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Foram encontradas 40 questões.

1323128 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Analise as alternativas abaixo colocando, “V” para a(s) afirmativa (s) verdadeira (s) e “F” para a (s) falsa (s).
( ) Não importa a ordem de execução do procedimento, e sim realizá-lo e checar no prontuário.
( ) Na higiene dos cabelos do paciente, deve -se observar a presença de pediculose, bem como qualquer lesão do couro cabeludo.
( ) Sempre que o paciente receber alta do hospital, deve-se fazer apenas a limpeza do leito.
( ) Não se deve acordar o paciente para administrar a medicação, mudamos o horário para quando o mesmo acordar.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, das afirmativas.
 

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1312193 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Segundo a lei do exercício profissional de enfermagem, compete ao Auxiliar de Enfermagem:
 

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1165328 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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A hemorragia é uma complicação pósoperatória que requer monitoramento dos sinais vitais. São manifestações clínicas que podem evidenciar hemorragia:
 

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1152269 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Na administração de insulina via subcutânea, recomenda-se:
 

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1125701 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Durante a visita de enfermagem à Srª Maria Antonia, que se encontra acamada, o enfermeiro prescreveu mudança de decúbito de 2 em 2 horas. Este procedimento contribui para prevenir:
 

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1125205 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Na administração de medicamentos, a via gastrointestinal compreende:
 

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1110407 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O esquema básico de vacinação da criança inicia-se logo ao nascer. As vacinas indicadas para este período são:
 

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1107774 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O preparo e administração dos medicamentos devem seguir exatamente a prescrição médica. Sendo assim, considere a prescrição médica abaixo.
Diluir 1 frasco de OXACILINA 500 mg em 5 ml de água destilada e administrar 120 mg, por via endovenosa.
Quantos ml da solução deverão ser aspirados e administrados?
 

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1102550 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Em um cliente adulto em parada cardiorrespiratória na enfermaria durante a aplicação de ventilações por meio de máscara e ambu, deve-se atentar para:
 

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1102526 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O MITO DA FELICIDADE
Letícia Sorg
A resposta de qualquer pai ou mãe, questionado sobre o que deseja para os filhos, está sempre na ponta da língua: “Só quero que sejam felizes”. A frase não deixa dúvidas de que, numa sociedade moderna, livre de muitas das restrições morais e culturais do passado, a felicidade é vista como a maior realização de um indivíduo. Até governos nacionais se viram na obrigação de fazer algo a respeito. Neste ano, a China e o Reino Unido anunciaram a intenção de medir o grau de felicidade de seus habitantes. Os governantes, espera-se, querem o melhor para seu país, assim como os pais querem o melhor para seus filhos. Mas a ambição de sempre colocar um sorriso no rosto pode ter um efeito contrário.
A pressão por ser feliz, condição nada fácil de ser definida, pode acabar reduzindo as chances de as pessoas viverem bem.
“Quero que meus filhos sejam felizes, mas também que encontrem um propósito e conquistem seus objetivos”, diz o americano Martin Seligman, considerado o mestre da psicologia positiva. Depois de estudar a busca da felicidade por mais de 20 anos, ele afirma ser tolice elegê-la como a única ambição na vida. Ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, professor da Universidade da Pensilvânia, pai de sete filhos e avô pela quarta vez, Seligman reviu suas teorias e concluiu que é preciso relativizar a importância das emoções positivas. “Perseguir apenas a felicidade é enganoso”, diz Seligman. Segundo ele, a felicidade pode tornar a vida um pouco mais agradável. E só. Em seu lugar, o ser humano deveria buscar um objetivo mais simples e fácil de ser contemplado: o bem-estar. Em seu novo livro, Flourish (Florescer), Seligman apresenta cinco fatores fundamentais para viver bem. A felicidade (emoções positivas), quem diria,seria apenas um deles, ao lado de propósito, realização, engajamento e relações pessoais.
(...)
É consenso entre os pesquisadores que grande parte da felicidade, assim como a personalidade, é determinada já no nascimento. “A genética explica quase metade da variação da felicidade”, diz Ragnhild Bang Nes, do Instituto de Saúde Pública da Noruega. Mas, se a felicidade já está inscrita nos genes, não podemos alterá-la? Segundo Martin Seligman, é possível aumentar a duração e a intensidade das emoções positivas, mas a melhoria esbarra num teto: a personalidade de cada um. O conformismo, então, é o que nos resta? Não, responde Seligman. Para ele, a principal vantagem da teoria do bem-estar é permitir a qualquer um, independentemente de sua personalidade ou condição de vida, avançar para uma situação melhor. Como viver bem dependeria não só das emoções positivas, mas também de outros quatro fatores, cada um pode encontrar seu próprio caminho. “Minha razão para negar um lugar privilegiado para a emoção positiva é a libertação”, afirma o psicólogo em seu livro. “A visão de que a felicidade está ligada ao humor condena 50% da população do mundo, que é introvertida, ao inferno da infelicidade.” Na teoria do bem-estar, ou do florescimento, quem não é “para cima” pode compensar adicionando propósito e engajamento à própria vida. Por esse raciocínio, nem todo mundo conseguiria ser exatamente feliz, mas todos podem viver bem. Saber disso tira uma tonelada de ansiedade de nossos ombros. Em vez de tentar se adaptar a outro jeito de ser, de buscar o bem-estar em terras longínquas, é possível cultivar um jeito próprio de viver bem.
(...)
No livro Felicidade: lições de uma nova ciência (BestSeller, 2008), o economista britânico Richard Layard coloca as interações sociais – de amizades ou amorosas – como os fatores externos mais importantes de nossa vida. Em sua pesquisa, as pessoas que começam a ver seus amigos quase todos os dias reportaram, ao final de um ano, um nível de felicidade 0,161 mais alto (num total de 7). Isso é mais que o efeito do primeiro ano de casamento, responsável por um aumento de 0,134 na felicidade do casal. O tipo de amizade também é importante, e é melhor que seus amigos sejam bem humorados. Segundo o médico e sociólogo Nicholas Christakis, autor do livro O poder das conexões (Campus, 2009), a felicidade é contagiosa – assim como a depressão. Cada amigo feliz de nossa rede aumentaria em 9% nosso próprio bom humor – enquanto um amigo infeliz causaria uma queda de 7%. Mas a solução não seria sair correndo atrás de muitos amigos. Em tempos de Facebook, Orkut e outras redes virtuais, em que alguns expõem orgulhosos listas com mais de 2 mil “amigos”, é importante saber qual é sua verdadeira e sólida base social. Segundo o biólogo evolucionista Robin Dunbar, o cérebro humano só é capaz de lidar com 150 amizades ao mesmo tempo. No grupo mais íntimo – e mais importante –, estariam só cinco pessoas. Mas não existem regras. Há quem consiga melhorar seu bem-estar criando relações melhores com mais pessoas e há também quem se sinta confortável com cinco. “Uma das principais sabedorias é respeitar a característica de cada um”, diz a psicóloga Cláudia Giacomoni, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Obtido o desejado nível de bem-estar, muitos podem perguntar se a conquista seria duradoura. Embora parte dos brasileiros cite a juventude como um fator importante para se sentir feliz, estudos mostram que nosso bem-estar aumenta com o passar dos anos. É verdade que a infância é uma fase propensa a uma grande dose de felicidade, mas o mesmo pode ser dito da terceira idade. Pesquisadores descobriram que, com o envelhecimento, há um aumento de bem estar. As dificuldades surgem mesmo durante a vida adulta, repleta de desafios, pressões e inevitáveis frustrações. A explicação para essa evolução estaria nas mudanças internas, e não em nosso entorno. Com o passar do tempo, nosso comportamento muda. As pessoas mais velhas brigam menos, sabem como solucionar um conflito, controlam melhor suas emoções e aceitam mais os infortúnios. Há várias teorias sobre por que isso acontece. Laura Carstensen, professora de psicologia da Universidade Stanford, afirma que os mais velhos sabem o que realmente importa e, por isso, focam no essencial. Com isso, aliviam a pressão pela felicidade imediata e se aproximam do bem-estar. Como diz o historiador Richard Schoch, autor do recém-lançado A história da (in)felicidade, quando a felicidade está ligada a algumas condições, deixa de ser um direito de todo ser humano e se torna um privilégio de poucos. Ele diz que basta que tenhamos nascido para termos o direito e a capacidade de ser feliz. Para que esse objetivo não pese sobre nossos ombros, em vez de nos lançarmos numa incessante busca da felicidade – muitas vezes infrutífera –, deveríamos apenas descobrir como viver bem, a nossa própria maneira.
(Revista Época – 23/05/2011)
Analise o trecho a seguir, presente no quinto parágrafo do texto, atentando à função assumida pelo vocábulo “como” no contexto em que é empregado.
Para que esse objetivo não pese sobre nossos ombros, em vez de nos lançarmos numa incessante busca da felicidade – muitas vezes infrutífera –, deveríamos apenas descobrir como viver bem, a nossa própria maneira.”
Em qual das frases a seguir o vocábulo “como” apresenta a mesma função que no fragmento extraído do texto?
 

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