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Respondida
Sobre as deficiências minerais em bovinos, é correto afirmar:
Respondida
Sobre a sondagem nasogástrica em equinos, é correto afirmar:
A
É um procedimento usado somente para o tratamento de enfermidades digestivas. Quando a sonda
está passando pelo esôfago, não ocorre resistência e pode ser visualizada a sua extremidade se
deslocando, no lado direito do pescoço. Quando a sonda está na traqueia, há resistência durante a
sua passagem e, na maioria das vezes, o animal tosse.
B
É um procedimento usado somente para o diagnóstico de enfermidades digestivas. Quando a sonda
está passando pelo esôfago, não ocorre resistência. Quando a sonda está na traqueia, há resistência
durante a sua passagem e a mesma pode ser visualizada se deslocando na região ventral do
pescoço. Na maioria das vezes, o animal tosse.
C
É um procedimento usado tanto no diagnóstico quanto no tratamento de enfermidades digestivas.
Quando a sonda está passando pelo esôfago, ocorre certa resistência e pode ser visualizada a sua
extremidade se deslocando, no lado esquerdo do pescoço. Quando a sonda está na traqueia, não há
resistência durante a sua passagem e, na maioria das vezes, o animal tosse.
D
É um procedimento usado tanto no diagnóstico quanto no tratamento de enfermidades digestivas.
Quando a sonda está passando pelo esôfago, ocorre certa resistência e pode ser visualizada a sua
extremidade se deslocando, no lado esquerdo do pescoço. Quando a sonda está na traqueia, não há
resistência durante a sua passagem e o animal nunca apresenta tosse.
E
É um procedimento adotado exclusivamente para fazer a palpação indireta do esôfago. Quando a
sonda está passando pelo esôfago, ocorre certa resistência e pode ser visualizada a sua extremidade
se deslocando, no lado esquerdo do pescoço. Quando a sonda está na traqueia, não há resistência
durante a sua passagem e, na maioria das vezes, o animal tosse.
Respondida
Sobre a claudicação em equinos, é correto afirmar:
Respondida
Sobre a coleta de líquido peritoneal em equinos, é correto afirmar:
A
É uma técnica utilizada para auxiliar no diagnóstico de alterações abdominais. Na síndrome cólica, o
exame deste líquido cavitário é útil, juntamente com outros achados clínicos, para decidir a conduta
terapêutica, se o tratamento deve ser clínico ou cirúrgico. O procedimento é realizado puncionando-se
o abdômen na linha média ventral, aproximadamente 15cm caudais à cartilagem xifoide do esterno,
após tricotomia, antissepsia e anestesia local. Macroscopicamente, o líquido peritoneal normal
apresenta coloração amarelo palha e aspecto transparente.
B
É uma técnica utilizada para auxiliar no diagnóstico de enfermidades respiratórias. Na
pleuropneumonia, o exame deste líquido cavitário é útil, juntamente com outros achados clínicos, para
estabelecer o tratamento e o prognóstico do caso. O procedimento é realizado puncionando-se o
abdômen na linha média ventral, aproximadamente, 20cm caudais à cicatriz umbilical, após tricotomia,
antissepsia e anestesia local. Macroscopicamente, o líquido peritoneal normal apresenta coloração
amarelo palha e aspecto transparente.
C
É uma técnica utilizada para auxiliar no diagnóstico de alterações abdominais. Na síndrome cólica, o
exame deste líquido cavitário é útil, juntamente com outros achados clínicos, para decidir a conduta
terapêutica, se o tratamento deve ser clínico ou cirúrgico. O procedimento é realizado puncionando-se
o abdômen na fossa paralombar direita, na metade da distância entre a tuberosidade coxal e a última
costela, após tricotomia, antissepsia e anestesia local.
D
É uma técnica utilizada para auxiliar no diagnóstico de alterações abdominais. Na síndrome cólica, o
exame deste líquido cavitário é útil, juntamente com outros achados clínicos, para decidir a conduta
terapêutica, se o tratamento deve ser clínico ou cirúrgico. O procedimento é realizado puncionando-se
o abdômen na fossa paralombar esquerda, na metade da distância entre a tuberosidade coxal e a
última costela, após tricotomia, antissepsia e anestesia local. Macroscopicamente, o líquido peritoneal
normal apresenta coloração vermelho claro e aspecto turvo.
E
É uma técnica utilizada para auxiliar no diagnóstico de enfermidades respiratórias. Na
pleuropneumonia, o exame deste líquido cavitário é útil, juntamente com outros achados clínicos, para
estabelecer o tratamento e o prognóstico do caso. O procedimento é realizado puncionando-se o
abdômen na linha média ventral, aproximadamente 15cm caudais à cartilagem xifoide do esterno,
após tricotomia, antissepsia e anestesia local. Macroscopicamente, o líquido peritoneal normal
apresenta coloração vermelho claro e aspecto turvo.
Respondida
O parâmetro importante na contraindicação para o tratamento cirúrgico em equinos com síndrome
cólica é
Respondida
Sobre a endotoxemia em equinos com síndrome cólica, analise as afirmativas a seguir.
I. Pode causar coagulação intravascular disseminada.
II. Pode causar laminite.
III. O uso de flunixin meglumine na dose de 0,25 mg/kg IV a cada 8 horas, suprimem alguns mediadores
inflamatórios melhorando os sinais clínicos da endotoxemia.
IV. Ocorre quando endotoxinas, provenientes das bactérias gram-negativas, entram na corrente
sanguínea quando a barreira da mucosa intestinal está rompida como ocorre nas lesões isquêmicas.
Estão corretas
Respondida
Em relação ao complexo respiratório bovino, é correto afirmar:
Respondida
O sinal clínico condizente com intoxicação por Cu (Cobre) em ovinos, é:
Respondida
Sobre as parasitoses gastrintestinais em caprinos e ovinos, é correto afirmar:
A
Caprinos e ovinos apresentam diferentes comportamentos de pastejo. Enquanto os ovinos
apresentam hábitos pastejadores, preferindo se alimentar de pastagens, os caprinos dão preferência a
ramos e folhas de plantas arbustivas. Pelo fato de ramos e folhas de plantas arbustivas apresentarem
baixa infestação por larvas infectantes, os caprinos evoluíram com maior resistência aos parasitas
gastrintestinais.
B
Por ter um hábito alimentar diferente dos ovinos, os caprinos são mais resistentes à verminose. Logo,
o controle de endoparasitas nessa espécie é importante somente quando ainda jovens e quando
adultos dispensam controle dos endoparasitas.
C
Emagrecimento progressivo, queda na produção de leite, lã e carne, fraqueza, anorexia, palidez das
mucosas, diarreia liquida, edema submandibular e ascite são sinais clínicos patognomônicos das
parasitoses gastrintestinais em pequenos ruminantes.
D
Fundamentado em estudos epidemiológicos regionais, uma prática de sucesso em criatórios da região
amazônica para o controle das verminoses, consiste na administração de anti-helmínticos em
intervalos de 2 a 4 semanas.
E
Pastejo alternado envolvendo diferentes espécies animais (caprinos x bovinos; ovinos x bovinos) ou
animais resistentes de uma mesma espécie é uma prática de manejo que reduz a infestação da
pastagem por larvas infectantes.
Respondida
Mastite é a inflamação da glândula mamária, responsável por grandes perdas na indústria leiteira. É
caracterizada por alterações físicas, químicas e organolépticas do leite e alterações no tecido
glandular. Pode se apresentar de forma clínica ou subclínica. Dessa forma, um programa de controle
adequado em um rebanho de vacas leiteiras inclui, dentre outras medidas, a linha de ordenha das
vacas. A sequência de ordenha que corrobora o controle da mastite é
A
1) vacas com mastite clínica, 2) vacas primíparas sem mastite, 3) vacas pluríparas sem histórico de
mastite, 4) vacas curadas, 5) vacas com mastite subclínica.
B
1) vacas primíparas sem mastite, 2) vacas pluríparas sem histórico de mastite, 3) vacas curadas, 4)
vacas com mastite subclínica, 5) vacas com mastite clínica.
C
1) vacas pluríparas sem histórico de mastite, 2) vacas primíparas sem mastite, 3) vacas curadas, 4)
vacas com mastite subclínica, 5) vacas com mastite clínica.
D
1) vacas curadas, 2) vacas primíparas sem mastite 3) vacas pluríparas sem histórico de mastite, 4)
vacas com mastite subclínica, 5) vacas com mastite clínica.
E
1) vacas com mastite subclínica, 2) vacas com mastite clínica, 3) vacas primíparas sem mastite, 4)
vacas pluríparas sem histórico de mastite, 5) vacas curadas.