Foram encontradas 40 questões.
Qual o prazo máximo a ser autorizado para afastamento de um servidor que irá realizar estudos em doutoramento se seu horário para esta capacitação inviabilizar o cumprimento de sua jornada de trabalho normal?
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É um fenômeno social que ocorre exclusivamente em grupos sociais, como uma influência interpessoal exercida em uma dada situação e dirigida pelo processo de comunicação humana para a consecução de um ou mais objetivos específicos.
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Correlacione as colunas segundo os elementos de comunicação num sistema telefônico.
1) Fonte
2) Transmissor
3) Canal
4) Receptor
5) Destino
6) Ruído
( ) aparelho telefônico
( ) linha cruzada
( ) o outro aparelho telefônico
( ) ouvido humano
( ) voz humana
( ) rede de fios condutores entre os telefones
A sequência correta é:
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: PlanejamentoPlanejamento Estratégico, Tático e Operacional
O planejamento estratégico de uma organização tem como características fundamentais:
1) a relação com a adaptação da organização a um ambiente mutável.
2) ser orientado para o futuro.
3) envolver um comportamento global, compreensivo e sistêmico.
4) ser um processo de construção de consenso.
5) ser uma tentativa constante de aprender a ajustar-se a um ambiente complexo, competitivo e mutável.
Estão corretas:
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Tem por finalidade copiar a formatação do texto ou gráfico, selecionado, e aplicá-la em outras partes de um documento. Estamos falando da ferramenta do aplicativo Word 2007:
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Um cartão de crédito cobra juros cumulativos de 14% ao mês. Em quantos anos, um débito de R$ 1,00 neste cartão se transforma em uma dívida de R$ 12.500,00?
Dado: use a aproximação 1,1472 ≈ 12.500.
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Duas ligas são compostas por dois elementos básicos(A e B). Na primeira liga, a razão entre as quantidades de A e B é de 5:4, enquanto, na segunda liga, a razão entre A e B é de 3:2. Uma terceira liga é obtida misturando a primeira e a segunda liga na proporção de 5:3. Qual a razão entre os elementos básicos na terceira liga?
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Viajando 5 horas por dia, a uma velocidade média de 80 km/h, um transportador entrega uma carga em 21 dias. Quantas horas por dia ele deveria viajar para entregar essa carga em 15 dias, a uma velocidade média de 70 km/h?
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A imagem das gramáticas
(1) Há claros preconceitos em relação às gramáticas. Muitos imaginam que se trata de um campo excessivamente complicado ou apenas chato. As línguas teriam numerosas exceções, e as gramáticas, terminologia demais. Nenhuma das afirmações é verdadeira. Provavelmente, há mais terminologia nas ciências biológicas que na gramática. E a morfologia das plantas talvez seja mais complexa que a das línguas. O que acontece é que não estudamos a flora e a fauna (apenas) para defendê-las, ou para consertá-las, mas para conhecê-las. No entanto, quando estudamos uma gramática (especialmente a gramática de nossa língua), parece que a única vantagem seria preservar a língua – e, eventualmente, nossa nota e nossa cara.
(2) Mas pode-se estudar gramática como se estuda biologia ou física, e não apenas como se estuda etiqueta – que é o reino mais típico do “isso pode, isso não pode, isso pega bem, isso é coisa de caipira”.
(3) O mais importante em relação às gramáticas seria provavelmente deixar claro que o que ocorre com elas ocorre também em outros campos. Por exemplo: podemos estudar o Imposto de Renda do ponto de vista da legislação (como os contribuintes devem comportar-se) e do ponto de vista dos fatos (quais são os montantes pagos, quem paga mais, quem paga menos, quais os macetes para fazer uma declaração de renda favorável etc.). Podemos estudar anatomia para saber como são compostos os corpos, mas também podemos dedicar-nos à postura e a seus efeitos sobre saúde e elegância.
(4) Outra simplificação: em geral, esperamos que alguém que sabe gramática tenha todas as respostas. Por razões que seria interessante analisar, ouvimos todos os dias economistas cheios de dúvidas, meteorologistas que não fazem previsões arriscadas, médicos que dizem que cada caso é um caso e que aguardam para ver se a medicação produzirá ou não o efeito esperado. (...)
(5) Por que esperaríamos que os gramáticos – ou os professores de português – devem saber tudo, e de improviso? De fato, supomos que as gramáticas têm pouco a ver com as línguas. Se imaginássemos que as línguas são objetos complexos, tanto quanto a genética, ou mais, que estão sempre em construção, são faladas e eventualmente escritas, e que pode ser interessante conhecer como funcionam, compará-las, especular sobre suas relações com cérebro e mente, por um lado, e com a cultura, por outro, talvez o campo nos parecesse mais interessante. (...)
(6) Em resumo: pode-se estudar gramática para corrigir traços da linguagem. Mas pode-se estudar gramática(s) para conhecer alguma coisa sobre as propriedades das línguas.
(Sírio Possenti. Questões de linguagem – passeio gramatical
dirigido. São Paulo: Parábola. 2011, p. 21-23. Adaptado.)
Pelos sentidos das expressões sublinhadas em: “pode ser interessante conhecer como [as línguas] funcionam, compará-las, especular sobre suas relações com cérebro e mente, por um lado, e com a cultura, por outro”, é correto concluir que as línguas são:
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A imagem das gramáticas
(1) Há claros preconceitos em relação às gramáticas. Muitos imaginam que se trata de um campo excessivamente complicado ou apenas chato. As línguas teriam numerosas exceções, e as gramáticas, terminologia demais. Nenhuma das afirmações é verdadeira. Provavelmente, há mais terminologia nas ciências biológicas que na gramática. E a morfologia das plantas talvez seja mais complexa que a das línguas. O que acontece é que não estudamos a flora e a fauna (apenas) para defendê-las, ou para consertá-las, mas para conhecê-las. No entanto, quando estudamos uma gramática (especialmente a gramática de nossa língua), parece que a única vantagem seria preservar a língua – e, eventualmente, nossa nota e nossa cara.
(2) Mas pode-se estudar gramática como se estuda biologia ou física, e não apenas como se estuda etiqueta – que é o reino mais típico do “isso pode, isso não pode, isso pega bem, isso é coisa de caipira”.
(3) O mais importante em relação às gramáticas seria provavelmente deixar claro que o que ocorre com elas ocorre também em outros campos. Por exemplo: podemos estudar o Imposto de Renda do ponto de vista da legislação (como os contribuintes devem comportar-se) e do ponto de vista dos fatos (quais são os montantes pagos, quem paga mais, quem paga menos, quais os macetes para fazer uma declaração de renda favorável etc.). Podemos estudar anatomia para saber como são compostos os corpos, mas também podemos dedicar-nos à postura e a seus efeitos sobre saúde e elegância.
(4) Outra simplificação: em geral, esperamos que alguém que sabe gramática tenha todas as respostas. Por razões que seria interessante analisar, ouvimos todos os dias economistas cheios de dúvidas, meteorologistas que não fazem previsões arriscadas, médicos que dizem que cada caso é um caso e que aguardam para ver se a medicação produzirá ou não o efeito esperado. (...)
(5) Por que esperaríamos que os gramáticos – ou os professores de português – devem saber tudo, e de improviso? De fato, supomos que as gramáticas têm pouco a ver com as línguas. Se imaginássemos que as línguas são objetos complexos, tanto quanto a genética, ou mais, que estão sempre em construção, são faladas e eventualmente escritas, e que pode ser interessante conhecer como funcionam, compará-las, especular sobre suas relações com cérebro e mente, por um lado, e com a cultura, por outro, talvez o campo nos parecesse mais interessante. (...)
(6) Em resumo: pode-se estudar gramática para corrigir traços da linguagem. Mas pode-se estudar gramática(s) para conhecer alguma coisa sobre as propriedades das línguas.
(Sírio Possenti. Questões de linguagem – passeio gramatical
dirigido. São Paulo: Parábola. 2011, p. 21-23. Adaptado.)
O tema central à volta do qual se desenvolve o Texto pode-se resumir no seguinte:
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