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Foram encontradas 715 questões.

2482588 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
A respeito da fixação de pontos da seção transversal de uma rodovia, a partir das notas de serviço da terraplenagem, assinale a alternativa correta.
 

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2482581 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Dado que !$ v(t)=10\mathsf{cos}(\omega t)~\mathsf{V} !$ e !$ i(t)=10\mathsf{cos}(\omega t)~\mathsf{A} !$, determine a potência ativa em valor eficaz absorvida pela carga.
Enunciado 2779832-1
 

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2482569 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Analise as afirmações abaixo, classificando-as com ‘T’ para uma característica do protocolo TCP, ‘U’ para uma característica do protocolo UDP, ou ‘B’ para uma característica comum ao TCP e ao UDP.
1) Meio de transporte utilizado pelo protocolo DNS.
2) Requer a troca de três pacotes para estabelecimento de uma conexão antes que o envio de dados possa ocorrer.
3) Não possui controle de congestionamento.
4) Pacotes que chegam fora de ordem são armazenados em buffers temporários para permitir ordenação antes da entrega ao nível superior.
A sequência correta é:
 

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2482568 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO
Classificar palavras
Uma das coisas mais complicadas é classificar palavras. Pode parecer evidente o que é um substantivo ou um adjetivo, principalmente quando o exemplo é bem escolhido. Quando estudamos essas coisas na escola, se o professor é claro, tudo parece se encaixar. Ele define uma classe, dá uns exemplos, depois alguns exercícios e, eventualmente, cobra a mesma coisa na prova. Os mais sádicos escolhem exceções para pegar os alunos, mas esses, de fato, não são propriamente professores. Estão mais preparados para atuar nas pegadinhas da TV. Na verdade, também os muito comportados não são propriamente professores, porque acabam escondendo dificuldades reais e transmitindo uma ideia simplificada do que seja a língua. Não educam para a descoberta, para a análise. Assim, acabamos achando normal que haja problemas difíceis de serem resolvidos nos diversos campos de conhecimento da natureza, mas acabamos nos acostumando com a ideia de que um professor de português deve ter sempre certeza sobre tudo, respostas prontas e claras. É que a imagem de língua apresentada é uma imagem simplificada.
Mas, quando se trata de língua viva, a coisa não é tão fácil como parece e pode se complicar ainda mais se se leva em conta o processo de mudança. Considere-se um fenômeno que tem a ver com certas mudanças de forma, que implicam possível classificação. Por exemplo, “foi direto pro quarto”, “desceu, mas desceu apertado”, em que as palavras “direto” e “apertado” estão funcionando como advérbios, mas têm cara de adjetivos. Trata-se de conversão, digamos, de advérbios em adjetivos. Esses exemplos fazem lembrar imediatamente um caso cuja ocorrência é cada vez maior: o da palavra “independente” usada no lugar de “independentemente”. Por exemplo: “Independente da teoria, esses dados são importantes”. O leitor sabe que, pelas lições de português, seria de esperar a forma “independentemente da teoria, esses dados...”
Outros exemplos, ainda mais interessantes, são os de adjetivos que estão sendo usados na função de marcadores conversacionais: palavras que usamos tipicamente para marcar finais ou inícios de falas. Pois bem, há adjetivos nessa função. Quando falamos, muitas vezes começamos ou terminamos nossas falas dizendo “exato, certo, claro, lógico, evidente”. Ora, em boas e bem comportadas listas, essas palavras seriam adjetivos. O que estão fazendo nessa outra função, que não é a de adjunto, como preveem as boas aulas e as boas provas de português?
Tinha acabado de escrever esse texto, liguei a televisão para dar uma espiada num jogo de futebol. No final, o repórter entrevistou Dida, aquele goleiro. Sabem o que ele disse? “A gente trabalha profissional”. Um professor o corrigiria: “profissionalmente, Dida”. Pois é. Está aí o Dida confirmando o processo de conversão acima exemplificado. Ao vivo e a cores.
(Sírio Possenti. Mal comportadas línguas. Curitiba: Criar Edições, 2000, p. 63-65. Adaptado).
No Texto, todo o comentário feito pelo autor pretende defender que:
 

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2482561 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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O sinal de Hertoghe:
 

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2482548 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Nos metais, verifica-se uma alta condutibilidade térmica e elétrica. Esta propriedade ocorre devido principalmente:
 

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2482495 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Medicina, assinale a alternativa correta.
 

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2482460 Ano: 2014
Disciplina: Libras
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Os sinais que representam os itens “Evitar” e “Boi”, “Salário” e “Vida” estão respectivamente em oposição ao:
 

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2482428 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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O micrômetro de polegada milesimal abaixo tem uma precisão de 0,0001”.Qual a leitura no tambor?
Enunciado 2777733-1
 

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2482415 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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TEXTO
Compro, logo existo.
(1) Templo de culto à mercadoria, o modelo do shopping center, como o conhecemos hoje, nasceu nos Estados Unidos na década de 1950. São espaços privados, objetivamente planejados para a supremacia da ação de comprar. O que se compra nesses centros, contudo, é muito mais do que mercadoria, serviços, alimentação e lazer. Compra-se distinção social, sensação de segurança e ilusão de felicidade e liberdade.
(2) O shopping center é um centro de comércio que se completa com alimentação (normalmente do tipo fast food ), serviços (bancos, cabeleireiros, correios, academias de ginástica, consultórios médicos, escolas) e lazer (jogos eletrônicos, cinema, internet). Ali o consumidor de mercadorias se mistura com o consumidor de serviços e de diversão, sentindo-se protegido e moderno. Fugindo de aspectos negativos dos centros das cidades e da busca conjunta de soluções para eles, os shopping centers vendem a imagem de serem locais com uma melhor “qualidade de vida” por possuírem ruas cobertas, iluminadas, limpas e seguras: praças, fontes, bulevares recriados; cinemas e atrações prontas e relativamente fáceis de serem adquiridas – ao menos para os que podem pagar. É como se “o mundo de fora”, a vida real, não lhes dissesse respeito...
(3) O que essa catedral das mercadorias pretende é criar um espaço urbano ideal, concentrando várias opções de consumo e consagrando-se como “ponto de encontro” para uma população seleta de seres “semiformados”, incompletos, que aceitam fenômenos historicamente construídos, como se fizessem parte do curso da natureza. O imaginário que se impõe é o da plenitude da vida pelo consumo. Nesses espaços, podemos ocupar-nos apenas dos nossos desejos – aguçados com as inúmeras possibilidades disponíveis de aquisição. Prevalece a ideia do “compro, logo existo”.
(4) Concluímos que esse mundo de sonhos que é o shopping center acaba reforçando nas pessoas uma visão individualista da vida, onde os valores propagados são todos relacionados às necessidades e aos desejos individuais – “eu quero, eu posso, eu compro”. Assim, colabora para uma deterioração do ser social e o retardamento do projeto de emancipação de seres mais conscientes, autônomos, prontos para a sociabilidade coletiva – que exige a capacidade da troca desinteressada, da tolerância, da relação verdadeiramente humana entre o eu e o outro, entre iguais e entre diferentes. Compreendemos que um ser social emancipado identifica as necessidades individuais com as da coletividade, sem colocá-las em campos opostos.
(5) O shopping center híbrido representa hoje o principal lugar da “sociedade de consumo”, contribuindo para a sacralização do modo de vida consumista e alienado, um modo de vida em que há uma evidente predominância de símbolos como status, poder, distinção, jovialidade, virilidade etc., sobre a utilidade das mercadorias. O que se pode concluir é que o sucesso da fórmula atual do shopping center híbrido como lugar privilegiado para a realização da lógica consumista traz consigo o fracasso da plenitude do ser social, distanciando-o de qualquer projeto de emancipação e de humanização do ser humano. Como diz o poeta Carlos Drummond de Andrade no poema Eu Etiqueta: “Já não me convém o título de homem./ Meu nome novo é coisa./Eu sou a coisa, coisamente”.
(Valquíria Padilha. A sociologia vai ao shopping center. Ciência Hoje, maio de 2007, p. 30-35. Adaptado).
Considerando a totalidade do Texto, podemos afirmar que o tema central defendido pelo autor se resume nos seguintes termos:
 

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