Foram encontradas 45 questões.
Considere as seguintes afirmativas:
I. A máquina utilizada na produção provocou um gasto em sua entrada, tornando investimento (ativo) e parceladamente transformado em custo, via depreciação, à medida que é utilizada no processo de produção de utilidades.
II. Custos dos produtos vendidos (CPV) é a soma dos custos contidos na produção acabada do período. Pode conter custos de produção também de períodos anteriores existentes em unidades que só foram completas no presente período.
III. Todos os sacrifícios havidos pela aquisição de bens ou serviços (gastos) que são “estocados” nos ativos da empresa para baixa ou amortização quando de sua venda, de seu consumo, de seu desaparecimento ou de sua desvalorização são especificamente chamados de investimento.
Com base na afirmativas, são CORRETAS:
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No Plano de Contas Aplicado ao Setor Público, as contas são classificadas segundo a natureza das informações, EXCETO:
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A Indústria Coimbra comprou no início do mês de janeiro de 2010 um equipamento para seu parque fabril por R$200.000,00 cuja vida útil foi definida em 10 anos sem valor residual. Ao final do ano de 2012, a indústria tomou conhecimento de que foi lançado um novo equipamento com tecnologia superior, gerando indícios de que o equipamento em uso sofreu relevante desvalorização. Dito isso, foi identificado que o valor máximo líquido de despesas a ser obtido na venda da máquina era de R$90.000,00 e o valor em uso projetado através de fluxo de caixa descontado dos fluxos futuros de benefícios econômicos esperados era de R$120.000,00.
Assinale a opção que contém os valores adequados para o valor recuperável da máquina e do valor da perda por imparidade do ativo, respectivamente.
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TEXTO
Em 1988, a Constituição brasileira reconheceu a saúde como um direito do cidadão e um dever do Estado e estabeleceu a base para a criação do SUS, que se fundamenta nos princípios da universalidade, integralidade e participação social. Esse reconhecimento constitucional do direito à saúde só foi possível após longa luta política e graças à atuação do Movimento pela Reforma Sanitária. A implantação de um sistema de saúde universal no Brasil teve início em um contexto político e econômico desfavorável, que promovia a ideologia neoliberal, perspectiva essa reforçada por organizações internacionais contrárias ao financiamento público de sistemas de saúde nacionais e universais ou que defendiam etapas intermediárias para atingi-los.
Nos últimos 20 anos, houve avanços na implementação do SUS. Realizaram-se inovações institucionais, como um intenso processo de descentralização que outorgou maior responsabilidade aos municípios na gestão dos serviços de saúde, além de possibilitar os meios para promover e formalizar a participação social na criação de políticas de saúde e no controle do desempenho do sistema. O SUS aumentou amplamente o acesso aos cuidados de saúde para grande parte da população brasileira, atingindo-se a cobertura universal para a vacinação e a assistência pré-natal; aumentou a conscientização da população sobre o direito à saúde vinculado à cidadania; e investiu na expansão dos recursos humanos e da tecnologia em saúde, incluindo a produção da maior parte dos insumos e produtos farmacêuticos do país.
No entanto, o SUS é um sistema de saúde em desenvolvimento que continua a lutar para garantir a cobertura universal e equitativa. À medida que a participação do setor privado no 20 mercado aumenta, as interações entre os setores público e privado criam contradições e injusta competição, levando a ideologias e objetivos opostos (acesso universal vs. segmentação do mercado), que geram resultados negativos na equidade, no acesso aos serviços de saúde e nas condições de saúde.
Embora o financiamento federal tenha aumentado cerca de quatro vezes desde o início da última década, a porcentagem do orçamento federal destinada ao setor de saúde não cresceu, levando a restrições de financiamento, infraestrutura e recursos humanos.
Outros desafios surgem por conta de transformações nas características demográficas e epidemiológicas da população brasileira, o que obriga a transição de um modelo de atenção centrado nas doenças agudas para um modelo baseado na promoção intersetorial da saúde e na integração dos serviços de saúde. O Pacto pela Saúde e sua proposta de uma rede de serviços de saúde organizada com fundamentos na atenção básica, associados às recomendações da Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúde, segundo as quais é essencial abordar as causas primordiais dos problemas de saúde, podem ajudar nessa conformação de modelos de atenção mais abrangentes, por mais que ainda seja necessário superar enormes dificuldades.
Em última análise, para superar os desafios enfrentados pelo sistema de saúde brasileiro, será necessária uma nova estrutura financeira e uma revisão profunda das relações público privadas. Portanto, o maior desafio enfrentado pelo SUS é político. Questões como o financiamento, a articulação público-privada e as desigualdades persistentes não poderão ser resolvidas unicamente na esfera técnica. As bases legais e normativas já foram estabelecidas e já se adquiriu bastante experiência operacional. Agora é preciso garantir ao SUS sua sustentabilidade política, econômica, científica e tecnológica.
PAIM, J, TRAVASSOS, C, ALMEIDA, C, MACINKO,J. IN: The Lancet (Série Brasil) London, 2011, p.21-31. Disponível em: <http://download.thelancet.com/flatcontentassets/pdfslbrazillbrazilporl.pdf>.
São tratados, no texto, os seguintes temas e suas características, EXCETO.
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Apuração para identificação do Superávit Financeiro de um exercício é evidenciada por meio de:
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Analise e responda a questão, de acordo com Lei nº 8.112, de 11/12/1990 e suas alterações.
A demissão será aplicada nos seguintes casos, EXCETO:
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- Elementos OrçamentáriosReceita OrçamentáriaClassificação da Receita OrçamentáriaClassificação por Natureza da Receita
Responda a questão com base nas informações a seguir, referentes a um Balanço Financeiro da União, correspondente a um exercício financeiro.
| R$ | |
| Receita Tributária | R$ 353.000,00 |
| Receita de Contribuições | R$ 543.000,00 |
| Receita Patrimonial | R$ 66.000,00 |
| Receita de Serviços | R$ 48.000,00 |
| Outras Receitas Correntes | R$ 64.000,00 |
| Operações de Crédito | R$ 567.000,00 |
| Alienação de Bens | R$ 2.000,00 |
| Amortização de Empréstimos | R$ 40.000,00 |
| Outras Receitas de Capital | R$ 61.000,00 |
| Deduções da Receita | (R$ 43.000,00) |
| Ingressos Extraorçamentários | R$ 3.472.000,00 |
| Disponibilidades do Período Anterior | R$ 462.000,00 |
| Despesas Correntes | R$ 1.010.000,00 |
| Despesas de Capital | R$ 667.000,00 |
| Dispêndios Extraorçamentários | R$ 3.428.000,00 |
O valor total das Receitas Correntes apuradas no exercício corresponde a:
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TEXTO
Em 1988, a Constituição brasileira reconheceu a saúde como um direito do cidadão e um dever do Estado e estabeleceu a base para a criação do SUS, que se fundamenta nos princípios da universalidade, integralidade e participação social. Esse reconhecimento constitucional do direito à saúde só foi possível após longa luta política e graças à atuação do Movimento pela Reforma Sanitária. A implantação de um sistema de saúde universal no Brasil teve início em um contexto político e econômico desfavorável, que promovia a ideologia neoliberal, perspectiva essa reforçada por organizações internacionais contrárias ao financiamento público de sistemas de saúde nacionais e universais ou que defendiam etapas intermediárias para atingi-los.
Nos últimos 20 anos, houve avanços na implementação do SUS. Realizaram-se inovações institucionais, como um intenso processo de descentralização que outorgou maior responsabilidade aos municípios na gestão dos serviços de saúde, além de possibilitar os meios para promover e formalizar a participação social na criação de políticas de saúde e no controle do desempenho do sistema. O SUS aumentou amplamente o acesso aos cuidados de saúde para grande parte da população brasileira, atingindo-se a cobertura universal para a vacinação e a assistência pré-natal; aumentou a conscientização da população sobre o direito à saúde vinculado à cidadania; e investiu na expansão dos recursos humanos e da tecnologia em saúde, incluindo a produção da maior parte dos insumos e produtos farmacêuticos do país.
No entanto, o SUS é um sistema de saúde em desenvolvimento que continua a lutar para garantir a cobertura universal e equitativa. À medida que a participação do setor privado no 20 mercado aumenta, as interações entre os setores público e privado criam contradições e injusta competição, levando a ideologias e objetivos opostos (acesso universal vs. segmentação do mercado), que geram resultados negativos na equidade, no acesso aos serviços de saúde e nas condições de saúde.
Embora o financiamento federal tenha aumentado cerca de quatro vezes desde o início da última década, a porcentagem do orçamento federal destinada ao setor de saúde não cresceu, levando a restrições de financiamento, infraestrutura e recursos humanos.
Outros desafios surgem por conta de transformações nas características demográficas e epidemiológicas da população brasileira, o que obriga a transição de um modelo de atenção centrado nas doenças agudas para um modelo baseado na promoção intersetorial da saúde e na integração dos serviços de saúde. O Pacto pela Saúde e sua proposta de uma rede de serviços de saúde organizada com fundamentos na atenção básica, associados às recomendações da Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúde, segundo as quais é essencial abordar as causas primordiais dos problemas de saúde, podem ajudar nessa conformação de modelos de atenção mais abrangentes, por mais que ainda seja necessário superar enormes dificuldades.
Em última análise, para superar os desafios enfrentados pelo sistema de saúde brasileiro, será necessária uma nova estrutura financeira e uma revisão profunda das relações público privadas. Portanto, o maior desafio enfrentado pelo SUS é político. Questões como o financiamento, a articulação público-privada e as desigualdades persistentes não poderão ser resolvidas unicamente na esfera técnica. As bases legais e normativas já foram estabelecidas e já se adquiriu bastante experiência operacional. Agora é preciso garantir ao SUS sua sustentabilidade política, econômica, científica e tecnológica.
PAIM, J, TRAVASSOS, C, ALMEIDA, C, MACINKO,J. IN: The Lancet (Série Brasil) London, 2011, p.21-31. Disponível em: <http://download.thelancet.com/flatcontentassets/pdfslbrazillbrazilporl.pdf>.
Assinale a alternativa em que o termo entre parênteses é antônimo do termo sublinhado nas passagens extraídas do texto.
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A empresa Alfenas apura as seguintes informações patrimoniais e de resultado sobre o ano de 2012.
| Receita Líquida de Vendas | R$ 18.000,00 |
| Custo dos Produtos Vendidos | R$ 6.200,00 |
| Despesas Operacionais | R$ 2.850,00 |
| Despesas com Vendas | R$ 1.400,00 |
| Despesas Administrativas | R$ 550,00 |
| Despesas Financeiras | R$ 600,00 |
| Impostos sobre o Lucro | R$ 500,00 |
| Despesas de Depreciação (inclusas no CPV) | R$ 200,00 |
| Capital Social | R$ 80.000,00 |
Com base nas informações apresentadas acima, assinale a opção VERDADEIRA:
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Considere as seguintes afirmativas.
I. A análise vertical baseia-se na evolução de cada conta de uma série de demonstrações financeiras em relação à demonstração anterior e/ou em relação a uma demonstração financeira básica, geralmente a mais antiga da série.
II. A conjugação dos três índices de prazos médios leva a analise dos ciclos financeiro e operacional, elementos fundamentais para a determinação de estratégias empresariais, tanto comerciais quanto financeiras, geralmente vitais para a determinação do fracasso ou sucesso de uma empresa.
III. Na maioria das vezes, o método da análise horizontal e vertical em vez de esclarecer os fatores que afetaram a performance e a saúde financeira de uma empresa, indica a necessidade de o analista buscar outras fontes de informações.
Com base nas afirmativas, são CORRETAS:
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