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1428178 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Um ano de leitores

O setor editorial e toda a cadeia produtiva do livro no Brasil precisam, especialmente neste momento de grave crise econômica, multiplicar e somar esforços para ampliar os índices de leitura no país, independentemente das políticas promovidas pelo governo.

Por mais que elas sejam importantes, responsabilidades constitucionais do Estado para a educação e a cultura da população, nossas estatísticas de produção e vendas não podem variar de modo tão intenso em decorrência das oscilações das verbas governamentais.

Isso ficou muito evidente no ano passado, quando o ajuste fiscal da União impôs reduções orçamentárias em todas as áreas da administração pública.

O contingenciamento de recursos do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) e do Plano Nacional de Alfabetização e Cidadania (Pnac) teve grande impacto no mercado editorial: queda de faturamento superior a R$ 200 milhões, o que representa uma redução de 12% em relação a 2014.

Uma quebra dessa proporção atinge editoras, autores e profissionais do setor, gráficas e toda a cadeia produtiva do livro. As compras feitas pelo Poder Público chegam a corresponder a até 36% do orçamento das editoras em alguns anos.

Certamente é importante que os programas governamentais de aquisição de livros sejam mantidos e ampliados, em especial por seu caráter inclusivo e por uma questão de justiça social, num Brasil onde ainda há imensas disparidades na distribuição de renda.

No entanto, é necessário que o segmento privado do mercado seja cada vez mais dinâmico e capaz de garantir autonomia econômico-financeira à cadeia produtiva.

Em 2014, segundo a pesquisa Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro, realizada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), foram comercializados em livrarias, sites de editoras, porta a porta e outros pontos do varejo 277,3 milhões de exemplares.

Considerando que o índice de leitura dos brasileiros é de apenas 1,7 livro/ano, há potencial para o aumento das vendas no segmento privado do país.

Assim, é preciso imenso esforço de todo o mercado para que os 88 milhões de leitores do país, segundo pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, leiam mais neste ano que começa. Também precisamos formar novos leitores.

Tais metas, se cumpridas com êxito, serão um grande estímulo para toda a cadeia produtiva e demonstrarão que podemos e devemos ser mais proativos no desenvolvimento de nosso mercado, cuja pujança também se reflete no progresso nacional, pois este é inviável sem a disseminação do conhecimento e da cultura.

Editoras, livrarias, distribuidores e canais de venda porta a porta, unidos sob a representatividade de suas entidades de classe, precisam adotar firme atitude propositiva voltada ao fomento do mercado privado e à promoção do livro.

A despeito da grave crise nacional, vamos arregaçar as mangas e trabalhar muito para que 2016 seja um ano de leitores.

(LUÍS ANTONIO TORELLI, 64, é presidente da CBL – Câmara Brasileira do Livro 07/01/2016 02h00 http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2016/01/1726679-um-ano-de-leitores.shtml Acesso em 12/01/2016.)

De acordo com o texto,
 

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1428177 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Um ano de leitores

O setor editorial e toda a cadeia produtiva do livro no Brasil precisam, especialmente neste momento de grave crise econômica, multiplicar e somar esforços para ampliar os índices de leitura no país, independentemente das políticas promovidas pelo governo.

Por mais que elas sejam importantes, responsabilidades constitucionais do Estado para a educação e a cultura da população, nossas estatísticas de produção e vendas não podem variar de modo tão intenso em decorrência das oscilações das verbas governamentais.

Isso ficou muito evidente no ano passado, quando o ajuste fiscal da União impôs reduções orçamentárias em todas as áreas da administração pública.

O contingenciamento de recursos do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) e do Plano Nacional de Alfabetização e Cidadania (Pnac) teve grande impacto no mercado editorial: queda de faturamento superior a R$ 200 milhões, o que representa uma redução de 12% em relação a 2014.

Uma quebra dessa proporção atinge editoras, autores e profissionais do setor, gráficas e toda a cadeia produtiva do livro. As compras feitas pelo Poder Público chegam a corresponder a até 36% do orçamento das editoras em alguns anos.

Certamente é importante que os programas governamentais de aquisição de livros sejam mantidos e ampliados, em especial por seu caráter inclusivo e por uma questão de justiça social, num Brasil onde ainda há imensas disparidades na distribuição de renda.

No entanto, é necessário que o segmento privado do mercado seja cada vez mais dinâmico e capaz de garantir autonomia econômico-financeira à cadeia produtiva.

Em 2014, segundo a pesquisa Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro, realizada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), foram comercializados em livrarias, sites de editoras, porta a porta e outros pontos do varejo 277,3 milhões de exemplares.

Considerando que o índice de leitura dos brasileiros é de apenas 1,7 livro/ano, há potencial para o aumento das vendas no segmento privado do país.

Assim, é preciso imenso esforço de todo o mercado para que os 88 milhões de leitores do país, segundo pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, leiam mais neste ano que começa. Também precisamos formar novos leitores.

Tais metas, se cumpridas com êxito, serão um grande estímulo para toda a cadeia produtiva e demonstrarão que podemos e devemos ser mais proativos no desenvolvimento de nosso mercado, cuja pujança também se reflete no progresso nacional, pois este é inviável sem a disseminação do conhecimento e da cultura.

Editoras, livrarias, distribuidores e canais de venda porta a porta, unidos sob a representatividade de suas entidades de classe, precisam adotar firme atitude propositiva voltada ao fomento do mercado privado e à promoção do livro.

A despeito da grave crise nacional, vamos arregaçar as mangas e trabalhar muito para que 2016 seja um ano de leitores.

(LUÍS ANTONIO TORELLI, 64, é presidente da CBL – Câmara Brasileira do Livro 07/01/2016 02h00 http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2016/01/1726679-um-ano-de-leitores.shtml Acesso em 12/01/2016.)

De acordo com o texto,

“Considerando que o índice de leitura dos brasileiros é de apenas 1,7 livro/ano, há potencial para o aumento das vendas no segmento privado do país.”

Para chegar a essa conclusão, o autor do texto baseou-se

 

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1428176 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Um ano de leitores

O setor editorial e toda a cadeia produtiva do livro no Brasil precisam, especialmente neste momento de grave crise econômica, multiplicar e somar esforços para ampliar os índices de leitura no país, independentemente das políticas promovidas pelo governo.

Por mais que elas sejam importantes, responsabilidades constitucionais do Estado para a educação e a cultura da população, nossas estatísticas de produção e vendas não podem variar de modo tão intenso em decorrência das oscilações das verbas governamentais.

Isso ficou muito evidente no ano passado, quando o ajuste fiscal da União impôs reduções orçamentárias em todas as áreas da administração pública.

O contingenciamento de recursos do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) e do Plano Nacional de Alfabetização e Cidadania (Pnac) teve grande impacto no mercado editorial: queda de faturamento superior a R$ 200 milhões, o que representa uma redução de 12% em relação a 2014.

Uma quebra dessa proporção atinge editoras, autores e profissionais do setor, gráficas e toda a cadeia produtiva do livro. As compras feitas pelo Poder Público chegam a corresponder a até 36% do orçamento das editoras em alguns anos.

Certamente é importante que os programas governamentais de aquisição de livros sejam mantidos e ampliados, em especial por seu caráter inclusivo e por uma questão de justiça social, num Brasil onde ainda há imensas disparidades na distribuição de renda.

No entanto, é necessário que o segmento privado do mercado seja cada vez mais dinâmico e capaz de garantir autonomia econômico-financeira à cadeia produtiva.

Em 2014, segundo a pesquisa Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro, realizada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), foram comercializados em livrarias, sites de editoras, porta a porta e outros pontos do varejo 277,3 milhões de exemplares.

Considerando que o índice de leitura dos brasileiros é de apenas 1,7 livro/ano, há potencial para o aumento das vendas no segmento privado do país.

Assim, é preciso imenso esforço de todo o mercado para que os 88 milhões de leitores do país, segundo pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, leiam mais neste ano que começa. Também precisamos formar novos leitores.

Tais metas, se cumpridas com êxito, serão um grande estímulo para toda a cadeia produtiva e demonstrarão que podemos e devemos ser mais proativos no desenvolvimento de nosso mercado, cuja pujança também se reflete no progresso nacional, pois este é inviável sem a disseminação do conhecimento e da cultura.

Editoras, livrarias, distribuidores e canais de venda porta a porta, unidos sob a representatividade de suas entidades de classe, precisam adotar firme atitude propositiva voltada ao fomento do mercado privado e à promoção do livro.

A despeito da grave crise nacional, vamos arregaçar as mangas e trabalhar muito para que 2016 seja um ano de leitores.

(LUÍS ANTONIO TORELLI, 64, é presidente da CBL – Câmara Brasileira do Livro 07/01/2016 02h00 http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2016/01/1726679-um-ano-de-leitores.shtml Acesso em 12/01/2016.)

Leia com atenção o fragmento a seguir.

“Tais metas, se cumpridas com êxito, serão um grande estímulo para toda a cadeia produtiva e demonstrarão que podemos e devemos ser mais proativos no desenvolvimento de nosso mercado, cuja pujança também se reflete no progresso nacional, pois este é inviável sem a disseminação do conhecimento e da cultura.”

Assinale a afirmação correta sobre ele.

 

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1236251 Ano: 2016
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Com relação à linguagem SQL, é incorreto afirmar que o comando:
 

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1236250 Ano: 2016
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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É um comando utilizado para listar arquivos em sistemas GNU/Linux, considerando que o alvo é o diretório /usr/local:
 

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1236249 Ano: 2016
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Em um sistema Linux, o sistema de permissões funciona de forma a gerenciar o acesso a arquivos e diretórios do sistema. A forma simplificada existe para facilitar a vida do administrador de sistemas.

Considerando essa forma simplificada, para configurar o acesso a um arquivo, para que o proprietário desse arquivo possa ter controle total, o grupo possa apenas ler e executar, e os demais usuários apenas executá-lo, deve-se atribuir a seguinte permissão:

 

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1236248 Ano: 2016
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Qual dos comandos abaixo não é utilizado para se obter ajuda do sistema GNU/Linux?
 

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1236247 Ano: 2016
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Para se executar um aplicativo dentro de um sistema GNU/Linux, é necessário que o usuário:
 

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1236246 Ano: 2016
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Um grande recurso para usuários e administradores de sistemas Linux são o Log's, arquivos que registram eventos do sistema e seus serviços. Um arquivo de log, que contém grande parte das informações geradas pelo sistema,útil para análises de problemas, é:
 

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1236245 Ano: 2016
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Uma notícia recente informou que é possível invadir um sistema GNU/Linux pressionando 28 vezes a tecla backspace na tela do Grub2. O software Grub2 é parte de um sistema Linux, sendo ele:
 

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