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Leia o texto que se segue e responda a questão.
Clima extremo
Ondas de calor, secas, invernos rigorosos, enchentes e furacões. Tudo nos últimos dez anos. Onde isso vai parar?
O calor infernal nas regiões Sul e Sudeste no começo do ano parece um evento singular. Mas uma breve retrospectiva da história do planeta nos últimos anos mostra que esses episódios estão se tornando cada vez mais comuns. Pode apostar sem medo de errar: haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas. Esses são os chamados eventos extremos. Nisso se enquadram a ampliação do número de furações por temporada, as secas na Amazônia, as ondas de calor e os alagamentos, entre outros.
E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. Aí mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
A expressão “céticos do clima” refere-se, dada a leitura global,
 

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2485943 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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No § 2° do artigo 4º do Decreto n.º 84.134, de 30/10/1979, que regulamenta a Lei n.º 6.615, de 16 de dezembro de 1978, considerado por algumas instituições como código de ética dos radialistas, a locução é uma atividade
 

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Clima extremo
Ondas de calor, secas, invernos rigorosos, enchentes e furacões. Tudo nos últimos dez anos. Onde isso vai parar?
O calor infernal nas regiões Sul e Sudeste no começo do ano parece um evento singular. Mas uma breve retrospectiva da história do planeta nos últimos anos mostra que esses episódios estão se tornando cada vez mais comuns. Pode apostar sem medo de errar: haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas. Esses são os chamados eventos extremos. Nisso se enquadram a ampliação do número de furações por temporada, as secas na Amazônia, as ondas de calor e os alagamentos, entre outros.
E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. Aí mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
O trecho “haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas” tem como reescritura que mantém o sentido original e a correção gramatical:
 

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2484820 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Em relação às rádios universitárias, educativas, comunitárias e comerciais, a locução não se diferencia entre elas. Tecnicamente, elas funcionam da mesma maneira, com suas funções e equipamentos semelhantes. Mas, cada rádio tem suas regras e características próprias que o locutor deve conhecer. O que vai diferenciar cada uma são as características das diferentes práticas no fazer de cada uma delas. Desta forma, é característica de uma rádio universitária:
 

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Ondas de calor, secas, invernos rigorosos, enchentes e furacões. Tudo nos últimos dez anos. Onde isso vai parar?
O calor infernal nas regiões Sul e Sudeste no começo do ano parece um evento singular. Mas uma breve retrospectiva da história do planeta nos últimos anos mostra que esses episódios estão se tornando cada vez mais comuns. Pode apostar sem medo de errar: haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas. Esses são os chamados eventos extremos. Nisso se enquadram a ampliação do número de furações por temporada, as secas na Amazônia, as ondas de calor e os alagamentos, entre outros.
E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
O advérbio “Aí” recupera a seguinte informação:
 

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E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. Aí mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
Levando-se em conta o trecho “Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média” julgue os itens abaixo:
I. A expressão “Nos últimos tempos” é separada por vírgula por ter natureza adverbial e por estar deslocada do fim para o começo do período;
II. O verbo “ter”, flexionado “têm”, recebe acento porque possui, como núcleo do sujeito, a palavra “chamados”;
III. O uso do acento grave no trecho se justifica porquanto a palavra “tendência” exige a preposição “a” e a palavra “estabilização” admite o artigo feminino “a”.
 

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2483710 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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O locutor entrevistador tem alguns procedimentos que deve tomar ao preparar a entrevista. Marque a única opção que se deve evitar por não fazer parte dos procedimentos para entrevista.
 

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2483468 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Provas:
A primeira locução transmitida pelo rádio, no Brasil, se deu em
 

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2481490 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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No que se refere à apresentação de noticiosos, o locutor sabe que a divulgação das notícias pelo rádio pode ser feita em diferentes formatos. As informações são estruturadas segundo o tempo e as oportunidades de veiculação. As transmissões informativas podem ser feitas através de sete categorias. Marque a opção CORRETA.
 

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2481104 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Segundo o artigo 1º do Código de Ética da Radiodifusão Brasileira, destina-se a radiodifusão ao entretenimento e à informação do público em geral, assim como à prestação de serviços culturais e educacionais. Isto implica que:
 

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