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Foram encontradas 45 questões.

2235080 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Uma fonte trifásica equilibrada, conectada em malha (Δ), com sequência de fase negativa, apresenta tensão na fase a igual a 13.8∠ 0o kV, e impedância interna do enrolamento da fase igual a 6 + j30Ω. Baseando-se nesse sistema de geração, apresentam-se as seguintes afirmativas:
I. A impedância interna do enrolamento da fase do circuito equivalente conectado em estrela (Y) é igual a 2 + j10Ω.
II. O circuito original em malha (Δ) e o circuito equivalente conectado em estrela (Y) fornecem a mesma tensão de circuito aberto.
III. As tensões nas fases b e c são, respectivamente, 13.8 ∠ — 120o kV e 13.8 ∠ 120o kV.
Com relação às afirmativas relacionadas ao sistema de geração descrito, é CORRETO afirmar que
 

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2235058 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Uma corrente elétrica igual a 15 mA flui por um filamento infinitamente longo no sentido positivo de x. Nessa situação, é CORRETO afirmar que o módulo da intensidade de campo magnético no ponto P(1, 3, 2) é, aproximadamente:
 

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2235049 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Suponha uma máquina elementar de entreferro uniforme, com enrolamentos de rotor e estator distribuídos por ranhuras tal que suas ondas de FMM sejam aproximadas por senóides espaciais. Suponha, ainda, que o rotor e estator sejam cilíndricos e concêntricos, e que as aberturas das ranhuras e as relutâncias dos ferros sejam desprezíveis. Com relação a essa máquina, são feitas as seguintes afirmativas:
I. O conjugado eletromecânico atua acelerando o rotor, de forma a aumentar o ângulo mecânico entre os eixos dos enrolamentos de rotor e estator.
II. O conjugado eletromecânico atua em um sentido tal, que conduz ao alinhamento dos campos magnéticos do rotor e estator.
III. O conjugado eletromecânico é diretamente proporcional ao número de polos da máquina e também ao produto das correntes dos enrolamentos.
IV. O conjugado eletromecânico é diretamente proporcional à indutância mútua entre o rotor e estator, a qual depende do ângulo elétrico entre os eixos magnéticos dos enrolamentos.
Considerando a máquina descrita e as informações sobre seu conjugado, é CORRETO afirmar que:
 

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2235039 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Diferente do que se observa para um transformador de dois enrolamentos, onde o primário e o secundário apresentam a mesma potência nominal, os enrolamentos de um transformador de três enrolamentos podem apresentar potências nominais distintas. Nesse sentido, suponha um transformador de três enrolamentos com os seguintes dados nominais:
Primário (p): Conexão Y: 20 MVA; 66.0 kV
Secundário (s): Conexão Y: 15 MVA; 18.0 kV
Terciário (t): Conexão Δ: 5MVA; 13.2 kV
Desprezando-se as resistências dos enrolamentos, as impedâncias em p.u. (por unidade) são:
Zps = 0.02 na base 20 MVA; 66 kV
Zpt = 0.07 na base 20 MVA; 66 kV
Zst = 0.05 na base 15 MVA; 18 kV
Considerando-se que se deseje obter as impedâncias em p.u. do circuito equivalente ligado em estrela (Y), com relação à base do primário, são enunciadas as seguintes afirmativas:
I. As impedâncias Zps e Zpt são medidas no circuito do primário e, portanto, já estão expressas na base adequada do circuito equivalente.
II. A impedância Zst requer a alteração da sua base de potência, entretanto, não há necessidade de mudança de sua base de tensão.
III. Após realizada as mudanças de base necessárias para Zst, a sua impedância torna-se aproximadamente 0.45 p.u.
Com relação às afirmativas sobre a mudança das bases das impedâncias do circuito equivalente do transformador apresentado, é CORRETO afirmar que
 

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2235037 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Uma carga trifásica balanceada conectada a uma linha de 240 kV rms, 60 Hz, absorve 45 kVAr a um fator de potência 0.8 atrasado. Um banco de capacitores trifásico é instalado em paralelo com a carga, conectado em malha (Δ), com o intuito de elevar o fator de potência para 0.96 atrasado. O valor da capacitância de apenas um dos capacitores do banco é aproximadamente:
 

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2235008 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Sejam quatro circuitos de uma instalação elétrica residencial:
I. Circuito de alimentação das TUG (tomadas de uso geral) da sala de estar.
II. Circuito de alimentação das TUG da cozinha.
III. Circuito de alimentação das TUG de uma varanda externa aberta.
IV. Circuito de iluminação dos dormitórios.
Quais desses circuitos devem ser OBRIGATORIAMENTE protegidos por dispositivos de proteção diferencial residual (DR) de alta sensibilidade?
 

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TEXTO
Em 1988, a Constituição brasileira reconheceu a saúde como um direito do cidadão e um dever do Estado e estabeleceu a base para a criação do SUS, que se fundamenta nos princípios da universalidade, integralidade e participação social. Esse reconhecimento constitucional do direito à saúde só foi possível após longa luta política e graças à atuação do Movimento pela Reforma Sanitária. A implantação de um sistema de saúde universal no Brasil teve início em um contexto político e econômico desfavorável, que promovia a ideologia neoliberal, perspectiva essa reforçada por organizações internacionais contrárias ao financiamento público de sistemas de saúde nacionais e universais ou que defendiam etapas intermediárias para atingi-los.
Nos últimos 20 anos, houve avanços na implementação do SUS. Realizaram-se inovações institucionais, como um intenso processo de descentralização que outorgou maior responsabilidade aos municípios na gestão dos serviços de saúde, além de possibilitar os meios para promover e formalizar a participação social na criação de políticas de saúde e no controle do desempenho do sistema. O SUS aumentou amplamente o acesso aos cuidados de saúde para grande parte da população brasileira, atingindo-se a cobertura universal para a vacinação e a assistência pré-natal; aumentou a conscientização da população sobre o direito à saúde vinculado à cidadania; e investiu na expansão dos recursos humanos e da tecnologia em saúde, incluindo a produção da maior parte dos insumos e produtos farmacêuticos do país.
No entanto, o SUS é um sistema de saúde em desenvolvimento que continua a lutar para garantir a cobertura universal e equitativa. À medida que a participação do setor privado no 20 mercado aumenta, as interações entre os setores público e privado criam contradições e injusta competição, levando a ideologias e objetivos opostos (acesso universal vs. segmentação do mercado), que geram resultados negativos na equidade, no acesso aos serviços de saúde e nas condições de saúde.
Embora o financiamento federal tenha aumentado cerca de quatro vezes desde o início da última década, a porcentagem do orçamento federal destinada ao setor de saúde não cresceu, levando a restrições de financiamento, infraestrutura e recursos humanos.
Outros desafios surgem por conta de transformações nas características demográficas e epidemiológicas da população brasileira, o que obriga a transição de um modelo de atenção centrado nas doenças agudas para um modelo baseado na promoção intersetorial da saúde e na integração dos serviços de saúde. O Pacto pela Saúde e sua proposta de uma rede de serviços de saúde organizada com fundamentos na atenção básica, associados às recomendações da Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúde, segundo as quais é essencial abordar as causas primordiais dos problemas de saúde, podem ajudar nessa conformação de modelos de atenção mais abrangentes, por mais que ainda seja necessário superar enormes dificuldades.
Em última análise, para superar os desafios enfrentados pelo sistema de saúde brasileiro, será necessária uma nova estrutura financeira e uma revisão profunda das relações público privadas. Portanto, o maior desafio enfrentado pelo SUS é político. Questões como o financiamento, a articulação público-privada e as desigualdades persistentes não poderão ser resolvidas unicamente na esfera técnica. As bases legais e normativas já foram estabelecidas e já se adquiriu bastante experiência operacional. Agora é preciso garantir ao SUS sua sustentabilidade política, econômica, científica e tecnológica.
PAIM, J, TRAVASSOS, C, ALMEIDA, C, MACINKO,J. IN: The Lancet (Série Brasil) London, 2011, p.21-31. Disponível em: <http://download.thelancet.com/flatcontentassets/pdfslbrazillbrazilporl.pdf>.
Observe a função do elemento coesivo destacado neste trecho:
A implantação de um sistema de saúde universal no Brasil teve início em um contexto político e econômico desfavorável, que promovia a ideologia neoliberal [...].
Os elementos destacados nas alternativas a seguir apresentam a mesma função do termo destacado acima, EXCETO em:
 

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TEXTO
Em 1988, a Constituição brasileira reconheceu a saúde como um direito do cidadão e um dever do Estado e estabeleceu a base para a criação do SUS, que se fundamenta nos princípios da universalidade, integralidade e participação social. Esse reconhecimento constitucional do direito à saúde só foi possível após longa luta política e graças à atuação do Movimento pela Reforma Sanitária. A implantação de um sistema de saúde universal no Brasil teve início em um contexto político e econômico desfavorável, que promovia a ideologia neoliberal, perspectiva essa reforçada por organizações internacionais contrárias ao financiamento público de sistemas de saúde nacionais e universais ou que defendiam etapas intermediárias para atingi-los.
Nos últimos 20 anos, houve avanços na implementação do SUS. Realizaram-se inovações institucionais, como um intenso processo de descentralização que outorgou maior responsabilidade aos municípios na gestão dos serviços de saúde, além de possibilitar os meios para promover e formalizar a participação social na criação de políticas de saúde e no controle do desempenho do sistema. O SUS aumentou amplamente o acesso aos cuidados de saúde para grande parte da população brasileira, atingindo-se a cobertura universal para a vacinação e a assistência pré-natal; aumentou a conscientização da população sobre o direito à saúde vinculado à cidadania; e investiu na expansão dos recursos humanos e da tecnologia em saúde, incluindo a produção da maior parte dos insumos e produtos farmacêuticos do país.
No entanto, o SUS é um sistema de saúde em desenvolvimento que continua a lutar para garantir a cobertura universal e equitativa. À medida que a participação do setor privado no 20 mercado aumenta, as interações entre os setores público e privado criam contradições e injusta competição, levando a ideologias e objetivos opostos (acesso universal vs. segmentação do mercado), que geram resultados negativos na equidade, no acesso aos serviços de saúde e nas condições de saúde.
Embora o financiamento federal tenha aumentado cerca de quatro vezes desde o início da última década, a porcentagem do orçamento federal destinada ao setor de saúde não cresceu, levando a restrições de financiamento, infraestrutura e recursos humanos.
Outros desafios surgem por conta de transformações nas características demográficas e epidemiológicas da população brasileira, o que obriga a transição de um modelo de atenção centrado nas doenças agudas para um modelo baseado na promoção intersetorial da saúde e na integração dos serviços de saúde. O Pacto pela Saúde e sua proposta de uma rede de serviços de saúde organizada com fundamentos na atenção básica, associados às recomendações da Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúde, segundo as quais é essencial abordar as causas primordiais dos problemas de saúde, podem ajudar nessa conformação de modelos de atenção mais abrangentes, por mais que ainda seja necessário superar enormes dificuldades.
Em última análise, para superar os desafios enfrentados pelo sistema de saúde brasileiro, será necessária uma nova estrutura financeira e uma revisão profunda das relações público privadas. Portanto, o maior desafio enfrentado pelo SUS é político. Questões como o financiamento, a articulação público-privada e as desigualdades persistentes não poderão ser resolvidas unicamente na esfera técnica. As bases legais e normativas já foram estabelecidas e já se adquiriu bastante experiência operacional. Agora é preciso garantir ao SUS sua sustentabilidade política, econômica, científica e tecnológica.
PAIM, J, TRAVASSOS, C, ALMEIDA, C, MACINKO,J. IN: The Lancet (Série Brasil) London, 2011, p.21-31. Disponível em: <http://download.thelancet.com/flatcontentassets/pdfslbrazillbrazilporl.pdf>.
Leia esta passagem, extraída do texto.
Esse reconhecimento constitucional do direito à saúde só foi possível após longa luta política e graças à atuação do Movimento pela Reforma Sanitária.
Essa passagem foi reescrita sem alteração do sentido original em:
 

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TEXTO
Em 1988, a Constituição brasileira reconheceu a saúde como um direito do cidadão e um dever do Estado e estabeleceu a base para a criação do SUS, que se fundamenta nos princípios da universalidade, integralidade e participação social. Esse reconhecimento constitucional do direito à saúde só foi possível após longa luta política e graças à atuação do Movimento pela Reforma Sanitária. A implantação de um sistema de saúde universal no Brasil teve início em um contexto político e econômico desfavorável, que promovia a ideologia neoliberal, perspectiva essa reforçada por organizações internacionais contrárias ao financiamento público de sistemas de saúde nacionais e universais ou que defendiam etapas intermediárias para atingi-los.
Nos últimos 20 anos, houve avanços na implementação do SUS. Realizaram-se inovações institucionais, como um intenso processo de descentralização que outorgou maior responsabilidade aos municípios na gestão dos serviços de saúde, além de possibilitar os meios para promover e formalizar a participação social na criação de políticas de saúde e no controle do desempenho do sistema. O SUS aumentou amplamente o acesso aos cuidados de saúde para grande parte da população brasileira, atingindo-se a cobertura universal para a vacinação e a assistência pré-natal; aumentou a conscientização da população sobre o direito à saúde vinculado à cidadania; e investiu na expansão dos recursos humanos e da tecnologia em saúde, incluindo a produção da maior parte dos insumos e produtos farmacêuticos do país.
No entanto, o SUS é um sistema de saúde em desenvolvimento que continua a lutar para garantir a cobertura universal e equitativa. À medida que a participação do setor privado no 20 mercado aumenta, as interações entre os setores público e privado criam contradições e injusta competição, levando a ideologias e objetivos opostos (acesso universal vs. segmentação do mercado), que geram resultados negativos na equidade, no acesso aos serviços de saúde e nas condições de saúde.
Embora o financiamento federal tenha aumentado cerca de quatro vezes desde o início da última década, a porcentagem do orçamento federal destinada ao setor de saúde não cresceu, levando a restrições de financiamento, infraestrutura e recursos humanos.
Outros desafios surgem por conta de transformações nas características demográficas e epidemiológicas da população brasileira, o que obriga a transição de um modelo de atenção centrado nas doenças agudas para um modelo baseado na promoção intersetorial da saúde e na integração dos serviços de saúde. O Pacto pela Saúde e sua proposta de uma rede de serviços de saúde organizada com fundamentos na atenção básica, associados às recomendações da Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúde, segundo as quais é essencial abordar as causas primordiais dos problemas de saúde, podem ajudar nessa conformação de modelos de atenção mais abrangentes, por mais que ainda seja necessário superar enormes dificuldades.
Em última análise, para superar os desafios enfrentados pelo sistema de saúde brasileiro, será necessária uma nova estrutura financeira e uma revisão profunda das relações público privadas. Portanto, o maior desafio enfrentado pelo SUS é político. Questões como o financiamento, a articulação público-privada e as desigualdades persistentes não poderão ser resolvidas unicamente na esfera técnica. As bases legais e normativas já foram estabelecidas e já se adquiriu bastante experiência operacional. Agora é preciso garantir ao SUS sua sustentabilidade política, econômica, científica e tecnológica.
PAIM, J, TRAVASSOS, C, ALMEIDA, C, MACINKO,J. IN: The Lancet (Série Brasil) London, 2011, p.21-31. Disponível em: <http://download.thelancet.com/flatcontentassets/pdfslbrazillbrazilporl.pdf>.
Leia os seguintes trechos.
I. As bases legais e normativas já foram estabelecidas e já se adquiriu bastante experiência operacional.
II. Nos últimos 20 anos, houve avanços na implementação do SUS.
III. Outros desafios surgem por conta de transformações nas características demográficas e epidemiológicas da população brasileira.
IV. Agora é preciso garantir ao SUS sua sustentabilidade política, econômica, científica e tecnológica.
Os trechos em que o autor apresenta seu ponto de vista em relação à temática do texto é
 

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2234964 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:
Em uma empresa, existem três funcionários que, neste ano, farão aniversário na mesma semana. Considerando-se uma semana completa (7 dias), qual a probabilidade de AO MENOS dois desses funcionários fazerem aniversários em um mesmo dia da semana?
 

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