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Balanceando a reação abaixo, em meio alcalino, encontra-se que o número de mols da forma oxidada do nitrogênio que se produz por cada mol do agente oxidante é
[Ni(CN)4]2- + Ce4+ → Ce(OH)3 + Ni(OH)2 + CO32- + NO3-
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Em uma solução de NH4Cl 0,15 mol L-1 (Kb(NH3) = 1,8 x 10-5), o pH e grau de hidrólise são, respectivamente,
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Leia o texto que se segue e responda a questão.
Clima extremo
Ondas de calor, secas, invernos rigorosos, enchentes e furacões. Tudo nos últimos dez anos. Onde isso vai parar?
O calor infernal nas regiões Sul e Sudeste no começo do ano parece um evento singular. Mas uma breve retrospectiva da história do planeta nos últimos anos mostra que esses episódios estão se tornando cada vez mais comuns. Pode apostar sem medo de errar: haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas. Esses são os chamados eventos extremos. Nisso se enquadram a ampliação do número de furações por temporada, as secas na Amazônia, as ondas de calor e os alagamentos, entre outros.
E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. Aí mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
O uso da forma verbal “ganhemos” se justifica porque evidencia semanticamente no trecho:
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As atividades químicas laboratoriais requerem cuidados para manutenção da segurança e diminuição dos riscos de acidentes. O procedimento abaixo que NÃO está de acordo com as recomendações para segurança laboratorial é:
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Um dos trabalhos rotineiros para o técnico de laboratório em química é auxiliar o professor no preparo das aulas práticas. Um professor que irá ministrar uma aula para demonstrar o estudo das reações químicas solicita que sejam preparados os seguintes itens do roteiro de aula:
I. Soluções de: cloreto de sódio (NaCl) 0,1 mol L-1, iodeto de potássio (KI) 0,1 mol L-1, brometo de potássio (KBr) 0,1 mol L-1, hidróxido de sódio (NaOH) 1,0 mol L-1, sulfato de cobre II (CuSO4) 1,0 mol L-1, ácido clorídrico (HCl) 1,0 mol L-1, ácido sulfúrico (H2SO4) 1,0 mol L-1, hidróxido de sódio a 10%, cloreto de ferro III (FeCl3) a 3%, amido ((C6H10O5)n), nitrato de prata (AgNO3) a 5% e tiocianato de amônio (NH4SCN) a 5%;
II. Magnésio em fita, Fio de cobre, Palha de aço; Carbonato de sódio, Ácido benzoico e Hidrogenoftalato de potássio.
Com base nas informações acima, responda à questão.
Da lista de soluções apresentadas no item I, aquelas que obrigatoriamente devem ser preparadas em capela são as de
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Uma função Química é uma forma de classificação de compostos que apresentam Propriedades Químicas semelhantes. A respeito das funções orgânicas, assinale a opção falsa.
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Geometria molecular é o estudo de como os átomos estão distribuídos espacialmente em uma molécula. Esta pode assumir várias formas geométricas, dependendo dos átomos que a compõem. Com respeito à geometria molecular, das opções abaixo, assinale a INCORRETA.
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Leia o texto que se segue e responda a questão.
Clima extremo
Ondas de calor, secas, invernos rigorosos, enchentes e furacões. Tudo nos últimos dez anos. Onde isso vai parar?
O calor infernal nas regiões Sul e Sudeste no começo do ano parece um evento singular. Mas uma breve retrospectiva da história do planeta nos últimos anos mostra que esses episódios estão se tornando cada vez mais comuns. Pode apostar sem medo de errar: haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas. Esses são os chamados eventos extremos. Nisso se enquadram a ampliação do número de furações por temporada, as secas na Amazônia, as ondas de calor e os alagamentos, entre outros.
E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. Aí mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
O vocábulo “aplainada”, no contexto em que ocorre, SÓ pode ser substituído por:
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Ondas de calor, secas, invernos rigorosos, enchentes e furacões. Tudo nos últimos dez anos. Onde isso vai parar?
O calor infernal nas regiões Sul e Sudeste no começo do ano parece um evento singular. Mas uma breve retrospectiva da história do planeta nos últimos anos mostra que esses episódios estão se tornando cada vez mais comuns. Pode apostar sem medo de errar: haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas. Esses são os chamados eventos extremos. Nisso se enquadram a ampliação do número de furações por temporada, as secas na Amazônia, as ondas de calor e os alagamentos, entre outros.
E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. Aí mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
A expressão “céticos do clima” refere-se, dada a leitura global,
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No preparo de uma solução a 25 °C, misturam-se 12,6 g de HNO3 com 16,2 g de HBr em água suficiente, formando um litro de solução. Com base nessa informação, o pH da solução é igual a
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