Foram encontradas 40 questões.
Elaine Behring e Ivanete Boschetti (2006) consideraram que não se pode afirmar com precisão um período específico de surgimento das primeiras iniciativas reconhecíveis de políticas sociais, pois, como processo social, elas se gestaram na confluência dos seguintes fatores:
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O debate dominante sobre o terceiro setor torna-se, assim, funcional ao processo de reformulação do padrão de resposta às sequelas da questão social, propiciando no interior da estratégia neoliberal de reestruturação do capital. (Montaño, 2002 p. 15).
Leia as seguintes alternativas:
I) O terceiro setor desenvolve um papel ideológico claramente funcional aos interesses do capital.
II) O terceiro setor sendo funcional ao sistema capitalista promove a reversão dos direitos sociais e de cidadania por serviços e políticas sociais e assistenciais universais.
III) O terceiro setor são organizações formalmente constituídas, que possuem estrutura básica não governamental, são privadas, ou seja, não são ligadas institucionalmente a governos e têm gestão própria, realiza sua própria gestão, não sendo controladas externamente.
IV) O terceiro setor é o conjunto de agentes públicos com fins públicos e privados.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Com relação à força de trabalho do assistente social, Iamamoto (2008) afirma que o/a
I) assistente social é proprietário de sua força de trabalho especializada.
II) força de trabalho não é produto da formação universitária.
III) força de trabalho é uma mercadoria e é potência, que só se transforma em atividade.
IV) assistente social não deve vender sua força de trabalho.
V) força de trabalho do assistente social é produto do conhecimento empírico do mesmo.
Estão corretas as afirmativas
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Há que se considerar que as pesquisas em Serviço Social têm contribuído para avanços significativos em diferentes campos da ação profissional.
I) no âmbito das políticas públicas;
II) no enfrentamento das expressões da questão social;
III) na construção da proposta curricular;
IV) na definição dos seus fundamentos teóricos e metodológicos;
V) na consolidação do projeto ético-político profissional, entre outros aspectos.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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A questão social é, de fato, particular e histórica e tem um conteúdo cada vez mais complexo, e seu equacionamento necessita vencer as desigualdades e injustiças, implicando soluções de questões que digam respeito a problemas socioeconômicos, sociopolíticos e socioculturais, portanto
I) requere-se que o Serviço Social se aproprie destes conteúdos para que possa dar conta destes processos e instrumentalize sua prática.
II) é necessário que o serviço social seja sensível às mudanças e às possibilidades de compreender a complexidade da questão social.
III) pensar a questão social implica um olhar ampliado para perceber que ela é constituída por um conjunto de circunstâncias que estão interligadas entre si.
IV) a resposta as diversas manifestações da questão social exige a atenção crítica permanente a esta tensão existente entre a resposta que deveria ser do Estado e a responsabilização dos próprios sujeitos beneficiários.
V) a resposta à questão social muitas vezes está no limite entre o direito e o não direito às políticas sociais.
A(s) afirmativa(s) correta(s) é(são):
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A Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003, instituiu o Estatuto do Idoso, que é destinado a regular os direitos assegurados às pessoas com idade
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A política de Assistência Social é uma política social pública e, portanto, identificada como direito. Define-se como uma política
I) de proteção social, articulada com as demais políticas de garantia dos direitos sociais.
II) de efetividade e desenvolvimento dos direitos humanos, da solidariedade, da benemerência e da filantropia.;
III) de acesso universal, sob responsabilidade do Estado, como ação estratégica, e não apenas dos governos.
IV) que luta incessantemente pela redução e prevenção de riscos e vulnerabilidades sociais.
V) que propõe a universalização dos direitos, inclusão das pessoas carentes, e superação da pobreza.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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A Lei 10.216, conhecida como Lei da Reforma Psiquiátrica, determina os direitos da pessoa portadora de transtorno mental, que deverá
I) ter garantia de sigilo nas informações prestadas.
II) ter livre acesso aos meios de comunicação disponíveis.
III) ser tratada, preferencialmente, em serviços comunitários de saúde mental.
IV) ser internada em hospital psiquiátrico, quando estiver em risco de morte, em decorrência do transtorno do qual é portadora.
V) receber visitas livremente quando estiver internada.
As afirmativas que apresentam direitos garantidos na referida lei são
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Conforme Bravo (2006), a 8ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em 1986, representou, definitivamente, um marco, pois
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No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
O texto desconstroi a ideia de que o ditado fala da benevolência do ser humano. Esse, à luz do texto, incorreria em qual pecado capital?
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