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Programação da 9ª Semana de Museus no Rio tem atividades em 21 municípios
Paulo Virgilio
Rio de Janeiro – Começaram dia 16 de maio, em 84 instituições de 21 municípios fluminenses, as atividades 1 da 9ª Semana de Museus, no Rio de Janeiro. Promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), a Semana de Museus teve, em todo o país, mais de 3 mil eventos em quase mil instituições públicas federais, estaduais, municipais, além de comunitárias e privadas. Este ano, o tema central do evento foi Museu e Memória. No Rio de Janeiro, a superintendente de Museus da Secretaria Estadual de Cultura, Marcia Bibiani, abriu oficialmente a 9ª Semana de Museus, no Museu do Ingá, em Niterói. Na abertura, houve palestra da professora Clise Campos, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), com o tema “O lugar da memória nos municípios fluminenses”. Segundo Márcia, a secretaria tem seguido as diretrizes do Ibram no estado e isso tem incrementado a política de conservação da memória local. “Nós criamos o Sistema Estadual de Museus, que articula as ações dos municípios e das várias instituições culturais que cuidam da memória e da diversidade no nível local”, disse. Segundo ela, o sistema dá apoio técnico e capacitação nas áreas de conservação e documentação. A meta, de acordo com a superintendente, é que haja um museu ou centro de memória em cada um dos 92 municípios fluminenses. Atualmente, 40 deles não dispõem de espaço algum desse tipo. “Não precisa ser museu, pode ser uma instituição com função museológica, que reconheça a memória e a importância de se conhecer as raízes da cultura local, para que se possa ter um cidadão melhor e mais participativo. Só assim a gente consegue prosseguir culturalmente”, afirmou. Muitos dos eventos programados para este ano no evento tiveram a clara intenção de estimular a memória dos frequentadores dos museus. É o caso da exposição “Você conhece? Você se lembra? Tá frio! Tá quente!”, que foi aberta na quarta-feira (18), no Museu da República, no Catete, zona sul do Rio. Trata-se de uma exposição-jogo de objetos curiosos do acervo do museu, como forma de despertar a curiosidade a respeito de seu uso e de sua inserção no tempo. Ainda na quarta-feira, que foi o Dia Internacional dos Museus, o Ibram lançou, às 11h, no Museu Histórico Nacional (MHN), o Guia dos Museus Brasileiros. Elaborado com dados do Cadastro Nacional de Museus, o guia traz informações como endereço, tipo de acervo, horário de 21 funcionamento, acessibilidade e infraestrutura das 3 mil instituições já mapeadas pelo Ibram.
(http://www.jb.com.br/rio/noticias/2011/05/16/programacao-da-9a-semana-de-museus-no-rio-tem-atividades-em-21-municipios/) [adapt.]
Em Ainda na quarta-feira, que foi o Dia Internacional dos Museus....., a palavra sublinhada tem o mesmo sentido que na frase
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O perímetro da figura abaixo é de

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A Receita pública, até o ingresso nos cofres públicos, passa pelos seguintes estágios:
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...por favor, não tentem defender nosso português de estrangeirismos: a língua não precisa ser defendida. Ela é soberana. Ela é flexível. Ela é viva. Nenhum gramático ou legislador, brilhante ou tacanho, poderá botar essa dama em camisa de força, nem a conter num regime policialesco. Ela continuará sua trajetória, talvez sacudindo a cabeça diante das nossas desajeitadas tentativas de controlá-la. Como dirá qualquer bom professor de português, ou qualquer linguista dedicado, estudioso, uma parcela imensa dos termos que hoje usamos, que por muito usados pela classe culta foram dicionarizados - o dicionário sempre corre atrás da realidade - , começou como estrangeirismo. Não preciso citar, mas cito, garagem do francês, futebol do inglês, coquetel da mesma forma. A língua incorpora esses termos se são úteis, e os adapta ao seu sistema. Botou o "m" final em miragem, por exemplo, porque no nosso sistema as palavras não terminam em "age".
Muitos termos não podem ser traduzidos: quem diz isso é esta velha tradutora que dedicou a isso milhares de horas de sua vida. E não é possível formar frases decentes, fluidas, claras, expressivas como devem ser as frases, se a cada "estrangeirismo" tivermos de fazer um rodeio, uma explicação da palavra intraduzível. Isso, além do mais, nos colocaria na rabeira do mundo civilizado e globalizado, onde palavras - como objetos de bom uso - circulam de um lado para outro, pousam aqui ou ali, adaptam-se, ou simplesmente passam. Quando não passam, é porque são necessárias, e acabam colocadas entre aspas ou em itálico. Línguas altamente civilizadas usam "estrangeirismos" livremente, sem culpa nem preconceito, como fator de expressividade. Isso nem as humilhou, nem as perverteu: ficaram enriquecidas. Nós é que precisamos lutar contra uma onda terceiro-mundista, uma postura de inferioridade que nos faz gastar energias que poderiam ser aplicadas em algo urgente como um orçamento vinte vezes maior para a educação do nosso povo.

Segundo o texto, colocar a língua em camisa de força significa
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Ponderada (Agrupados por Valor)
Um curso tem o total de 20 turmas de alunos, sendo 8 turmas com 40 alunos cada uma, 7 turmas com 45 alunos cada uma e 5 turmas com 33 alunos cada uma.
Nessas condições, a média do número de alunos por turma, nesse curso, é de
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A criação do SIAFI – Sistema integrado de administração financeira do governo federal teve, como principais objetivos,
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volume de um cubo, no qual cada face tem , !$ m0,04^2 !$ de área, é de
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Nas assertivas abaixo aquela que contém somente impostos de competência da União é:
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O entendimento de um museu funcionando como um verdadeiro “sistema integrado de informação” implica, fundamentalmente,
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A partir da segunda metade do século XIX, os novos rumos políticos e culturais, representados pelo Romantismo e pelo Nacionalismo, levaram, respectivamente, à criação de tipologias temáticas de museus:
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