagonismo não apenas em tempos de paz, mas
sobretudo em situações de guerra.
Proteger as informações digitais é uma estratégia
necessária para preservar a vida "real" da população.
Já imaginou se o inimigo tivesse acesso a todos os
hábitos dos civis, incluindo informações médicas e
transações financeiras? Pois é, o prejuízo poderia ser
incalculável.
[...]
Nos últimos anos, ficou claro para todos que as
guerras sempre contam com derramamento de sangue,
mas que agora também envolvem a troca de bytes e não
apenas de tiros.
Só no Brasil, o medo de ataques fez com que 83% das
empresas gastassem mais com ferramentas desse tipo, de
acordo com a pesquisa PwC Digital Trust Insights 2022.
Isso antes mesmo de um conflito armado irromper no
leste europeu e colocar o mundo de sobreaviso.
Diante da aceleração digital, provocada pela pandemia
de covid-19, e da própria evolução da tecnologia em
diferentes setores, cedo ou tarde a segurança cibernética
assumiria o controle no debate público.
O que o confronto entre Rússia e Ucrânia fez foi apenas
reforçar a importância e necessidade do assunto. Porque a
proteção dos dados digitais revelou-se imprescindível
quando tudo está em paz; mas é literalmente uma questão
de sobrevivência em tempos de guerra.
(Veja mais em https://www.uol.com.br/tilt/colunas /alessandramontini/2022/05/01/seguranca-cibernetica-internet-guerra-digital-governos-empresa-ucrania.htm? cmpid=copiaecolaeja)
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Na guerra, se proteger de ataque hacker também é
uma forma de salvar vidas.
Alessandra Montini
01/05/2022 - 04h00
No célebre livro "A Arte da Guerra", de Sun Tzu, um
dos principais trechos afirma que a "suprema arte da
guerra é derrotar o inimigo sem lutar". Ou seja, em
muitos casos é preferível evitar o confronto direto a
buscar outros métodos para superar os
problemas/adversários.
Essa máxima foi escrita no século IV antes de Cristo,
mas continua válida mesmo em tempos de aceleração
digital. Afinal, se grande parte das relações sociais já
acontecem virtualmente, era inevitável que a guerra e os
confrontos militares seguissem pelo mesmo caminho.
O conflito entre Ucrânia e Rússia, que se arrasta desde
fevereiro, é apenas o exemplo mais recente de como a
guerra pode se desenrolar na esfera digital.
Bancos estatais ucranianos e o próprio Ministério da
Defesa sofreram ataques cibernéticos, principalmente no
início da invasão.
Ataques DDoS (negação de serviço) são constantes em
serviços essenciais numa tentativa de paralisá-los para
prejudicar a população local, para dificultar a
comunicação e até mesmo para evitar possíveis reações
militares.
Em tempos de guerra, uma das principais medidas
adotadas é atacar pontos estratégicos do adversário,
atualmente, isso envolve também o ambiente digital.
Como os dados são o "novo petróleo" e servem de
matéria-prima para soluções e aplicações tecnológicas
que moldam nossas vidas, é evidente que se tornam em
alvo mais visado. Em bombardeios "reais", os ataques
visam fábricas e suprimentos; nos "virtuais", os
bombardeios buscam inutilizar aquilo que facilita o dia a
dia das pessoas e empresas.
A segurança cibernética, portanto, assume o
protagonismo não apenas em tempos de paz, mas
sobretudo em situações de guerra.
Proteger as informações digitais é uma estratégia
necessária para preservar a vida "real" da população.
Já imaginou se o inimigo tivesse acesso a todos os
hábitos dos civis, incluindo informações médicas e
transações financeiras? Pois é, o prejuízo poderia ser
incalculável.
[...]
Nos últimos anos, ficou claro para todos que as
guerras sempre contam com derramamento de sangue,
mas que agora também envolvem a troca de bytes e não
apenas de tiros.
Só no Brasil, o medo de ataques fez com que 83% das
empresas gastassem mais com ferramentas desse tipo, de
acordo com a pesquisa PwC Digital Trust Insights 2022.
Isso antes mesmo de um conflito armado irromper no
leste europeu e colocar o mundo de sobreaviso.
Diante da aceleração digital, provocada pela pandemia
de covid-19, e da própria evolução da tecnologia em
diferentes setores, cedo ou tarde a segurança cibernética
assumiria o controle no debate público.
O que o confronto entre Rússia e Ucrânia fez foi apenas
reforçar a importância e necessidade do assunto. Porque a
proteção dos dados digitais revelou-se imprescindível
quando tudo está em paz; mas é literalmente uma questão
de sobrevivência em tempos de guerra.
(Veja mais em https://www.uol.com.br/tilt/colunas /alessandramontini/2022/05/01/seguranca-cibernetica-internet-guerra-digital-governos-empresa-ucrania.htm? cmpid=copiaecolaeja)
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Marque a opção em que as palavras levam acento
pela mesma razão.
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Assinale a alternativa que preenche corretamente as
lacunas da sentença:
Daqui pouco, Ana chegará Itália, sonho esperado muito tempo, que finalmente passará ser realizado.
Daqui pouco, Ana chegará Itália, sonho esperado muito tempo, que finalmente passará ser realizado.
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Assinale a opção que preenche corretamente as
lacunas da frase:
Naquele teste só questões muito .
Naquele teste só questões muito .
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