Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

Sobre correio eletrônico, analise as seguintes proposições.
1) O correio eletrônico é um serviço que permite a troca de mensagens entre usuários cadastrados.
2) Para receber um e-mail, não é necessário estar on-line, já que o mesmo fica armazenado diretamente na estação cliente, e não no servidor de e-mail do seu provedor ou prestador de serviços.
3) O arquivo enviado junto com uma mensagem no correio eletrônico é denominado “anexo”.
Está(ão) correta(s), apenas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
TEXTO
A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012,
Economia, p.4. Adaptado.
Assinale a alternativa em que a concordância está de acordo com as regras do padrão culto da língua.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
914664 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Provas:
Os ganhos não realizados, como os que resultam da reavaliação de títulos, devem ser classificados como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
850177 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Provas:
Uma empresa iniciou suas atividades no exercício de X0, com aportes dos sócios em dinheiro de $ 100.000. Tendo realizado compras de mercadoria a prazo de $ 20.000 e imobilizado $ 35.000, todo adquirido à vista. Vendeu 30% das mercadorias, pelo valor de $ 10.000, concedendo um desconto para recebimento à vista de 10%. O resultado do exercício foi de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
796083 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Provas:
Uma jazida possui uma possança de 300.000 toneladas e o valor contábil de $ 50.000. A extração anual é de 15.000 toneladas. Neste caso, a taxa de exaustão anual é de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
792670 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Provas:
Para os casos de dispensa por emergência, o prazo máximo determinado pela Lei nº 8.666/93 e suas alterações posteriores é de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
706430 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Provas:
O agrupamento de serviços subordinados ao mesmo órgão ou à repartição a que serão consignadas dotações próprias deve ser identificado na classificação:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
685858 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Provas:
Um débito realizado em uma conta de receita provoca:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A um empregado foram feitas duas propostas de aumento de salário, para um período de cinco anos, e começando contar o tempo a partir de 2012, conforme descrição:
Oferta 1: Quatro aumentos anuais de R$ 200,00, sendo o primeiro em 2013.
Oferta 2: Dois aumentos bianuais de R$ 400,00, sendo o primeiro em 2014.
Acerca desta situação, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
TEXTO
A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012,
Economia, p.4. Adaptado.
Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo.” (§ 1). O sentido do trecho destacado nesse enunciado está mantido em:
1) Enquanto cada vez mais jovens buscarem aprender uma profissão,
2) Ainda que cada vez mais jovens estejam buscando aprender uma profissão,
3) A despeito de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão,
4) Mesmo que cada vez mais jovens estejam buscando aprender uma profissão,
Estão corretas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas