Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

466921 Ano: 2013
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
A intervenção do terapeuta ocupacional na Instituição de Longa Permanência (ILP) deve:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
466372 Ano: 2013
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
São fatores de descrição do Sistema de Classificação de Talas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
466260 Ano: 2013
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
Segundo Cavalcanti e Galvão alguns itens são necessários para a prescrição e construção de uma adaptação. Dentre eles, estão:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
466049 Ano: 2013
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
São objetivos da intervenção do Terapeuta Ocupacional voltados à dor crônica:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
396871 Ano: 2013
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
Identifique as afirmações que estão corretas em relação à terapia ocupacional, em ambientes comunitários.
I Através de atividades, a Terapia Ocupacional estimula a qualidade de vida das pessoas no que diz respeito aos cuidados diários.
II Os terapeutas ocupacionais focalizam o ensinamento e a promoção das habilidades de vida diária voltados para o trabalho, para os cuidados pessoais e para o lazer.
III A Terapia Ocupacional estimula as noções de regras sociais, implicando os clientes em normatização, independentemente da relação cultural, e lavando em consideração a moral da sociedade.
IV O terapeuta ocupacional desenvolve com seus clientes a potencialidade de realizar as atividades do cotidiano, considerando que a profissão se aplica apenas em casos graves, sem levar em consideração a relação sociocultural.
V A Terapia Ocupacional acompanha casos em ambientes comunitários priorizando o atendimento a pessoas que possuem moradia e são vinculadas aos serviços de saúde próximos da sua residência.
Assinale a alternativa correta:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
362835 Ano: 2013
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
Com relação aos modelos de prática da terapia ocupacional nos cuidados da dor, aquele que considera a vontade do indivíduo, os papéis que ele exerce e o desempenho de suas habilidades, enfatizando áreas ocupacionais de trabalho, lazer e autocuidado, identifica-se no:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
362698 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
A HORA DE DIZER NÃO
Ruth de Aquino
“Chega um momento na nossa vida em que devemos renunciar”, disse na semana passada o sociólogo e filósofo francês Edgar Morin, com vigor e lucidez aos 91 anos. Renunciar a uma ou mais coisas que pareciam essenciais antes. Renunciar a um cargo, a uma paixão, um desamor, uma obsessão, uma disputa, uma vaidade, ao sol a pino, à carne vermelha no jantar, seja lá o que for. Saber dizer não com serenidade pode ser um ato revolucionário e de liberdade individual.
Pelo ineditismo e pela surpresa, a renúncia do Papa Bento XVI foi dissecada no mundo inteiro em plena festa profana, o Carnaval. Cada um viu o que quis. Vemos aquilo em que cremos. Católicos fervorosos se sentiam perdidos ao perceber, enfim, que o papa não é santo. Não é mesmo, nunca foi. Agnósticos e cristãos com um mínimo de perspectiva histórica sabem que a batina não sacraliza ninguém. Amém.
O papa não tem influência na minha vida particular, embora eu tenha sido batizada e feito primeira comunhão nas igrejas de Copacabana. Na infância, era obrigada a ir à missa todo domingo. Havia um anjo de gesso sobre minha cama. Ele me dava um certo medo. Tinha aulas de catecismo numa escola laica. Via, na confissão, uma enorme teatralidade. Às vezes inventava pecados para testar a reação daquele desconhecido que parecia dormir, de perfil. Não entendia a lógica do número de ave-marias e padre-nossos, como castigo ou promessa de salvação eterna.
Bem mais tarde, o papa passou a me interessar apenas como chefe de um Estado implacável e multimilionário que se aliou a demônios palpáveis e históricos. Um Estado com poder transnacional sobre governos, política, ciência e sobre a vida das pessoas comuns. Na semana passada, o papa passou a me interessar como alguém de carne e osso. Por mais sinais de cansaço e desilusão que tivesse dado, era difícil crer que logo um Ratzinger apelidado de “papa panzer” e “rottweiler de Deus” decidisse apear da cruz e humanizar-se.
Ratzinger é um homem com um marca-passo. Não queria deteriorar ao vivo como seu antecessor. Considerava a saúde da carne um imperativo para exercer direito o poder do espírito. Sentia-se impotente diante do enfraquecimento da Igreja Católica. Ficava irritado com as fofocas nos corredores do Vaticano. Inseguro diante dos escândalos de pedofilia de padres e cardeais. Culpado pelos escândalos de corrupção interna, vazados por seu mordomo. Traído por sua equipe de confiança. Magoado com sua imagem de autoritário e conservador no Twitter.
Ele nem pediu para sair. Não negociou com seus pares ou súditos. Disse: “Fui.” Decidiu “em plena liberdade” – como se alguém pudesse ser plenamente livre. Dizer que renunciou “pelo bem da igreja” é conversa para cardeal dormir. Uma tentativa póstuma de se fazer de soldado humilde de Jesus. Um homem diz “não” pelo seu próprio bem. Bento XVI era um papa relutante e acidental, sem carisma. Virou astro pela negação.
O que se seguiu foram os obituários em vida. Como os papas costumam morrer em exercício, são poupados de assistir a seu funeral. Pelo menos de corpo presente. Bento XVI assiste de camarote à enorme confusão provocada por seu gesto libertário ou covarde. Se existem outros vazamentos de escândalos na fila, melhor estar na casa de verão em Castelgandolfo, meia hora ao sul de Roma, meditando, orando e escrevendo. É um palácio sobre uma colina, com vista para um lago, na verdade a boca de um vulcão adormecido. Simbólico, diante de toda a lava derramada nos últimos anos envolvendo a Igreja Católica. Quem ficará na boca de um vulcão ativo será outro papa, mais jovem, mais saudável, menos rígido e mais antenado com as redes sociais. Não é assim a vida fora do Vaticano?
O “basta” de Bento XVI me lembrou o filme premonitório de Nanni Moretti, Habemus papam, do ano passado. É uma comédia de costumes inofensiva. Eleito pelo conclave dos cardeais, o novo sumo pontífice – protagonizado por Michel Piccoli – entra em pânico. Apavorado com o que o espera no comando da Igreja, recusa-se a ser identificado na sacada para os fiéis.
Um psiquiatra ateu (Nanni Moretti) é chamado ao Vaticano. Na cena mais hilária do filme, os cardeais dizem ao psiquiatra que ele só não poderá discutir assuntos como “fé, desejos, sonhos, sexo, infância e mãe”. É uma paródia de como a Igreja Católica se despregou da realidade. A partir daí, o novo papa, descrente de si mesmo, de sua fé e da Igreja, foge do cerco e perde-se pelas ruas de Roma. Frágil, vulnerável, ele fica maravilhado com o anonimato, as pessoas e sua vida normal, seus tropeços e alegrias. Vê, de fora, como seu rebanho o enxerga. Renuncia a ser pastor. E assume a si mesmo.
(Época – 18 de fevereiro de 2013, página 106)
Nas frases: “Traído por sua equipe de confiança.” e “Como os papas costumam morrer em exercício, são poupados de assistir a seu funeral.”, os pronomes possessivos fazem referência, respectivamente, a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
325046 Ano: 2013
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
Na reabilitação, a tecnologia tem seus fundamentos terapêuticos baseados nas estruturas de referência da biomecânica. Para essa intervenção o Terapeuta Ocupacional deve considerar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
319455 Ano: 2013
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
A relação terapeuta-paciente é base para o desenvolvimento do plano terapêutico ocupacional. Ela determina uma espécie de costura entre terapeuta-paciente e auxilia na busca de “conquistas” para o mesmo. Essa relação, no início do tratamento terapêutico ocupacional, quando estabelecida de maneira eficaz, proporciona:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
316767 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
A HORA DE DIZER NÃO
Ruth de Aquino
“Chega um momento na nossa vida em que devemos renunciar”, disse na semana passada o sociólogo e filósofo francês Edgar Morin, com vigor e lucidez aos 91 anos. Renunciar a uma ou mais coisas que pareciam essenciais antes. Renunciar a um cargo, a uma paixão, um desamor, uma obsessão, uma disputa, uma vaidade, ao sol a pino, à carne vermelha no jantar, seja lá o que for. Saber dizer não com serenidade pode ser um ato revolucionário e de liberdade individual.
Pelo ineditismo e pela surpresa, a renúncia do Papa Bento XVI foi dissecada no mundo inteiro em plena festa profana, o Carnaval. Cada um viu o que quis. Vemos aquilo em que cremos. Católicos fervorosos se sentiam perdidos ao perceber, enfim, que o papa não é santo. Não é mesmo, nunca foi. Agnósticos e cristãos com um mínimo de perspectiva histórica sabem que a batina não sacraliza ninguém. Amém.
O papa não tem influência na minha vida particular, embora eu tenha sido batizada e feito primeira comunhão nas igrejas de Copacabana. Na infância, era obrigada a ir à missa todo domingo. Havia um anjo de gesso sobre minha cama. Ele me dava um certo medo. Tinha aulas de catecismo numa escola laica. Via, na confissão, uma enorme teatralidade. Às vezes inventava pecados para testar a reação daquele desconhecido que parecia dormir, de perfil. Não entendia a lógica do número de ave-marias e padre-nossos, como castigo ou promessa de salvação eterna.
Bem mais tarde, o papa passou a me interessar apenas como chefe de um Estado implacável e multimilionário que se aliou a demônios palpáveis e históricos. Um Estado com poder transnacional sobre governos, política, ciência e sobre a vida das pessoas comuns. Na semana passada, o papa passou a me interessar como alguém de carne e osso. Por mais sinais de cansaço e desilusão que tivesse dado, era difícil crer que logo um Ratzinger apelidado de “papa panzer” e “rottweiler de Deus” decidisse apear da cruz e humanizar-se.
Ratzinger é um homem com um marca-passo. Não queria deteriorar ao vivo como seu antecessor. Considerava a saúde da carne um imperativo para exercer direito o poder do espírito. Sentia-se impotente diante do enfraquecimento da Igreja Católica. Ficava irritado com as fofocas nos corredores do Vaticano. Inseguro diante dos escândalos de pedofilia de padres e cardeais. Culpado pelos escândalos de corrupção interna, vazados por seu mordomo. Traído por sua equipe de confiança. Magoado com sua imagem de autoritário e conservador no Twitter.
Ele nem pediu para sair. Não negociou com seus pares ou súditos. Disse: “Fui.” Decidiu “em plena liberdade” – como se alguém pudesse ser plenamente livre. Dizer que renunciou “pelo bem da igreja” é conversa para cardeal dormir. Uma tentativa póstuma de se fazer de soldado humilde de Jesus. Um homem diz “não” pelo seu próprio bem. Bento XVI era um papa relutante e acidental, sem carisma. Virou astro pela negação.
O que se seguiu foram os obituários em vida. Como os papas costumam morrer em exercício, são poupados de assistir a seu funeral. Pelo menos de corpo presente. Bento XVI assiste de camarote à enorme confusão provocada por seu gesto libertário ou covarde. Se existem outros vazamentos de escândalos na fila, melhor estar na casa de verão em Castelgandolfo, meia hora ao sul de Roma, meditando, orando e escrevendo. É um palácio sobre uma colina, com vista para um lago, na verdade a boca de um vulcão adormecido. Simbólico, diante de toda a lava derramada nos últimos anos envolvendo a Igreja Católica. Quem ficará na boca de um vulcão ativo será outro papa, mais jovem, mais saudável, menos rígido e mais antenado com as redes sociais. Não é assim a vida fora do Vaticano?
O “basta” de Bento XVI me lembrou o filme premonitório de Nanni Moretti, Habemus papam, do ano passado. É uma comédia de costumes inofensiva. Eleito pelo conclave dos cardeais, o novo sumo pontífice – protagonizado por Michel Piccoli – entra em pânico. Apavorado com o que o espera no comando da Igreja, recusa-se a ser identificado na sacada para os fiéis.
Um psiquiatra ateu (Nanni Moretti) é chamado ao Vaticano. Na cena mais hilária do filme, os cardeais dizem ao psiquiatra que ele só não poderá discutir assuntos como “fé, desejos, sonhos, sexo, infância e mãe”. É uma paródia de como a Igreja Católica se despregou da realidade. A partir daí, o novo papa, descrente de si mesmo, de sua fé e da Igreja, foge do cerco e perde-se pelas ruas de Roma. Frágil, vulnerável, ele fica maravilhado com o anonimato, as pessoas e sua vida normal, seus tropeços e alegrias. Vê, de fora, como seu rebanho o enxerga. Renuncia a ser pastor. E assume a si mesmo.
(Época – 18 de fevereiro de 2013, página 106)
A partir da leitura do texto de Ruth de Aquino, identifique a única opção condizente com o ponto de vista expresso pela autora sobre o tema abordado.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas