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Um técnico em prótese dentária recebe um modelo troquelado com seu antagonista montados em articulador com a solicitação de confeccionar uma prótese fixa de três elementos (44 ao 46) metalocerâmicos. Inicialmente o técnico confeccionou os “coppings” metálicos e os enviou para prova e união para solda. Ao levar as estruturas metálicas em boca, o cirurgião-dentista percebeu, após os testes, que estavam bem adaptadas. Foi então realizada a união com resina “duralay” vermelha e a estrutura enviada ao laboratório. Na etapa seguinte, o cirurgião-dentista recebeu a estrutura metálica soldada para realização de prova clínica e do procedimento de remontagem. Após a aplicação da porcelana, a peça protética foi ajustada em boca e enviada para aplicação do “glaze” e acabamentos finais. No momento da instalação da peça protética, o cirurgião-dentista percebeu que a coroa protética do elemento 46 estava bem adaptada no sentido vertical, mas havia uma sobra de dente no sentido horizontal em relação à peça na lingual do elemento 46. A provável causa do problema foi:
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Para facilitar o entendimento entre os diferentes profissionais da área odontológica, foi desenvolvido um sistema de códigos numéricos para representar os dentes. Baseado nesse sistema, o canino superior direito e o segundo molar inferior direito correspondem, respectivamente, aos números:
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Os articuladores são essenciais na elaboração de trabalhos protéticos. Com relação a esses dispositivos é CORRETO afirmar que:
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Uma prótese fixa metalocerâmica foi enviada a um cirurgião-dentista para a prova da porcelana e, após a realização do ajuste oclusal, houve exposição da estrutura metálica em um dos pilares. O trabalho foi enviado ao laboratório para ser refeito. Com o auxílio de um espessímetro, o técnico percebeu que, na área da exposição, havia uma espessura de 0,5 mm. A provável causa da falha e a solução mais adequada seriam respectivamente:
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Para um paciente com todos os dentes, a oclusão do tipo classe III de Angle é caracterizada por:
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Leia o texto que se segue e responda a questão.
Clima extremo
Ondas de calor, secas, invernos rigorosos, enchentes e furacões. Tudo nos últimos dez anos. Onde isso vai parar?
O calor infernal nas regiões Sul e Sudeste no começo do ano parece um evento singular. Mas uma breve retrospectiva da história do planeta nos últimos anos mostra que esses episódios estão se tornando cada vez mais comuns. Pode apostar sem medo de errar: haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas. Esses são os chamados eventos extremos. Nisso se enquadram a ampliação do número de furações por temporada, as secas na Amazônia, as ondas de calor e os alagamentos, entre outros.
E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. Aí mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
O uso da forma verbal “ganhemos” se justifica porque evidencia semanticamente no trecho:
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O técnico em prótese dentária trabalha em parceria com o cirurgião-dentista na execução de diversos trabalhos. É CORRETO afirmar que o técnico em prótese dentária está habilitado a
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Os delineadores são bastante utilizados em Odontologia não só na área de prótese parcial removível, como também em outras áreas. Sobre o delineador, é CORRETO afirmar que:
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O conhecimento e o domínio dos materiais dentários são essenciais ao trabalho de técnico em prótese dental. Com relação aos gessos odontológicos, é CORRETO afirmar:
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Para a correta elaboração de trabalhos de prótese dentária, é essencial o conhecimento de anatomia dentária. Assim, o primeiro molar superior normalmente possui:
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