Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1309720 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
A imagem das gramáticas
(1) Há claros preconceitos em relação às gramáticas. Muitos imaginam que se trata de um campo excessivamente complicado ou apenas chato. As línguas teriam numerosas exceções, e as gramáticas, terminologia demais. Nenhuma das afirmações é verdadeira. Provavelmente, há mais terminologia nas ciências biológicas que na gramática. E a morfologia das plantas talvez seja mais complexa que a das línguas. O que acontece é que não estudamos a flora e a fauna (apenas) para defendê-las, ou para consertá-las, mas para conhecê-las. No entanto, quando estudamos uma gramática (especialmente a gramática de nossa língua), parece que a única vantagem seria preservar a língua – e, eventualmente, nossa nota e nossa cara.
(2) Mas pode-se estudar gramática como se estuda biologia ou física, e não apenas como se estuda etiqueta – que é o reino mais típico do “isso pode, isso não pode, isso pega bem, isso é coisa de caipira”.
(3) O mais importante em relação às gramáticas seria provavelmente deixar claro que o que ocorre com elas ocorre também em outros campos. Por exemplo: podemos estudar o Imposto de Renda do ponto de vista da legislação (como os contribuintes devem comportar-se) e do ponto de vista dos fatos (quais são os montantes pagos, quem paga mais, quem paga menos, quais os macetes para fazer uma declaração de renda favorável etc.). Podemos estudar anatomia para saber como são compostos os corpos, mas também podemos dedicar-nos à postura e a seus efeitos sobre saúde e elegância.
(4) Outra simplificação: em geral, esperamos que alguém que sabe gramática tenha todas as respostas. Por razões que seria interessante analisar, ouvimos todos os dias economistas cheios de dúvidas, meteorologistas que não fazem previsões arriscadas, médicos que dizem que cada caso é um caso e que aguardam para ver se a medicação produzirá ou não o efeito esperado. (...)
(5) Por que esperaríamos que os gramáticos – ou os professores de português – devem saber tudo, e de improviso? De fato, supomos que as gramáticas têm pouco a ver com as línguas. Se imaginássemos que as línguas são objetos complexos, tanto quanto a genética, ou mais, que estão sempre em construção, são faladas e eventualmente escritas, e que pode ser interessante conhecer como funcionam, compará-las, especular sobre suas relações com cérebro e mente, por um lado, e com a cultura, por outro, talvez o campo nos parecesse mais interessante. (...)
(6) Em resumo: pode-se estudar gramática para corrigir traços da linguagem. Mas pode-se estudar gramática(s) para conhecer alguma coisa sobre as propriedades das línguas.
(Sírio Possenti. Questões de linguagem – passeio gramatical
dirigido. São Paulo: Parábola. 2011, p. 21-23. Adaptado.)
De acordo com as informações e ideias expressas no Texto, se poderia concluir que:
1) as línguas comportam exceções em grande número, e a terminologia gramatical é excessiva.
2) é simplista admitir que especialistas em gramática podem esclarecer qualquer questão linguística.
3) o ponto de vista prescritivo não deveria prevalecer no estudo da gramática.
4) nem todas as línguas dispõem, em seus usos, da modalidade escrita.
Estão corretas as conclusões apresentadas em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1173614 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
A imagem das gramáticas
(1) Há claros preconceitos em relação às gramáticas. Muitos imaginam que se trata de um campo excessivamente complicado ou apenas chato. As línguas teriam numerosas exceções, e as gramáticas, terminologia demais. Nenhuma das afirmações é verdadeira. Provavelmente, há mais terminologia nas ciências biológicas que na gramática. E a morfologia das plantas talvez seja mais complexa que a das línguas. O que acontece é que não estudamos a flora e a fauna (apenas) para defendê-las, ou para consertá-las, mas para conhecê-las. No entanto, quando estudamos uma gramática (especialmente a gramática de nossa língua), parece que a única vantagem seria preservar a língua – e, eventualmente, nossa nota e nossa cara.
(2) Mas pode-se estudar gramática como se estuda biologia ou física, e não apenas como se estuda etiqueta – que é o reino mais típico do “isso pode, isso não pode, isso pega bem, isso é coisa de caipira”.
(3) O mais importante em relação às gramáticas seria provavelmente deixar claro que o que ocorre com elas ocorre também em outros campos. Por exemplo: podemos estudar o Imposto de Renda do ponto de vista da legislação (como os contribuintes devem comportar-se) e do ponto de vista dos fatos (quais são os montantes pagos, quem paga mais, quem paga menos, quais os macetes para fazer uma declaração de renda favorável etc.). Podemos estudar anatomia para saber como são compostos os corpos, mas também podemos dedicar-nos à postura e a seus efeitos sobre saúde e elegância.
(4) Outra simplificação: em geral, esperamos que alguém que sabe gramática tenha todas as respostas. Por razões que seria interessante analisar, ouvimos todos os dias economistas cheios de dúvidas, meteorologistas que não fazem previsões arriscadas, médicos que dizem que cada caso é um caso e que aguardam para ver se a medicação produzirá ou não o efeito esperado. (...)
(5) Por que esperaríamos que os gramáticos – ou os professores de português – devem saber tudo, e de improviso? De fato, supomos que as gramáticas têm pouco a ver com as línguas. Se imaginássemos que as línguas são objetos complexos, tanto quanto a genética, ou mais, que estão sempre em construção, são faladas e eventualmente escritas, e que pode ser interessante conhecer como funcionam, compará-las, especular sobre suas relações com cérebro e mente, por um lado, e com a cultura, por outro, talvez o campo nos parecesse mais interessante. (...)
(6) Em resumo: pode-se estudar gramática para corrigir traços da linguagem. Mas pode-se estudar gramática(s) para conhecer alguma coisa sobre as propriedades das línguas.
(Sírio Possenti. Questões de linguagem – passeio gramatical
dirigido. São Paulo: Parábola. 2011, p. 21-23. Adaptado.)
Uma informação claramente presente no Texto corrobora a ideia de que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1138439 Ano: 2012
Disciplina: Arquivologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
O arquivo de um Centro de Educação Experimental é classificado, de acordo com a entidade criadora, em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1138438 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Segundo as Normas para licitações e contratos da administração pública, o que significa toda transferência de domínio de bens a terceiros?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1138437 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
A administração pública obedecerá, dentre outros, aos princípios de:
1) finalidade
2) razoabilidade
3) ampla defesa
4) proporcionalidade
5) motivação
Estão corretas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1138183 Ano: 2012
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
É vedado ao servidor público, de acordo com seu Código de Ética Profissional:
1) ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro ou infração ao seu Código de Ética.
2) apresentar-se ao trabalho com vestimentas adequadas ao exercício da função.
3) prejudicar, sem intenção, a reputação de outros servidores ou de cidadãos que dele dependem.
4) alterar ou deturpar o teor de documento que deva encaminhar para providências.
5) desviar o servidor público para atendimento a interesse particular.
Estão corretas apenas
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1138182 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Qual o tempo que o servidor público federal poderá se ausentar do serviço, sem qualquer prejuízo, no caso de falecimento de sua madrasta?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1137795 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Que horário do servidor público caracteriza o pagamento do adicional noturno e qual o percentual a ser acrescido ao valor da hora trabalhada?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1137794 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Constitui indenização ao servidor público:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1137793 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Na administração pública, qual o princípio constitucional que determina que o agente público deve ter sua conduta orientada para o interesse público, em detrimento de interesses particulares, próprios ou de terceiros, sob pena de o ato ser caracterizado pelo desvio de finalidade, e, portanto, nulo?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas