Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

2497019 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Durante o planejamento e a confecção de próteses parciais removíveis, é importante a utilização de delineadores. Eles permitem:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2496752 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Durante a confecção de uma moldeira individual inferior para moldagem funcional em prótese total, a estrutura anatômica que deve ser aliviada para evitar compressão durante a utilização da futura prótese é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2496570 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Ao receber um molde de polissulfeto de um cirurgião-dentista, a melhor forma de desinfecção antes do vazamento em gesso é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2496372 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um técnico enviou as bases de prova superior e inferior de um paciente totalmente desdentado com os dentes montados em cera ao cirurgião-dentista. O cirurgião-dentista não ficou satisfeito com o trabalho relatando que a relação oclusal dos dentes em cera na boca não está adequada, apresentando uma mordida aberta anterior. Ao se levar as bases de prova ao articulador semiajustável com o pino incisal em zero, percebe-se a correta relação oclusal. A provável causa do problema foi:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2496166 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um cirurgião-dentista entrou em contato com o técnico em prótese dentária, relatando que realizou, naquele exato momento, uma moldagem funcional de dois pilares para a confecção de uma prótese fixa de três elementos e que estava enviando o molde ao laboratório para a confecção de modelo troquelado. Após 15 minutos, o molde chegou. De acordo com a guia de requisição do cirurgião-dentista, o material utilizado foi um silicone de adição. A conduta adequada para a confecção do modelo de gesso para esse material seria:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2495986 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um técnico de prótese recebe uma solicitação de montagem de dentes na cor 66 de um caso de prótese total superior e prótese parcial removível inferior. O paciente possui como remanescentes os dentes anteriores inferiores. Os modelos já se encontram montados em articulador semiajustável. O modelo superior se encontra com a base de prova e o inferior com uma armação metálica e roletes de cera. A montagem dos dentes mais adequada pensando em combinar função e longevidade dos pilares inferiores é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2494940 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Como uma das etapas da realização de um tratamento ortodôntico/ortopédico, o cirurgião dentista enviou os modelos de gesso de um paciente e solicitou ao laboratório a confecção de uma placa de contenção. O objetivo dessa placa é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto que se segue e responda a questão.
Clima extremo
Ondas de calor, secas, invernos rigorosos, enchentes e furacões. Tudo nos últimos dez anos. Onde isso vai parar?
O calor infernal nas regiões Sul e Sudeste no começo do ano parece um evento singular. Mas uma breve retrospectiva da história do planeta nos últimos anos mostra que esses episódios estão se tornando cada vez mais comuns. Pode apostar sem medo de errar: haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas. Esses são os chamados eventos extremos. Nisso se enquadram a ampliação do número de furações por temporada, as secas na Amazônia, as ondas de calor e os alagamentos, entre outros.
E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. Aí mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
O tema central do texto é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2492927 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Durante a confecção de um par de próteses totais para um paciente, o cirurgião-dentista realizou a prova dos dentes em cera e observou que todos os parâmetros estavam corretos. O trabalho foi enviado ao laboratório para a sua finalização. Ao retornar, observou-se que a relação oclusal dos pré-molares e molares estava correta, mas ocorreu uma vestibularização dos dentes anteriores superiores, resultando em uma excessiva mordida aberta anterior que comprometeu a estética. A provável causa do problema foi:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto que se segue e responda a questão.
Clima extremo
Ondas de calor, secas, invernos rigorosos, enchentes e furacões. Tudo nos últimos dez anos. Onde isso vai parar?
O calor infernal nas regiões Sul e Sudeste no começo do ano parece um evento singular. Mas uma breve retrospectiva da história do planeta nos últimos anos mostra que esses episódios estão se tornando cada vez mais comuns. Pode apostar sem medo de errar: haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas. Esses são os chamados eventos extremos. Nisso se enquadram a ampliação do número de furações por temporada, as secas na Amazônia, as ondas de calor e os alagamentos, entre outros.
E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. Aí mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
No texto, o fato de, paradoxalmente, o aumento médio de temperatura da Terra levar a invernos mais rigorosos tem a ver com:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas