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A descrição detalhada de todos os testes realizados durante o exame vestibular contribuirá para o levantamento da hipótese diagnóstica da doença vestibular.
Assinale a alternativa correta quanto à relação estabelecida entre os achados observados e a conclusão do exame vestibular.
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A vertigem posicional paroxística benigna (VPPB) é um distúrbio comum e benigno que causa curtos episódios de vertigem em resposta a mudanças na posição da cabeça.
Assinale a alternativa correta com relação à VPPB.
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A instalação de cânula de traqueostomia compromete de forma direta a comunicação oral. Há benefícios bem estabelecidos com relação ao uso de válvulas de fala em casos de paciente traqueostomizados.
Analise as proposições abaixo.
1) Somente adultos laringectomizados têm indicação de utilização da válvula de fala.
2) A utilização de válvulas de fala pode ser benéfica na comunicação oral e na deglutição. Além de trazer outros benefícios secundários como redução de secreções, aumento da oxigenação do sangue arterial e da olfação.
3) A válvula de fala pode promover a restauração da pressão de ar subglótica e incrementar as sensações faríngeas, o que facilita a deglutição e reduz o risco de aspiração.
4) A utilização da válvula de fala em lactentes e crianças maiores não é indicada, considerando a dificuldade em manuseá-la.
5) A válvula de fala é contraindicada em pacientes traqueostomizados com presença de cuff, considerando principalmente a sobrecarga em região laríngea que impede sua elevação.
Estão corretas, apenas:
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A reabilitação fonoaudiológica em disfagia, muitas vezes acontece em diferentes momentos do tratamento clínico do paciente. Nos casos em que a dinâmica da deglutição não fica bem estabelecida a partir da avaliação clínica da deglutição, ou mesmo após sua realização, há suspeitas de aspiração silente, o exame objetivo da deglutição deve ser prontamente solicitado, sendo a videoendoscopia da deglutição e a videofluoroscopia da deglutição os mais frequentemente utilizados em nossa clínica.
Sobre esses exames, assinale a alternativa correta.
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Diversas atividades são elaboradas e desenvolvidas pelo fonoaudiólogo na reabilitação de pacientes com disfagia. Dentre as técnicas utilizadas, destacam-se manobras facilitadoras, que são utilizadas e aplicadas principalmente para compensação ou restituição da deglutição.
Relacione abaixo as manobras às suas respectivas aplicações ou restrições.
1) Queixo para baixo
2) Super-supraglótica
3) Supraglótica
4) Cabeça para trás
5) Manobra de Shaker
( ) Reduz a possibilidade de aspiração antes, durante e após a deglutição.
( ) É contraindicada em casos de alterações severas da fase faríngea da deglutição.
( ) Melhora a força e a eficiência da musculatura extrínseca da laringe.
( ) É contraindicada para pacientes que apresentam alteração faríngea ou de língua.
( ) Melhora o fechamento das vias aéreas antes e durante a deglutição, nos níveis da entrada do vestíbulo laríngeo e da glote.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Após atropelamento, um homem com 45 anos de idade teve trauma crânioencefálico. Conduzido para o hospital, verificou-se que a lesão foi por contusão, com laceração no couro cabeludo próximo à nuca e alteração no nível de consciência, não sendo necessária a intervenção cirúrgica. Sedado em ventilação mecânica orotraqueal, foi evoluindo bem do trauma até o 25º dia de internação, momento em que foram iniciados os desmames da sedação e da ventilação mecânica. Após 48 horas e com quadro clínico estável, o médico assistente solicitou parecer fonoaudiológico. Após avaliação, o fonoaudiólogo refere os seguintes achados: paciente alerta, interação boa, atende a comandos verbais, durante toda a avaliação manteve os níveis de saturação de oxigênio e frequência cardíaca estáveis e normais. Os principais achados fonoaudiológicos referem desorganização e repetidos movimentos anteroposterior da língua; aumento do tempo de trânsito oral, diminuição da propriocepção intraoral; e escape de saliva por comissuras labiais ou estase desta em cavidade oral.
Diante dos dados fornecidos, pode-se iniciar a intervenção fonoaudiológica de forma assertiva por meio de(a)
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Sobre a atuação fonoaudiológica em disfagia, no ambiente hospitalar, analise as proposições abaixo.
1) O fonoaudiólogo deve iniciar a assistência sempre que um profissional da equipe solicite, a despeito de o paciente ter condições de receber ou não assistência no momento da solicitação.
2) Conhecer o fator etiológico que desencadeou a disfagia é suficiente para realizar a avaliação fonoaudiológica e propor o plano terapêutico.
3) A ausculta cervical e pulmonar devem constituir condutas avaliativas e terapêuticas, visto que ambas auxiliam o conhecimento das funções das estruturas envolvidas no processo fisiológico ou patológico da deglutição.
4) Conhecer o estado atual do paciente, suas condições gerais, nível cognitivo, condições respiratórias e estado nutricional é imprescindíveis para o entendimento do caso.
5) As alterações observadas na avaliação fonoaudiológica clínica definirão o processo de reabilitação e o tipo de abordagem a ser assumida.
Estão corretas, apenas:
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Não é raro o fonoaudiólogo ter uma visão limitada de seu papel na elaboração de um plano terapêutico cujo objetivo seja desenvolver as habilidades de alimentação e refeição de uma criança.
Diante das dificuldades alimentares na infância, assinale a alternativa correta.
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As dificuldades ou desafios alimentares na infância estão cada vez mais frequentes na assistência fonoaudiológica. Dificuldade alimentar, no entanto, é um conceito genérico que engloba comportamentos e etiologias distintas, que podem surgir nos primeiros meses de vida e persistir por vários anos.
Quais dos fatores descritos abaixo indicam prontidão à introdução da alimentação complementar?
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As dificuldades de sucção e deglutição no período neonatal são variadas, apontando para problemas na prontidão para a alimentação, doença ou alguma injúria. Essas dificuldades podem constituir características de um quadro transitório como a própria imaturidade, ou de algo mais permanente, como as decorrentes de alteração primária anatômica ou funcional das estruturas envolvidas no processo. Nessas situações, o fonoaudiólogo inicia o processo terapêutico o mais precoce possível, ainda com o neonato em unidade de tratamento intensivo.
O profissional deve estar atento:
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