Foram encontradas 250 questões.
Considere o seguinte trecho inicial de um texto:
Não é novidade que os robôs e a inteligência artificial estão se “infiltrando” em todas as áreas profissionais.
Numere os parênteses a seguir, identificando a ordem textual lógica das ideias que dão continuidade ao texto.
( ) No entanto, só mais recentemente começamos a observar a chegada dessas “ferramentas” ao mercado jurídico, o que acarretará uma verdadeira disruptura em uma profissão que sempre foi cercada de tradição, erudição e excesso de formalismo.
( ) Até aqui, a carreira jurídica foi vista como uma atividade que apenas nós, humanos, seríamos capazes de controlar.
( ) Há algum tempo, essas máquinas vêm atuando de forma sistemática no mercado financeiro, na indústria, na medicina e nos mais variados setores da economia.
( ) No entanto, a inteligência artificial e a computação cognitiva passarão a realizar, de forma mais rápida, precisa, direta e acessível do ponto de vista econômico, boa parte do que um advogado faz hoje.
(Adaptado de: https://complemento.veja.abril.com.br/pagina-aberta/robos-advogados.html)
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.
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Assinale a alternativa corretamente pontuada.
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Na sentença “A obsolescência programada acontece quando há uma ação deliberada da empresa fabricante que força o cliente a adquirir um novo modelo do bem”, o termo sublinhado pode ser substituído pelo sinônimo:
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Considere o seguinte trecho adaptado de uma notícia publicada na Gazeta Online:
Ato heroico de bombeiro marca combate incêndio no Centro de Vitória
Em meio imagens de socorro vítimas e combate chamas de um incêndio no Centro de Vitória, um sargento, carregando mais de 23 quilos de equipamento, após salvar uma idosa, chegou passar mal e precisou de atendimento.
(Adaptado de <https://www.gazetaonline.com.br/noticias/cidades/2017/10/ato-heroico-de-bombeiro-marca-combate-a-incendio-no-centro-de-vitori a-1014104638.html>)
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima.
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Pessoas inteligentes têm neurônios maiores
O ditado popular pode até dizer que tamanho não é documento, mas, neste caso, é, sim. Quanto maiores forem seus neurônios, mais inteligente você é, de acordo com um estudo feito por cientistas holandeses. É a primeira vez que o nível de inteligência é associado ao tamanho das células cerebrais, e isso pode ser uma chave para desenvolver técnicas realmente eficazes que aumentem nossa inteligência.
Até agora, a maioria das pesquisas ligadas ao intelecto havia identificado regiões do cérebro envolvidas com a capacidade de desenvolver certas habilidades, e chegou também a selecionar genes relacionados ao QI. Mas o estudo holandês, feito na Universidade Livre de Amsterdã, foi por um novo caminho e provou que quanto maior é a célula, melhor.
(Disponível em: <https://super.abril.com.br/ciencia/pessoas-inteligentes-tem-neuronios-maiores/>. Acesso em 03 mai. 2018)
No trecho “Quanto maiores forem seus neurônios, mais inteligente você é”, estabelece-se uma relação:
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Pessoas inteligentes neurônios maiores
O ditado popular pode até dizer que tamanho não é documento, mas, neste caso, é, sim. Quanto maiores forem seus neurônios, mais inteligente você é, de acordo com um estudo feito por cientistas holandeses. É a primeira vez que o nível de inteligência é associado ao tamanho das células cerebrais, e isso pode ser uma chave para desenvolver técnicas realmente eficazes que nossa inteligência.
Até agora, a maioria das pesquisas ligadas ao intelecto identificado regiões do cérebro envolvidas com a capacidade de desenvolver certas habilidades, e também a selecionar genes relacionados ao QI. Mas o estudo holandês, feito na Universidade Livre de Amsterdã, foi por um novo caminho e provou que quanto maior é a célula, melhor.
(Disponível em: <https://super.abril.com.br/ciencia/pessoas-inteligentes-tem-neuronios-maiores/>. Acesso em 03 mai. 2018)
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima.
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O plástico revolucionou a indústria, mas se tornou uma preocupação ambiental em todo o planeta: estima-se que entre 1950 e 2015, a humanidade produziu cerca de 8,3 bilhões de toneladas do material, reciclando apenas 10% desse montante.
Antes que o plástico dominasse o mundo, atingisse os oceanos e prejudicasse a fauna e flora mundial, por sorte, o Japão encontrou uma luz no fim do túnel – quer dizer, uma bactéria mutante capaz de comer plástico.
O organismo foi encontrado pela primeira vez há dois anos, em um lixão japonês. De lá para cá, essa bactéria foi estudada em laboratório e, sem querer, seus “superpoderes” foram ampliados, o que gerou uma enzima ainda mais capaz de degradar plástico. A conquista é de autoria de pesquisadores da Universidade de Portsmouth (Inglaterra) e do Laboratório Nacional de Energia Renovável (EUA). [...]
Graças ao pequeno erro em laboratório, os cientistas conseguiram ampliar a capacidade da enzima (conhecida por Ideonella sakaiensis 201-F6T) da bactéria que degrada plástico.
Essa enzima mutante consegue destruir o polímero politereftalato de etileno (PET), a forma de plástico mais comum utilizada para a produção de garrafas de bebidas e de embalagens de comida, mas que demora mais de 200 anos para ser degradada. A enzima também consegue “comer” o polímero polietileno furanoato (PEF), que é comumente utilizado na fabricação de garrafas de vidro de cervejas.
“Apesar de o aperfeiçoamento ser modesto, essa descoberta inesperada sugere que há mais chances de se desenvolver as enzimas dessa bactéria, o que nos aproxima de soluções de reciclagem para as montanhas crescentes de plástico descartado”, afirma o especialista de Portsmouth.
Mas não devemos apenas esperar as inovações da ciência para reverter o problema. É preciso mobilização, substituição e consciência na hora de se fazer uso do plástico – e de preferência, evitá-lo, pois a previsão é de que até 2050 o material será mais presente no oceano do que a população de peixes.
(Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2018/04/enzima-capaz-de-digerir-plastico-e-desenvolvida-em-laboratori o.html>. Acesso em 02 mai. 2018)
A respeito do texto, considere as seguintes afirmativas:
1. Apesar de ter revolucionado a indústria, o plástico tornou-se um problema ambiental.
2. A descoberta da bactéria mutante solucionará os problemas de reciclagem do plástico.
3. A bactéria descoberta num lixão japonês tornou-se um problema para a indústria de PET e PEF.
Assinale a alternativa correta.
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O plástico revolucionou a indústria, mas se tornou uma preocupação ambiental em todo o planeta: estima-se que entre 1950 e 2015, a humanidade produziu cerca de 8,3 bilhões de toneladas do material, reciclando apenas 10% desse montante.
Antes que o plástico dominasse o mundo, atingisse os oceanos e prejudicasse a fauna e flora mundial, por sorte, o Japão encontrou uma luz no fim do túnel – quer dizer, uma bactéria mutante capaz de comer plástico.
O organismo foi encontrado pela primeira vez há dois anos, em um lixão japonês. De lá para cá, essa bactéria foi estudada em laboratório e, sem querer, seus “superpoderes” foram ampliados, o que gerou uma enzima ainda mais capaz de degradar plástico. A conquista é de autoria de pesquisadores da Universidade de Portsmouth (Inglaterra) e do Laboratório Nacional de Energia Renovável (EUA). [...]
Graças ao pequeno erro em laboratório, os cientistas conseguiram ampliar a capacidade da enzima (conhecida por Ideonella sakaiensis 201-F6T) da bactéria que degrada plástico.
Essa enzima mutante consegue destruir o polímero politereftalato de etileno (PET), a forma de plástico mais comum utilizada para a produção de garrafas de bebidas e de embalagens de comida, mas que demora mais de 200 anos para ser degradada. A enzima também consegue “comer” o polímero polietileno furanoato (PEF), que é comumente utilizado na fabricação de garrafas de vidro de cervejas.
“Apesar de o aperfeiçoamento ser modesto, essa descoberta inesperada sugere que há mais chances de se desenvolver as enzimas dessa bactéria, o que nos aproxima de soluções de reciclagem para as montanhas crescentes de plástico descartado”, afirma o especialista de Portsmouth.
Mas não devemos apenas esperar as inovações da ciência para reverter o problema. É preciso mobilização, substituição e consciência na hora de se fazer uso do plástico – e de preferência, evitá-lo, pois a previsão é de que até 2050 o material será mais presente no oceano do que a população de peixes.
(Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2018/04/enzima-capaz-de-digerir-plastico-e-desenvolvida-em-laboratori o.html>. Acesso em 02 mai. 2018)
O objetivo desse texto é:
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Com relação à anatomia coclear e do órgão de Corti, assinale a alternativa correta.
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Com relação à anatomia da tuba auditiva, assinale a alternativa correta.
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