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A produção e a apresentação do “ao vivo” possui dois formatos: cobertura externa ao vivo e programação ao vivo. No primeiro caso, o repórter faz uma inserção ao vivo de qualquer lugar da cidade e, no outro caso, o locutor apresenta o programa ao vivo no estúdio. Existem três situações específicas em que algumas emissoras lançam mão do programa gravado. Isto deve-se ao fato de não valorizar estes espaços ou estratégia para não perder ouvintes fiéis. São elas:
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Uma qualidade vocal exigida a um locutor profissional é a frequência. A melhor definição desta qualidade é:
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Dentre os profissionais que atuam dentro da estrutura organizacional de uma emissora de rádio, estão o locutor, o apresentador e o comentarista. São funções de cada um deles, respectivamente:
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Sintonizar uma rádio está cada vez mais fácil. Pode ser feito através de diferentes suportes técnicos ou tecnológicos. No entanto, algumas características da linguagem radiofônica permanecem inalteradas até o momento. Para melhor desenvolver sua prática, um locutor deve conhecer, no mínimo, seis características da linguagem radiofônica. Marque a opção que apresenta de forma correta seis características da linguagem radiofônica.
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Ao narrar um texto em INFLEXÃO DESCENDENTE, o locutor deve ficar atento ao uso da melodia da fala. Assinale a opção que melhor exemplifica a parte do texto em que o profissional deve destacar neste tipo de leitura.
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Locutores sabem, no dia a dia, que seu maior desafio é conseguir passar credibilidade e confiança através dos textos que está lendo. O indicativo, no rádio, da diferença entre um locutor profissional do amador é a combinação de quatro elementos:
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A ressonância é a forma como o locutor deve distribuir o som nas estruturas da laringe, boca e nariz de modo equilibrado. Conhecer o aparelho fonador leva à produção de uma voz mais equilibrada e saudável. Porém, o desconhecimento leva à produção de sons distorcidos quando concentrados em dois órgãos distintos que produzem as chamadas popularmente de vozes „fanhosas" ou „presas na garganta". Os dois órgãos que, sobrecarregados, produzem distorções são:
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Na gravação de vinhetas, o locutor deve redobrar os cuidados para evitar perder de vista o caráter institucional da locução. Ele deve ficar atento à
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Leia o texto que se segue e responda a questão.
Clima extremo
Ondas de calor, secas, invernos rigorosos, enchentes e furacões. Tudo nos últimos dez anos. Onde isso vai parar?
O calor infernal nas regiões Sul e Sudeste no começo do ano parece um evento singular. Mas uma breve retrospectiva da história do planeta nos últimos anos mostra que esses episódios estão se tornando cada vez mais comuns. Pode apostar sem medo de errar: haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas. Esses são os chamados eventos extremos. Nisso se enquadram a ampliação do número de furações por temporada, as secas na Amazônia, as ondas de calor e os alagamentos, entre outros.
E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. Aí mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
O tema central do texto é:
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A primeira emissora de rádio, no Brasil, foi fundada por Edgard Roquete Pinto cujo nome era
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