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Sobre a utilização da “Limpeza de disco” no sistema operacional Windows de um computador, analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
Obs.: Utilizando instalação e configuração padrão (Português Brasil) do Windows XP Professional (Service Pack 3).
I. É possível selecionar a opção “Arquivos de Internet Temporários” para ser excluído.
II. É possível selecionar a opção “Ícones inativos do Desktop” para ser excluído.
III. É possível selecionar a opção “Lixeira” para ser excluído.
IV. É possível selecionar a opção “Links Favoritos” para ser excluído.
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Assinale a alternativa correta sobre a utilização do atalho “ctrl+b” no Microsoft Office Excel 2007, no sistema operacional Windows XP Professional, assinale a alternativa correta.
Obs.: Utilizando instalação e configuração padrão (Português Brasil). A utilização do caractere + é usada apenas para interpretação.
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Por que a Grécia não vai virar ruína Europeus lutam para acertar um socorro de 120 bilhões de euros e evitar que o drama financeiro dos gregos vire uma tragédia de dimensões continentais
Renata Betti
Como pode um país tão pequeno, de 11 milhões de habitantes, cuja economia responde por um acanhado porcentual de 3% do PIB de todas as dezesseis nações que usam o euro como moeda, trazer tanta encrenca? Líderes europeus não disfarçam o azedume diante da crise financeira grega, uma tragédia mais para farsesca que dramática. Justo quando a economia mundial exibe indicadores saudáveis de que a crise internacional já ficou para trás, a imprudência grega na administração de suas contas traz um novo foco de preocupação. A Grécia quebrou. Não possui mais dinheiro em caixa nem fontes de financiamento para honrar os compromissos de sua dívida externa, superior a 300 bilhões de dólares. Na semana passada, o país teve a sua avaliação de crédito rebaixada. A Grécia perdeu a classificação de investment grade, conferida a países confiáveis e seguros para investimentos. Doeu no âmago da União Europeia ver um de seus membros ser colocado ao lado de países com um histórico temerário. Mas doerá ainda mais se a Grécia decretar a moratória de sua dívida externa, à maneira de uma Argentina.
Na semana passada, o diretor executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI), o francês Dominique Strauss-Kahn, afirmou que a Grécia precisará de uma ajuda ainda mais elevada do que o estimado originalmente. Será necessária uma boia (ou 150 bilhões de dólares) para evitar o colapso. Esse é o valor das dívidas que vencem nos próximos três anos. O montante, se for aprovado pelo FMI e pelos países europeus que deverão participar do resgate, será o maior jamais oferecido a um país de relevância tão acanhada como a Grécia atual, a despeito de seu passado luminoso. A ideia é que, com essa ajuda, a Grécia compre tempo para executar as reformas destinadas a reorganizar suas finanças. A missão mais complexa (e que se arrasta há cinco meses) está em costurar esse socorro financeiro. A maior parte dessa conta caberia à Alemanha. Mas os seus contribuintes não se revelaram nada dispostos a bancar a irresponsabilidade dos vizinhos. Os alemães, mesmo nos piores dias da crise, mantiveram o seu déficit público sob controle, em torno de 3% do PIB. O rombo fiscal da Grécia, no entanto, explodiu, superando hoje 13% do PIB. Nessa situação, ficará difícil para a chanceler alemã, Angela Merkel, justificar o socorro financeiro. Por outro lado, se Merkel, assim como os demais líderes dos países mais ricos da Europa, cruzar os braços, a solidez do euro como moeda será questionada. Poderia contaminar outras economias frágeis do bloco, entre elas Portugal. Para complicar ainda mais, bancos alemães e franceses aparecem entre os principais credores dos gregos. Se a Grécia der o calote, essas instituições financeiras, muitas delas ainda cambaleantes, amargarão prejuízos bilionários.
Quais as alternativas colocadas na mesa? Essencialmente, salvar a Grécia, mesmo a contragosto. Afirma o economista Gustavo Loyola, sócio da consultoria Tendências: "O risco de um contágio internacional existe, claro, mas a probabilidade é minúscula. A Europa não tem outra opção a não ser evitar o colapso financeiro da Grécia. O custo de não salvá-la é enorme".
Revista Veja, de 5 de maio de 2010, edição 2163 – ano 43 – n.o 18. p.110- 111.
“‘O risco de um contágio internacional existe, claro, mas a probabilidade é minúscula.’”
A única possibilidade de reescrita do conteúdo do fragmento acima, sem que ocorra prejuízo de sentido para o fragmento, é
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Assinale a alternativa INCORRETA quanto aos aspectos gerais da redação oficial.
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Por que a Grécia não vai virar ruína Europeus lutam para acertar um socorro de 120 bilhões de euros e evitar que o drama financeiro dos gregos vire uma tragédia de dimensões continentais
Renata Betti
Como pode um país tão pequeno, de 11 milhões de habitantes, cuja economia responde por um acanhado porcentual de 3% do PIB de todas as dezesseis nações que usam o euro como moeda, trazer tanta encrenca? Líderes europeus não disfarçam o azedume diante da crise financeira grega, uma tragédia mais para farsesca que dramática. Justo quando a economia mundial exibe indicadores saudáveis de que a crise internacional já ficou para trás, a imprudência grega na administração de suas contas traz um novo foco de preocupação. A Grécia quebrou. Não possui mais dinheiro em caixa nem fontes de financiamento para honrar os compromissos de sua dívida externa, superior a 300 bilhões de dólares. Na semana passada, o país teve a sua avaliação de crédito rebaixada. A Grécia perdeu a classificação de investment grade, conferida a países confiáveis e seguros para investimentos. Doeu no âmago da União Europeia ver um de seus membros ser colocado ao lado de países com um histórico temerário. Mas doerá ainda mais se a Grécia decretar a moratória de sua dívida externa, à maneira de uma Argentina.
Na semana passada, o diretor executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI), o francês Dominique Strauss-Kahn, afirmou que a Grécia precisará de uma ajuda ainda mais elevada do que o estimado originalmente. Será necessária uma boia (ou 150 bilhões de dólares) para evitar o colapso. Esse é o valor das dívidas que vencem nos próximos três anos. O montante, se for aprovado pelo FMI e pelos países europeus que deverão participar do resgate, será o maior jamais oferecido a um país de relevância tão acanhada como a Grécia atual, a despeito de seu passado luminoso. A ideia é que, com essa ajuda, a Grécia compre tempo para executar as reformas destinadas a reorganizar suas finanças. A missão mais complexa (e que se arrasta há cinco meses) está em costurar esse socorro financeiro. A maior parte dessa conta caberia à Alemanha. Mas os seus contribuintes não se revelaram nada dispostos a bancar a irresponsabilidade dos vizinhos. Os alemães, mesmo nos piores dias da crise, mantiveram o seu déficit público sob controle, em torno de 3% do PIB. O rombo fiscal da Grécia, no entanto, explodiu, superando hoje 13% do PIB. Nessa situação, ficará difícil para a chanceler alemã, Angela Merkel, justificar o socorro financeiro. Por outro lado, se Merkel, assim como os demais líderes dos países mais ricos da Europa, cruzar os braços, a solidez do euro como moeda será questionada. Poderia contaminar outras economias frágeis do bloco, entre elas Portugal. Para complicar ainda mais, bancos alemães e franceses aparecem entre os principais credores dos gregos. Se a Grécia der o calote, essas instituições financeiras, muitas delas ainda cambaleantes, amargarão prejuízos bilionários.
Quais as alternativas colocadas na mesa? Essencialmente, salvar a Grécia, mesmo a contragosto. Afirma o economista Gustavo Loyola, sócio da consultoria Tendências: "O risco de um contágio internacional existe, claro, mas a probabilidade é minúscula. A Europa não tem outra opção a não ser evitar o colapso financeiro da Grécia. O custo de não salvá-la é enorme".
Revista Veja, de 5 de maio de 2010, edição 2163 – ano 43 – n.o 18. p.110- 111.
“O montante, se for aprovado pelo FMI e pelos países europeus que deverão participar do resgate, será o maior jamais oferecido a um país de relevância tão acanhada como a Grécia atual, a despeito de seu passado luminoso.”
A expressão destacada acima pode ser substituída, sem prejuízo de sentido para o contexto, pela expressão
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Sobre a criação de pastas no Windows XP, utilizando o Windows Explorer, identifique e assinale a alternativa INCORRETA.
Obs.: Utilizando instalação e configuração padrão (Português Brasil) do Windows XP Professional (Service Pack 3). A utilização das aspas é usada apenas para interpretação. O usuário logado deve ter permissões de acesso liberadas.
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Os objetivos da norma jurídica são expressos nas funções de
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)
No ano de 2009, o número de “bebês” recémnascidos no Hospital São José foi
| Mês | Jan. | Fev. | Mar. | Abr. | Mai. | Jun. |
| Bebes | 47 | 43 | 46 | 35 | 37 | 27 |
| Mês | Jul. | Ago. | Set. | Out. | Nov. | Dez. |
| Bebes | 32 | 45 | 26 | 51 | 37 | 42 |
De acordo com os dados, qual é a média mensal de bebês nascidos no Hospital São José?
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Um dado foi jogado 15 vezes. Em cada jogada foram obtidos os seguintes resultados:
| Jogada | 01 | 02 | 03 | 04 | 05 | 06 | 07 | 08 |
| Resultado | 3 | 5 | 6 | 4 | 2 | 1 | 3 | 6 |
| Jogada | 09 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | |
| Resultado | 3 | 4 | 2 | 4 | 3 | 5 | 6 |
De acordo com a tabela acima, analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
I. O número 4 foi obtido três vezes.
II. O índice, em porcentagem, em que o número 6 aparece é de 20%.
III. O índice, em porcentagem, em que números maiores ou igual a 3 é de 80%.
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Por que a Grécia não vai virar ruína Europeus lutam para acertar um socorro de 120 bilhões de euros e evitar que o drama financeiro dos gregos vire uma tragédia de dimensões continentais
Renata Betti
Como pode um país tão pequeno, de 11 milhões de habitantes, cuja economia responde por um acanhado porcentual de 3% do PIB de todas as dezesseis nações que usam o euro como moeda, trazer tanta encrenca? Líderes europeus não disfarçam o azedume diante da crise financeira grega, uma tragédia mais para farsesca que dramática. Justo quando a economia mundial exibe indicadores saudáveis de que a crise internacional já ficou para trás, a imprudência grega na administração de suas contas traz um novo foco de preocupação. A Grécia quebrou. Não possui mais dinheiro em caixa nem fontes de financiamento para honrar os compromissos de sua dívida externa, superior a 300 bilhões de dólares. Na semana passada, o país teve a sua avaliação de crédito rebaixada. A Grécia perdeu a classificação de investment grade, conferida a países confiáveis e seguros para investimentos. Doeu no âmago da União Europeia ver um de seus membros ser colocado ao lado de países com um histórico temerário. Mas doerá ainda mais se a Grécia decretar a moratória de sua dívida externa, à maneira de uma Argentina.
Na semana passada, o diretor executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI), o francês Dominique Strauss-Kahn, afirmou que a Grécia precisará de uma ajuda ainda mais elevada do que o estimado originalmente. Será necessária uma boia (ou 150 bilhões de dólares) para evitar o colapso. Esse é o valor das dívidas que vencem nos próximos três anos. O montante, se for aprovado pelo FMI e pelos países europeus que deverão participar do resgate, será o maior jamais oferecido a um país de relevância tão acanhada como a Grécia atual, a despeito de seu passado luminoso. A ideia é que, com essa ajuda, a Grécia compre tempo para executar as reformas destinadas a reorganizar suas finanças. A missão mais complexa (e que se arrasta há cinco meses) está em costurar esse socorro financeiro. A maior parte dessa conta caberia à Alemanha. Mas os seus contribuintes não se revelaram nada dispostos a bancar a irresponsabilidade dos vizinhos. Os alemães, mesmo nos piores dias da crise, mantiveram o seu déficit público sob controle, em torno de 3% do PIB. O rombo fiscal da Grécia, no entanto, explodiu, superando hoje 13% do PIB. Nessa situação, ficará difícil para a chanceler alemã, Angela Merkel, justificar o socorro financeiro. Por outro lado, se Merkel, assim como os demais líderes dos países mais ricos da Europa, cruzar os braços, a solidez do euro como moeda será questionada. Poderia contaminar outras economias frágeis do bloco, entre elas Portugal. Para complicar ainda mais, bancos alemães e franceses aparecem entre os principais credores dos gregos. Se a Grécia der o calote, essas instituições financeiras, muitas delas ainda cambaleantes, amargarão prejuízos bilionários.
Quais as alternativas colocadas na mesa? Essencialmente, salvar a Grécia, mesmo a contragosto. Afirma o economista Gustavo Loyola, sócio da consultoria Tendências: "O risco de um contágio internacional existe, claro, mas a probabilidade é minúscula. A Europa não tem outra opção a não ser evitar o colapso financeiro da Grécia. O custo de não salvá-la é enorme".
Revista Veja, de 5 de maio de 2010, edição 2163 – ano 43 – n.o 18. p.110- 111.
“Por outro lado, se Merkel, assim como os demais líderes dos países mais ricos da Europa, cruzar os braços, a solidez do euro como moeda será questionada.”
A oração destacada acima estabelece, com o conteúdo do período em que se encontra, uma relação lógico-semântica de
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