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Foram encontradas 40 questões.

1310447 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Qual a ferramenta paleontológica que auxilia nas correlações estratigráficas regionais e globais?
 

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1310419 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
O texto desconstroi a ideia de que o ditado fala da benevolência do ser humano. Esse, à luz do texto, incorreria em qual pecado capital?
 

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1310383 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Assinale a opção INCORRETA:
 

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1310357 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Assinale a alternativa correta.
 

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1310260 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Marque a alternativa correta.
 

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1310125 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
Analisa as seguintes alterações:
I) “Como as pessoas não gostam de consumir” por “As pessoas não gostando de consumir”. (2º par.)
II) “não há como saber” por “é improvável saber”.(1º par.)
III) “Como viveram uma vida de regalias” por “Havendo vivido uma vida de regalias”.(3º par.)
Estaria(m) correta(s) apenas
 

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1310103 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Importantes fósseis utilizados na reconstituição paleogeográfica do Continente de Gondwana são o/os/as
 

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1310066 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Uma rocha metamórfica de fácies anfibolito pode ter temperatura, pressão e profundidade aproximada, respectivamente, de
 

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1309965 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
A teoria da Tectônica descreve a movimentação relativa de placas. Quais são os limites entre as placas e os processos associados?
 

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1493947 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
O autor afirma que os “investidores” dos quais fala no texto seriam avessos ao risco. Seguindo a linha de raciocínio do economista, que hipotética atitude do investidor provaria que essa aversão foi atenuada?
Questão Anulada

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