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Foram encontradas 29 questões.

3477761 Ano: 2014
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Qual dos seguintes paths é um exemplo de um array RAID em software no Linux?

 

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3477760 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Uma máquina na rede possui uma interface ethernet configurada com o endereço IP na sub-rede 192.168.0.0/24. Essa sub-rede tem um roteador com o endereço IP 192.168.0.1, que conecta essa sub-rede na internet. O que é necessário ser feito no cliente para possibilitar que ele possa usar esse roteador como seu gateway default?

 

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3477759 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Qual é o comando que adiciona outro endereço IP para uma interface que já tem, pelo menos, um endereço IP?

 

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3477758 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Para se conectar um servidor com endereço IP 10.12.34.56 usando HTTPS, uma regra para o iptable tem que ser escrita. Sabendo-se que o IP do cliente é 192.168.43.12, qual dos seguintes comandos está correto?

 

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3477757 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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O que acontece quando o Kernel do Linux não consegue montar o root filesystem?

 

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3477756 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Quais dos sistemas de arquivos abaixo são usados nas partições de root de um Linux?

 

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3477755 Ano: 2014
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Qual é o número mínimo de discos requeridos para se ter um array RAID5 totalmente redundante?

 

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Leia, com muita atenção, o texto apresentado a seguir, para responder a questão.

Acordo Ortográfico

Qualquer pessoa que estuda a história ortográfica das línguas sabe que, por razões econômicas e culturais, não se deve mexer em ortografias estabilizadas. Mudanças “simplificadoras” ou “racionalizadoras”, embora propostas sempre com a maior das boas intenções, resultam, se implantadas, em desastre.

Apesar dessa lição histórica, os filólogos da geração de Antônio Houaiss, portugueses e brasileiros, entenderam que era necessário superar a duplicidade de ortografias oficiais do português. Depois de décadas de debates, chegaram ao Acordo Ortográfico (AO) de 1990, pelo qual se fizeram pequenos ajustes em cada uma das ortografias vigentes para submetê-las a um único conjunto de princípios. Na proposta desses filólogos, não houve propriamente uma reforma ortográfica, na medida em que o núcleo duro das bases da ortografia estabelecidas em 1911 não se alterou.

O AO foi ratificado por todos os países de língua oficial portuguesa, a começar por Portugal, que já o fez em 1991. Houve, depois, alguns protocolos aditivos, todos já também ratificados por todos os países. Falta ainda Angola completar o processo. E a demora não decorre de aquele país recusar o acordo (afinal, é um dos seus signatários), mas de seu entendimento de que, antes da ratificação, precisa definir formas para melhor adaptar graficamente as inúmeras palavras das línguas bantu que enriqueceram o português daquele país.

O AO está inteiramente implantado no Brasil desde 2009; está em avançado processo de implantação em Portugal e em progresso nos demais países. Assim, dizer, como se lê vez por outra, que o AO fracassou é desconhecer a realidade ou, pior, querer ignorá-la. A questão que se levantou no Brasil no fim de 2013 é se devemos alterar os termos do AO. Como o questionamento vinha da Comissão de Educação do Senado, o governo federal decidiu, ex abrupto e sem maiores consultas, prorrogar a vigência definitiva do Acordo para a partir de 2016 (antes prevista para 01/01/2014).

Alegou-se, na ocasião, que, com isso, fazíamos um gesto de cortesia a Portugal, emparelhando nosso calendário ao de lá. E, paralelamente, ganhávamos tempo para propor alterações em aspectos do acordo que, supostamente, precisam ser ajustados ou “mais bem acordados”.

Não há, porém, nenhum bom argumento que justifique mexer no acordo. Os poucos pontos que geram alguma dúvida são marginais e, no fundo, estão sendo equacionados tecnicamente na elaboração do Vocabulário Ortográfico Comum (VOC). (...)

Há, contudo, mais: o projeto do VOC está promovendo a elaboração de Vocabulários Ortográficos Nacionais onde não havia nenhum. O de Moçambique está quase pronto; o de Timor-Leste está em avançado processo de execução. E os demais, em andamento. (...)

Com o VOC, teremos à disposição não apenas sua referência comum e segura da ortografia, mas também um rol de acervos lexicais que vão permitir enriquecer substancialmente os dicionários da língua. Por tudo isso, o projeto do VOC tem recebido apoio institucional de importantes centros de pesquisa em processamento automático de línguas naturais, bem como recursos financeiros de diversas fontes, como o pagamento de bolsas do projeto pelo Instituto Camões e o montante de 30 mil euros recentemente dado ao projeto pelo governo de Angola.

Não precisamos, portanto, mexer no AO. Contudo é importante não esquecer que qualquer retrocesso na implantação do AO no Brasil implicará enormes prejuízos para as editoras nacionais (há alguém interessado em quebrar nosso parque editorial?), além de incalculável e injustificável desperdício do dinheiro público, considerando que todos os milhões de livros do Programa Nacional do Livro Didático têm sido impressos, desde 2010, com a ortografia prevista no AO.

(FARACO, Carlos Alberto. Opinião. Estado de Minas, Belo Horizonte, 5 ago. de 2014. p.9. Adaptado.)

Glossário

Ex abrupto: de súbito, sem preparação.

Filologia: estudo científico do desenvolvimento de uma língua ou de famílias de línguas, em especial a pesquisa de sua história morfológica e fonológica baseada em documentos escritos e na crítica dos textos redigidos nessas línguas.

“Não há, porém, nenhum bom argumento que justifique mexer no acordo.” (parágrafo 6).

Fazendo-se alterações nessa frase, observa-se um caso de plural que foge ao padrão formal da língua em:

 

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Leia, com muita atenção, o texto apresentado a seguir, para responder a questão.

Acordo Ortográfico

Qualquer pessoa que estuda a história ortográfica das línguas sabe que, por razões econômicas e culturais, não se deve mexer em ortografias estabilizadas. Mudanças “simplificadoras” ou “racionalizadoras”, embora propostas sempre com a maior das boas intenções, resultam, se implantadas, em desastre.

Apesar dessa lição histórica, os filólogos da geração de Antônio Houaiss, portugueses e brasileiros, entenderam que era necessário superar a duplicidade de ortografias oficiais do português. Depois de décadas de debates, chegaram ao Acordo Ortográfico (AO) de 1990, pelo qual se fizeram pequenos ajustes em cada uma das ortografias vigentes para submetê-las a um único conjunto de princípios. Na proposta desses filólogos, não houve propriamente uma reforma ortográfica, na medida em que o núcleo duro das bases da ortografia estabelecidas em 1911 não se alterou.

O AO foi ratificado por todos os países de língua oficial portuguesa, a começar por Portugal, que já o fez em 1991. Houve, depois, alguns protocolos aditivos, todos já também ratificados por todos os países. Falta ainda Angola completar o processo. E a demora não decorre de aquele país recusar o acordo (afinal, é um dos seus signatários), mas de seu entendimento de que, antes da ratificação, precisa definir formas para melhor adaptar graficamente as inúmeras palavras das línguas bantu que enriqueceram o português daquele país.

O AO está inteiramente implantado no Brasil desde 2009; está em avançado processo de implantação em Portugal e em progresso nos demais países. Assim, dizer, como se lê vez por outra, que o AO fracassou é desconhecer a realidade ou, pior, querer ignorá-la. A questão que se levantou no Brasil no fim de 2013 é se devemos alterar os termos do AO. Como o questionamento vinha da Comissão de Educação do Senado, o governo federal decidiu, ex abrupto e sem maiores consultas, prorrogar a vigência definitiva do Acordo para a partir de 2016 (antes prevista para 01/01/2014).

Alegou-se, na ocasião, que, com isso, fazíamos um gesto de cortesia a Portugal, emparelhando nosso calendário ao de lá. E, paralelamente, ganhávamos tempo para propor alterações em aspectos do acordo que, supostamente, precisam ser ajustados ou “mais bem acordados”.

Não há, porém, nenhum bom argumento que justifique mexer no acordo. Os poucos pontos que geram alguma dúvida são marginais e, no fundo, estão sendo equacionados tecnicamente na elaboração do Vocabulário Ortográfico Comum (VOC). (...)

Há, contudo, mais: o projeto do VOC está promovendo a elaboração de Vocabulários Ortográficos Nacionais onde não havia nenhum. O de Moçambique está quase pronto; o de Timor-Leste está em avançado processo de execução. E os demais, em andamento. (...)

Com o VOC, teremos à disposição não apenas sua referência comum e segura da ortografia, mas também um rol de acervos lexicais que vão permitir enriquecer substancialmente os dicionários da língua. Por tudo isso, o projeto do VOC tem recebido apoio institucional de importantes centros de pesquisa em processamento automático de línguas naturais, bem como recursos financeiros de diversas fontes, como o pagamento de bolsas do projeto pelo Instituto Camões e o montante de 30 mil euros recentemente dado ao projeto pelo governo de Angola.

Não precisamos, portanto, mexer no AO. Contudo é importante não esquecer que qualquer retrocesso na implantação do AO no Brasil implicará enormes prejuízos para as editoras nacionais (há alguém interessado em quebrar nosso parque editorial?), além de incalculável e injustificável desperdício do dinheiro público, considerando que todos os milhões de livros do Programa Nacional do Livro Didático têm sido impressos, desde 2010, com a ortografia prevista no AO.

(FARACO, Carlos Alberto. Opinião. Estado de Minas, Belo Horizonte, 5 ago. de 2014. p.9. Adaptado.)

Glossário

Ex abrupto: de súbito, sem preparação.

Filologia: estudo científico do desenvolvimento de uma língua ou de famílias de línguas, em especial a pesquisa de sua história morfológica e fonológica baseada em documentos escritos e na crítica dos textos redigidos nessas línguas.

“Há, contudo, mais: o projeto do VOC está promovendo a elaboração de Vocabulários Ortográficos Nacionais onde não havia nenhum.” Essa frase, considerando-se a argumentação tecida pelo autor, permite que se entenda:

 

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Leia, com muita atenção, o texto apresentado a seguir, para responder a questão.

Acordo Ortográfico

Qualquer pessoa que estuda a história ortográfica das línguas sabe que, por razões econômicas e culturais, não se deve mexer em ortografias estabilizadas. Mudanças “simplificadoras” ou “racionalizadoras”, embora propostas sempre com a maior das boas intenções, resultam, se implantadas, em desastre.

Apesar dessa lição histórica, os filólogos da geração de Antônio Houaiss, portugueses e brasileiros, entenderam que era necessário superar a duplicidade de ortografias oficiais do português. Depois de décadas de debates, chegaram ao Acordo Ortográfico (AO) de 1990, pelo qual se fizeram pequenos ajustes em cada uma das ortografias vigentes para submetê-las a um único conjunto de princípios. Na proposta desses filólogos, não houve propriamente uma reforma ortográfica, na medida em que o núcleo duro das bases da ortografia estabelecidas em 1911 não se alterou.

O AO foi ratificado por todos os países de língua oficial portuguesa, a começar por Portugal, que já o fez em 1991. Houve, depois, alguns protocolos aditivos, todos já também ratificados por todos os países. Falta ainda Angola completar o processo. E a demora não decorre de aquele país recusar o acordo (afinal, é um dos seus signatários), mas de seu entendimento de que, antes da ratificação, precisa definir formas para melhor adaptar graficamente as inúmeras palavras das línguas bantu que enriqueceram o português daquele país.

O AO está inteiramente implantado no Brasil desde 2009; está em avançado processo de implantação em Portugal e em progresso nos demais países. Assim, dizer, como se lê vez por outra, que o AO fracassou é desconhecer a realidade ou, pior, querer ignorá-la. A questão que se levantou no Brasil no fim de 2013 é se devemos alterar os termos do AO. Como o questionamento vinha da Comissão de Educação do Senado, o governo federal decidiu, ex abrupto e sem maiores consultas, prorrogar a vigência definitiva do Acordo para a partir de 2016 (antes prevista para 01/01/2014).

Alegou-se, na ocasião, que, com isso, fazíamos um gesto de cortesia a Portugal, emparelhando nosso calendário ao de lá. E, paralelamente, ganhávamos tempo para propor alterações em aspectos do acordo que, supostamente, precisam ser ajustados ou “mais bem acordados”.

Não há, porém, nenhum bom argumento que justifique mexer no acordo. Os poucos pontos que geram alguma dúvida são marginais e, no fundo, estão sendo equacionados tecnicamente na elaboração do Vocabulário Ortográfico Comum (VOC). (...)

Há, contudo, mais: o projeto do VOC está promovendo a elaboração de Vocabulários Ortográficos Nacionais onde não havia nenhum. O de Moçambique está quase pronto; o de Timor-Leste está em avançado processo de execução. E os demais, em andamento. (...)

Com o VOC, teremos à disposição não apenas sua referência comum e segura da ortografia, mas também um rol de acervos lexicais que vão permitir enriquecer substancialmente os dicionários da língua. Por tudo isso, o projeto do VOC tem recebido apoio institucional de importantes centros de pesquisa em processamento automático de línguas naturais, bem como recursos financeiros de diversas fontes, como o pagamento de bolsas do projeto pelo Instituto Camões e o montante de 30 mil euros recentemente dado ao projeto pelo governo de Angola.

Não precisamos, portanto, mexer no AO. Contudo é importante não esquecer que qualquer retrocesso na implantação do AO no Brasil implicará enormes prejuízos para as editoras nacionais (há alguém interessado em quebrar nosso parque editorial?), além de incalculável e injustificável desperdício do dinheiro público, considerando que todos os milhões de livros do Programa Nacional do Livro Didático têm sido impressos, desde 2010, com a ortografia prevista no AO.

(FARACO, Carlos Alberto. Opinião. Estado de Minas, Belo Horizonte, 5 ago. de 2014. p.9. Adaptado.)

Glossário

Ex abrupto: de súbito, sem preparação.

Filologia: estudo científico do desenvolvimento de uma língua ou de famílias de línguas, em especial a pesquisa de sua história morfológica e fonológica baseada em documentos escritos e na crítica dos textos redigidos nessas línguas.

Alguns marcadores de coesão/coerência foram alterados no parágrafo 9: “Não precisamos, portanto, mexer no AO. Contudo é importante não esquecer que qualquer retrocesso na implantação do AO no Brasil implicará enormes prejuízos para as editoras nacionais.” Não há, porém, alteração da argumentação em:

 

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