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Foram encontradas 50 questões.

2497137 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Das opções abaixo, assinale a que apresenta o grupo que NÃO está associado à seguinte estrutura:
Enunciado 3204129-1
 

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2495359 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Mistura-se uma solução de ácido sulfúrico A a 80%, com uma outra solução de ácido sulfúrico B a 10%, obtendo-se uma solução final de ácido sulfúrico C a 40%. As massas, em gramas das soluções A e B, que se devem usar para preparar 1600 g da solução C é, respectivamente,
 

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2494873 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Em uma fabrica localizada no sul do Piauí, durante o processo de hidrogenação do óleo de soja a 25 °C, reduz-se a pressão do H2 de 2,0 para 1,5 atm em 50 minutos. Nesse processo, a molaridade da reação por segundo é
 

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2494465 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O gráfico abaixo mostra a solubilidade de um sal, em gramas, por cada 100 mL de água. A massa de sal que se precipitará quando se esfria até 40 °C uma solução saturada cuja massa seja 640 g e a solubilidade seja igual a 60 é:
Enunciado 3113809-1
 

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2494104 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
De acordo com a NR-26 – sinalização de segurança, o produto químico utilizado no local de trabalho deve ser classificado quanto aos perigos para a segurança e para a saúde dos trabalhadores, de acordo com os critérios estabelecidos pelo Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos (GHS), da Organização das Nações Unidas. Para isso, uma forma de prevenção de acidentes é alertar ao usuário sobre a periculosidade do material, através de símbolos. Com base nessa informação, marque a opção que representa o nome CORRETO dos símbolos I, II, III e IV, respectivamente.
Enunciado 3054335-1
 

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2493968 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Em relação à formação dos íons SiF6-2 e CF6-2, têm-se as seguintes afirmações:
I. Para a formação do SiF62-, à molécula de SiF4 devem ligar-se dois íons F- que possuem os seus elétrons de valência emparelhados. A ligação só pode formar-se pelo mecanismo dadivo, com base nos pares de elétrons de cada um dos íons fluoreto e de dois orbitais vazios 3d do átomo de silício;
II. O carbono pode formar, à semelhança do silício, um composto CF4, no entanto, com isso, as capacidades de valências deste elemento esgotam-se, pois deixam de haver elétrons desemparelhados e, por outro lado, não possuem orbitais vazios no nível de valência. Com isso, o íon CF62- não pode existir;
III. A afirmação do item I, para a formação do SiF62- vai de encontro ao comportamento do CF4, com isso, é possível dizer que o íon CF62- existe;
IV. A afirmação do item II, para a formação do CF62-, vai ao encontro do comportamento do SiF4, com isso, é possível dizer que o íon SiF6-2 não existe.
Com base nas afirmações, é possível dizer que os itens I; II; III e IV são respectivamente:
 

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2493806 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Tratam-se 50 g de alumínio (Al), que possui 10% de impureza, com quantidade suficiente de ácido sulfúrico (H2SO4). Se a percentagem de rendimento é de 80%, o peso de sulfato de alumínio (Al2(SO4)3) será:
 

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Leia o texto que se segue e responda a questão.
Clima extremo
Ondas de calor, secas, invernos rigorosos, enchentes e furacões. Tudo nos últimos dez anos. Onde isso vai parar?
O calor infernal nas regiões Sul e Sudeste no começo do ano parece um evento singular. Mas uma breve retrospectiva da história do planeta nos últimos anos mostra que esses episódios estão se tornando cada vez mais comuns. Pode apostar sem medo de errar: haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas. Esses são os chamados eventos extremos. Nisso se enquadram a ampliação do número de furações por temporada, as secas na Amazônia, as ondas de calor e os alagamentos, entre outros.
E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. Aí mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
O tema central do texto é:
 

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2493441 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O íon Ln+ é oxidado a LO3- por MnO4-, em que o nox do manganês varia para Mn2+, em solução ácida. Sabendo que, para oxidar 5,6 x 10-3 mol de Ln+, são necessários 2,24 x 10-3 mol de MnO4-, é possível dizer que a valor de n é igual a
 

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Leia o texto que se segue e responda a questão.
Clima extremo
Ondas de calor, secas, invernos rigorosos, enchentes e furacões. Tudo nos últimos dez anos. Onde isso vai parar?
O calor infernal nas regiões Sul e Sudeste no começo do ano parece um evento singular. Mas uma breve retrospectiva da história do planeta nos últimos anos mostra que esses episódios estão se tornando cada vez mais comuns. Pode apostar sem medo de errar: haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas. Esses são os chamados eventos extremos. Nisso se enquadram a ampliação do número de furações por temporada, as secas na Amazônia, as ondas de calor e os alagamentos, entre outros.
E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. Aí mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
No texto, o fato de, paradoxalmente, o aumento médio de temperatura da Terra levar a invernos mais rigorosos tem a ver com:
 

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