Foram encontradas 40 questões.
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( ) A Cetoacidose Diabética é a redução na concentração efetiva de insulina circulante associada à liberação excessiva de hormônios contrarreguladores, dentre eles: o glucagon, as catecolaminas, o cortisol e o hormônio de crescimento.
( ) O quadro clínico de Cetoacidose Diabética tem uma evolução lenta e progressiva dos sinais e sintomas do Diabetes Mellitus descompensado. Entre os sinais e sintomas, citam-se poliúria, polidipsia e perda de peso. Outros sintomas possíveis são: náuseas, vômitos, sonolência, torpor e coma.
( ) No tratamento da Cetoacidose Diabética devemse observar sinais de hiper-hidratação e fazer sua correção; avaliar a presença de distúrbios eletrolíticos e acidobásicos, bem como aumentar a hipoglicemia e reduzir a osmolalidade.
( ) A hiperfosfatemia é um achado comum e geralmente assintomático que ocorre durante a Cetoacidose Diabética.
A sequência, de cima para baixo, que completa os parênteses corretamente está na alternativa:
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( ) A realização do procedimento apresenta risco de trauma na uretra e de infecção no trato urinário.
( ) O cateterismo intermitente limpo consiste em uma das principais intervenções adotadas para as disfunções urinárias que causam dificuldade de esvaziamento vesical.
( ) O cateterismo intermitente limpo consiste em um procedimento hospitalar que pode resultar em complicações vesicais como o trauma uretral.
( ) O cateterismo vesical de demora está sujeito à análise prévia, sendo averiguados fatores como a micção não espontânea, instabilidade hemodinâmica, monitorização do débito urinário e presença de lesão por pressão.
A sequência, de cima para baixo, que completa os parênteses corretamente está na alternativa:
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Segundo a referida legislação, é falta administrativa, punível com a pena de suspensão por até 90 (noventa) dias, cumulada, se couber, com a destituição do cargo em comissão
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Palavras gordas, ideias magras
Rodrigo Gurgel
“Você precisa florear o seu texto. Um texto precisa ter palavras bonitas.” Era o que eu ouvia na escola quando comecei a escrever o que antigamente chamávamos de “composições” — o que hoje todos conhecem como “redação”.
Quantos professores não continuam repetindo a mesmíssima coisa para seus alunos e perpetuando a ideia falsa de que todo texto precisa ser, principalmente, enfeitado? Eles, contudo, não o fazem por mal. Repetem esses lugares-comuns porque desconhecem o que é literatura e porque aprenderam que escrever é um exercício de adiposidade verbal: usar palavras gordas para ideias magras, como dizia Álvaro Lins. E é mais fácil repetir o que se aprendeu.
Sejam quais forem as razões que os levam a fazê-lo, o fato é que, ao repetir o aprendido, propagam uma retórica que poderíamos sem exagero chamar de venenosa. Essa retórica, difunde-a o escritor grandiloquente e os críticos que o incensam. Difunde-a a professora que escolhe textos palavrosos e cheios de uma adjetivação vazia, mostrando-os aos alunos como exemplos de boa literatura. Difunde-a o jornalista com seus chavões e frases de efeito em textos ocos e mal escritos. Difundem-na as escolas, os jornais, os portais de notícias da web, de modo que, em toda a parte, o que se encontra é só repetição.
Literários ou não, tais textos não refletem aquilo que o escritor ou autor realmente pensa: não passam de macaqueação. Revelam ainda o equívoco de conceber a escrita como o ato de reunir conceitos prontos e expressões lidas e/ou ouvidas em algum lugar — e enfiá-los todos num papel (ou numa tela). Mas não há escrita sem reflexão. As palavras precisam expressar o que o escritor realmente deseja expressar. Por isso, para se desenredar da retórica perniciosa, quem escreve tem de pensar de forma clara e adequar o seu pensamento às palavras.
Essa questão não nos apresenta somente um problema linguístico ou estético, senão também um problema ético. Pois no substrato da imprecisão no uso das palavras ou do excesso de palavras vazias, há duas coisas: incompetência e insinceridade. Males felizmente remediáveis.
A incompetência se revolve com o estudo, a leitura de bons autores e a produção consciente de textos. A insinceridade, por sua vez, resolve-se com uma mudança de comportamento. É preciso ser sincero consigo mesmo e fazer com que suas palavras digam aquilo que de fato você quer dizer. É preciso, enfim, deixar de ser um mero repetidor.
Disponível em: https://rodrigogurgel.com.br/palavras-gordas-ideias-magras/ Acesso em abril 2022.
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( ) Pode-se concluir que C.H.C. é o personagem central do livro.
( ) A partícula lhe no 2º parágrafo remete à palavra “repugnância”.
( ) Os travessões no 1º e 3º parágrafos poderiam ser substituídos por vírgulas.
( ) A expressão até mesmo no 2º parágrafo traz a ideia de inclusão.
( ) A palavra logo no 3º parágrafo pode ser substituída, mantendo o sentido, por “à vista disso”.
A sequência que preenche respectiva e corretamente os parênteses é:
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