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Foram encontradas 40 questões.

1321615 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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A Lei de Darcy expressa o/a
 

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1321516 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Assinale um conjunto composto somente por rochas metamórficas:
 

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1321507 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Os diferentes tipos de ondas – luz, som e sísmica – têm características em comum: as velocidades com que viajam dependem do material que atravessam. Assim, o núcleo-manto-crosta apresenta comportamento
 

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1321484 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Qual o potencial protólito das rochas metamórficas: mármore – xisto – anfibolito?
 

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1321414 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Assinale um conjunto composto somente por minerais do grupo dos óxidos/hidróxidos:
 

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1321306 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Dê um exemplo de uma rocha ígnea, respectivamente, félsica, intermediária e máfica:
 

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1321296 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
O texto faz uma crítica sobretudo
 

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1321059 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Correlacione as colunas. Cada número na coluna da esquerda corresponde a uma letra na coluna da direita.
Enunciado 1321059-1
A sequência correta é:
 

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1320992 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
No terceiro parágrafo, para preservarmos o sentido original – sem necessidade de outras alterações –, a única substituição correta do nexo “Como” é por
 

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1320969 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Assinale um conjunto composto somente por minerais sulfetados:
 

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