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Foram encontradas 50 questões.

2150285 Ano: 2022
Disciplina: Odontologia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
As luvas constituem uma barreira física eficaz que previne a infecção cruzada e a contaminação do profissional de saúde, além de reduzir os riscos de acidentes. Qual tipo de luva é mais indicada nos processos de limpeza de artigos e ambientes, quando em contato com superfícies, artigos, instrumentos e equipamentos contaminados?
 

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2150284 Ano: 2022
Disciplina: Odontologia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Processo que visa destruir ou eliminar todas as formas de vida microbiana presentes, por meio de processos físicos ou químicos:
 

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2150283 Ano: 2022
Disciplina: Odontologia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Instrumental imprescindível na bandeja clínica do cirurgião-dentista utilizado para realização do índice de sangramento gengival:
 

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2150282 Ano: 2022
Disciplina: Odontologia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
A associação da escovação dental ao uso diário de dentifrício fluoretado tem sido apontada, em diferentes faixas etárias, como uma medida comum para o controle das doenças bucais como a cárie e as doenças gengivais. Aponte abaixo qual a melhor opção de dentifrício fluoretado para pacientes que apresentam alto risco de cárie.
 

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2150281 Ano: 2022
Disciplina: Odontologia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
No contexto das relações entre os elementos dentários, Angle classificou a dentição a partir dos dentes posteriores em:
 

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2150280 Ano: 2022
Disciplina: Odontologia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Quais os níveis de atenção à saúde pública no Brasil?
 

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2150279 Ano: 2022
Disciplina: Odontologia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Qual das opções abaixo foge das competências denominadas ações de promoção de saúde e prevenção de agravos para os grupos que trabalham junto ao SUS:
 

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2150278 Ano: 2022
Disciplina: Odontologia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
O amálgama é um material odontológico cuja manipulação se dá por trituração, que pode ser manual ou mecânica, cujo objetivo é:
 

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2148686 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
A pandemia nos fez mais solidários?
Carolina Piva

Crises costumam ser impulsionadoras da solidariedade. Ao longo dos últimos meses, muitas pessoas se mostraram abertas a olhar para o próximo e, principalmente, despertaram para as necessidades das engrenagens que fazem um sistema de saúde público funcionar. Em meio a tantas dificuldades, se descobriram caminhos possíveis para captar recursos financeiros, e as ações de filantropia tomaram corpo para ajudar a fortalecer a saúde do Brasil.
[...] Adaptações e aprendizados diários são o caminho para estabelecer novas estratégias. Dentro de um hospital com atendimento 100% do Sistema Único de Saúde (SUS), por exemplo, a busca por recursos é um trabalho extremamente desafiador. Os hospitais filantrópicos padecem com a gestão de seus orçamentos devido à tabela deficitária de pagamentos do SUS. A captação se torna uma necessidade urgente, que começa no relacionamento com parlamentares em busca da destinação de emendas, passa pelo contato com empresas para conseguir patrocínio e chega até as pessoas físicas, que podem destinar uma parte do seu imposto de renda ou simplesmente doar notas fiscais.
A principal ferramenta é sempre a sinceridade. Expor a realidade é importante para o início de qualquer conversa. Contar como funcionam os bastidores do atendimento universal de uma instituição filantrópica e como existem pessoas que se dedicam para a construção desse ideal é uma forma de gerar um despertar altruísta. Mas, apesar das diversas metodologias disponíveis, nem sempre é fácil sensibilizar os decisores da importância que as doações têm para a manutenção de um hospital. Porém, estamos sentindo que a cada dia, sobretudo o setor empresarial, que ainda é o maior desafio, está olhando para a filantropia e entendendo que, quando uma sociedade cresce de forma igualitária, quem ganha somos todos nós.
Enfrentar os desafios e expandir o alcance do investimento filantrópico também significa ampliar a disponibilidade de recursos para ações de desenvolvimento de diferentes setores. Essa expansão não é só urgente, como fundamental. A filantropia vai muito além do assistencialismo ou da caridade. Ela realiza mudanças estratégicas e efetivas, servindo como pontapé para alavancar projetos de impacto para a sociedade. Da gripe espanhola à covid-19, as ações filantrópicas tiveram papel importante na promoção da saúde e continuarão a ter. Independentemente das novas doenças que virão, o sistema de saúde precisa ser, acima de tudo, humano.
O ato de doar faz tão bem para quem doa quanto para quem recebe. O sentimento de pertencimento ao grupo que efetivamente está fazendo algo para construir uma sociedade melhor nos torna pessoas mais empáticas, com uma visão de mundo mais abrangente. O resultado disso é vivermos em um mundo mais aberto ao novo e pacífico, porque, quanto melhor estiver o nosso entorno, melhor todos estaremos. Juntos, podemos cobrar e agir para que nenhum brasileiro perca a vida e deixe seus sonhos e familiares por falta de leito, equipamentos ou empatia.

(In: www.centralpress.com.br/a-pandemia-nos-fez-mais-solidarios)
De acordo com o texto, como devem ser formadas, verdadeiramente, as ações filantrópicas?
 

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2148685 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
A pandemia nos fez mais solidários?
Carolina Piva

Crises costumam ser impulsionadoras da solidariedade. Ao longo dos últimos meses, muitas pessoas se mostraram abertas a olhar para o próximo e, principalmente, despertaram para as necessidades das engrenagens que fazem um sistema de saúde público funcionar. Em meio a tantas dificuldades, se descobriram caminhos possíveis para captar recursos financeiros, e as ações de filantropia tomaram corpo para ajudar a fortalecer a saúde do Brasil.
[...] Adaptações e aprendizados diários são o caminho para estabelecer novas estratégias. Dentro de um hospital com atendimento 100% do Sistema Único de Saúde (SUS), por exemplo, a busca por recursos é um trabalho extremamente desafiador. Os hospitais filantrópicos padecem com a gestão de seus orçamentos devido à tabela deficitária de pagamentos do SUS. A captação se torna uma necessidade urgente, que começa no relacionamento com parlamentares em busca da destinação de emendas, passa pelo contato com empresas para conseguir patrocínio e chega até as pessoas físicas, que podem destinar uma parte do seu imposto de renda ou simplesmente doar notas fiscais.
A principal ferramenta é sempre a sinceridade. Expor a realidade é importante para o início de qualquer conversa. Contar como funcionam os bastidores do atendimento universal de uma instituição filantrópica e como existem pessoas que se dedicam para a construção desse ideal é uma forma de gerar um despertar altruísta. Mas, apesar das diversas metodologias disponíveis, nem sempre é fácil sensibilizar os decisores da importância que as doações têm para a manutenção de um hospital. Porém, estamos sentindo que a cada dia, sobretudo o setor empresarial, que ainda é o maior desafio, está olhando para a filantropia e entendendo que, quando uma sociedade cresce de forma igualitária, quem ganha somos todos nós.
Enfrentar os desafios e expandir o alcance do investimento filantrópico também significa ampliar a disponibilidade de recursos para ações de desenvolvimento de diferentes setores. Essa expansão não é só urgente, como fundamental. A filantropia vai muito além do assistencialismo ou da caridade. Ela realiza mudanças estratégicas e efetivas, servindo como pontapé para alavancar projetos de impacto para a sociedade. Da gripe espanhola à covid-19, as ações filantrópicas tiveram papel importante na promoção da saúde e continuarão a ter. Independentemente das novas doenças que virão, o sistema de saúde precisa ser, acima de tudo, humano.
O ato de doar faz tão bem para quem doa quanto para quem recebe. O sentimento de pertencimento ao grupo que efetivamente está fazendo algo para construir uma sociedade melhor nos torna pessoas mais empáticas, com uma visão de mundo mais abrangente. O resultado disso é vivermos em um mundo mais aberto ao novo e pacífico, porque, quanto melhor estiver o nosso entorno, melhor todos estaremos. Juntos, podemos cobrar e agir para que nenhum brasileiro perca a vida e deixe seus sonhos e familiares por falta de leito, equipamentos ou empatia.

(In: www.centralpress.com.br/a-pandemia-nos-fez-mais-solidarios)
Segundo o texto, as ações filantrópicas colaboram para que:
 

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