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Você pensa com a razão ou com a emoção? Sua resposta pode dizer muito sobre sua relação com os outros
O que domina as suas escolhas, o 'coração' ou o cérebro?
O que domina as suas escolhas, o 'coração' ou o cérebro?
Você acha que faz suas escolhas com a razão ou com a emoção? E onde está seu 'eu', no cérebro ou no coração — metaforicamente, claro? Nossa, GALILEU, que pergunta bizarra. Mas explicamos: em 2013, cientistas fizeram essa pergunta para centenas de estudantes da Universidade Estadual da Dakota do Norte. E os cientistas notaram que a resposta revelava uma série de características psicológicas.
A maioria das pessoas que dizia que o seu 'eu' estava no coração (cerca de metade dos entrevistados) era mulher e tinha mais chance de confiar nas emoções para fazer decisões morais - como responder a um guarda de prisão que dizia que iria matar um prisioneiro e seu filho se você mesmo não matasse seu filho. Bizarro, sabemos. Nessa situação hipotética, pessoas 'coração' tinham mais chances de dizer que não matariam o próprio filho — uma escolha emocional e não racional, já que duas pessoas estariam condenadas e não apenas uma. Já pessoas que dizem que o 'eu' está no cérebro tinham performances melhores em testes de conhecimento geral e reagiam menos em situações estressantes.
Agora novas pesquisas estão adicionando um tempero extra a essas descobertas. Um estudo recente mostra que o local onde pessoas colocam seu 'eu' pode interferir em suas visões sobre a legalização do aborto ou os critérios que definem a morte de uma pessoa. Cientistas da Universidade de Columbia usaram vários parâmetros para estabelecer se uma pessoa é mais emotiva ou racional (coração x cérebro) — assim a definição era menos sujeita a uma única resposta sem muita reflexão do entrevistado.
Por exemplo, imagine que você é um doador de órgãos e que, após a sua morte e os transplantes, você tivesse 100 milhões de dólares para distribuir entre as pessoas que recebessem os órgãos. A maior parte das pessoas daria a maior parte ou para o receptor do coração ou do cérebro (no exercício o transplante cerebral era possível), com apenas uma pouca quantia indo para os receptores dos olhos, estômago e outras partes. Homens deram mais dinheiro para os receptores do cérebro, mas nem tantas mulheres davam mais dinheiro para os receptores do coração.
Quem afirmava pensar com o coração era mais passível a apoiar leis mais rígidas para o aborto, baseadas na primeira detecção da batida cardíaca do feto, e afirmavam que a morte deveria ser decretada quando o coração para de bater e não quando o cérebro para de funcionar. Também é engraçado que essas pessoas tinham maiores chances de doar dinheiro para entidades de pesquisas sobre doenças cardíacas enquanto pessoas cerebrais doavam para entidades que pesquisavam doenças como o Alzheimer.
Os cientistas acreditam que onde localizamos nosso 'eu' é relacionado com a visão que temos sobre o nosso relacionamento com outras pessoas. Gente que se considera mais independente localiza o eu no cérebro enquanto os mais família apontam o coração.
Se o que os cientistas acham, que a localização do eu pode determinar traços de personalidade, ficar provado, um novo campo de pesquisa pode ser aberto. Pode-se determinar, por exemplo, as melhores opções de carreira para alguém, novas estratégias de marketing serão criadas e também a nossa forma de interpretar outras pessoas pode mudar.
GALASTRI, Luciana. Você pensa com a razão ou com a emoção? Sua resposta pode dizer muito sobre sua relação com os outros. Revista Galileu, 17 jul. 2015. Disponível em: < http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/07/voce-pensa-com-razao-ou-com-emocao-sua-resposta-pode-dizer-muito-sobre-sua-relacao-com-os-outros.html>
Considerando a adequação à variante culta da língua portuguesa e a manutenção do sentido do trecho no qual aparece, a palavra “bizarro” pode ser substituída por
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Você acha que faz suas escolhas com a razão ou com a emoção? E onde está seu 'eu', no cérebro ou no coração — metaforicamente, claro? Nossa, GALILEU, que pergunta bizarra. Mas explicamos: em 2013, cientistas fizeram essa pergunta para centenas de estudantes da Universidade Estadual da Dakota do Norte. E os cientistas notaram que a resposta revelava uma série de características psicológicas.
A maioria das pessoas que dizia que o seu 'eu' estava no coração (cerca de metade dos entrevistados) era mulher e tinha mais chance de confiar nas emoções para fazer decisões morais - como responder a um guarda de prisão que dizia que iria matar um prisioneiro e seu filho se você mesmo não matasse seu filho. Bizarro, sabemos. Nessa situação hipotética, pessoas 'coração' tinham mais chances de dizer que não matariam o próprio filho — uma escolha emocional e não racional, já que duas pessoas estariam condenadas e não apenas uma. Já pessoas que dizem que o 'eu' está no cérebro tinham performances melhores em testes de conhecimento geral e reagiam menos em situações estressantes.
Agora novas pesquisas estão adicionando um tempero extra a essas descobertas. Um estudo recente mostra que o local onde pessoas colocam seu 'eu' pode interferir em suas visões sobre a legalização do aborto ou os critérios que definem a morte de uma pessoa. Cientistas da Universidade de Columbia usaram vários parâmetros para estabelecer se uma pessoa é mais emotiva ou racional (coração x cérebro) — assim a definição era menos sujeita a uma única resposta sem muita reflexão do entrevistado.
Por exemplo, imagine que você é um doador de órgãos e que, após a sua morte e os transplantes, você tivesse 100 milhões de dólares para distribuir entre as pessoas que recebessem os órgãos. A maior parte das pessoas daria a maior parte ou para o receptor do coração ou do cérebro (no exercício o transplante cerebral era possível), com apenas uma pouca quantia indo para os receptores dos olhos, estômago e outras partes. Homens deram mais dinheiro para os receptores do cérebro, mas nem tantas mulheres davam mais dinheiro para os receptores do coração.
Quem afirmava pensar com o coração era mais passível a apoiar leis mais rígidas para o aborto, baseadas na primeira detecção da batida cardíaca do feto, e afirmavam que a morte deveria ser decretada quando o coração para de bater e não quando o cérebro para de funcionar. Também é engraçado que essas pessoas tinham maiores chances de doar dinheiro para entidades de pesquisas sobre doenças cardíacas enquanto pessoas cerebrais doavam para entidades que pesquisavam doenças como o Alzheimer.
Os cientistas acreditam que onde localizamos nosso 'eu' é relacionado com a visão que temos sobre o nosso relacionamento com outras pessoas. Gente que se considera mais independente localiza o eu no cérebro enquanto os mais família apontam o coração.
Se o que os cientistas acham, que a localização do eu pode determinar traços de personalidade, ficar provado, um novo campo de pesquisa pode ser aberto. Pode-se determinar, por exemplo, as melhores opções de carreira para alguém, novas estratégias de marketing serão criadas e também a nossa forma de interpretar outras pessoas pode mudar.
GALASTRI, Luciana. Você pensa com a razão ou com a emoção? Sua resposta pode dizer muito sobre sua relação com os outros. Revista Galileu, 17 jul. 2015. Disponível em: < http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/07/voce-pensa-com-razao-ou-com-emocao-sua-resposta-pode-dizer-muito-sobre-sua-relacao-com-os-outros.html>
No texto, a palavra “hipotética” possui acentuação gráfica assim como a palavra “hipótese”, da qual foi derivada. Considerando essa informação, o par de palavras em relação de derivação que estão acentuadas corretamente é
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Você acha que faz suas escolhas com a razão ou com a emoção? E onde está seu 'eu', no cérebro ou no coração — metaforicamente, claro? Nossa, GALILEU, que pergunta bizarra. Mas explicamos: em 2013, cientistas fizeram essa pergunta para centenas de estudantes da Universidade Estadual da Dakota do Norte. E os cientistas notaram que a resposta revelava uma série de características psicológicas.
A maioria das pessoas que dizia que o seu 'eu' estava no coração (cerca de metade dos entrevistados) era mulher e tinha mais chance de confiar nas emoções para fazer decisões morais - como responder a um guarda de prisão que dizia que iria matar um prisioneiro e seu filho se você mesmo não matasse seu filho. Bizarro, sabemos. Nessa situação hipotética, pessoas 'coração' tinham mais chances de dizer que não matariam o próprio filho — uma escolha emocional e não racional, já que duas pessoas estariam condenadas e não apenas uma. Já pessoas que dizem que o 'eu' está no cérebro tinham performances melhores em testes de conhecimento geral e reagiam menos em situações estressantes.
Agora novas pesquisas estão adicionando um tempero extra a essas descobertas. Um estudo recente mostra que o local onde pessoas colocam seu 'eu' pode interferir em suas visões sobre a legalização do aborto ou os critérios que definem a morte de uma pessoa. Cientistas da Universidade de Columbia usaram vários parâmetros para estabelecer se uma pessoa é mais emotiva ou racional (coração x cérebro) — assim a definição era menos sujeita a uma única resposta sem muita reflexão do entrevistado.
Por exemplo, imagine que você é um doador de órgãos e que, após a sua morte e os transplantes, você tivesse 100 milhões de dólares para distribuir entre as pessoas que recebessem os órgãos. A maior parte das pessoas daria a maior parte ou para o receptor do coração ou do cérebro (no exercício o transplante cerebral era possível), com apenas uma pouca quantia indo para os receptores dos olhos, estômago e outras partes. Homens deram mais dinheiro para os receptores do cérebro, mas nem tantas mulheres davam mais dinheiro para os receptores do coração.
Quem afirmava pensar com o coração era mais passível a apoiar leis mais rígidas para o aborto, baseadas na primeira detecção da batida cardíaca do feto, e afirmavam que a morte deveria ser decretada quando o coração para de bater e não quando o cérebro para de funcionar. Também é engraçado que essas pessoas tinham maiores chances de doar dinheiro para entidades de pesquisas sobre doenças cardíacas enquanto pessoas cerebrais doavam para entidades que pesquisavam doenças como o Alzheimer.
Os cientistas acreditam que onde localizamos nosso 'eu' é relacionado com a visão que temos sobre o nosso relacionamento com outras pessoas. Gente que se considera mais independente localiza o eu no cérebro enquanto os mais família apontam o coração.
Se o que os cientistas acham, que a localização do eu pode determinar traços de personalidade, ficar provado, um novo campo de pesquisa pode ser aberto. Pode-se determinar, por exemplo, as melhores opções de carreira para alguém, novas estratégias de marketing serão criadas e também a nossa forma de interpretar outras pessoas pode mudar.
GALASTRI, Luciana. Você pensa com a razão ou com a emoção? Sua resposta pode dizer muito sobre sua relação com os outros. Revista Galileu, 17 jul. 2015. Disponível em: < http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/07/voce-pensa-com-razao-ou-com-emocao-sua-resposta-pode-dizer-muito-sobre-sua-relacao-com-os-outros.html>
Considerando a manutenção do sentido original, a frase mencionada na questão anterior pode ser reescrita da seguinte maneira:
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Você acha que faz suas escolhas com a razão ou com a emoção? E onde está seu 'eu', no cérebro ou no coração — metaforicamente, claro? Nossa, GALILEU, que pergunta bizarra. Mas explicamos: em 2013, cientistas fizeram essa pergunta para centenas de estudantes da Universidade Estadual da Dakota do Norte. E os cientistas notaram que a resposta revelava uma série de características psicológicas.
A maioria das pessoas que dizia que o seu 'eu' estava no coração (cerca de metade dos entrevistados) era mulher e tinha mais chance de confiar nas emoções para fazer decisões morais - como responder a um guarda de prisão que dizia que iria matar um prisioneiro e seu filho se você mesmo não matasse seu filho. Bizarro, sabemos. Nessa situação hipotética, pessoas 'coração' tinham mais chances de dizer que não matariam o próprio filho — uma escolha emocional e não racional, já que duas pessoas estariam condenadas e não apenas uma. Já pessoas que dizem que o 'eu' está no cérebro tinham performances melhores em testes de conhecimento geral e reagiam menos em situações estressantes.
Agora novas pesquisas estão adicionando um tempero extra a essas descobertas. Um estudo recente mostra que o local onde pessoas colocam seu 'eu' pode interferir em suas visões sobre a legalização do aborto ou os critérios que definem a morte de uma pessoa. Cientistas da Universidade de Columbia usaram vários parâmetros para estabelecer se uma pessoa é mais emotiva ou racional (coração x cérebro) — assim a definição era menos sujeita a uma única resposta sem muita reflexão do entrevistado.
Por exemplo, imagine que você é um doador de órgãos e que, após a sua morte e os transplantes, você tivesse 100 milhões de dólares para distribuir entre as pessoas que recebessem os órgãos. A maior parte das pessoas daria a maior parte ou para o receptor do coração ou do cérebro (no exercício o transplante cerebral era possível), com apenas uma pouca quantia indo para os receptores dos olhos, estômago e outras partes. Homens deram mais dinheiro para os receptores do cérebro, mas nem tantas mulheres davam mais dinheiro para os receptores do coração.
Quem afirmava pensar com o coração era mais passível a apoiar leis mais rígidas para o aborto, baseadas na primeira detecção da batida cardíaca do feto, e afirmavam que a morte deveria ser decretada quando o coração para de bater e não quando o cérebro para de funcionar. Também é engraçado que essas pessoas tinham maiores chances de doar dinheiro para entidades de pesquisas sobre doenças cardíacas enquanto pessoas cerebrais doavam para entidades que pesquisavam doenças como o Alzheimer.
Os cientistas acreditam que onde localizamos nosso 'eu' é relacionado com a visão que temos sobre o nosso relacionamento com outras pessoas. Gente que se considera mais independente localiza o eu no cérebro enquanto os mais família apontam o coração.
Se o que os cientistas acham, que a localização do eu pode determinar traços de personalidade, ficar provado, um novo campo de pesquisa pode ser aberto. Pode-se determinar, por exemplo, as melhores opções de carreira para alguém, novas estratégias de marketing serão criadas e também a nossa forma de interpretar outras pessoas pode mudar.
GALASTRI, Luciana. Você pensa com a razão ou com a emoção? Sua resposta pode dizer muito sobre sua relação com os outros. Revista Galileu, 17 jul. 2015. Disponível em: < http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/07/voce-pensa-com-razao-ou-com-emocao-sua-resposta-pode-dizer-muito-sobre-sua-relacao-com-os-outros.html>
A frase “Agora novas pesquisas estão adicionando um tempero extra a essas descobertas” expressa uma ação que ocorre no presente. Se a ação indicada na frase fosse hipotética ou incerta, a frase poderia ser rescrita como:
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Você acha que faz suas escolhas com a razão ou com a emoção? E onde está seu 'eu', no cérebro ou no coração — metaforicamente, claro? Nossa, GALILEU, que pergunta bizarra. Mas explicamos: em 2013, cientistas fizeram essa pergunta para centenas de estudantes da Universidade Estadual da Dakota do Norte. E os cientistas notaram que a resposta revelava uma série de características psicológicas.
A maioria das pessoas que dizia que o seu 'eu' estava no coração (cerca de metade dos entrevistados) era mulher e tinha mais chance de confiar nas emoções para fazer decisões morais - como responder a um guarda de prisão que dizia que iria matar um prisioneiro e seu filho se você mesmo não matasse seu filho. Bizarro, sabemos. Nessa situação hipotética, pessoas 'coração' tinham mais chances de dizer que não matariam o próprio filho — uma escolha emocional e não racional, já que duas pessoas estariam condenadas e não apenas uma. Já pessoas que dizem que o 'eu' está no cérebro tinham performances melhores em testes de conhecimento geral e reagiam menos em situações estressantes.
Agora novas pesquisas estão adicionando um tempero extra a essas descobertas. Um estudo recente mostra que o local onde pessoas colocam seu 'eu' pode interferir em suas visões sobre a legalização do aborto ou os critérios que definem a morte de uma pessoa. Cientistas da Universidade de Columbia usaram vários parâmetros para estabelecer se uma pessoa é mais emotiva ou racional (coração x cérebro) — assim a definição era menos sujeita a uma única resposta sem muita reflexão do entrevistado.
Por exemplo, imagine que você é um doador de órgãos e que, após a sua morte e os transplantes, você tivesse 100 milhões de dólares para distribuir entre as pessoas que recebessem os órgãos. A maior parte das pessoas daria a maior parte ou para o receptor do coração ou do cérebro (no exercício o transplante cerebral era possível), com apenas uma pouca quantia indo para os receptores dos olhos, estômago e outras partes. Homens deram mais dinheiro para os receptores do cérebro, mas nem tantas mulheres davam mais dinheiro para os receptores do coração.
Quem afirmava pensar com o coração era mais passível a apoiar leis mais rígidas para o aborto, baseadas na primeira detecção da batida cardíaca do feto, e afirmavam que a morte deveria ser decretada quando o coração para de bater e não quando o cérebro para de funcionar. Também é engraçado que essas pessoas tinham maiores chances de doar dinheiro para entidades de pesquisas sobre doenças cardíacas enquanto pessoas cerebrais doavam para entidades que pesquisavam doenças como o Alzheimer.
Os cientistas acreditam que onde localizamos nosso 'eu' é relacionado com a visão que temos sobre o nosso relacionamento com outras pessoas. Gente que se considera mais independente localiza o eu no cérebro enquanto os mais família apontam o coração.
Se o que os cientistas acham, que a localização do eu pode determinar traços de personalidade, ficar provado, um novo campo de pesquisa pode ser aberto. Pode-se determinar, por exemplo, as melhores opções de carreira para alguém, novas estratégias de marketing serão criadas e também a nossa forma de interpretar outras pessoas pode mudar.
GALASTRI, Luciana. Você pensa com a razão ou com a emoção? Sua resposta pode dizer muito sobre sua relação com os outros. Revista Galileu, 17 jul. 2015. Disponível em: < http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/07/voce-pensa-com-razao-ou-com-emocao-sua-resposta-pode-dizer-muito-sobre-sua-relacao-com-os-outros.html>
No trecho, as pessoas que tendem a pensar com a emoção são chamadas “pessoas „coração"”. Essa construção de sentidos é feita através de
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Você acha que faz suas escolhas com a razão ou com a emoção? E onde está seu 'eu', no cérebro ou no coração — metaforicamente, claro? Nossa, GALILEU, que pergunta bizarra. Mas explicamos: em 2013, cientistas fizeram essa pergunta para centenas de estudantes da Universidade Estadual da Dakota do Norte. E os cientistas notaram que a resposta revelava uma série de características psicológicas.
A maioria das pessoas que dizia que o seu 'eu' estava no coração (cerca de metade dos entrevistados) era mulher e tinha mais chance de confiar nas emoções para fazer decisões morais - como responder a um guarda de prisão que dizia que iria matar um prisioneiro e seu filho se você mesmo não matasse seu filho. Bizarro, sabemos. Nessa situação hipotética, pessoas 'coração' tinham mais chances de dizer que não matariam o próprio filho — uma escolha emocional e não racional, já que duas pessoas estariam condenadas e não apenas uma. Já pessoas que dizem que o 'eu' está no cérebro tinham performances melhores em testes de conhecimento geral e reagiam menos em situações estressantes.
Agora novas pesquisas estão adicionando um tempero extra a essas descobertas. Um estudo recente mostra que o local onde pessoas colocam seu 'eu' pode interferir em suas visões sobre a legalização do aborto ou os critérios que definem a morte de uma pessoa. Cientistas da Universidade de Columbia usaram vários parâmetros para estabelecer se uma pessoa é mais emotiva ou racional (coração x cérebro) — assim a definição era menos sujeita a uma única resposta sem muita reflexão do entrevistado.
Por exemplo, imagine que você é um doador de órgãos e que, após a sua morte e os transplantes, você tivesse 100 milhões de dólares para distribuir entre as pessoas que recebessem os órgãos. A maior parte das pessoas daria a maior parte ou para o receptor do coração ou do cérebro (no exercício o transplante cerebral era possível), com apenas uma pouca quantia indo para os receptores dos olhos, estômago e outras partes. Homens deram mais dinheiro para os receptores do cérebro, mas nem tantas mulheres davam mais dinheiro para os receptores do coração.
Quem afirmava pensar com o coração era mais passível a apoiar leis mais rígidas para o aborto, baseadas na primeira detecção da batida cardíaca do feto, e afirmavam que a morte deveria ser decretada quando o coração para de bater e não quando o cérebro para de funcionar. Também é engraçado que essas pessoas tinham maiores chances de doar dinheiro para entidades de pesquisas sobre doenças cardíacas enquanto pessoas cerebrais doavam para entidades que pesquisavam doenças como o Alzheimer.
Os cientistas acreditam que onde localizamos nosso 'eu' é relacionado com a visão que temos sobre o nosso relacionamento com outras pessoas. Gente que se considera mais independente localiza o eu no cérebro enquanto os mais família apontam o coração.
Se o que os cientistas acham, que a localização do eu pode determinar traços de personalidade, ficar provado, um novo campo de pesquisa pode ser aberto. Pode-se determinar, por exemplo, as melhores opções de carreira para alguém, novas estratégias de marketing serão criadas e também a nossa forma de interpretar outras pessoas pode mudar.
GALASTRI, Luciana. Você pensa com a razão ou com a emoção? Sua resposta pode dizer muito sobre sua relação com os outros. Revista Galileu, 17 jul. 2015. Disponível em: < http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/07/voce-pensa-com-razao-ou-com-emocao-sua-resposta-pode-dizer-muito-sobre-sua-relacao-com-os-outros.html>
A opção na qual o “que” possui a mesma função sintática que em “os critérios que definem a morte de uma pessoa” é
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O que domina as suas escolhas, o 'coração' ou o cérebro?
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Você acha que faz suas escolhas com a razão ou com a emoção? E onde está seu 'eu', no cérebro ou no coração — metaforicamente, claro? Nossa, GALILEU, que pergunta bizarra. Mas explicamos: em 2013, cientistas fizeram essa pergunta para centenas de estudantes da Universidade Estadual da Dakota do Norte. E os cientistas notaram que a resposta revelava uma série de características psicológicas.
A maioria das pessoas que dizia que o seu 'eu' estava no coração (cerca de metade dos entrevistados) era mulher e tinha mais chance de confiar nas emoções para fazer decisões morais - como responder a um guarda de prisão que dizia que iria matar um prisioneiro e seu filho se você mesmo não matasse seu filho. Bizarro, sabemos. Nessa situação hipotética, pessoas 'coração' tinham mais chances de dizer que não matariam o próprio filho — uma escolha emocional e não racional, já que duas pessoas estariam condenadas e não apenas uma. Já pessoas que dizem que o 'eu' está no cérebro tinham performances melhores em testes de conhecimento geral e reagiam menos em situações estressantes.
Agora novas pesquisas estão adicionando um tempero extra a essas descobertas. Um estudo recente mostra que o local onde pessoas colocam seu 'eu' pode interferir em suas visões sobre a legalização do aborto ou os critérios que definem a morte de uma pessoa. Cientistas da Universidade de Columbia usaram vários parâmetros para estabelecer se uma pessoa é mais emotiva ou racional (coração x cérebro) — assim a definição era menos sujeita a uma única resposta sem muita reflexão do entrevistado.
Por exemplo, imagine que você é um doador de órgãos e que, após a sua morte e os transplantes, você tivesse 100 milhões de dólares para distribuir entre as pessoas que recebessem os órgãos. A maior parte das pessoas daria a maior parte ou para o receptor do coração ou do cérebro (no exercício o transplante cerebral era possível), com apenas uma pouca quantia indo para os receptores dos olhos, estômago e outras partes. Homens deram mais dinheiro para os receptores do cérebro, mas nem tantas mulheres davam mais dinheiro para os receptores do coração.
Quem afirmava pensar com o coração era mais passível a apoiar leis mais rígidas para o aborto, baseadas na primeira detecção da batida cardíaca do feto, e afirmavam que a morte deveria ser decretada quando o coração para de bater e não quando o cérebro para de funcionar. Também é engraçado que essas pessoas tinham maiores chances de doar dinheiro para entidades de pesquisas sobre doenças cardíacas enquanto pessoas cerebrais doavam para entidades que pesquisavam doenças como o Alzheimer.
Os cientistas acreditam que onde localizamos nosso 'eu' é relacionado com a visão que temos sobre o nosso relacionamento com outras pessoas. Gente que se considera mais independente localiza o eu no cérebro enquanto os mais família apontam o coração.
Se o que os cientistas acham, que a localização do eu pode determinar traços de personalidade, ficar provado, um novo campo de pesquisa pode ser aberto. Pode-se determinar, por exemplo, as melhores opções de carreira para alguém, novas estratégias de marketing serão criadas e também a nossa forma de interpretar outras pessoas pode mudar.
GALASTRI, Luciana. Você pensa com a razão ou com a emoção? Sua resposta pode dizer muito sobre sua relação com os outros. Revista Galileu, 17 jul. 2015. Disponível em: < http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/07/voce-pensa-com-razao-ou-com-emocao-sua-resposta-pode-dizer-muito-sobre-sua-relacao-com-os-outros.html>
Considerando o trecho “Nossa, GALILEU, que pergunta bizarra” , julgue os itens a seguir:
I. A autora questiona a pergunta feita pela pesquisa descrita no texto, pois não entendeu o que foi dito;
II. A frase simula uma possível fala do leitor diante do estranhamento que a pergunta pode causar;
III. A palavra “GALILEU” foi usada para se dirigir à revista que publicou o texto e que, assim, é responsável pela pergunta;
IV. A palavra “nossa” está sendo usada como pronome possessivo que se refere à pergunta feita.
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Você acha que faz suas escolhas com a razão ou com a emoção? E onde está seu 'eu', no cérebro ou no coração — metaforicamente, claro? Nossa, GALILEU, que pergunta bizarra. Mas explicamos: em 2013, cientistas fizeram essa pergunta para centenas de estudantes da Universidade Estadual da Dakota do Norte. E os cientistas notaram que a resposta revelava uma série de características psicológicas.
A maioria das pessoas que dizia que o seu 'eu' estava no coração (cerca de metade dos entrevistados) era mulher e tinha mais chance de confiar nas emoções para fazer decisões morais - como responder a um guarda de prisão que dizia que iria matar um prisioneiro e seu filho se você mesmo não matasse seu filho. Bizarro, sabemos. Nessa situação hipotética, pessoas 'coração' tinham mais chances de dizer que não matariam o próprio filho — uma escolha emocional e não racional, já que duas pessoas estariam condenadas e não apenas uma. Já pessoas que dizem que o 'eu' está no cérebro tinham performances melhores em testes de conhecimento geral e reagiam menos em situações estressantes.
Agora novas pesquisas estão adicionando um tempero extra a essas descobertas. Um estudo recente mostra que o local onde pessoas colocam seu 'eu' pode interferir em suas visões sobre a legalização do aborto ou os critérios que definem a morte de uma pessoa. Cientistas da Universidade de Columbia usaram vários parâmetros para estabelecer se uma pessoa é mais emotiva ou racional (coração x cérebro) — assim a definição era menos sujeita a uma única resposta sem muita reflexão do entrevistado.
Por exemplo, imagine que você é um doador de órgãos e que, após a sua morte e os transplantes, você tivesse 100 milhões de dólares para distribuir entre as pessoas que recebessem os órgãos. A maior parte das pessoas daria a maior parte ou para o receptor do coração ou do cérebro (no exercício o transplante cerebral era possível), com apenas uma pouca quantia indo para os receptores dos olhos, estômago e outras partes. Homens deram mais dinheiro para os receptores do cérebro, mas nem tantas mulheres davam mais dinheiro para os receptores do coração.
Quem afirmava pensar com o coração era mais passível a apoiar leis mais rígidas para o aborto, baseadas na primeira detecção da batida cardíaca do feto, e afirmavam que a morte deveria ser decretada quando o coração para de bater e não quando o cérebro para de funcionar. Também é engraçado que essas pessoas tinham maiores chances de doar dinheiro para entidades de pesquisas sobre doenças cardíacas enquanto pessoas cerebrais doavam para entidades que pesquisavam doenças como o Alzheimer.
Os cientistas acreditam que onde localizamos nosso 'eu' é relacionado com a visão que temos sobre o nosso relacionamento com outras pessoas. Gente que se considera mais independente localiza o eu no cérebro enquanto os mais família apontam o coração.
Se o que os cientistas acham, que a localização do eu pode determinar traços de personalidade, ficar provado, um novo campo de pesquisa pode ser aberto. Pode-se determinar, por exemplo, as melhores opções de carreira para alguém, novas estratégias de marketing serão criadas e também a nossa forma de interpretar outras pessoas pode mudar.
GALASTRI, Luciana. Você pensa com a razão ou com a emoção? Sua resposta pode dizer muito sobre sua relação com os outros. Revista Galileu, 17 jul. 2015. Disponível em: < http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/07/voce-pensa-com-razao-ou-com-emocao-sua-resposta-pode-dizer-muito-sobre-sua-relacao-com-os-outros.html>
A palavra “passível” pode ser substituída, sem perda de sentido, pela palavra
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Você pensa com a razão ou com a emoção? Sua resposta pode dizer muito sobre sua relação com os outros
O que domina as suas escolhas, o 'coração' ou o cérebro?
O que domina as suas escolhas, o 'coração' ou o cérebro?
Você acha que faz suas escolhas com a razão ou com a emoção? E onde está seu 'eu', no cérebro ou no coração — metaforicamente, claro? Nossa, GALILEU, que pergunta bizarra. Mas explicamos: em 2013, cientistas fizeram essa pergunta para centenas de estudantes da Universidade Estadual da Dakota do Norte. E os cientistas notaram que a resposta revelava uma série de características psicológicas.
A maioria das pessoas que dizia que o seu 'eu' estava no coração (cerca de metade dos entrevistados) era mulher e tinha mais chance de confiar nas emoções para fazer decisões morais - como responder a um guarda de prisão que dizia que iria matar um prisioneiro e seu filho se você mesmo não matasse seu filho. Bizarro, sabemos. Nessa situação hipotética, pessoas 'coração' tinham mais chances de dizer que não matariam o próprio filho — uma escolha emocional e não racional, já que duas pessoas estariam condenadas e não apenas uma. Já pessoas que dizem que o 'eu' está no cérebro tinham performances melhores em testes de conhecimento geral e reagiam menos em situações estressantes.
Agora novas pesquisas estão adicionando um tempero extra a essas descobertas. Um estudo recente mostra que o local onde pessoas colocam seu 'eu' pode interferir em suas visões sobre a legalização do aborto ou os critérios que definem a morte de uma pessoa. Cientistas da Universidade de Columbia usaram vários parâmetros para estabelecer se uma pessoa é mais emotiva ou racional (coração x cérebro) — assim a definição era menos sujeita a uma única resposta sem muita reflexão do entrevistado.
Por exemplo, imagine que você é um doador de órgãos e que, após a sua morte e os transplantes, você tivesse 100 milhões de dólares para distribuir entre as pessoas que recebessem os órgãos. A maior parte das pessoas daria a maior parte ou para o receptor do coração ou do cérebro (no exercício o transplante cerebral era possível), com apenas uma pouca quantia indo para os receptores dos olhos, estômago e outras partes. Homens deram mais dinheiro para os receptores do cérebro, mas nem tantas mulheres davam mais dinheiro para os receptores do coração.
Quem afirmava pensar com o coração era mais passível a apoiar leis mais rígidas para o aborto, baseadas na primeira detecção da batida cardíaca do feto, e afirmavam que a morte deveria ser decretada quando o coração para de bater e não quando o cérebro para de funcionar. Também é engraçado que essas pessoas tinham maiores chances de doar dinheiro para entidades de pesquisas sobre doenças cardíacas enquanto pessoas cerebrais doavam para entidades que pesquisavam doenças como o Alzheimer.
Os cientistas acreditam que onde localizamos nosso 'eu' é relacionado com a visão que temos sobre o nosso relacionamento com outras pessoas. Gente que se considera mais independente localiza o eu no cérebro enquanto os mais família apontam o coração.
Se o que os cientistas acham, que a localização do eu pode determinar traços de personalidade, ficar provado, um novo campo de pesquisa pode ser aberto. Pode-se determinar, por exemplo, as melhores opções de carreira para alguém, novas estratégias de marketing serão criadas e também a nossa forma de interpretar outras pessoas pode mudar.
GALASTRI, Luciana. Você pensa com a razão ou com a emoção? Sua resposta pode dizer muito sobre sua relação com os outros. Revista Galileu, 17 jul. 2015. Disponível em: < http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/07/voce-pensa-com-razao-ou-com-emocao-sua-resposta-pode-dizer-muito-sobre-sua-relacao-com-os-outros.html>
Leia o trecho a seguir: “Os cientistas acreditam que onde localizamos nosso 'eu' é relacionado com a visão que temos sobre o nosso relacionamento com outras pessoas. Gente que se considera mais independente localiza o eu no cérebro enquanto os mais família apontam o coração”. Sobre a construção desse trecho, julgue os itens a seguir:
I. O pronome “eu” refere-se à própria autora do texto;
II. A expressão “mais família” está qualificando um tipo de pessoa;
III. A expressão “nosso „eu"” é o sujeito com o qual concorda o verbo “é”;
IV. A oração “que se considera mais independente” especifica a palavra “gente”.
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Você pensa com a razão ou com a emoção? Sua resposta pode dizer muito sobre sua relação com os outros
O que domina as suas escolhas, o 'coração' ou o cérebro?
O que domina as suas escolhas, o 'coração' ou o cérebro?
Você acha que faz suas escolhas com a razão ou com a emoção? E onde está seu 'eu', no cérebro ou no coração — metaforicamente, claro? Nossa, GALILEU, que pergunta bizarra. Mas explicamos: em 2013, cientistas fizeram essa pergunta para centenas de estudantes da Universidade Estadual da Dakota do Norte. E os cientistas notaram que a resposta revelava uma série de características psicológicas.
A maioria das pessoas que dizia que o seu 'eu' estava no coração (cerca de metade dos entrevistados) era mulher e tinha mais chance de confiar nas emoções para fazer decisões morais - como responder a um guarda de prisão que dizia que iria matar um prisioneiro e seu filho se você mesmo não matasse seu filho. Bizarro, sabemos. Nessa situação hipotética, pessoas 'coração' tinham mais chances de dizer que não matariam o próprio filho — uma escolha emocional e não racional, já que duas pessoas estariam condenadas e não apenas uma. Já pessoas que dizem que o 'eu' está no cérebro tinham performances melhores em testes de conhecimento geral e reagiam menos em situações estressantes.
Agora novas pesquisas estão adicionando um tempero extra a essas descobertas. Um estudo recente mostra que o local onde pessoas colocam seu 'eu' pode interferir em suas visões sobre a legalização do aborto ou os critérios que definem a morte de uma pessoa. Cientistas da Universidade de Columbia usaram vários parâmetros para estabelecer se uma pessoa é mais emotiva ou racional (coração x cérebro) — assim a definição era menos sujeita a uma única resposta sem muita reflexão do entrevistado.
Por exemplo, imagine que você é um doador de órgãos e que, após a sua morte e os transplantes, você tivesse 100 milhões de dólares para distribuir entre as pessoas que recebessem os órgãos. A maior parte das pessoas daria a maior parte ou para o receptor do coração ou do cérebro (no exercício o transplante cerebral era possível), com apenas uma pouca quantia indo para os receptores dos olhos, estômago e outras partes. Homens deram mais dinheiro para os receptores do cérebro, mas nem tantas mulheres davam mais dinheiro para os receptores do coração.
Quem afirmava pensar com o coração era mais passível a apoiar leis mais rígidas para o aborto, baseadas na primeira detecção da batida cardíaca do feto, e afirmavam que a morte deveria ser decretada quando o coração para de bater e não quando o cérebro para de funcionar. Também é engraçado que essas pessoas tinham maiores chances de doar dinheiro para entidades de pesquisas sobre doenças cardíacas enquanto pessoas cerebrais doavam para entidades que pesquisavam doenças como o Alzheimer.
Os cientistas acreditam que onde localizamos nosso 'eu' é relacionado com a visão que temos sobre o nosso relacionamento com outras pessoas. Gente que se considera mais independente localiza o eu no cérebro enquanto os mais família apontam o coração.
Se o que os cientistas acham, que a localização do eu pode determinar traços de personalidade, ficar provado, um novo campo de pesquisa pode ser aberto. Pode-se determinar, por exemplo, as melhores opções de carreira para alguém, novas estratégias de marketing serão criadas e também a nossa forma de interpretar outras pessoas pode mudar.
GALASTRI, Luciana. Você pensa com a razão ou com a emoção? Sua resposta pode dizer muito sobre sua relação com os outros. Revista Galileu, 17 jul. 2015. Disponível em: < http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/07/voce-pensa-com-razao-ou-com-emocao-sua-resposta-pode-dizer-muito-sobre-sua-relacao-com-os-outros.html>
O texto traz resultados de pesquisas diferentes: uma realizada em 2013 e outras realizadas recentemente. Sobre os resultados dessas pesquisas, pode-se afirmar que,
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